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Enlouquecido pela minha ex- aluna


autor: Chronos
publicado em: 25/11/16
categoria: traição
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O Mundo deu voltas e reencontrei Amanda após um hiato de longo tempo após a a formatura dela na escola onde lecionei. Sou Sávio, todos vocês me conhecem de ter sido o Personal Sex da Gordinha Gostosa.

Não deixei de amar a Daniela, a minha outra ex-aluna. Confesso a vocês que depois de Amanda, fantasias com alunas tornou-se o meu maior vício. Durante as ministrações da minha matéria, era possível manter minha testosterona sob um certo controle e trabalhar os alunos sem ter grandes complicações. Mas quem é professor, jovem e descolado como sempre fui, jamais terá uma vida fácil.

Como eu sou minha própria empresa, meu corpo é minha franquia e minha saúde é o modelo a ser imitado, sou assediado mesmo. Mesmo dando aulas maçantes e exaustivas nas escolas, é sagrado eu procurar uma academia para cuidar do templo mais precioso do mundo: Meu corpo, minha saúde.

Dani se acostumou com minha vaidade, mas passou a ter muito ciúme também, principalmente após a traição que marcou o início da nossa nova fase. Quando eu contei para ela que a traía com Viviane, A Gordinha* gostosa, houve sim um baque terrível para ela, mas ela me perdoou e tudo o mais. Construir a confiança foi um processo diário, que requeria dela e de mim também um voto diário de confiança.

Mas tudo isso estava à berlinda. Depois que encontrei Amanda novamente no condomínio da minha mãe, ficou foda pra caralho, gente. Eu nem gravava o numero dela em meu WhatsApp, e passei até a tomar uns suplementos alimentares para dar conta da patroa em casa, pois ela não podia perceber nada.

A última vez então que estive com Amanda foi foda: Na primeira reunião dos moradores com os membro do conselho síndico, minha mãe foi e me chamou para estar lá. Dani queria ir também, mas a convenci de ficar em casa porque seria uma reunião chata demais, longa, e foi mesmo. Até minha velhinha cansou e foi pra casa. Sobrou pra mim ouvir toda a burocracia, sobre as normas vigentes e tudo o mais, porém Amanda não tirava os olhos de mim. Ela enlouquecia cada um dos meus sentidos, aquela vadia.

Como minha mãe era uma condômina recatada, não barulhenta e pontual com seus deveres, era o tipo de pessoa que passava batida por entre os vizinhos. O ruim foi ouvir as varias reclamações de infiltrações que alguns apartamentos estavam sofrendo devido a ultima chuva. Vários moradores estavam processando a empresa construtora dos projetos. O apartamento da minha mãe deu infiltração e zoou o apartamento de baixo do vizinho do 409, puta que pariu.

A TV por assinatura não pegava sinal nenhum. Quem tinha que resolver essa porra toda era eu. E a reunião varou até 14 e caralhada. Pior é que quem estava em dia com as contas do apartamento seria atendido primeiro. Deu um bafafá doido. Mas tudo bem, consegui agendar na internet da empresa a manutenção pro apê da minha mamy, e de quebra(risos) ainda sobrou um tempo para eu ficar a sós com Amanda.

Minha ex-aluna tava perfumada com um delicioso 212 Vip Rosé, Carolina Herrera, devidamente produzida em nível executivo na reunião. Como condômina e síndica, ela não dava mole no comportamento dela. Aquele lado devasso, somente eu que conhecia ali nos prédios.

Após todos os moradores serem dispensados aos seus lares, Amanda me convidou para uma cervejinha gelada na casa dela. Como não aceitar, não é mesmo!? Tomei somente um caneco, mas nem terminei na verdade, pois queria era matar a saudade dela.

- Acho que "oguém" aqui me abandonou depois da nossa ultima happy hour,kkkkkkkk!- ela de dengo pra cima de mim, jogando suas pernas sobre minhas coxas.

- Rsrsrs, não é isso, linda, os dias tem sido bem corridos para mim, é casa, academia, escola, e ainda tem a patroa que chega carente no fim do dia.

- Olhando pra você, Savinho, essa pinta de cara certinho, politicamente correto que tenta passar pros alunos e tudo o mais, ninguém desconfia de quem seja, não é!?

- Engano seu! Patrulha Dani marca em cima toda hora. Principalmente depois de haver conhecido uma bandidinha deliciosa que nem você na época do ensino médio...

- Mas como você mesmo diz, estar casado não é estar morto, certo!? Kkkkkkk

- Quem fica morto do seu lado!? Pelo contrário, depois que eu reencontrei você nunca me senti tão vivo...

E a conversa foi estragada por quem ligando!? Dani! Pedi a Amanda para fazer silêncio e relatei a reunião. Perguntou-me que horas estaria de volta ao lar, respondi que em breve. Dani estava certa em me querer em casa logo. Realmente o sábado e o domingo eram os dias que tínhamos para nos refugiar das pessoas que nos procuravam. Ela tinha o agravante: Trabalhava sábado sim, sábado não na clínica do Dr. Ernani, veterinário bem conceituado no bairro, até a tarde. Disse para minha esposa que não demoraria. Desliguei o telefone, Amanda mudinha, mas a filha da puta ficou massageando meu pau com a ponta dos pés por cima da minha calça e eu tava duro, duro.

Retomamos o papo de onde paramos, mas não conseguia mais me manter sob controle diante da vulgaridade deliciosa da minha ex-aluna.

A dona do corpo de 1,80m cabelos castanhos e boca carnuda estava com umas coxas grossas e seios que pareciam estourar o soutien. Com seu copo de cerveja na mão, brincava com os dedos dos pés jogando meu pau de um lado pra outro. Sabia a quem pedir boa foda. E química nunca faltou entre a gente mesmo...

Comecei a acariciar suas pernas, subindo pelas coxas até tocar na sua rachinha. Sensível ao estímulo, Amanda abriu mais ainda as pernas-safada!- e arqueava seu corpo para cima e para baixo respondendo ao meu toque no capô carnudo de sua buceta.

- Ai, que brincadeira gostosa, professor! Sossega essa gatinha faminta de pica, vem!

Lentamente tirei sua calça, e revelou-se diante dos meus olhos uma saudável xota depilada e uma calcinha ordinariamente colocada pra tapar somente a rachinha. Coloquei a calcinha de lado e debrucei-me sobre seu corpo sentindo o cheiro daquela pepeca molhada, e finalmente mergulhando de vez com a cabeça entre as pernas de minha ex-colegial.

Amanda levantou minha cabeça e a safada destilou um gole do seu copo de cerveja cheinho de espuma sobre a pepeca babada. Ficou mais deliciosa ainda depois que provei ela geladinha. O drink certo para aquela tarde que estava começando. Minha aluninha de foda esfregou sua buceta rebolando em meu rosto e rompendo seu primeiro orgasmo sem pudor algum.

Despi-me completamente. Foi a vez da minha amante quase profissional em pornografia fazer o seu número devasso e deixar seu corpo do jeitinho que veio ao mundo e ficar de quatro, de frente para mim, como uma gatinha, sugar meu caralho como uma filhote faminta. Mama muito gostoso, essa vagabunda. Sem as mãos, somente com a boca na mamadeirinha já cheia para ela, brincou de colocar minhas bolas entre seus dentes e levar-me a loucura total.

Amanda, decidida a me prender em sua toca de prazeres, levou-me aos aposentos e jogou-me sobre a cama e pegou um óleo de massagem, que mais parecia uma goza viscosa, e passou por todo o meu corpo.

Usando seus atributos físicos, minha aluna de educação sexual para adultos massageou meu corpo, levando-me ao êxtase pleno, sem gozar, pois ela usava seus seios, suas curvas, para me massagear. Um preliminar extremamente sexy e revigorante. Quando meu caralho tocava a porta de sua grutinha, a vontade era... Nossa! A vontade era de arrombar aquela puta! Eu a xinguei, ela ria, xingava-me de volta.

Quando finalmente começou a usar as mãos para tocar minha masculinidade, Amanda arregaçou toda a pele do meu pau numa punheta lenta e deliciosa. Caralho, ela me deixava embasbacado com tanta criatividade pervertida. E era óbvio que ela tinha visto em algum filme pornô. Eu perguntei a ela onde ela tinha visto aquilo. Não deu outra: Viu vários vídeos de massagem com o próprio corpo no xvideos.com.

Encaixou-se num beijo demorado, voluptuoso comigo, e nossas genitálias encaixaram-se sem a gente direcionar manualmente. Foi um encaixe sensacional. Ela sentou-se em cima de mim, e com a xota cheia do óleo brincou apertando meu membro com contrações super excitantes. Amanda ditava todo o ritmo, eu não estava fazendo absolutamente nada. Recostei-me com as costas na cabeceira da cama e juntos, tete a tete, aceleramos o ritmo e ela gemia no meu ouvido implorando mais da minha pica.

- Toma, cachorra, tu não quer mais pica, filha da puta!? Aperta mais ela, se tu puder!

- Ai, delícia, não consigo, estou embevecida de tanto tesão, meu mestre do prazer!

As estocadas dela com minha pica se tornaram ainda mais vigorosas, meu pau teve os espasmos pré-gozo, e pedi que ela cessasse um pouco. Não queria gozar ainda. Pedi para sodomizar pois tinha tempo que não comia ela gostoso no cu.

Com um pouco do mesmo óleo, brinquei com seu anus usando os dedos, agora com ela deitada de bruços arrebitando seus saudáveis glúteos para mim. Deu uma vontade de morder aquela deusa... Ah, mordi( risos)

Ela, tomada pelo tesão, xingava-me pedindo que a currasse de uma vez. Entrei com força no rabo de Amanda. Ela gritou. Comecei um ritmo, ao seu pedido, frenético, e meu pau esquentou mesmo no cuzinho dela. A filha da puta gozou pela terceira vez sem tocar siririca, meu parceiro, e pediu leite na boquinha.

Meu gozo tava perto mesmo, foi então que coloquei ela de joelhos e de pé fiz ela mamar e sugar até o ultimo gole. Ô delícia da porra! Era um fato: Amanda estava ficando apaixonada por mim e minha situação se complicando cada vez mais, porque após esse dia, minha presença ficou cada vez mais requisitada.

Dani reclamou muito, meu amigo. Pra caralho, por ter almoçado sozinha naquele dia. Mas foi bem compensada. Isso foi. Após uma tarde de bico comigo pela minha demora, fiz um agrado para ela: Comprei o mesmo óleo de massagem para Dani num Sex Shop, e tivemos uma noite fabulosa! Mas desde essa tarde, Amanda estava impregnada em cada fio de cabelo, meus poros e ossos.

Mas agora não dá para desfazer. Por quê!? Adivinha a resposta! Vamos dizer juntos?

Tô casado...não morto!!! Kkkkkkkk

Até a próxima, minha gente!




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