"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A primeira vez com o tio.


autor: MaryES
publicado em: 25/11/16
categoria: hetero
leituras: 4889
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Olá meninas e meninos. Me chamo Mariana, mas podem me chamar de Mary e resolvi contar aqui algumas das minhas aventuras. Acho que algumas pessoas já devem ter lido sobre mim no perfil do Publicitario45, um cara gente boa, bom de cama, paizão (Sou amiga dos filhos dele) e que carinhosamente eu amo chamar de “tio”.

Hoje oro em Londres e ficarei mais algum tempo, mas nunca deixo de ler os contos do meu safado favorito e resolvi contar a minha versão de tudo que aconteceu.

Era para ser uma simples reunião na casa de um amigo da turma. Compramos cerveja, vodcas e energéticos. O filho do dono da casa disse que o pai dele fazia deliciosos drinks e então levamos algumas frutas.

Sou branquinha, pele clara, algumas tatuagens pelo corpo, cabelos vermelhos e uso aparelho nos dentes. Sempre fui fogosa, sempre gostei de dar mas nunca curti os novinhos. Peguei, mas eles nunca souberam me fazer gozar, o tio soube.

Conheci ele numa destas farras e ele ficou puto quando o chamei de tio, me deu u esporro e eu perguntei o seu nome. Quando ele respondeu nossas mãos se tocaram e um frio percorreu meu corpo inteiro, não sei bem porque mas minha pele arrepiou toda.

Dai passamos o dia bebendo e eu de olho nele. Um homem de 46 anos, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, uma tatuagem nas costas. Tem um corpo normal, nada de academias, bem diferente do filho bombadinho.

Naquele dia tudo saiu muito bem, tocamos volão, bebemos e eu de olho nele que não dava a menor bola pra mim. Sempre no celular falando de trabalho acabou se empolgando quando eu assumi o violão e comecei a tocar rocks das antigas, ai ele se aproximou e sentou-se do meu lado.

Na hora de ir embora ele se ofereceu a levar a minha bike, descemos juntos e eu provoquei ele mais uma vez chamando ele de tio, sai rindo imaginando a cara de bravo dele. O meu safado é muito gente boa, mas estressado e meio emburradinho.

Chegando em casa adicionei ele no Facebook, conversamos, eu continuei provocando e ele dizendo que não queria dar assunto para uma menina da minha idade. Comecei a provocar ainda mais com frases de duplo sentido e o tio que era durão começou a entrar na minha.

Numa noite eu resolvi bater na casa dele, ele estranhou minha visita e me chamou de menina, odeio este apelido, disse que se ele me chamasse de menina eu iria chama-lo de tio e demos boas risadas. Ele me convidou pra entrar e eu o abracei, senti meu corpo arrepiar de novo, ele estava cheiroso e eu simplesmente não desgrudei dele, fiquei ali, colada, sentindo minha calcinha ficar úmida sem ao menos ele tentar algo. Química pura.

Ele me ofereceu um drink, eu aceitei, fui ficando soltinha e a calcinha a esta altura já tinha dado PT, estava ensopada. eu tentava pensar em outra coisa mas meu cérebro já tinha me traído, e queria e iria dar pra ele naquela sala.

Ai do nada eu me aproximei dele, brindamos a não sei o que eu eu apenas o bracei pelo pescoço, senti a respiração dele perder a sincronia na mesma velocidade que o pau dele endurecia dentro da bermuda. Minhas pernas foram ficando tremulas, não resisti e o beijei. Que beijo bom, beijo de homem que sabe como beijar. Senti suas mãos descendo pela minha cintura e ele me apertou contra o seu corpo.

Eu estava de short e ele reparou a pele arrepiada, me olhou nos olhos, deu um sorriso safado e voltou a me beijar. Eu não sabia, mas ali, naquele momento eu já era dele.

Fomos pro sofá e ficamos ali nos acariciando, ele foi gentil, sem pressa cuidava de mim e me deixava louca ao mesmo tempo, era cavalheiro mas me fez senti uma verdadeira putinha. Não aguentei e abri sua bermuda, tirei um pau grosso la de dentro, uma cabeça grande, um pau lindo de chupar.

Meti a boca na pica dele e senti sua mão forçando minha cabeça para que eu engolisse aquilo tudo, engasguei mas não desisti, chupei, mordi, punhetei deixando o louco. Sua respiração descontrolando era o sinal que vinha porra pra eu beber e bebi, jatos fortes de uma porra quente e grossa invadiram a minha boca, eu estava insandecida de tesão e só pensava naquela pica me fodendo toda.

Ai ele mostrou as garras, o homem gentil deu lugar a verdadeiro devorador de boceta. Ele abriu meu short e num puxão só se livrou dele, rasgou a minha calcinha e ao vê-la melada meteu tecido na boca e sugou meu mel, enlouqueci com aquela cena. Os meninos nunca fizeram isso.

Ele se ajoelhou na minha frente e começou a me beijar, mordia, me lambia mas não chegava na minha xana que a esta altura já era dele. Aquela demora aumentava meu desejo, que queria aquela boca em mim mas o safado fez questão de me beijar inteira antes.

Quando ele se aproximou dela, sua respiração me enlouqueceu, ele não tocava nela mas eu sentia um tesão incrível. Quando sua língua me tocou eu tremi, senti uma coisa inexplicável, puxei sua cabeça e o forcei a me chupar. Não demorou e eu gozei de uma forma que nunca tinha experimentado, gemi, gritei, chamei ele de safado e implorei para ser fodida.

Ele veio babando, com a cara melada, encostou aquela cabeça e foi entrando em mim e me abrindo toda. Sentia dor e prazer, a pica grossa foi abrindo caminho e ele começou a me socar. Me comeu de tudo quando foi jeito, gozei inúmeras vezes, apanhei na bunda, levei surra de pica na cara, ele puxava meu cabelo e me chamava de putinha e eu gozei de novo.

Meu corpo estava mole, pernas bambas e ele veio de novo, voltou a me chupar, me fez gozar na sua cara de novo e pediu que eu cavalgasse nele. Quando sentei na pica ela entrou toda, eu estava melada por dentro, queria gozar mais mas estava me sentindo exausta e ele começou a massagear meu cuzinho, quase desmaiei de tanto tesão e ele disse que iria gozar, pedi que ele fodesse mais rápido e ele gozou.

Depois deste dia minha vida mudou, passei a me sentir mais confiante, descobri e realizei mil coisas com ele ate o dia que me mudei.

Essas loucuras eu vou contar pra vocês, espero que gostem. Beijos pra vocês e pro meu safado.





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