"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Entrei numa fria


autor: tiozão1
publicado em: 27/11/16
categoria: outra
leituras: 373
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Meu nome é Silvia, tenho 20 anos. Meu namorado chama-se Marcos e tem 22. Ele possui uma pequena fábrica de picolés caseiros, onde trabalha. O fato ocorreu este ano (2000), no dia em que o SBT passou o filme Batman e Robin, na estréia do Cine Espectacular. Eu e o marcos estávamos assistindo ao filme na casa dele. Ele mora sozinho e somente durante o dia é que a casa fica com mais gente (os 2 empregados da fábrica de picolés).
Bom, no filme, o Batman enfrenta o Mr. Freeze, interpretado pelo Arnold Schartzenneger (sei lá como se escreve!). O filme terminou por volta da meia-noite e meia, momento no qual o Marcos olha para mim e diz: "Vamos brincar de Mr. Freeze e Batgirl?".
Olhei pra cara de safado que ele estava fazendo, sorri e concordei. Nunca pensei no que me esperaria. Pensava que fosse somente uma transa comum, pois o Marcos até então era sempre "bem comportado" na cama.
Ele forrou a cama com um plástico e me deitou nela, me deixou somente de sutiã e calcinha (o sutiã não tinha alças e podia ser tirado mesmo estando os braços amarrados) e amarrou meus braços e pernas na cama. As pernas bem abertas, claro. Ele saiu do quarto e, instantes depois, voltou trazendo uma caixa de isopor cheia de picolés e cubos de gelo. Também trouxe um rolo de fitas isolantes pretas e grossas.
- Agora, Batgirl, você será minha e nem o Batman vai impedir! - Disse o Marcos, fantasiando a situação.
Aquilo já estava me deixando excitada, pois era uma situação totalmente nova para mim.
Nisso, o Marcos tira um picolé de doce de leite e passa-o em meus lábios. O picolé caseiro tem o formato cilíndrico, então me senti como se estivesse lambendo um pênis congelado. O Marcos desabotoou, em seguida, meu sutiã (que tinha o botão na frente), os afastou um pouco, deixando aparecer metade dos meus seios, escondendo somente do bico até a outra metade. Ele começou a passar o picolé por eles, suavemente, fazendo-o derreter. Após isso, retirou totalmente o sutiã e continuou passando o picolé. Eu estava ficando toda lambuzada de doce de leite e com os seios arrepiados de frio e tesão ao mesmo tempo. E já começava a gemer. Ele continuou esfregando, cada vez com mais força, até que todo o picolé derretesse e me sujasse totalmente. Então ele começa a me lamber. O doce de leite já escorria até o umbigo e o Marcos começou a me chupar os seios, a barriga, dando suaves mordidas nos seios, chupando e mordendo também a barriga.
Ele tirou minha calcinha, me deixando totalmente nua e molhada de tesão. Nisso ele pega outro picolé, desta vez de limão e começa a passá-lo em minhas coxas. Repentinamente, toca com ele em minha vagina, me fazendo gritar um "ui, Marquinhos!".
- Isso te dá tesão? - Pergunta ele.
- Acho que não quero, amor... Sou muito sensível e só essa passada já doeu. Prefiro que só me chupe e passe ele nos seios, ta?
- Ok, querida. Então feche os olhos.
Obedeci e o Marcos pegou um cubo de gelo e passou em meus lábios. Me mandou chupá-lo e obedeci, colocando-o inteiro dentro da boca. Rapidamente o cuspi para fora, pois era muito grande e já estava deixando a minha língua dormente. Ele o pegou, me pediu pra fechar novamente os olhos e chupar o cubo mais uma vez. Obedeci, mas ele rapidamente colocou a fita isolante em minha boca, impedindo que o cuspisse de volta. Eu comecei a gemer, como que pedindo pra tirar a fita, mas ele não fez. Minha língua já estava dormente, com o enorme cubo de gelo na boca.
Então ele pegou mais um picolé de limão e passou na minha vagina. Dei novamente um gemido, misturado com a dor da passada do gelo na boca e ainda um pouco de tesão.
Sem piedade, Marcos pegou o picolé de limão e enfiou totalmente em minha vagina, num movimento rápido! Dei um urro de dor! Lágrimas escorreram dos meus olhos.
Olhei pra ele, urrando e pedindo com os olhos para ele tirar o picolé de dentro de mim, mas ele não obedeceu. Pelo contrário, pegou um outro branco, acho que era de coco, e introduziu em minha bunda, num golpe brusco! Agora gritei mais ainda!! Gritos que se transformavam em gemidos, devido à boca tapada pela fita.
Me contraí e consegui expulsar o picolé da bunda, enquanto o outro já havia sido tirado da vagina pelo Marcos. Vendo isso, ele empurrou novamente e com mais força o picolé em minha bunda, dessa vez atrapalhando a saída dele com sua perna. Ele mais uma vez pegou o outro picolé e introduziu em minha vagina, agora fazendo movimentos de vai-e-vem, transformando o picolé em um pénis gelado. Eu me contorcia de dor e tesão. Ele continuou com o movimento até que todo o picolé derretesse. Isso durou uns 10 minutos, acho. Eu já estava com a vagina totalmente dormente! Nesse tempo, a pedra de gelo em minha boca derreteu e o picolé que estava em minha bunda ainda não, pois não teve a ajuda do atrito ocasionado pelo vai-e-vem.
O Marcos, então, retira-o da minha bunda e diz:
- Desculpa amor, era uma fantasia e não repetirei se você não mais quiser. Agora faremos amor normalmente.
Ele tirou a roupa, exibindo seu pênis totalmente duro e já molhado de porra. Então me penetrou, fazendo o costumeiro papai e mamãe, posição preferida por ele e por mim também. Ele chupava e mordia ferozmente meus seios, enquanto comia minha vagina dormente e lambuzada de picolé e tesão. Após alguns minutos, gozamos juntos. Não sei nem se havia gozado antes, na hora dos picolés, pois a mistura de dor, tesão e frio era não permitia identificar os sentidos.
Após gozarmos, ele retirou a fita da minha boca. Eu fiquei em silêncio, olhando pra ele durante alguns segundos e disse:
- Adorei!
Silvinha




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