"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Nas Escadas!


autor: tiozão1
publicado em: 27/11/16
categoria: hetero
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Era uma noite de intenso calor mas havia nostalgia que nos revestia frescura e impaciência no corpo. Não irei contar como tudo se passou, mas como me lembro de acontecer.
Eram 22 horas, eu e um amigo meu estávamos sentados na berma de um passeio não muito longe de minha casa, ele acabara de discutir com a namorada, eu tentava formar um sorriso no rosto dele mas frustradamente, a desilusão era tamanha visto que ela lhe havia traído. Estava a tentar alinhar uma ideia lógica para uma mensagem que ele lhe queria enviar do telemóvel. Não chegávamos a um consenso. Nisto avistámos ao longe uma mulher com um perfil simplesmente notável, conseguimos apenas reparar nas formas que moldava nos movimentos que conseguia aplicar do seu corpo. Passinhos ousados, os braços balançavam suavemente pelo passeio. Cada vez se aproximava mais, tinha umas calças justas de cor preta, uma camisola rasgada nos ombros de onde nasciam as negras alças do seu soutien. Não queríamos que ela se apercebesse do nosso olhar, não éramos muito desse género mas não conseguimos disfarçar o desejo que aquela passagem nos impulsionava. Só me lembro de olhar fixamente nos seus olhos de água, tão nítidos numa noite tão escura, e erguendo um pouco a voz, chamei-a. Disse-lhe frontalmente que estávamos sem inspiração para uma mensagem que pretendíamos enviar e se nos poderia ajudar. Ela soltou um brilhante sorriso. Ficámos suspensos. Não ouvimos a voz dela, não falou, simplesmente penetrou-nos com o olhar. Estendeu uma mão a cada um de nós, pegou na nossa e puxou-nos a si. Continuava serena e sem trocar uma palavra. Encaminhou-nos para um edifício não muito longe dali. Abriu-nos a porta de entrada. Nenhum de nós dissera nada. Subimos dois pisos e parámos nas escadas. Ela fez um gesto para nos sentarmos nelas ( as escadas óbvio ). Assim fizemos. Encostou-se á parede, continuava a fixar-nos com o olhar e com um sorriso. Estávamos perplexos. Ela deixou-se escorregar pelas encostas da parede suavemente sentando as suas nádegas nos seus calcanhares. Afastou as pernas ligeiramente. Tirou uma caneta de um pequeno saco de senhora que trazia consigo e nisto rasgou as suas finas calças, mesmo na sua zona genital. Tinha umas cuecas vermelhas. Achávamos que não condiziam com o seu soutien, mas o vermelho tornava-se verdadeiramente excitante. Nisto começou a esfregar a caneta no interior das suas coxas. Rasgou ainda mais as suas calças. Imediatamente vem junto do meu amigo e retira-lhe o telemóvel. Volta á posição que já estava, afasta as cuecas para o lado e começou a enfiar a antena do telemóvel no seu cu. Aí começamos a ouvir a sua voz, mais propriamente os seus gemidos picadinhos, de ênfase de menina pequena. Curiosamente e enquanto continuava a gemer o telemóvel toca. Ela nada se assusta, vira o monitor para nós e nele estava escrito "Catia", ou seja, o nome da namorada do meu amigo, ela carrega na tecla de atender e nisto geme ainda mais alto. De seguida deixa-se cair de gatas e caminha até nós, gatinhando, coloca o telemóvel no bolso do meu amigo e vira o cu para nós afastando as suas nádegas. O meu amigo estava confuso, muito confuso, então eu, comecei a acariciar a sua pele e rapidamente introduzo um dedo no cu dela, foi graduando com dois, três, ficando por aí. Debruço o meu rosto e introduzo-o no meio da sua cona, liberto a minha língua e possuo-a assim. A sua humidade escorria pelos meus lábios e sentia os seus pêlos roçarem fortemente no meu queixo. Ela cada vez impulsionava mais a sua cona na minha cara, batendo num vai e vem. Começei a morder levemente o seu clitóris puxando-os a mim. Ela gemia, gemia brutalmente. De seguida ergeu-se e ainda de calças rasgadas por entre as coxas, senta-se no corrimão e começa a esfregar-se nele. Eu sento-me mesmo atrás dela, retiro o meu pénis e roço-o por entre as suas nádegas. Ela inclina-se um pouco para a frente e começo a roçá-lo pelas suas entranhas. Apenas roçando. O meu amigo assistia estupefacto. Ela afasta-se do corrimão, eu também o faço. Queria que ela me chupasse intimamente mas não o faz. Não sei porque me importaria em dar prazer a alguém que não conhecia mas quis apenas dar-lhe prazer. Ela encosta as suas mãos na parede, afasta as suas pernas, inclina o seu cu para mim e começa a fazer movimentos com ele. Não resisti, levei os meus lábios desta vez mesmo á entrada do seu cu e lambi-lhe com a língua. Levantei-me e encostei o meu caralho, que nunca ousara crescer tanto, na sua cona. Impulsionou o seu corpo no meu e levemente todo ele entrou naquele corpo que emanava um forte cheiro feminino no ar. Eram tão quentes e húmidas as suas entranhas, sentia os seus lábios mais íntimos a beijarem-me o pénis, apertavam-se nele, como que trincando-o . Fomos fodendo assim, eu levei os meus dedos na boca dela e chupou-os até a minha esporra invadir na sua cona, ela sentiu bem a minha libertação e gemeu ainda mais alto...
Mas não quis ficar por ali, quando retirei o meu caralho todo do seu interior, não poderia achar melhor lubrificante que a minha escorra revestindo todo o meu pénis para lhe penetrar também no seu cu. E assim fiz. Então gemeu mais alto que nunca que fiquei com medo que os vizinhos pudessem ouvir, visto estarmos nas escadas. Aguentou a invasão bastante bem, comandou totalmente a minha entrada, sendo ela a forçar. Comi-lhe o cu até não aguentar mais e afrouxar, vim-me de novo, desta vez dentro do cu dela, e perdi a erecção ainda lá dentro. Quando o retirei já quase estava no seu estado normal. Mas então e mesmo já desta forma, ela vira-se para mim e enfia-o todo na boca, chupa-mo totalmente com o sabor de esporra libertada na sua cona e no seu cu. Não consegui gozar de novo mas chupou-me até ele ficar todo murchado.
Ficamos deitados por uns tempos nas escadas assim, repousando. Quando se quis ir embora, pegou na caneta e escreveu na pele da sua perna: "Qual o numero do teu telemóvel?" e mostrou ao meu amigo dando-lhe a caneta. Ele escreveu nas pernas dela, deu-lhe a caneta e ela entrou em casa. Eu arranjei-me e saímos os dois, eu e o meu amigo. Minutos depois chega-nos uma mensagem: "Espero que tenhas encontrado a tua inspiração".



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