"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dois anos depois.


autor: Publicitario45
publicado em: 01/12/16
categoria: hetero
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Para entender melhor esta história, leia o conto “Ela era minha putinha e eu me apaixonei”, um dos primeiros contos que eu postei aqui.

Depois de mais de um ano saindo com Paula, acabamos nos afastando por causa de uma discussão sem necessidade. O motivo eu não irei relatar aqui, não é relevante para o entendimento desta história.

Passei por um bom tempo tentando manter contato com ela, como eu disse no conto anterior eu realmente me apaixonei por ela, a diferença de idade entre a gente não fazia a menor diferença e como somos do mesmo mercado de trabalho as afinidades e interesses nos aproximou cada vez mais.

Depois de alguns meses eu desisti de uma reaproximação, resolvi seguir minha vida e ela seguiu a dela. Mas o curioso é que apesar de não nos falarmos, um continuava seguindo o outro em redes sociais como o Instagram.

Só que o destino tem o poder de colocar as pessoas onde ele quer, ele aproxima e distancia num piscar de olhos e foi mais ou menos isso que aconteceu.

Em novembro, fomos indicados para apresentar a nossa empresa para uma grande indústria e aqui na empresa isso fica por minha conta. No dia da apresentação geralmente eu não vou na empresa antes, tiro o dia para estudar tudo sobre o cliente, seus concorrentes, mercado e claro, me prepara para a apresentação que geralmente é feita para uma equipe de marketing.

No horário marcado eu estava na recepção. Terno grafite, camisa preta, gravata na mesma cor, sapatos lustrados, barba bem aparada, cabelos bem arrumados e perfume Hugo Boss. Para dar uma impressionada na diretoria, coloquei no braço um exemplar de BVLGARI.

A secretária que me recebeu por si só já tinha feito o dia valer a pena. Linda, alta, exuberante morena, pele clara, cabelos cacheados, bem vestida, cheirosa e muito educada. Depois de me anunciar, ela pediu que eu a seguisse até a sala de reunião.

A mulher não andava, ela flutuava na minha frente e o movimento do seu corpo me fez perder a concentração durante o tempo que eu a segui, quando entramos na sala de reunião, muito bem montada, ela disse que traria água e café. Minutos depois ela retornou e me serviu, depois saiu me deixando sozinho na sala enquanto eu ligava meu notebook no projetor.

Tempo depois a equipe de marketing chegou e a diretoria também. O proprietário da empresa, um senhor bem educado foi me apresentado os integrantes da diretoria e o pessoal da comunicação, um por um, até que a última apresentação me fez sentir um frio na barriga, era ela, a minha Paulinha.

Fizemos de conta que não nos conhecíamos, mas nós dois ficamos perturbados com a presença um do outro. A reunião em si foi super tranquila, ganhamos a conta da indústria e começamos os atendimentos.

Um dia, antes de ir na indústria, resolvi almoçar no Shopping, estava sozinho almoçando e olhando as informações na tela do computador quando fui interrompida por uma voz feminina, era Paula, perguntando se poderia me fazer companhia. Acenei positivamente e ela sentou, perguntou o que eu estava lendo e eu disse que era dados para nossa reunião.

- Almoçar e ler ao mesmo tempo não é bom, sabia?
- Sim, eu te ensinei isso.

Ela sorriu.

- O que houve com a gente?
- Basicamente eu fui te ajudar e você se ofendeu. Mas como iremos trabalhar juntos, vamos deixar isso pra lá.
- Concordo!
- Seu chefe elogiou muito seu trabalho Paula, não se perda por nossa causa.
- Ele gostou muito de você. Aliás, as meninas também.
- Obrigado
- Mas eu acho que você deveria fechar o notebook e almoçar direito.

Concordei e começamos a falar da empresa, sempre um olhando no olho do outro, as vezes Paula não percebia mas ela sorria sem se dar conta.

Ela estava ainda mais linda, agora com 25 anos, quase 26, estava mais mulher. Seu sorriso continuava o mesmo, matador, aquela boca perfeita com dentes extremamente brancos era um show a parte. Os cabelos estava mais loiros, porém bem curtinho. Paula estava malhando, estava mais esguia, com uma postura mais firme, resumindo, ainda melhor.

Terminei minha refeição e ela perguntou se eu poderia lhe dar uma carona. Disse que sim, pagamos o estacionamento e fomos em direção ao carro, abri a porta para ela entrar e seguimos pra fabrica que ficava bem distante de onde estávamos.

No caminho fiz questão de colocar as músicas que ela gostava, Paula percebeu mas não disse nada. Deixei rolar e a viagem seguiu normalmente até a fábrica. Iriamos passar o dia lá discutindo juntamente com a diretoria os investimentos em mídia e provavelmente na volta eu daria outra carona.

Na volta não deu outra, antes de sair ofereci carona e Paula aceitou. Paramos na porta da sua casa e ficamos conversando dentro do carro.

- Você quer subir, tomar um café, chopp, agua, uísque, vinho ou qualquer outra coisa?
- Pode ser. Sua irmã ainda mora com você?
- Sim, mas ela viajou.

Subimos e eu estava de terno e gravata, Paula colocou uma música e ficamos bebendo e conversando, jogando conversa fora, os assuntos eram desconexos, uma coisa não tinha ligação com a outra até que nos beijamos, aliás, Paula me beijou.

Um beijo cheio de saudades, a respiração já estava descontrolada, como ela já tinha trocado estava usando um short e uma blusa bem curta. Com um movimento eu a puxei e ela sentou diretamente no meu colo, se livrou da minha gravata, tirou meu paletó, abriu minha camisa e isso tudo aconteceu com as bocas grudadas uma na outra.

- Saudade que eu estava de você seu chato.
- Eu também sua estressadinha.
- Louca pra sentir você dentro de mim, me chamando de putnha.
- Continua....

Paula e eu nos livramos das roupas, ela se ajoelhou e como sempre fez meteu meu pau inteiro na boca, não teve beijinho, lambindinha, mordidinha, teve apenas a boca dela me sugando com uma força e ua vontade impressionante.

Eu também não me preocupei muito com as preliminares, a saudade, a fome a sede daquele corpo estava me consumindo. Puxei Paula pelo cabelo, trouxe sua boca em direção a minha e lhe dei um tapa forte e firme na bunda. Ela gemeu, mas sorriu, parecia estar se deliciando com aquela sensação de ser tratada como dama na rua e puta na cama.

- Bate mais na sua puta, bate!

Outros tapas vieram na sequencia, depois deitei Paula no sofá, abri bem suas pernas, rasguei a calcinha vermelha com rendinhas e cai de boca. Chupei aquela boceta como se fosse a última coisa que eu iria fazer na vida, ela gemia, puxava meus cabelos, rebolava o corpo esfregando cada vez mais a boceta na minha boca. Não demorou muito e ela gozou.

Ainda com o corpo mole, virei Paula e a coloquei de quatro na beira do sofá com as mãos apoiadas no encosto. Abri sua bundinha e comecei a chupar o cuzinho, Paula arfou, senti seu corpo tremer. Meus dedos já fodiam sua boceta com uma velocidade incrível, meti quatro dedos e ela apenas gemia e sussurrava palavras desconexas.

Depois dessa sessão de lambidas, tapas e chupadas, me levantei e coloquei o pau de uma vez só. Suas unhas cravaram no coro do sofá, ela gemeu, empinou a coluna, pediu que eu puxasse os cabelos e com a outra mão deixasse sua bunda marcada com tapas e mais tapas.

Meu pau deslizava naquela boceta melada, entrava e saia com extrema facilidade. Paula continuava quente e úmida como sempre, acelerei o ritmo e anunciei que ia gozar, ela se virou pediu que eu sentasse e caiu de boca na minha rola, me chupando com vontade me fazendo gozar na sua boca depois de dois anos. Ela não deixou desperdiçar uma gota sequer, aliás, nunca deixou, adora beber porra e desta vez não foi diferente, ela engoliu até a última gota.

Eu ainda sentia meu corpo mole, meu coração batia forte, parecia que iria sair pela boca. Paula estava deitada no meu peito, sua boceta escorria um liquido viçoso, denso, quente. Não resisti e fui beber, ela foi se abrindo e eu continuei sugando o mel, ela gemeu, senti seu corpo tremer como se estivesse recebendo pequenas descargas elétricas.

- Senta, quero sentar na sua rola.

Paula veio por cima, segurou meu pau em direção ao seu cuzinho e por cima de mim foi sentando, deixando a tora entrar inteira no seu rabinho apertado. Ela se mexia enquanto eu massageava seu grelo, vi quando ela mordeu os lábios, não resisti, puxei e beijei sua boca novamente enquanto ela me cavalgava com o pau inteiro no cuzinho.

- Estava com saudades da sua putinha?
- Quase enlouqueci de saudades de você.
- Mentira, você só quer me comer.
- Quero, quero comer todo dia.
- Aiiii, então cme safado.

Me levantei com ela no colo, virei e deitei Paula no sofá, eu pau ainda continuava atolado na sua bunda e eu coloquei seus pés nos meus ombros. Comecei a socar seu rabo com força, ela sorria com cara de vadia e me desafiava dizendo que aguentava mais tranco que aquele, o pau latejava la dentro, dei uns tapas na sua bunda e ela pediu pra apanhar na cara e apanhou. Quando senti que ela estava gozando de novo acelerei e gozei como um cavalo, seu cu ficava e mordendo, como se espremesse para sair até a última gota de porra que existisse dentro de mim.

Depois deste dia, toda reunião na fábrica termina em trepada. Eu e Paula nunca falamos do problema do passado, nem fazemos planos.

Os amigos dela insistem na tese que nós estamos namorando, mas não, a gente apenas se curti, se entrega na cama e goza junto.






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