"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A vendedora de planos.


autor: Publicitario45
publicado em: 05/12/16
categoria: hetero
leituras: 3615
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Não se trata de um conto recente, mas achei que deveria compartilhar com os meus queridos leitores. Espero que gostem.

Vânia me adicionou no Facebook, sua foto de perfil chamava atenção pelo belo par de olhos azuis, pele branca e cabelos loiros que depois que fiquei sabendo que eram pintados, o que pra mim não faz a menor diferença.

Aceitei o convite de amizade e logo vieram as proposta de planos de saúde via inbox. Na primeira agradeci, na segunda também, mas na terceira vez pedi que ela não me marcasse mais em conversas coletivas e que, quando eu quisesse trocar de plano de saúde eu entrara em contato. Ela pediu desculpas e nunca mais mandou aquelas mensagens via grupo.

Só que Vânia postava algumas coisas interessantes e nas vezes que eu comentava a conversava acabava via inbox ou pelo Whatsapp, eram comentários normais, coisas do dia a dia até que ela resolveu publicar uma pesquisa dizendo que homens não gostam de praticar sexo oral nas suas parceiras. Não resisti, comentei dizendo que é uma prática que eu gosto muito e faço com prazer e sem pressa. Foi o suficiente para ela me mandar uma mensagem no privado, a conversa foi esquentando, ela foi falando das suas preferencias, eu das minhas, rolou algumas fotos, ela acabou deixando escapar que estava separada e sem sexo há mais de 6 meses e que aquilo estava deixando ela louca.

Passamos várias noites falando de sexo pelo celular, trocamos mais fotos, vídeos, áudios e tudo mais que era possível. Vânia chegou a se masturbar pra mim no telefone, gozou intensamente, falou um caminhão de baixarias e quase sempre eu gozava do lado de cá da ligação.

A coisa era virtual até que eu resolvi trocar de plano de saúde. As nossas conversas calientes já duravam mais de meses, mas nunca cogitamos a possibilidade de nos conhecermos pessoalmente. Foi ai que eu resolvi falar com ela sobre a minha necessidade.

- Lembra que eu te disse que tinha plano de saúde?
- Sim, você parecia bravo comigo.
- Eu não estava, apenas não tinha necessidade, mas agora têm.
- O que você precisa?

Expliquei pra ela que o plano deveria ser pra mim, pros dois filhos e ex-esposa. Ela fez alguns cálculos e disse que poderíamos marcar para assinar. Poderia ser na minha casa, no escritório ou na casa dela. Resolvemos marcar na casa dela, já que eu tinha pressa e ela estava sem carro, o que dificultaria ela atravessar a cidade toda de ônibus.

É claro que eu fui pensando nas nossas conversas, por várias vezes me peguei de pau duro dentro do carro, mas prometi a mim mesmo que nem tocaria no assunto se ela não falasse nada.
Quando cheguei na rua dela foi fácil encontrar a sua casa. Estacionei bem em frente e toquei o interfone, Vânia atendeu, abriu e disse que eu poderia subir até o segundo andar, já que ela morava na casa de cima.

Quando terminei de subir as escadas um susto. Na porta da sala tinha uma loirinha baixinha, um pouquinho acima do peso, vestida dentro de um vestido azul clarinho que mal cobria as suas coxas. Vânia estava de salto não muito alto, um batom clarinho, cabelos molhados sinalizando que ela havia acabado de tomar banho.

Me aproximei, nos apresentamos meio que constrangidos pelas sessões de sacanagem via internet e entramos. Notei que Vânia trancou a porta da sala que tinha uma decoração bem bacana, com um sofá bem grande que pode virar uma cama bem no centro de uma parede.

No outo canto uma mesa, onde tinha vários prospectos de planos de saúde. Sentamos e Vânia começou a vender o seu peixe. Depois que eu decidi o que iria comprar a conversa não parou, deixamos de falar de planos e começamos a jogar conversa fora.

- Tem agua, suco, café e cerveja. O que você quer?
- Suco.
- Não costuma beber no meio da semana?
- Não, além do mais estou de carro.
- Ah sim, você está certo.

O papo passou da cerveja pro carro, do carro pros filhos, dos filhos pra minha ex-esposa, da minha ex-esposa pro casamento dela e do casamento dela pro sexo.

- Voce me deixa louca quando fala aquelas coisas. Eu estou sem transar a há seis meses, nem precisa encostar em mim para eu ficar tesa.
- É sério? Quer dizer que neste momento sua calcinha esta úmida?
- Porque você não olha?

Pronto! Vânia abriu as pernas e eu pude ver que debaixo do vestido azul claro tinha uma calcinha branca rendada cobrindo uma boceta carnuda, volumosa e toda depilada. Não resisti e nem queria, meti a mão e senti um calor incrível vindo do meio das pernas, Vânia fechou os olhos, se recostou no sofá, abriu mais as pernas e respirou fundo como quem já pressentia o que estava por vir.

Me ajoelhei na sua frente, minhas mãos invadiram o vestido pelas laterais, ela empinou o corpo e eu puxei fácil a sua calcinha que estava ensopada.

- Lambe!!

Joguei a calcinha em sua direção e mandei ela lamber o próprio mel. Ela lambeu, se fartou do seu suco e veio em minha direção me oferecendo os lábios. Nosso primeiro beijo foi intenso, Vãnia sentia seu corpo ferver por dentro, na sua testa uma gota de suro brotava sem que ela fizesse o menor esforço físico, meus dedos tocaram entre suas pernas e ela puxou minha cabeça em direção ao sua xana.

- Me chupa. Me chupa inteira.

A primeira lambida foi de cima até embaixo, Vania abriu mais as pernas, seus grandes lábios eram realmente grandes, rosados e já dava para perceber o mel escorrendo. Cai de boca naquela boceta febril e comecei a chupa-la, Vania apenas se mexia, gozava, me empurrava para dentro dela, remexia mais a cintura, gozava de novo, beijava minha boca melada depois pedia que eu a chupasse novamente e este ritual seguiu por vários orgasmos intenso da minha vendedora de planos.

Num determinado momento Vania cansou, sentia seu corpo mole, ondas de choques percorria por todo seu corpo e eu comecei a me despir. Tirei a camisa, depois a calça, os sapatos, meias, e fiquei apenas de cueca box. Assim que ela recuperou o fogo se levantou e me empurrou em direção ao sofá. Cai e ela caiu logo atrás. Puxou minha cueca, pegou meu pau com as mãos e tratou de dar um verdadeiro banho de lingue em mim.

Vania chupou meu pau, lambeu minhas bolas, tentou me penetrar com a língua me deixando louco, mordeu minhas coxas, beijou minha boca, me virou de costas e me beijou inteiro, me virou novamente e me chupou de novo até me fazer gozar dentro da sua boca.

Vania bebeu tudo, mas não largava meu pau, não soltou a boca dele por um minuto sequer. A sensibilidade pós orgasmo me levava ao delírio com o toque da sua boca na cabeça, ela seguia chupando meu pau mesmo com ele estando meio mole depois do gozo, suas mãos massageavam minhas bolas, as unhas deslizavam pelo meu corpo e quando o meu cacete começou a endurecer de novo ela voltou a praticar um dos melhores boquetes que já recebi na vida.

Depois de quase me fazer desmaiar, Vania veio e sentou na minha vara. Sua boceta quente e úmida abraçou meu pau fazendo pressão, ela era muito apertada, parecia que iria partir meu pau em dois. Vania subia e descia do meu cacete, acelerava os movimentos e depois diminuía, acelerava de novo e diminuía outra vez.

Nesse revezamento de movimentos ela gozou com meu pau inteiro dentro. Ai eu resolvi tomar as rédeas da brincadeira. Coloquei Vania de quatro no sofá, abri bem suas pernas e meti o pau com vontade. Estocava com força, batia na sua bunda, puxava os cabelos, arranhava suas costas e ela seguia firme pedindo mais. Ai eu vi seu cuzinho rosado, lindo, e pedi. Ela ficou com medo, disse que cabeça era grande mas com jeitinho ela foi cedendo.

Ela pediu que eu sentasse na beira do sofá e veio por cima, de costas pra mim. Segurei meu pau apontado pra cima e ela veio descendo, a cabeça passou e ela deu um gritinho, mais um pouco e o pau estava alojado dentro dela. Vania então começou a mexer, subia e descia poiando as mãos nos joelhos, me olhava por cima dos ombros e eu vidrado na cena do meu pau arrombando aquele cuzinho apertado. Pedi que ela acelerasse um pouco mais que eu já estava quase gozando e ela obedeceu, assim que disse que estava gozando ela acelerou mais e sentou de uma vez na minha pica, me levando ao delírio de prazer ao ponto de me esquecer da vizinhança e soltar uma serie de gemidos mais alto que provavelmente foram ouvidos pelos vizinhos do andar debaixo.

Depois dessa trepação toda, assinamos o contrato, os cheques e fui embora com um novo plano e morto de cansado, porém, realizado.





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