"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Vinte anos depois.


autor: Publicitario45
publicado em: 07/12/16
categoria: hetero
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A carinha de menina de13 anos ainda é o mesmo, o corpo melhorou consideravelmente depois de 4 filhos. Conheci Giovana quando ela tinha apenas 13 aninhos, era uma menina linda, espevitada e estava descobrindo as reações do seu corpo que naquela época chamava atenção de muitos marmanjos, inclusive eu.

Na mesma época eu namorava sério uma menina da minha idade, eu tinha 24 anos, 11 a mais que a ninfeta e tive que começar a conviver e desviar as indiretas de Giovana. Prima de um grande amigo meu, ela foi morar na casa dos pais dele porque a mãe queria que ela se mantivesse longe dos meninos do bairro onde ela morava. Rapidamente ela fez algumas amizades com as meninas da sua idade e é claro que meu grande amigo pegou algumas das meninas que acompanhavam Giovana pra cima e pra baixo.

Apesar de novinha sua personalidade era muito forte, um dia eu estava num bar bebendo com alguns amigos e ela chegou e sentou, usava uma sainha capaz de parar o transito, perguntou se poderia ficar conosco e eu disse que ali não era lugar para uma menina da idade dela.

Giovana quase sempre saia puta da vida mas sempre dava um jeito de voltar quando ficava mais calma.

Os anos passaram, ela casou, mudou-se para o Rio de Janeiro, teve 4 filhos, voltou para o Espirito Santo e passamos a nos falar sempre através de redes sociais. As cantadas e indiretas sumiram, deram lugar a conversas simples, sem segundas intenções e foi assim até o mês passado, quando Giovana começou a postar indiretas no Facebook reclamando do casamento.

Acompanhei aquilo por um tempo mas sem me manifestar, eu conheço a fera e qualquer pergunta poderia parecer interesse da minha parte e não era o caso. Mas, na semana passada, eu estava bem no centro da cidade e encontrei Giovana com o seu filho mais novo. Ela estava levando o menino ao médico, estava toda gostosa dentro de um vestidinho florido, soltinho. Seios pequenos, bunda arredondada, pernas grossas, cabelos lisos e compridos, muito bem tratados e a mesma cara de menininha que eu conheci. Conversamos um pouco, ela me apresentou ao filho e nos despedimos.

Fui pra casa e fiquei lembrando da cena e pensando em como ela tinha ficado gostosa daquele jeito mesmo depois de ter dado a luz 4 vezes. E a cara de menina, como era possível?

A semana passou e na segunda-feira desta semana pela manhã, Giovana me mandou um bom dia no chat do Facebook e pediu o número do meu telefone. Passei, minutos depois ela manda uma mensagem com um mapa de localização.

- O que é isso Giovana?
- É o endereço da minha casa.
- E porque você está me mandando isso?
- Eu me separei, estou morando sozinha e depois das 17h estarei em casa. Se você quiser i lá fazer o que não teve coragem de fazer alguns anos atrás, apareça.

Fiquei meio atônito. De início achei que era brincadeira, mas depois chegou outra foto, desta vez ela estava de calcinha e nada mais na frente de um grande espelho. Não resisti e liguei pra ela, perguntei se era sério ela disse que sim e depois disso eu chamei um UBER e às 17h em ponto eu estava na porta da sua casa. Giovana já me esperava na porta da sua casa, usava uma blusinha de malhar e um Shortinho delicioso de queixa parte da sua bunda do lado de fora.

Entramos e ela me mostrou que estava morando numa casa de um quarto, muito grande e com suíte, uma sala, um banheiro e uma cozinha. Os filhos estavam com o pai, pois ele mora mais perto da escola. Entramos e sentamos na sala, eu num sofá e ela no outro. Me ofereceu cerveja e eu disse que não, depois ela me ofereceu suco e eu aceitei. Ai ela foi andando lentamente para cozinha, parecia que ela queria que eu ficasse o maior tempo possível vendo a sua sua bunda que por sinal é uma delícia. Não é pequena, nem muito grande, porém redondinha, empinada, dura, daquelas que parecem que vão comer a calcinha.

Giovana voltou com um copo não e me entregou, depois sentou no braço do sofá ficando bem perto de mim. Seu cheiro era bom, dava para notar que ela tinha passado creme no corpo inteiro.

- Giovana, o que você está querendo? Vivia reclamando do marido, separou, mudou e me chama pra vir aqui assim do nada.
- Eu quero que você faça comigo o que você não fez quando eu tinha 13 anos. Já se passaram vinte anos, eu não sou mais a menininha que você ficava zuando.

Giovana fi discursando e na medida que ela ia falando seu corpo foi deslizando pelo sofá e aos poucos ela estava sentada no meu colo. Sua boca estava tão próxima da minha que o beijo que não rolou há vinte anos atrás acabou acontecendo. Nos beijamos, o copo caiu no chão, ela sequer cogitou a ideia de parar para ver se tinha quebrado ou não. Como Giovana é baixinha, deve ter no máximo 1,60 de altura, corpinho tipo mignon, me levantei com ela enroscada na minha cintura e fomos caminhando até sua cama.

Quando coloquei Giovana no chão, ela começou a tirar a minha roupa, desabotoou minha camisa, depois o cinto, em seguida a calça. Nos livramos dos meus sapatos e meias e quando eu fiquei apenas de cueca ela me empurrou me jogando em cima da sua cama. Depois ela subiu e ficou de pé, por cima de mim, e foi tirando peça por peça da sua roupa.

Primeiro a blusa, deixando um par de seios pequenos e durinhos à mostra, depois o shortinho, revelando uma minúscula calcinha fio dental que em seguida foi jogada no canto do quarto.

De onde eu estava dava para ver uma boceta linda, pequena, carnuda, depilada, rosada e com aquele brilho peculiar de quem já está começando a derreter de tesão. Giovana segurou na parede, e foi descendo até deixar a xana na direção da minha boca. Coloquei a língua pra fora e o primeiro toque resultou num gemido ainda contido, depois ela desceu um pouco mais e eu lambi de novo, ela começou a rebolar na minha boca. Quando se aproximava a chupada era certeira e Giovana soltava uns gritinhos suas mãos então começou a apertar meu pau ainda protegido pela cueca, ela desceu mais e sua boceta a esta altura já era toda minha. eu chupava, mordia, metia a língua lá dentro e Giovana continuava rebolando na minha cara. Suas mãos já havia libertado meu pau e em pouco tempo sua boca já estava me abocanhando com uma vontade que ficou contida por mais de vinte anos.

A menina me chupava com tanta vontade que minutos depois eu já estava gozando na sua boca ao mesmo tempo que ela gozava na minha. ela gemia com a boca cheia de porra, eu gemia com a cara enfiada entre suas pernas, meti um dedo na sua xana e outro no cuzinho e ela me deu uma deliciosa mordida na pica.

Depois nos viramos de lado e continuamos nosso 69, meu pau não saia de dentro da sua boca, suas pernas abertas eram um convite para eu continuar sugando sua boceta inteira. A rola foi endurecendo de novo e Giovana não parava de mamar, comecei a foder sua boca, enfiava o pau inteiro la dentro e só tirava quando ela engasgava, daí ele saia de dentro dela todo babado.

- Deita ai safado. Agora vai você me foder.

Me deitei no centro da cama e Giovana se posicionou por cima, colocou o cacete na porta e foi deixando ele penetra-la, sua boceta estava tão melada que a sensação era incrível, ela subia, descia, rebolava, depois ficava agachada e quicava na minha rola pra depois sentar de novo e cavalgar.

Nesse frisson todo Giovana gozou mais duas vezes, deu gritinhos, gemeu, me deu uns tapas dizendo que eu tinha que ter comido ela há vinte anos atrás. Então eu comecei a chama-la de puta, ela sorria e dizia que era mesmo, continuava cavalgando e gozou de novo.

- Fica de quatro.

Ela se levantou e dentro da boceta dela saiu um fio grosso de mel e eu ainda nem tinha gozado, aquilo tudo era dela. Giovana então se posicionou de quatro, sua bunda ficou ainda mais linda e eu comecei a foder por trás. Estocadas fortes, tapas, puxões de cabelo. Teve de tudo, repertório completo. Segurei Giovana pelos ombros e acelerei ainda mais a trepada e gozei dentro daquela boceta apertada, pequena, quente e totalmente melada. Depois caímos na cama e ficamos em silêncio, controlando a respiração.

- Delicia de trepada. Você é safado desde sempre.

Essa conversa mole foi me deixando com tesão de novo e eu cai de boca naquela boceta melada de novo, mas agora dei uma atenção especial ao cuzinho. Giovana entendeu o recado e pegou um vidro de gel – é grosso, vai doer – disse ela com cara de putinha.

Mandei ela virar e ela teve uma ideia melhor. Pediu que eu sentasse na beirada da cama, lambuzou meu pau de gel, meteu dois dedinhos na bundinha e de costas pra mim foi sentando na minha pica. A cabeça passou e ela gemeu, sentou mais um pouco, recuou e tronou a sentar. Repetiu esse movimento até o pau se encaixar inteiro lá dentro.

Um cuzinho apertado, quente que insistia em ficar me mordendo. Resolvi dar umas estocadas e ela foi gemendo mais alto, com as mãos no joelho ela rebolava como se estivesse dançando funk, olhava pra trás e eu não aguentei e levantei com ela agarrada na minha rola e a coloquei de quatro. Comecei então a dar uma surra de pica, fodi com força, Giovana gemia, dizia que estava doendo e ao mesmo tempo pedia mais força, fazia carinha de choro, gemia, falava manhosa, pedia mais força e eu fui arrombando aquela bundinha pequena sem dó nem piedade.

Giovana pediu que eu gozasse dentro –me enche de porra safado – e eu continuei socando com força, senti o suor escorrer pelas minhas costas, o corpo foi esquentando e os jatos de porra foram se sucedendo dentro do rabinho apertado.

Quando terminei, tirei o pau, abri a bunda e vi o tamanho do estrago.
O cuzinho estava vermelho, a porra já começava a escorrer e Giovana ainda me presenteou com um delicioso boquete, deixando meu pau limpo, prontinho pra outra.

- Toda segunda-feira eu estou de folga, se quiser repetir a dose, já sabe o endereço.

Agora, toda segunda-feira teremos uma surra de pica e uma historinha nova para vocês.






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