"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha esposa e o cara do onibu


autor: publicitario45
publicado em: 27/07/15
categoria: hetero
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Depois que eu e Lúcia voltamos a viver juntos após dois anos de separação, a nossa vida sexual estava a mil por hora. A gente chegou até a ir numa casa de Swing que tem em Cariacica mas não transamos com ninguém, apenas olhamos, assistimos, conversamos e fomos para um motel.

E a cada transa, ela me contava uma aventura dela enquanto estávamos separados. Depois do marinheiro, casado, Lúcia conheceu um cara no ônibus. Todos os dias de manhã, eles pegavam o mesmo ônibus e o cara ficava encarando sem se importar com mais ninguém. Ela já tinha percebido que ele morava perto da casa dela. Um certo dia, ela pegou o ônibus na volta e ele já estava sentado. Com o ônibus cheio, ele ofereceu o lugar pra ela e diante da sua recusa, pediu que segurasse a sua bolsa. Ela concordou e eles começaram a conversar. O cara trabalhava como sub gerente numa loja famosa do estado e ela no departamento de cobrança de outra grande rede de lojas. Depois deste dia eles começaram a conversar mais e mais, até que um dia, eles desceram no mesmo ponto e foram caminhando para casa. Como Lúcia estava com várias sacolas, ele ofereceu para ajudá-la. Ajuda aceita e lá se foram. Chegando na porta do apartamento, ela agradeceu e ele pediu um copo com água. Após beber toda água, Saulo (Nome fictício), se despediu com três beijos na face e desceu.

Saulo começou a descer os degraus, parou, olhou pra trás, viu que Lúcia ainda o observava na porta e retornou.
Ele: não consigo parar de pensar em você.
Ela: mas eu não fiz nada, apenas converamos educadamente.
Ele: você é casada?
Ela: não, separada.

Saulo não pensou duas vezes e a beijou. Os amassos no corredor do prédio foram intensos mas ela pediu que ele se fosse.
No dia seguinte, pela manhã, lá estava o Saulo no ponto de ônibus. Se falaram cordialmente e seguiram para os seus trabalhos como faziam todos os dias. Neste dia, Lúcia saiu para andar com algumas amigas e encontrou Saulo. Ele disse que queria conversar com ela e pediu para ir até o seu apartamento. Lúcia consentiu e a noite a campainha tocou.

Saulo era moreno, 1,80 de altura, magro pois corria todos os dias na praia. Ele entrou e começaram a conversar coisas totalmente sem sentindo até que ele não aguentou e a beijou de novo. Em seguida, segue o relato da minha esposa enquanto a gente transava.

Saulo começou a beija-la com vigor. Suas mãos passeavam pelo seu corpo que estava coberto apenas por um vestido fino e uma calcinha preta. Ele deslizava as mãos por todo seu corpo. A a boca carnuda da minha esposa procurava a boca do amigo, mordia seus lábios, pescoço e orelha. Ela gemia baixinho pressentindo o que ia acontecer. Saulo que era muito mais alto que ela, a pegou no colo e a levou para o quarto que durante anos foi o nosso quarto. Tirou seu vestido, sua calcinha e também se despiu ficando apenas de cueca.

Começou a beijar todo o seu corpo indo dos seus lábios carnudos a ponta dos pés. Chupou aquela buceta linda, mordeu suas pernas, penetrou com um, dois e depois três dedos, voltou a suga-la lhe arrancando o primeiro gozo na sua boca, depois o segundo e o terceiro. Lúcia já se sentia mole, saciada de orgasmos e resolveu retribuir o prazer. Num movimento rápido, Lúcia passou seu corpo por cima do dele e repetiu o mesmo caminho com a boca. Lambeu os lábios do amigo, pescoço, peito, barriga, virilha, desceu até as pernas. Mordeu seu pau que já esta latejando de tesão por cima da cueca. Retirou lentamente aquele pedaço de tecido preto para deixar livre aquela tora de 22 centímetros, a maior que já vira na sua vida. Sem cerimonia, Lúcia abocanhou aquela pica com vontade. Chupou, mordeu, punhetou e pediu para ser fodida de todas as formas.

Ela: vou sentar neste pau. Eu quero esta tora.
Ele: vem, me deixa te comer como uma puta.
Ela: come, mete com força, enfia esse pau todo dentro de mim.

Saulo puxou seu corpo, posicionou a cabeça na porta da sua buceta totalmente melada e deixou a tora deslizar inteira para dentro dela. Socou com vontade enquanto apertava seus seios. Bateu na sua bunda de pele branca, apertou, puxou seus cabelos para que a beijasse enquanto lhe fodia numa cavalgada incrível. Minha esposa sempre gostou de dar de quatro, mas raramente fazíamos sexo anal. Neste dia ela tomou a iniciativa, se virou e deixou seu rabinho à disposição do novo amigo. Seu pau, grande e grosso já lubrificado pelos seus orgasmos, foi adentrando naquele cuzinho rosado e apertado. Ela contraiu mas foi cedendo. Aos poucos a tora já estava dentro dela e se movimentando freneticamente.

Saulo socava, parecia querer rasgar a minha mulher. As bolas emitiam sons a cada estocada mais violenta. Não demorou Lúcia gozou mais uma vez e em seguida seu pau foi dilatando e explodiu num gozo forte. Suas unhas cravaram nas suas ancas deixando marcas do estrago que havia sido aquela trepada insana.

Minha esposa já tinha perdido a conta de quantas vezes havia gozado.
Da cama pro banheiro foi um pulo. Debaixo da agua quente mais uns amassos. Saulo se ajoelhou e caiu mais uma vez de boca naquela buceta que estava em brasa de tanta pica. Lúcia gozou mais uma vez em pé, debaixo da agua quente. Precisou segurar no box do banheiro porque a suas pernas tremiam. Não teve tempo de respirar. Saulo a virou de costas, passou creme na sua pica, mandou que Lúcia empinasse a bundinha e penetrou mais uma vez a xaninha da minha esposa. Desta vez as estocadas foram mais vigorosas. Saulo meteu como quis, fudeu de todas as formas até gozar mais uma vez.

Enquanto Lúcia me relatava isso eu estava caindo de boca na sua buceta. Os detalhes me enlouqueciam. Minha esposa se contorcia na nossa cama, sentido prazer com a minha língua percorrendo seu corpo e lembrando da surra de pica que o Saulo lhe deu.
Trepamos a noite toda. Hoje a nossa vida sexual é ótima e vou contar para vocês todas as trepadas que ela deu no período que ficamos separados.




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