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A noiva do meu primo


autor: Jr_Big_Tora
publicado em: 10/12/16
categoria: traição
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Meu nome é Marco Aurélio Junior, moro em São Paulo (capital) há quase dois anos, mas nasci em Vitória (ES). Tenho 29 anos e me mudei para assumir o lugar do meu pai, que faleceu, na fábrica têxtil da família. Além de mim, os outros donos são meu tio Arnaldo e meu primo Beto, filho mais velho do meu falecido tio Carlos.
O Beto é noivo da Angélica, uma morena, meio indígena, de 1,60 de altura e cabelos bem lisos e pretos que chegam à altura da sua bela e perfeita bunda. Seus seios são relativamente pequenos, mas devido ao uso de alguns vestidos soltos, que ela usa sem sutiã, percebi que são bem empinados e firmes. Ela tem 25 anos e de angelical só tem o nome e aquele rostinho lindo e encantador, pois na realidade é uma bruxa sem coração.
Angélica trabalha na fábrica como gerente de produção, e toca o terror na vida dos pobres funcionários, com exceção do Sr. Milton, algo que chamou a minha atenção. Depois de algumas conversas e um pouco de pressão descobri que Angélica desviava matéria prima da fábrica, e como o Sr. Milton havia descoberto a fraude a tinha na mão. Mas o silêncio do velho não era pago com dinheiro, e sim com um bom e babado boquete as sextas, antes do fim do expediente.
Quando descobri o que se passava pensei em contar tudo para a família e desmascarar a pilantra, mas como nunca gostei da arrogância e desrespeito do meu primo e da Angélica resolvi que iria tirar vantagem da situação.
Na sexta seguinte dispensei Sr. Milton mais cedo e inventei uma reunião com um novo fornecedor de tecidos. Disse ao meu primo que iria levar a Angélica para avaliar o produto, e como ela não me suportava ele não estranhou nada, assim como ela também não.
Já com ela no carro me dirigi pra rodovia dutra sentido rio de janeiro, com a justificativa de ir para a tal fábrica de tecidos, mas invés disso parei num motel que tem à beira da estrada. Assustada e confusa, já estava pronta pra fazer um escândalo, quando a interrompi dizendo que eu já sabia do seu acordo com o Sr. Milton.
Tremendo, ela me encarou por uns cinco segundos que pareceram cinco horas. Abaixou a cabeça e disse que só aconteceria essa vez, que iria procurar outro emprego para não ter mais que ceder a chantagens, que amava o meu primo e não era justo ele ser enganado assim.
Respondi que não me importava com o que ela pensava ou sentia, que minha única vontade era foder ela todinha naquela tarde, e que amanhã ela fizesse o que lhe fosse melhor. Contrariada ela calou-se e aceitou entrar no motel.
Assim que entramos no quarto ela virou pra falar-me algo, mas com um movimento ríspido da minha mão direita fechei-lhe a boca, apertando suas bochechas, e seriamente disse que naquela tarde a sua boca só iria abrir pra receber rola ou gritar quando eu "entrasse por trás"... Percebendo que não tinha o controle da situação o medo tomou conta do seu rosto, novamente.
Ainda apertava-lhe as bochechas quando a conduzi à cama. Mandei que deitasse de barriga para baixo e ficasse com o rosto pra frente, e prontamente fui obedecido. Ela usava um vestido de alça, leve e solto, que ia até o joelho. Não estava de sutiã, e aquilo me deixou mais animado.
Me afastei pra pegar alguma bebida no frigobar e vi que ela se ajeitou tentando sentar na cama. Gritei com ela:
- Quem deixou a minha putinha sentar ?
- Putinha uma porra ! Quem você pensa qu...
Novamente a segurei pelas bochechas, e olhando fundo nos seus olhos, com voz baixa mas ameaçadora eu disse:
- É putinha sim ! Hoje você vai ser o que eu quiser. Não pense que eu vou ser bonzinho como o Sr. Milton, ou idiota como o Beto. Quando o macho mandar a putinha vai obedecer... Agora deita como eu mandei e cala boca.
Ela fez cara de choro mas obedeceu. Fiquei com pena, mas não voltei atrás nem deixei transparecer.
Voltei ao frigobar e peguei uma garrafinha de vodca, cheguei perto da cama e fiquei olhando aquele corpinho que iria me servir. Levantei o seu vestido até a cintura e vi um belo e grande rabo, que engolia uma calcinha fio-dental azul escuro. Primeiro passei suavemente os dedos no seu corpo, começando pela panturrilha, subindo até a bunda através da cocha, subi mais e fiz um movimento circular no seu quadril e desci novamente pra aquele espetáculo de bunda, mas dessa vez com a mão cheia. Apertei, dei um beijo e, com uma certa violência, rasguei sua calcinha com um puxão. Enquanto carinhosamente minha mão percorria o seu corpo, meus olhos fitavam um dos rostos mais lindos desse mundo.
Abri a garrafinha de vodca e despejei sobre suas costas e um pouco na bunda. Imediatamente lambi tudo, e agarrei novamente aquele traseiro perfeito. Dei-lhe uns beijos no ombro e passei a mão pelo seu rosto. Coloquei o lindo e liso cabelo para o lado e quebrei parte da sua tenção numa massagem. Delicadamente tirei o vestido, mas deixei-a na mesma posição. Desci com a minha boca, pelo seu corpo, beijando e mordendo parte a parte, até chegar naquele cuzinho perfeito, praticamente intacto, lindo mesmo. Abri as suas pernas um pouco e dei uma "cuspida básica". Esfreguei meus dedos na sua buceta totalmente depilada, enquanto mamava aquele belo cú. Não aguentei e virei-a de frente para chupar melhor sua buceta, coisa que fiz e faço muitíssimo bem, até o ponto dela começar a gemer alto e quase esmagar minha cabeça entre suas pernas.
A essa altura ela já estava entregue, e puxava desesperadamente minhas mãos em direção aos seus peitinhos, pequenos, mas suficientes para preencher minha boca. Puxei-a pra beirada da cama e comecei a beijá-la enquanto esfregava dois dedos no seu grelinho, e pouco mais de quinze minutos após entrarmos naquele quarto ela estremecia o seu corpo denunciando o seu primeiro orgasmo, sendo que eu ainda estava de roupa.
Não vou ficar inventando características físicas de um deus grego. Na realidade sou até meio feio, mas tenho uma cara séria, de macho bruto, que estranhamente chama a atenção de algumas mulheres. Sou negro, com um corpo bem cuidado e algumas tatuagens espalhadas. Tenho 1,76 de altura e não sou nenhum Kid Bengala, minha rola está na média; 17cm, mas é relativamente grossa. (Só pra esclarecer... a idéia de que todos os negros tem rolas enormes não passa de ilusão)
Mas, voltando ao conto... Assim que livrei-me de minhas roupas, Angélica avançou na minha ferramenta como um leão em cima de uma presa. Mamou com vontade e maestria, me fazendo segurar sua cabeça na tentativa de não chegar cedo demais. Puxei-a pela mão e comecei beijá-la em pé, e quando ela passou seus braços em volta do meu pescoço levantei-a pela bunda e apontei a cabeça do pau na portinha apertada de sua buceta carnuda e lisa, que já estava pingando de tesão. Até houve certa resistência em encaixar, mas numa estocada rápida e forte minha vara sumiu dentro do seu corpo. Ato que gerou um grito e arrepio significativos de sua parte, seguido de uma cravada de unhas nos meus ombros.
Trouxe-a comigo até a parede e comecei martelar o seu corpo com vontade e vigor. Fiquei ali por uns cinco a seis minutos, alternando a velocidade. Só desgrudava a minha boca da sua pra chupar aqueles lindos e uniformes peitinhos.
Cansando da posição me dirigi até a cama, e ainda engatado comecei um papai e mamãe bem carinhoso... Mas lembrei que ela estava ali para ser castigada. Levantei bruscamente e arrastei-a pra beirada da cama com uma puxada pelos pés (que são pequenos, delicados e macios, daqueles que dá vontade de morder e beijar por horas). Coloquei suas pernas sobre meus ombros e meti com violência na sua grutinha ensopada e, enquanto passava a mão esquerda em seus cabelos e rosto, com a mão direita apertava o seu pescoço, deixando-a totalmente dominada e com mais tesão. Não demorou muito e seu corpo estremeceu novamente, dessa vez mais forte, tanto que até lhe faltou forças e ar para gritar. Vendo osseus olhos cor de mel virarem e seu corpo desfalecer com o orgasmo, acelerei o quanto pude a velocidade, e quando o gozo estava pra chegar larguei-a e sai de cima, puxei sua cabeça pelos cabelos e enterrei minha rola na sua boca, e lá fiquei, vendo o seu desespero pra respirar com tanto "leite" em sua boquinha. Ela relutou quando mandei engolir, mas vendo que eu não a largaria acabou obedecendo.
Já de pau mole eu larguei o seu cabelo e deixei-a cair, exausta, na cama. Enquanto ela descansava da surra de rola que tinha acabado de receber, aproveiteipara ir ao banheiro e também comer umas frutas e biscoitos que estavam na mesa.
Quando voltava pra cama peguei a garrafinha vazia de vodca, e disse que a brincadeira iria esquentar. O medo em seu rosto já previa a malícia em minha mente.
Mandei ela segurar a garrafinha e fui até o criado-mudo, abri a gaveta e peguei um tubo de lubrificante, olhando pra ela. No momento em que ela pensou em protestar fechei a cara, em sinal de intimidação.
Virei ela de bruços e coloquei um travesseiro em baixo da sua cintura, deixando o rabo mais empinado. Passei o lubrificante no dedo indicador e comecei a brincar na porta do cuzinho, ainda fechado, até que o primeiro sumiu. Comecei a girar o dedo e soltar mais lubrificante, até que o segundo dedo sumiu. Tomei a garrafinha de sua mão e cravei na sua buceta, ela instintivamente pôs a mão por baixo do corpo e pegou o gargalo da garrafa, e começou a socar a garrafinha pra dentro dela. Quando vi que ela começava a se divertir tirei os dedos do seu cú e mirei a cabeça da rola, fiz uma pressão, e a cabeça passou no mesmo instante que ela soltou um grito profundo:
- Aaaaiii... Meu cú, filho da puta !!!
Dei um puxão no seu cabelo e disse:
- Cala a boca que dói menos, sua ladra sem vergonha.
Empurrei o seu rosto no colchão e soltei o meu corpo sobre o seu, fazendo a rola sumir no seu cú de uma vez. Seu grito ficou abafado no colchão, e ela até tentou resistir e escapar, mas a minha superioridade física não encontrou dificuldades em controlá-lá. Fiquei parado por quase um minuto, até que comecei a subir e descer o meu corpo. Os seus gritinhos voltaram, mas conforme a minha intensidade ia aumentando os gritos davam lugar aos gemidos.
Meti por trás por um bom tempo, e o meu corpo começava a dar sinais de cansaço, mas só parei quando, depois dela atingir outro orgasmo, enchi o seu rabinho de porra e, aí sim cai ao sei lado, exausto e satisfeito.
Ela ficou parada, respirando forte e com corpo molhado da nossa transpiração, até que virou o rosto pra mim e disse rindo:
- Se esse for o castigo acho que vou continuar a roubar.
E dando risada me deu um longo e gostoso beijo. Fiquei ali, e ela foi tomar um banho, fechei os olhos e cochilei por alguns instantes. Acordei com ela matando minha rola, e fiquei apreciando aquele boquete magnífico olhando para aquele rosto lindo, até que não fiz questão de segurar mais uma jatada de leite dentro da sua boca. Dessa vez não precisei falar nada, pois a putinha sugou tudo que pode tirar da minha vara. Ficamos deitados, abraçados e se beijando, até que levantei pra ir tomar um banho e ela me seguiu até o banheiro, e enquanto a água molhava nossos corpos eu engatei mais uma foda, pegando ela por trás e prensando-a contra a parede. Ali demorei pra gozar novamente, e quando gozei quase não saiu leitinho pra minha putinha, que já esperava de joelhos por seu castigo.
Acabamos o banho e saímos daquele motel quase quatro horas depois de entrarmos. No caminho de volta era nítida a satisfação no rosto de Angélica.
Duas semanas depois transferi o Sr. Milton para a loja da fábrica e prometi não contar nada sobre os roubos, se ela não voltasse a roubar. Ela aceitou e, pra minha surpresa, disse que mesmo não roubando mais merecia ser castigada novamente...
O castigo continuou, mas isso é outra história.





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