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27 - A sobrinha estagiária: – 6ª Pa


autor: bernardo
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
leituras: 2223
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– Comemorando no Motel 6ª Parte

Obs: Para entender essa 6ª Parte você precisa ler os capítulos anteriores.

Assim pouco depois, Ricardo e sua sobrinha Helena, estavam chegando a um motel bastante sofisticado. Helena ficou encantada com tudo, principalmente a vista voltada para o mar, a piscina térmica e o revestimento todo espelhado, que os permitiria apreciar seus movimentos de todos os ângulos.

A primeira coisa que lhe interessou foi a piscina. Arrancou toda a roupa e após experimentar a temperatura da água se atirou nela. Ao emergir na outra borda parecia uma ninfa surgindo das águas. Ela convidou:

- vem a água está ótima.

Imitando seu gesto, Ricardo lançou-se na água, que realmente estava numa temperatura bastante agradável. Se beijaram em um beijo carregado de tesão. O calor do seu corpo colado ao dele foi o suficiente para desembainhar a espada. Sentindo-o duro tocar em sua barriguinha, ela pediu que ele se sentasse na borda da piscina, que ela iria cuidar dele. E, sem mais delongas acolheu-o inteirinho na sua boquinha linda. A maioria das mulheres, quase sempre fazem com os olhos fechados, como se tivessem vergonha do que estavam fazendo, mas ela não, a putinha sabia chupar uma piroca e, o que dava mais tesão é que ela chupava e olhava para o tio, para ver como ele respondia.

Helena fazia isso com muito gosto. Ela adorava ver o resultado do seu desempenho. Mas ele não deixou que ela ficasse muito tempo brincando com seu pau, pois daquele jeito, logo, logo ia encher a sua boca de porra e não era isso que tinha planejado. Então deixou o corpo escorregar para dentro da água escapando daquela boquinha deliciosa e inverteu a cena, colocando-a na beirada e sem nenhuma cerimônia afundou o seu rosto entre suas pernas buscando o grelinho com a língua.

A água que escorria do seu corpo molhado, servia de refrigério para aplacar o calor exacerbado daquela xoxotinha. Ela se arreganhou todinha deixando que ele a lambesse por inteiro, desde o grelinho até o rosadinho do cú, que mereceu um tratamento especial. Com o polegar da mão esquerda ele massageava o grelinho ao mesmo tempo em que a língua trabalhava aquela região indefinida entre a porta do céu e a entrada do paraíso. Helena não conseguia mais conter e uivava toda vez que a ponta da língua tocava seu cuzinho. Ela queria que ele entrasse mais. Dava para perceber com nitidez, que ela se esforçava para que ele se abrisse ao máximo para abrigar o mais possível daquela língua inquieta, até que não encontrando sossego nem conforto naquela mamada na beira da piscina ela virou e ficando de quatro arrebitou a bundinha, deixando sua boceta e o cutotalmente entregues ao deleite do tio.

Com a língua ele passou a trabalhar em sentido contrário, começava no grelinho que agora era levemente mordiscado já que de tão duro, parecia um minúsculo pênis ereto e, portanto fazia jus a uma chupadinha ao mesmo estilo que ela costumava presentear-lhe. Quando a menina sentia seu clitóris preso em seus lábios, sendo sugado como se ele quisesse arrancar dele uma porrinha, que já escorria de outro ponto, ia à loucura e não se importava mais com o dedo médio que já tinha invadido aquele buraquinho faminto que não parava de piscar. A pressão que o dedo recebia indicava que, realmente, ali estava um cu virgem.

A ninfeta gozou violentamente enquanto ele circulava o dedo procurando lacear o furinho, para que a penetração do pênis fosse menos dolorida, ele se contraía da mesma forma que a bocetinha dela fazia quando a sua piróca lhe ocupava todo o espaço. Aquilo o deixou mais maluco ainda. Era chegada a hora, não poderia permitir que a oportunidade escapasse, sob pena de nunca mais ter uma nova chance. Sem tirar o dedo ele subiu para a borda da piscina, com a intenção de consumar a penetração ali mesmo.

Helena percebendo o que estava prestes a acontecer, pediu que ele não fizesse aquilo daquela forma. A menina disse que daria para ele sim, desde que ele concordasse com uma condição. No estado de excitação que ele estava, concordaria com qualquer pedido. Ela poderia lhe pedir o céu e a terra juntos que ele prometeria lhe dar, o que não podia acontecer era deixar que aquele cuvirgem lhe escapasse naquele dia. Ela então pediu para fossem para a cama que ela lhe contaria qual era a condição.

Quando ela viu o estado do pau dele, que parecia que ia explodir de tão duro que estava, ela pediu que ele não se esquecesse que seria a sua primeira vez, e que ele deveria ter muita paciência e cuidado para que ela pudesse aguentar tudo e não ser uma tragédia como tinha sido a sua outra primeira vez, com o professor, em que ela nada sentiu de bom, apenas sentiu-se rasgada e violentada, nada de prazer ou carinho.

Ricardo afirmou que ela não precisava ter este tipo de preocupação, ele queria muito era verdade, mas também queria que ela gostasse e o quisesse outras vezes. Era certo que a primeira vez sempre era mais difícil, mas ele teria cuidado, se ela não aguentar tudo da primeira vez, ele pararia onde ela pedisse.

Helena sorrindo respondeu:

- Isso é o que todos vocês dizem. Só que, depois de entrar, querem enterrar tudo de uma só vez.

Ele prometeu que não seria assim.

A menina então, alisando a pica disse, que não iria ser mole não, ao que ele respondeu:

- Ah não vai ser mole não. Mole, eu garanto que ele não vai estar.

Ela então disse qual era a condição:

Ela tinha lhe contado que tinha guardado o cupara dar ao seu pai, se um dia ele quisesse. Agora, que isso não seria mais possível, ela gostaria de realizar com o tio a fantasia de ser enrabada pelo pai. Ela queria que, na sua primeira vez, fizesse de conta que o tio era seu pai, falasse muito e a tratasse de filhinha, que contasse como é que estava vivenciado tudo como se ela estivesse sendo comida pelo pai.

Ele concordou é lógico, até porque, na verdade, estaria imaginando estar metendo no rabo da mãe dela e assim ambos realizariam suas fantasias. Então ele sugeriu que, já que parte da sua fantasia era substituir sua mãe dando a bunda para seu pai, se ela quisesse poderia chamá-la pelo nome da mãe. Ela disse que gostaria sim, de se sentir no lugar da mãe, mas na primeira vez não. A primeira vez ela teria que ser a filha putinha do papai. Era esse seu desejo e ele prometera atender. Depois da primeira, poderiam variar a fantasia e ela seria quem ele quisesse.
Ricardo teve a impressão que ela sabia de alguma coisa sobre o seu tesão pelo cude Célia, sua mãe, talvez tivesse ouvido algum comentário. Mas ficou com a nítida impressão de que ela sabia do seu desejo de enrabar sua mãe, mas isso agora não era importante. Foi até um mostruário que havia no living da suíte e apanhou um creme lubrificante adequado para a ocasião.

Ela tinha ligado a televisão e assistia a uma dupla penetração anal. Três homens transavam com a mesma mulher sendo que dois estavam completamente enterrados no ânus dela, enquanto ela chupava um quarto que estava ao lado da cama com um pênis gigantesco ereto. A menina disse que aquela mulher não devia ter mais nenhuma prega no cue desligou a televisão.

Aproximando-se ele pediu para que ela ficasse de quatro na cama que ele iria passar um creme lubrificante para diminuir o efeito do atrito. Mas ao invés de creme, antes de tudo ele usou a língua para excitá-la novamente e disse:

- Isso filhinha, relaxa que o papai vai cuidar de você com carinho. Não tenha medo que seu paizinho, vai entrar nesse cuzinho bem devagarzinho, pois não quero que a minha filhinha sofra, quero que minha putinha goze muito e me faça gozar também. Para isso, é preciso que você esteja bem relaxada. Quando sentir que estou entrando, dedilha seu grelinho que vai tornar mais agradável a penetração.

Sem parar de falar, percebendo o efeito calmante das suas palavras, Ricardo lubrificou bastante o furinho e forçou a entrada de dois dedos, para afrouxar um pouco o caminho a ser percorrido pela sua pica brilhante. Helena começou a masturbar seu grelinho, indicando que era chegada à hora de serem realizado o sonho de ambos. Sem açodamento, ele passou mais creme no cuzinho, lambuzou bastante a piróca e apontou a cabeça bem no centro daquela mancha rosada escura que pulsava. Realmente, a sua vontade era de enterrar tudo de uma só vez. Sentir a pressão exercida sobre a glande, que mesmo com toda a preparação e a enorme lubrificação teve grande dificuldade de vencer a resistência do anelzinho externo, era delicioso. Quando a cabeça entrou, ela retesou um pouco, reagindo ao alargamento provocado pela grossura do pênis que parecia ter crescido mais do que o normal. Ele continuou falando:

- Filhinha, papai já entrou, sente meu caralho dentro do seu cuzinho e relaxa mais para que eu possa afundar mais um pouquinho. Brinca com seu grelinho e sente como é gostoso ser comida pelo cacete do seu paizinho.

Foi necessária muita concentração para controlar o seu ímpeto e ir entrando bem devagar. Avançando centímetro por centímetro o que lhe proporcionava um prazer incrível. Aquela falação estava lhe enlouquecendo.
Helena, completamente envolvida pela fantasia masturbava seu clitóris com violência e implorava:
- Vai papai, enterra tudo, arromba sua filhinha, come meu cu, mete , mete mais, goza no meu cuzinho, enche ele de porra, faz eu gozar pelo cú, me enraba, isso mais fundo, enfia, enfia tudo, fode sua putinha gostosa, fode a sua cachorrinha, aiiiii deliciiiiiiia de pica......

Tudo o que ele queria ouvir era esse pedido. Sem pensar em mais nada afundou por inteiro, enterrando tudo o que tinha e se lamentou não ter mais para colocar dando início ao entra e sai. Helena gritou:

-Ai paizinho, tá doendo, mas não para não, que eu vou gozar, enche meu cuzinho de leite que estou gozando. Ai deliciiiiiiaaa. Que pau gostoso.....

Agarrando a menina pelas ancas, ele atiçou:

-Goza sua putinha, goza com a piróca do paizinho toda enterrada no cú, goza cachorrinha do papai....

E bombou algumas vezes mais e se estivando todo, uivando como um lobo, despejou todo o seu desejo reprimido durante muitos e muitos anos no rabinho delicioso da sua sobrinha, imaginando como seria gostoso se fosse no rabo da Célia, sua cunhada, mãe de Helena.

Ricardo manteve a menina presa ao seu corpo, até que seu pênis estivesse completamente mole. Quando a soltou, ela caiu de bruços na cama esgotada. Pelo ânus dilatado que se fechava, pode ver saindo um pouco do leite que ele lhe injetara, momentos antes. Ele imaginara muitas vezes aquela foda, mas mesmo na mais fértil imaginação, ele não tinha conseguido prever aquela loucura toda. Depois, o silêncio se abateu sobre eles e dormiram abraçadinhos como papai e filhinha.

Quando ele acordou o dia já estava clareando, ela toda encolhida, em posição fetal, dormia parecendo, de verdade, a menininha do titio, ou melhor, do papai...

Dois anos se passaram. Fizeram ainda muitas outras maluquices e vivenciaram todas as fantasias. Ora ela se fazia passar por Célia, ora ele era seu pai, ora eram eles mesmos. A verdade é que gozaram muito, quase todos os dias e finalmente Helena ficou sabendo que ele era doido pelo rabo da mãe dela. Segundo o que ela disse, ouviu um dia a mãe dizer para o marido:
- Você é tarado como seu irmão, que não tira os olhos da minha bunda, se dependesse de vocês estaria arrombada.

E assim, Helena resolveu voltar para o interior, agora muito mais experiente. A menina era experta e certamente seria uma ótima advogada. Vez ou outra vem ao Rio, sempre com a desculpa de trabalho, ou de se orientar com o titio mais velho, mas na verdade ela vem é matar a saudade da piróca do seu pai.

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