"Os mais excitantes contos eróticos"

 

28 - A sobrinha estagiária: – 5ª P


autor: bernardo
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
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A grande revelação 5ª Parte

Pela manhã, parecia que nada tinha acontecido. Quando ele acordou, ela já tinha tudo pronto para o café. Cerca de duas horas depois, ela foi para o colo do tio como se fosse uma menininha carente e, um tanto reticente, começou a falar da sua infância. O tio logo imaginou que tivera sofrido alguma violência, por isso temia tanto o sexo anal. Mas ele estava redondamente enganado e se limitou a escutar.

Ela contou que desde muito novinha sempre gostou muito do pai, adorava quando saiam para passear sozinhos e ele lhe fazia as vontades. Quando a mãe estava por perto ele só dava atenção à esposa e quase nunca atendia aos seus pedidos, até porque muitas vezes a mãe impedia que o marido lhe atendesse, dizendo que ela era muito mimada por ele. E assim foi crescendo sempre mimada e adorando o pai. Quando já tinha uns oito anos, certa noite ela viu pela porta entreaberta os dois transando e ficou muito chocada com tudo aquilo. Ela já tinha ouvido as colegas um pouco mais velhas falarem de sexo, mas não imaginava que era assim violento.

Desde então, ela passou a espionar os pais, que acreditando estar ela dormindo sempre se descuidavam. E passou a perceber que tanto sua mãe como seu pai gostavam muito daquilo. Seu interesse foi aumentando na medida em que ia crescendo, na escola já se falava abertamente sobre transa. Quando ela menstruou pela primeira vez aos onze anos, foi só então que sua mãe falou sobre o assunto, procurando amedrontá-la, mas ela já sabia que aquilo não era verdade, não só pelo que ouvia das colegas, como também pelas vezes que tinha visto o prazer estampado nos olhos dos dois.

Muitas vezes ouvira sua mãe pedir que o pai metesse mais. E assim sua libido foi despertada. Mas como era próprio da idade aos treze anos, viu pela primeira vez um pênis adolescente ereto, muito menor do que aquele que seu pai exibia orgulhoso para sua mãe. Ela então começou a fantasiar como deveria ser gostoso ter um pênis como o do pai dentro dela. Isso fez com que ela se afastasse dos meninos e passasse a ter fantasias eróticas com o pai.

Já cursando o vestibular, ela conheceu um professor bem mais velho que despertou sua atenção. Curiosa para saber como era sexo de verdade, ela se entregou ao mestre, que embora mais velho era um desastrado e não teve o carinho necessário, transformando o sonho da primeira vez numa tragédia. Isso levou-a se afastar dos homens. Os novinhos não sabiam nada e os velhos não eram carinhosos como seu pai.

Desta forma, se estabeleceu na sua mente à ideia que o homem ideal era seu pai. Mas ela sabia que isso era impossível e assim se contentara com outras aventuras, algumas agradáveis, outras nem tanto. A esta altura ela interrompeu o relato e perguntou se não estava achando que ela era maluca, tendo fantasias eróticas com o pai. O tio carinhosamente, afagando seus cabelos sedosos respondeu que não. Que isso era mais comum do que ela imaginava, que os consultórios dos analistas estavam cheio de pessoas com as mesmas fantasias e aconselhou-a que ela lesse um livro que estava na estante sobre as fantasias sexuais humanas. Ela sentindo-se encorajada com as palavras do tio continuou:

- Muitas vezes me apanhei olhando pela fechadura enquanto me masturbava vendo meu pai fodendo a minha mãe. Depois que entendi que aquilo não era violência e sim prazer passei a observar com muita atenção todos os detalhes do ato. Era maravilhoso ver aquele pênis enorme desaparecendo dentro da boceta dela e quando voltava, parecia que tinha sido lustrado de tanto que brilhava. O orgasmo, esse então era maravilhoso. Como a cama ficava de frente para a porta tinha uma visão privilegiada. Muitas vezes vi meu pai tombar exausto, enquanto minha mãe deixava escapar muito do que ele depositara na sua fenda. Era lindo ver os dois depois de gozarem. Imaginava estar no lugar dela recebendo tudo aquilo e gozava também.

Ricardo já estava excitado com aquela narrativa mas continuou ouvindo atentamente a sobrinha dizer que, um dia ela ouviu uma discussão entre o casal e pode perceber que o pai queria sexo anal e ela dizia que não, que uma esposa não fazia aquilo, que só as mulheres da vida é que faziam essa sujeira. Ela não estava entendendo nada, a relação parecia tão harmoniosa. Ela já tinha visto por diversas vezes o casal fazendo oral, ora seu pai chupava a mulher, ora ela enchia a boca com a leite do marido. Aquela era a primeira discordância. O sexo anal.

Helena então procurou saber mais sobre o assunto, leu, conversou, pesquisou e por fim assistiu a muitos filmes em que o sexo anal era a tônica. E não compreendia a negativa da mãe. Mesmo sem entender bem o porquê, ela decidiu também nunca fazer sexo anal, a não ser com seu pai. Ela tinha esperanças que um dia, se sua mãe faltasse ela poderia assumir seu lugar, se ele assim o desejasse e então ela daria o cuzinho para ele, com tudo o mais que ele quisesse. Mas, não foi assim que aconteceu. Ele morreu quando ela estava na faculdade e todos as suas fantasias se esvaneceram como fumaça.

Ao terminar esta fala, ela foi tomada por um choro convulsivo. Parecia que aquela revelação pesava muito. Agora Ricardo compreendia o porquê da sua reação. Ela tinha guardado o cuzinho para seu pai, mas o destino lhe roubara esta oportunidade.

Carinhosamente, como um pai faz a uma filha ele encostou sua cabeça no seu peito e deixou que ela chorasse tudo que tinha para chorar. Pacientemente afagou seus cabelos até que ela parasse de chorar. A menina ficou ali um bom tempo aconchegada ao peito do tio e adormeceu. A noite deveria ter sido péssima. E revelar aquele segredo parecia ter exigido muito esforço.

Delicadamente ele colocou-a no sofá, coberta com um lençol e foi para a cozinha preparar algo para quando ela acordasse. Enquanto trabalhava pensava no assunto e lhe pareceu que a sua sobrinha estava transferindo para ele todo aquele desejo reprimido. Afinal, todos diziam que nós éramos quase gêmeos de tão parecidos. Agora começava a fazer sentido a forma como as coisas tinham acontecido tão rapidamente. Por outro lado, ela também poderia realizar a sua fantasia com relação a mãe dela. Era preciso muita cautela para abordar o assunto. Ele não se importava que ela transasse com ele imaginando ser com seu irmão, mas ele não saberia dizer se ela também não se importaria em saber que a estava enrabando, enquanto pensava estar comendo o cuda mãe dela. Era muito gostoso o sexo com a sobrinha, mas o cú, aí era diferente. Há muitos anos que ele era fissurado no cuda Célia. E, a forma como as mulheres pensam, sempre foi um mistério para ele, então preferiu não dizer nada e ver como as coisas se realizariam.

Helena acordou, aparentemente bem disposta e segundo suas próprias palavras faminta. Como já estava próximo a hora do almoço ao invés de lanche resolveram sair para almoçar. Depois ficaram num barzinho a beira mar, conversando sobre trabalho. Pela primeira vez ela falava das suas perspectivas profissionais. Ela pareceu ser bastante esperançosa com a profissão, já que falava com bastante entusiasmo.

Aquele papo, mudou a ótica do tio sobre o que poderia lhe oferecer como aprendizado profissional. Até ali, ele pensara que ela voltaria para o interior, casaria e abandonaria a profissão para ser esposa de algum fazendeiro. Agora dava para perceber que este não era seu objetivo mais imediato e como ele também fosse um entusiasta da profissão ficaram conversando até o anoitecer, quando retornaram para casa descontraídos de mais, devido aos inúmeros chopinhos que foram consumindo durante o papo. Assim que fecharam a porta do apartamento, Helena se esticou toda para beijar o tio que abraçou pela cintura puxando seu corpinho de encontro ao seu e se beijaram carinhosamente. Não era um beijo lascivo, embora também não fosse um beijo inocente. Helena estava muito contente e disse:

- Acho que este foi um dos melhores dias da minha vida. Foi maravilhoso poder falar com você sobre as minhas fantasias e esperanças, finalmente abrir meu coração e não ser censurada. Eu tinha muito medo que quando isso acontecesse, a pessoa que estivesse me ouvindo me julgasse uma vadia desajustada ou pior, uma tarada maluca. Acho que foi a sua semelhança física com meu pai que me deu coragem para dizer a você, ou ele não sei, tudo o que queria ter dito mas não tive coragem, até porque, de verdade, sabia que ele nunca entenderia. Agora me sinto livre deste peso. Os segredos pesam muito para serem carregados e quanto mais secretos, mais cabeludos, mais difícil é lidar com eles.

Aquela reflexão o atingiu em cheio pois também ele tinha segredos bastante difíceis de serem carregados, mas nunca teve a coragem da menina de atirá-los fora. Então ele respondeu:

- Essa felicidade toda deveria ser comemorada condignamente e para isso, nenhum lugar era melhor do que uma suíte, onde pudéssemos passar a noite e só voltar pela manhã. Que tal?

Helena adorou a ideia.

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