"Os mais excitantes contos eróticos"

 

30 - A sobrinha estagiária: 3ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
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– Na cama na maior chupação 3ª Parte

Quando acordou ela não estava mais na cama. Já tinha arrumado a mesa para o desjejum, alegando estar faminta. Ele também se sentia capaz de comer um boi, afinal depois do sexo, ficaram sem jantar. Ele não tinha muita coisa na geladeira afinal morava sozinho e somente quando tinha companhia, é que rolava um café da manhã senão o café era tomado no bar da esquina mesmo.

A menina assumindo ares de dona de casa, disse que precisavam equipar a geladeira, pois depois do sexo nada melhor do que comer uma coisinha, uma fruta, um doce, no mínimo um copo de leite. Ela só tinha encontrado um pouco de suco, frios, alguns biscoitos e muita cerveja. Ela tinha ligado para a padaria cujo telefone estava na geladeira e pediu as coisas necessária para aquele primeiro café da manhã juntos.

Sendo Sábado, não haveria trabalho no escritório e Helena queria que ele a levasse à praia. Sua mãe tinha comprado um biquíni para ela usar aqui no Rio que mais parecia um camisolão. Talvez tivesse sido moda nos anos cinquenta, mas agora. Cruz credo. Assim, antes de qualquer coisa era preciso comprar uma roupa adequada para poder curtir a praia. E lá foram os dois em busca do modelito. Com aquele corpinho delicioso não era nada difícil encontrar um biquíni ousado que lhe agradasse. compraram um vermelho, com umas florzinhas amarelas, lindinho. Helena já saiu da loja com ele. Para compor o visual compraram também uma sandália e uma canga na mesma cor.

A ida à praia durou pouco. A menina tinha uma pele muito clarinha e mesmo com o protetor solar, não dava para desafiar o solão do verão carioca. Mas o importante não era ficar muito na praia. O que ela queria era sentir o sabor do mar e observar as mulheres e rapazes bonitos que por ali passavam. Como ela mesmo falou, tudo era mais bonito do que ela imaginava.

Na volta para casa passaram no supermercado e depois das compras arrumadas, como o calor estava insuportável, Ricardo foi tomar um banho e para a sua surpresa Helena perguntou se podia tomar banho com ele. Ele não colocou nenhum empecilho e ela entrou no chuveiro para aliviar o calor intenso. O choque com a água fria eriçou os biquinhos dos seios da menina, como que oferecendo aquele fruto rosado a boca faminta do tio que já estava com o pau semiereto. Enquanto ela molhava os cabelos ele ensaboava todo o seu corpo dando especial atenção aos seios desafiadoramente eretos e a aquele relevo no final da coluna. Ela parecia gostar bastante, especialmente, quando ele prendia levemente o biquinho do seio que escorregava graças à espuma. Helena retribui, ensaboando a sua genitália que já demonstrara interesse naquela brincadeira. A mãozinha suave da menina ensaboando os testículos produzia uma sensação maravilhosa e quase que instantaneamente uma forte reação se revelou.

Ela sabia o que fazia e deixou que a água retirasse completamente a espuma e substitui as mãos pela boca, lambendo o saco escrotal com verdadeira maestria. Ao mesmo tempo em que os ovos eram tragados pela boca, sua mão masturbava lentamente todo o corpo da estrovenga. Ricardo não pode permitir que ela continuasse, pois, o gozo era iminente e tinha outros planos para aquele Sábado. Ela fingindo contrariedade virou as costas para ele como que provocando-o. Ela já tinha percebido o seu desejo toda vez que ele alisava aquela bundinha linda.

Ele continuou ensaboando suas costas até alcançar o interior daquele reguinho e tocar com o seu dedo médio o anelzinho mágico, obtendo uma reação semelhante a aquela obtida quando o tocou com a língua na véspera. Só que desta vez, ele não permitiu que ela trancasse a portinha e forçou a entrada do dedo ensaboado, que deslizou rápida e suavemente para o seu interior. A menina fugiu, não permitindo que ele continuasse. Passou a mão em uma toalha e deixou o box sem nada dizer. Ricardo terminou o seu banho e foi ao seu encontro no quarto dela. Ela estava sentada na cama pensativa. Ele lhe perguntou se estava aborrecida, ela respondeu que não, mas também não fez nenhum comentário. Ele imaginou que o dia estava perdido. E já se preparava para sair para almoçar quando ela foi até o seu quarto e perguntou:

- Aonde você vai sem mim?

- Achei que você estava contrariada pela minha atitude e não gostaria de sair comigo.

- Bobinho, disse ela, não é nada disso, outra hora te conto. Espera um pouquinho que já estarei pronta para sair. Quero almoçar e voltar logo para casa para aproveitar melhor o dia.

Aquela afirmativa o deixou esperançoso e sugeriu que não saíssem, e pediria algo para comer ali mesmo. Ela disse:

- Não, foi assim que ontem nós ficamos sem comer e isso não é bom para a saúde. Estou com muita vontade de passear na rua e comer comida de verdade.

Atendendo a sua ponderação Ricardo aguardou um instante e rapidamente ela estava pronta par irem almoçar.

A refeição foi leve, mas muito gostosa e voltaram para casa.

Helena, assim que chegou foi ao banheiro para novo banho, pois estava fazendo muito calor e a breve caminhada até ao restaurante foi o suficiente para que ficassem suados. Ricardo, por sua vez, aproveitou o embalo e foi também. Um banho rápido e os dois já estavam na cama na maior chupação. Deitado com as costas apoiadas em uma pilha de travesseis ele podia se deliciar com uma visão privilegiada da sobrinha chupando a sua piroca de uma ponta à outra, já extremamente endurecida.

A safada sabia como tratar a ferramenta. Começava com uma longa lambida bem abaixo do saco e ia subindo vagarosamente até a glande que engolia com precisão forçando para que a boca se ajustasse com perfeição ao formato do pênis, de molde a que em nenhum momento cessasse a fricção. A maneira ajustada como ela fazia com que a peça entrasse e saísse completamente da sua boca provocava um grande prazer, que se tornava ainda maior quando ela abria os olhinhos amendoados e fitava os do seu macho na busca da evidência do prazer que lhe causava.

Ver a sobrinha mamando sua pica e se comprazendo em apreciar o prazer proporcionado, era de fato muito agradável e o toque das suas mãozinhas, que massageavam suavemente os testículos, o impossibilitaram de qualquer reação que não fosse gozar muito e encher sua boca da mais espessa porra. Ricardo, não queria ter gozado logo, mais não foi possível resistir. E agora ele precisava de um tempinho para se recuperar.

Exaurido pelo maravilhoso boquete que a sobrinha lhe fazia, Ricardo puxou-a pelos ombros e aconchegou-a em seus braços. Mesmo aninhada em seu peito ela não parou de mexer no pênis amolecido, que ainda não havia retornado a condição de repouso total e, com aqueles carinhos certamente não retornaria. Mas estava bastante agradável aquele manuseio. Como retribuição ele começou a brincar com o biquinho do seu seio direito que bastante endurecido parecia querer dizer que ela também estava cheia de tesão.

Ele deitou-a de costas e começou lambendo a pontinha da sua orelha esquerda e como não houvesse nenhuma oposição foi introduzindo a língua dentro da orelha da menina que começou a suspirar e levou a mão ao seio esquerdo, iniciando uma doce massagem, enquanto a mão esquerda cuidava carinhosamente do seio direito. Um pouquinho só daquela brincadeira e ela já estava completamente arretada.

Sem abandonar o que estava fazendo, a sua mão direita foi escorregando por aquele abdômen lisinho, que não parava de se movimentar para cima e para baixo, evidenciando a sua excitação. A mão foi deslizando, deslizando suavemente, até encontrar aqueles poucos pêlos pubianos que guarneciam a entrada daquela bocetinha linda e escaldante. Antes que tentasse qualquer coisa, Helena empurrou a mão dele para um contato direto com aquela fenda em brasa e forçou os seus dedos a pressionarem seu clitóris. Ricardo ao sentir que a mão espalmada cobria toda a sua boceta e que o dedo médio já tinha penetrado, Helena soltou um gemido contido, indicando que era exatamente isso que ela queria.

Ele teve uma enorme vontade de beijar aquela boquinha linda, entreaberta que parecia se oferecer a ele, mas teve receio, já que ela nunca tinha demonstrado este interesse. Mas, seu hálito quente, o fez esquecer do receio e a beijou assim mesmo, sendo correspondido com sofreguidão. Suas línguas se misturaram freneticamente, como se fossem duas cobras em duelo. Tudo indicava que Helena também queria muito, mas não tinha tido coragem de dizer nada. Foi um beijo maravilhoso em que se lamberam e exploraram o mais interior de suas bocas. Ainda dava para ele sentir o gosto do sêmen que havia despejado em seu interior momentos antes. A impressão que ele teve era de que ela não engolira tudo e ainda tinha ficado com um restinho na boca.

O dedo já desaparecera completamente no interior daquela vagina encharcada, mas ela queria mesmo era sentir aquela massa pulsante ocupando seu interior. Já era possível satisfazer sua vontade, pois o pênis já duro novamente, mas ele tinha consciência de que não conseguiria apagar o fogo da sua sobrinha se partisse logo para os finalmentes. Além do mais, tinha outras pretensões.

Pretendia realizar naquele dia o desejo reprimido de muitos anos, que lhe tinha inspirado em muitas sessões de masturbação. Desde que conheceu Célia, que na época teria mais ou menos a mesma idade de Helena passou a desejar muito um dia enterrar o seu pau todinho naquele cuzinho e deixar lá dentro uma boa carga de leite viscoso. Mas, ela nunca lhe deu a menor chance, entretanto, o destino tinha lhe reservado coisa melhor ainda, comer a filha.

Comer o cú da sua cunhada poderia trazer sérios problemas para Ricardo e a família e uma culpa danada, afinal lhe dava muito bem com seu irmão, que era apenas cinco anos mais velho do que ele. Muitas vezes enquanto ele era solteiro os dois saías juntos para as sacanagens. E não raro trocavam as namoradas. Eram muito parecidos fisicamente em quase tudo. Só uma pequena diferença de idade. Comer a namorada um do outro era uma coisa. Já a esposa certamente daria o maior bolo. Além disso, sua cunhada, parecendo perceber seu interesse, nunca deu a menor chance dele se aproximar. O tratava bem, mais à uma distância segura. Foi por isso que ele deixou o interior e veio para Rio de Janeiro tentar a vida, longe dela. Entretanto, com a sobrinha era diferente, ela é quem tinha tomado a iniciativa. Portanto não restaria nenhuma culpa.

Assim pensando, Ricardo se controlou e foi deixando a boca da menina para descer aos seios que foram sugados com bastante energia os quais logo abandonou em troca daquela bocetinha cheirosa. Helena arqueava o corpo projetando seu púbis para cima, como se isso fosse permitir que a língua do tio a penetrasse mais profundamente. Acontece, que não queria que a língua se perdesse nas suas entranhas pois pretendia usá-la de forma mais criativa, retribuindo a surra que ela lhe havia proporcionado. Dessa forma não era conveniente que a língua se aprofundasse. Sua ação deveria se restringir às bordas da boceta e ao ponto mais elevado daquela rachinha. O grelinho.

Com a finalidade de tornar mais confortável aquela posição ele colocou uma grande almofada sobre a parte final das costas da menina, de modo que ela ficasse apoiada com o púbis elevado, sem que o seu campo de ação ficasse obstruído. Afinal ele pretendia explorar também aquele rabinho. Helena estava completamente rendida e não esboçou nenhuma resistência.

Ricardo abriu suas pernas e dedicou o máximo das suas habilidades a aquele grelinho. Helena antes contida, pois das outras vezes gemia baixinho, agora começava a se soltar e a proferir palavras que pareciam sem sentido. Pedia mais e o tio a atendia, solicitava mais velocidade, e ele acelerava, gritava para não parar, e ele prosseguia e assim num crescente, foi até que ela explodiu num orgasmo fantástico. Ela prendeu a cabeça dele com as pernas e com a mão empurrava seu rosto de encontro ao seu púbis como se quisesse que a cabeça desaparecesse dentro dela. Gritava desesperada pedindo para que ele não parasse, enquanto isso, seu corpinho jovem encharcado de suor se movimentava espasmódicamente. Até que numa grande explosão ela sucumbiu e abandonou a luta semi-desacordada.

Ricardo já presenciara orgasmos de todos os tipos, de mulheres contidas que gozam gemendo, de mulheres que gozam gritando, de mulheres que gozam caladas de mão crispadas, de mulheres que mordem o travesseiro para impedir qualquer som e até de mulheres que gozam chorando. Mas aquele sem dúvida o impressionou. Sua sobrinha gritava, chorava, se contorcia, gemia, crispara as mãos em seus cabelos e por último, foi como se tivesse sido abatida por um raio. Caíra sobre a cama quase que sem vida, era como se sua alma tivesse, momentaneamente, escorregado em meio aquele torrente de líquidos que abandonavam a boceta que de rosada estava violácea.

Ricardo deixou o campo de batalha orgulhoso do resultado, mas era preciso se lavar. O seu rosto, afundado entre as pernas da menina tinham recebido todo aquele gozo e a cara estava toda babada. Uma baba gostosa e cheirosa é verdade, mas estava todo melado.

Quando retornou, ela continuava dormindo sobre o lençol molhado da orgia. Pela primeira vez, ele pode calmamente, observar o quanto Helena era parecida com a mãe. Das outras vezes ele estava bastante afogueado para se prender aos detalhes, mas agora, ali com ela dormindo completamente nua, pode apreciar com cuidado todos os detalhes e imaginar que o seu irmão tinha sido um cara de sorte. Naquele momento sentiu uma enorme inveja dele.

Foi para a sala, apanhou um livro que estava lendo antes da menina chegar e absorto na leitura nem se deu conta de quando ela acordou. Só percebeu a sua presença quando se aproximou enrolada numa toalha recendendo a sabonete e parou diante dele perguntando se poderia sentar no seu colo. De imediato ele deixou o livro na mesinha ao lado do sofá e esticou os braços para acolhê-la. Ela sentou-se de lado e abraçando o seu pescoço o beijou carinhosamente e disse:

- foi delicioso, não me lembro de ter gozado tão fortemente, quanto hoje. Sabe tio, eu não tive muito homens, porque não tive oportunidades, porque minha mãe era muito rigorosa, meu pai me vigiava e tinha uma outra razão íntima para não querer me envolver seriamente com ninguém. Por conta de tudo isso, tive poucos namorados e quase nenhum amante. Alguns, até eram caras legais, mas na hora do sexo, eu me bloqueava e, quando acontecia, sempre me trazia culpa depois. Mas com você tem sido diferente e hoje então, acho que todas as amarras se romperam e eu gozei de verdade, livre de qualquer culpa. Foi maravilhoso. Obrigado por me fazer mulher.

Ricardo, ouviu tudo com atenção e nada respondeu. Apenas sorriu. Nada pode ser melhor para o ego masculino do que ouvir tudo aquilo que acabara de ouvir. E ficaram assim agarradinhos mais um pouco até que ela perguntou o que é que iriam fazer com o restinho de dia que estava prestes a terminar.

Ele Respondeu:

- Por mim voltaria para a cama para aproveitar um pouco mais.

Ela sorriu, beijou seus lábios e disse:

-Você é um tarado, só pensa nisso. Isso a gente faz depois, eu estou falando o que fazer agora, afinal a tarde estava linda e os dias no verão do Rio costumam ser longos. Eu queria era passear na beira do mar.

- Você é quem manda minha princesa. Vamos ao passeio.


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