"Os mais excitantes contos eróticos"

 

32 - A sobrinha estagiária: 1ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
leituras: 4502
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- No escritório – 1ª Parte

A vida é pródiga em surpresas. Rodrigo, um coroa cinquentão, advogado bem sucedido, morando e trabalhando no Rio de Janeiro, há muitos anos, recebeu, no início deste ano, uma carta da sua cunhada Célia, a quem não via desde a morte do seu irmão há uns anos, pedindo que acolhesse sua sobrinha Helena que acabara de se formar em direito em uma universidade do interior de São Paulo e precisava de um estágio para aprender e adquirir novas experiências.

A carta informava ainda que além da hospedagem ele não teria nenhuma outra despesa, pois ela mandaria dinheiro para que a filha se mantivesse durante o aprendizado. O importante é que ela começasse a trabalhar em um escritório com boas referências, em uma grande cidade e nada melhor do que aprender com o tio.

Rodrigo achou que seria uma boa, pois estava precisando mesmo contratar novos funcionários e assim, logo depois do Carnaval, lá estava ele na rodoviária esperando a sobrinha.

De imediato ele não a reconheceu, pois, a última vez que a tinha visto era ainda uma menina que aparentava doze anos de longas tranças e vestidinho xadrez, já agora, aos 20, era uma mulher bem interessante.

Quando, os passageiros foram saindo ficaram apenas alguns e aquela caipirinha (devido ao seu porte de menina) ali perdida sentada sobre uma grande mala. Só podia ser ela. Aproximou e chamou-a pelo nome, no que, ela imediatamente levantou e respondeu. Se abraçaram e foram para o estacionamento, carregando aquela enorme mala (pelo jeito ela viera para ficar muito tempo). O que lhe chamou a atenção foi às roupas que ela usava, tipicamente rural. Jeans, botas, blusa presa na cintura e uma grande mala.

Durante o trajeto, tudo maravilhava a menina, que nunca tinha saído da pequena cidade onde morava. Ao chegar na orla então ela endoidou. Nunca tinha visto o mar ao vivo, e queria porque queria que o tio parasse para que ela pudesse chegar a praia. Logo que foi possível ele estacionou e foi com ela até a beirada da praia. A menina tirou as botas e correu pela areia molhando os pés na água, foi um custo para que ela não entrasse na água de roupa e tudo. Mas ela fez o tio prometer que assim que pudesse a levaria à praia.

Ao chegar Rodrigo procurou mostrar toda a casa e deixá-la à vontade, como se a casa fosse dela e enquanto ela foi para o seu quarto ele trocar de roupa pois tinha um compromisso de trabalho.

Até aquele momento Rodrigo não havia tido nenhum pensamento obsceno. Ele só imaginava o transtorno que seria, de repente, ter que mudar um monte de coisas e não poderia mais trazer mulheres para dormir com ele, pois agora tinha a sobrinha em casa. Quando a menina apareceu na sala, ele tomou um susto, pois não tinha percebido que debaixo daquela fantasia de roceira se escondia uma gatinha muito gostosinha.

Helena vestia um short não muito curto, mas que permitia a exibição de um belo par de pernas, uma camisa masculina branca de um tecido fino, quase transparente, que deixava amostra o soutien de renda branca que acomodava um par de peitinhos médios bem empinadinhos, os cabelos negros molhados ficavam logo abaixo dos ombros. Ela não era alta como a mãe, mas certamente a bunda era idêntica à da cunhada que muitas vezes lhe fez perder o sono pensando naquele paraíso. Ele tinha desejado muito aquele rabinho.

Quando ela percebeu que ele iria sair quis acompanha-lo, mas ele não permitiu, recomendando que ela descansasse, arrumasse suas coisas e se preparasse para o trabalho no dia seguinte. Ela concordou e disse que queria começar imediatamente, pois não queria perder tempo. Combinaram que ele voltaria por volta das 19:00 horas, para levá-la para jantar e conhecer a noite de uma parte do Rio de Janeiro. Quando ele chegou, ela já estava toda produzida e estava linda.

No dia seguinte logo cedo, Helena vestiu uma roupinha bastante sóbria e lá foram para seu primeiro dia de estágio. Depois das apresentações de praxe, Rodrigo destinou uma sala para que ela pudesse trabalhar com todos os recursos disponíveis, inclusive acesso à Internet.

Após uma breve reunião com toda a equipe, Rodrigo entregou a Helena alguns processos para que ela estudasse e começasse a conhecer a dinâmica do escritório. O dia correu sem nenhum problema e voltaram para casa. Como era final de expediente, o metrô estava lotado e com dificuldade conseguiram se acomodar em pé, sendo que ele ficou posicionado logo atrás dela para protegê-la de algum passageiro indiscreto.

Como o vagão estava muito cheio, não foi possível não ficar encostado naquela bundinha maravilhosa. O balanço da viagem lhe proporcionava um sarrinho incrível e ele não conseguiu controlar uma forte ereção. Ela, por sua vez, percebeu que alguma coisa dura estava roçando na sua bundinha, mas não evitou o contato, pelo contrário, Rodrigo teve a impressão que ela arrebitou ainda mais o traseiro.

Quando a viagem terminou, ele percebeu que seus biquinhos estavam arrebitados por debaixo da blusa. Isso era um indicador certo de que ela também tinha ficado com tesão. Mas nada comentou, entretanto ela percebeu que ele tinha notado os bicos eretos, assim como ele percebeu também que ela tinha olhado de soslaio para o volume entre as suas pernas, mas nada disseram.

Ao chegar em casa, Helena foi direto para o quarto e não saiu mais até que foi chamada para irem jantar. Ela estava bem esportiva com cabelos soltos, uma saia justa e uma blusa de seda azul, que delineava bem os seios libertos de qualquer amarra. Depois do sarro no metrô, não dava mais para Rodrigo disfarçar o seu desejo. Ele não podia perder o controle, afinal não tinha certeza do interesse dela e tudo poderia ser apenas fantasia da sua cabeça.

Depois do jantar em que trataram de assuntos referentes ao trabalho e amenidades, já em casa, foi difícil conciliar o sono sabendo que havia um tesãozinho ali na sua casa, do outro lado da parede do seu quarto, quem sabe peladinha. Pela manhã a sua aparência denunciava a noite mal dormida. Helena perguntou se tinha acontecido algo, e ele respondeu que não, apenas não dormira bem. Ela perguntou se podia fazer algo para melhorar o seu dia, mas ele não teve coragem de dizer o que ela poderia fazer.

Durante o dia Rodrigo precisou de um documento que estava em poder dela e foi até a sua sala. Quando se aproximou da porta de vidro pode ver pelo reflexo na porta que ela estava vendo um filme pela Internet em que uma mulher fazia sexo anal. Aguardou alguns segundos até que o filme estivesse no fim e bateu na porta. Ela imediatamente minimizou a janela e afogueada perguntou o que ele queria. Ele pediu o documento e aproveitou para perguntar se ela gostava daquilo, ela, desconcertada, perguntou:

- Gostar do que?

Ele respondeu:

- Do filme que você estava vendo.

Sem saída, ela respondeu que tinha curiosidade, que em casa a sua conexão não permitia aquele tipo de acesso, até porque sua mãe não respeitava sua privacidade e entrava sempre no seu quarto sem avisar e ela tinha medo de ser flagrada.

Ricardo, então lhe disse que, depois do expediente, ela tinha liberdade para ver o que bem lhe aprouvesse, que ele também tinha vários arquivos interessantes que estariam à disposição dela, mas que durante o expediente era perigoso e alguém poderia ver. Ela pareceu mais tranquila, pois temia ser repreendida.

No final do expediente Helena foi até a sala do tio informar-lhe que já tinha terminado o trabalho e que todos já tinham ido embora, se podia usar a Internet. Ele lhe perguntou se ela não gostaria de ver seus arquivos sobre o assunto. Ela disse que não sabia se era adequado, afinal ele era seu tio e dono do escritório. Ele respondeu que isso nada tinha a ver. Se ela quisesse, ele poderia deixar que ela visse os arquivos sozinha no seu computador. Ela respondeu que assim estava bem e não se sentiria constrangida.

Ele abriu a pasta com os arquivos e a deixou sozinha na sala. Depois de cerca de uma hora, voltou à sala e encontrou sua sobrinha completamente excitada com as pernas abertas e a mão enfiada sob a saia se masturbando diante do monitor. Ela estava tão afogueada que não percebeu a sua presença. Ele esperou alguns instantes até que ela gozasse para se fazer notar. Assim que o viu, ela tomou um baita susto e tentou se recompor, mas já era muito tarde, e ela sabia disso.

Ele se aproximou exatamente no instante em que o filme começava novamente e mostrava uma jovem mulher bem parecida com ela, fazendo um boquete maravilhoso em um coroa. Helena tentou fechar o arquivo, mas ele pediu que não o fizesse porque queria assistir também. Durante cerca de um minuto o filme apresentava uma chupada perfeita a atriz chupava e lambia com muito carinho até que o homem gozou enchendo sua boca até transbordar pelo rosto todo.

Helena estava ofegante e tentou se levantar, mas o tio, não permitiu pegando sua mão direita e chupou seus dedos meladinhos com o mel da sua xota cheirosinha. O contato da sua língua entre seus dedinhos arrancou suspiros profundos da menina, enquanto o filme se repetia sem parar.

Àquela altura, não dava mais para Ricardo esconder o tesão, pois o seu pênis parecia que ia saltar para fora das calças. Sua sobrinha não se fez de rogada, libertou aquele músculo tenso e sem dizer uma palavra abocanhou a glande empurrando a cabeça de encontro ao seu púbis. A cena era surreal, mas deliciosa. Ele ali de pé, ao lado da sua cadeira, completamente vestido, com a sua sobrinha sentada chupando avidamente seu mastro luzidio.

O gozo veio intenso e rápido como no filme que não cessava de se repetir. Ricardo inundou a boca da sobrinha que não conteve a quantidade de esperma e deixou que vazasse pelo canto da boca, caindo sobre seu colo. Foi maravilhoso e farto. Helena limpou o excesso com os dedos que antes haviam estada na boca do tio e os lambeu, removendo completamente as provas do desvario.

Ela com um sorriso sapeca, perguntou se não estava na hora de irem embora. Ele satisfeito e um pouco constrangido pela sua canalhice, afinal ela era filha do seu irmão e tinha sido enviada para que ele lhe ensinasse direito, não sacanagem. Se bem que ela pareceu pós-graduada no tema, sendo aprovada com louvor logo no primeiro exame. Concordou e recolheu o membro abatido que ainda se encontrava fora da braguilha.

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