"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ESCOLHAS 2


autor: AlexBahia
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
leituras: 907
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ESCOLHAS – 2

Continuo escrevendo e p/ um melhor entendimento recomendo a leitura da parte um da saga sexual na vida de Cadu.
Sugestões críticas são sempre bem vindas e querendo mais informações podemos nos “falar” pelo email alexandreqfo@gmail.com.
Que loucura. O desejo pairava no ar. Cadu estava se segurando, louco p/ beijá-la e Duda da mesma forma.
DUDA: - seu pau está ai agora duro por mim. Minha xota está aqui ensopada por Vc. Eu desejo Vc.
CADU: - não nego. Mas envolve muitas pessoas...
DUDA: - vamos esquecer o mundo as pessoas viver intensamente essa história. Sempre fui louca por Vc.
CADU: - que história Duda. Isso é uma loucura! Sou seu Pai. Posso não ser...
DUDA: - esquece isso.
CADU: - sai daqui Duda. Se for p/ começar algo, que seja de forma pensada. A razão ela tem que andar junto com os sentimentos. O coração corrompe. Temos uma história até aqui linda, cheia de verdades, cheia de amor e uma escolha errada pode vim a destruir tudo isso. Até aqui te amava de uma forma e não minto. Assim que a vi dessa forma me excitei, ainda estou. Minha vontade....
DUDA: - se entregue a essa vontade.
Duda sobe na cama e tenta agarrá-lo. E ele de forma dura a evita.
CADU: - vai p/ seu quarto. Me dá um tempo. Isso aqui não é brincadeira. Envolve pessoas que amamos. Sempre te vi de outra forma e como disse quando te vi desse jeito enlouqueci. E vou mais além. Já vi mulheres lindas, já fui cantado várias vezes. E sempre me controle . Com Vc está sendo diferente. O coração, o instinto me diz que devo te beijar, tirar tua roupa, me perder em cada pedacinho desse corpo que descobri ser lindo. Passei a vê-lo de uma forma diferente. Vai p/ seu quarto. Sei que vai ser difícil dormirmos, mas vamos tentar nos acalmar. Esfriar os ânimos e amanhã com calma conversamos. Por favor! P/ o nosso bem.
DUDA: - dormimos juntos aqui. Prometo dormir. Prometo não te agarrar. Eu não mordo e se morder sou vacinada.
CADU: - por favor não.
Mesmo a contra gosto ambos se separaram. Duda foi p/ seu quarto e Cadu ficou louco no seu. Tentava a todo custo lutar contra aquele desejo repentino e intenso. Seu pau estava latejando e começou a si masturbar na cama. Imaginava Duda chupando seu pau, imaginando chupando todo aquele corpo, mordiscando seus seios. Lembrava das vezes que a viu na piscina e não a desejava. Imaginou a comendo ali, na cama sua e de Maju. E por conta do tesão gozou forte e fartamente. Do outro lado da parede estava Duda, que pelo tesão não conseguia dormir . Começou a se tocar. Tirou sua camisa e apertava seus seios imaginando que aquelas mãos eram de seu pai que tanto amava e que passará a desejá-lo como homem. Gemia baixinho. Apertava o bico dos seios e sua xota ficava cada vez mais sedenta pela rola de Cadu. Puxou a calcinha p/ o lado e colocou o dedo toda na sua xota. Aumentou seu desejo de té-la preenchida por Cadu. Depois de um tempo enfiando gostoso seu dedo, tirou-o e passou a bolinar seu grelo. Imaginava Cadu chupando-o, mordiscando-o. Gemia cada vez de forma mais intensa e alta. Com uma mão bolinava seu grelo e com a outra apertava seus seios. Que tesão! Olhou p/ parede que os separavam e ficou ajoelhada na cama, virada p/ o quarto dele e apoiada na cabeceira se masturbava de forma intensa. Passava a mão na parede como se fosse agarrar seu amado. Imaginou sentado na rola de Cadu e nessa hora gozou intensamente. Gozo farto que a deixou com o coração a sair pela boca. Foi uma explosão. O mel escorria pela suas pernas e ainda sujou seu travesseiro.
Depois dessa brincadeira solitária, ambos dormiram. Exaustos. Mesmo com o desejo em alta, conseguiram dormir um pouco.
Cadu precisava colocar a cabeça no lugar. Precisava analisar de forma fria a noite anterior. Resolveu se dar um dia de folga e partiu p/ Rio Preto onde estava Maju com Clarinha. Mesmo estando perto de Maju, conseguiria analisar friamente a situação. A decepção grande foi de Duda.
DUDA: - Rosa cadê meu Pai?
ROSA: - Tomou uma xícara de café e saiu. Disse que ia p/ Rio Preto já. Nem voltava p> DUDA: - droga! Ele não poderia fazer isso comigo.
Começou a chorar. Doeu por demais essa fuga de Cadu. Tentou falar com ele na hora, mas seu celular dava caixa. Chorava copiosamente. Preocupou Rosa. Mas viva como era, imaginou que tivesse ocorrido algo entre os dois na noite anterior. Na verdade ela viu que eles estavam juntos conversando na cozinha. Pensou em oferecer seus serviços, mas algo a intuiu a deixar os dois juntos. Ouviu um pouco a conversa e discreta como era resolveu deixa-los a vontade.
ROSA: - se machucou ontem.
DUDA: - me machuquei hoje. Estou louca Rosinha.
ROSA: - acho melhor p/ o bem de Vcs, Vc se controlar mais. Aliás Seu Cadu detesta baixaria. E tem dado muito na cara que está cada vez mais gostando de Seu Cadu de outra forma.
DUDA: - que isso Rosa.
ROSA: - já sua Avó falando isso. Suas tias.
DUDA: - meu Deus! Isso tudo é mais forte que Eu. VC pensa que é fácil, gostar de seu Pai de uma forma como eu estou agora. Confio em Vc. Eu amo Cadu. Desejo Cadu. Minha vontade é de agarrá-lo, encher de beijo, cuidar dele.
ROSA: - na verdade Vc cuida muito mais dele do que dona Maju. Essa casa anda por causa de Vc. Vc de um tempo p/ cá se senti como a dona da casa e estar com Seu Cadu a levou a ver de outra forma. Só peço cuidado. Isso tudo é complicado. Seu Cadu do jeito que é, todo certinho, deve estar louco, com a cabeça a mil. Vai com calma. Dê um tempo a ele. E pensa bem no que vai fazer. Terra complicada de andar.
DUDA: - eu adoro vc. É a primeira pessoa com que eu divido esse sentimento que está me enlouquecendo. Obrigada!
ROSA: - nem pense em contar algo p/ Alice, ou outra amiga sua. Lembre que isto envolve pessoas que ama.
Conversaram e isso fez muito bem a ela. Contou como e quando começou tudo isso. A sensação era de alívio. Mas a vontade de falar com Cadu era grande.
DUDA: - até que enfim.
CADU: - estou chegando em Rio Preto. Preciso ficar só. Vamos passar esse fim de semana separados e aí na segunda conversamos. Segunda você não tem aula e aí à noite conversamos com calma.
DUDA: - você acha que vou aguantar até lá.
CADU: - vai sim. Nunca foi e agora é que não será inconsequente. Me disse que esse sentimento é verdadeiro. Então me dá esse tempo. Aliás nos dê esse tempo. Reflita sobre tudo isso.
DUDA: - preciso de Vc. Te amo!
Cadu continuou a viagem. Duda mesmo a contra gosto se conformou. Chegando em casa Cadu voltou a realidade que o incomodava. A frieza de Maju no tratamento p/ com seu esposa era grande. Ele chegava e ela onde estava permanecia. Nem levantava p/ dar um beijo, fazer um afago tão comum entre casais. Seu porto seguro era sua pequena Clarinha. Carinhosa ao extremo, qdo o Pai estava próximo não desgrudava de seu pé.
O tesão de Cadu era grande. Continuava a pensar em Duda. E à noite foi surpreendido no banho por Maju.
MAJU: - esse pinto duro assim tá querendo alguma coisa. Espero que seja p> CADU: - p/ que mais seria.
MAJU: - confio em Vc, desconfiando. Muitas desejam Vc que eu sei. Inteligente, bonito e rico combinação explosiva. Eu que vacile. Me admira muito Duda não ter me falado nada da sua ida a Júlio. Gosto muito dele, mas lá é frequentado por muita rapariga.
CADU: - deixa de besteira e vem cá. Abaixa esse caralho ele.
MAJU: - aqui não. Sabe que detesto fazer aqui. Prefiro na cama.
CADU: - quando existe amor, tesão, qualquer lugar é lugar.
MAJU: - muito saidinho. Quer dizer que até na rua faria.
CADU: com vc, sem problemas. Uma coisinha escondidinha, num muro. Delícia. Imaginei e ele ficou mais duro ainda.
MAJU: - safado!
O sonho de Cadu era que Maju fosse mais mente aberta p/o sexo. Fosse uma puta na cama. Se isso ocorresse ele deixaria de lado a secura no dia dela p/ com ele. Ele veio nú p/ o quarto. Cheio de tesão. E deu de cara com uma visão maravilhosa. Sua galega nua na cama. Corpo perfeito. Quis aproveitar cada centímetro daquele corpo e foi logo recebido com um balde água fria.
MAJU: - sabe que não gosto disto. Quero sua pinta.
Mas a safada fazia um boquete como ninguém. Colocava os 14cm de Cadu todo na boca, até o talo. O levava a loucura. O fazia esquecer do seu não me toque, das suas frescuras pelo menos momentaneamente. O deixava babado. Chupava também seu saco. Descia com a língua abaixo dele levando Cadu a loucura literalmente. Com o tesão que ele estava aquilo era tudo de bom.
MAJU: - me dá sua rola safado. Come sua galega.
CADU: - fica de quatro. Me dá tesão.....
MAJU: - sabe que não gosto assim. Vem cá me come.
Maju conseguia quebrar o clima facilmente. Queria apenas o papai e mamãe. Mas o tesão estava tomando conta dela e se permitiu a um frango assado. E Cadu metia com vontade. E o tesão aumentava quando lembrava de Duda. A imagem de Duda na noite anterior fazia seu pau pulsar mais e mais dentro da boceta de Maju. Ela enlouquecia com as estocadas profundas e fortes de Cadu. E gozava loucamente em seu pau. E Cadu também por tudo que imaginava gozou fartamente e pensando na sua Duda.
MAJU: delícia amor. Vc se supera a cada dia. Vc me ama?
CADU: - claro amor. E eu te satisfaço?
MAJU: - claro. Mais do que imagina. Vc me satisfaz como um todo. Vivo p/ Vc. Hummmmm, isso não vai abaixar não é?
CADU: - não! Está querendo mais.
MAJU: - nem pensar. Minha bocetinha está dormente e eu não gosto de......
CADU: - Amor e eu vou ficar na mão? Me dá um beijo. Deita aqui no meu peito.
MAJU: - estou com sono. Detesto ficar assim. Deixa eu dormir.
Aquilo enlouquecia Cadu. Cheio de amor. Vontade imensa de curtir, ficar agarradinho com sua esposa e como sempre recebia um balde de água. Muitas foram as vezes que deu vontade de jogar tudo p/ cima. Mas pensava em sua filhas. E agora pensava em sua Duda de uma forma mais gostosa. Via nela uma forma de suprir a carência de tudo que tomava conta dele. Pegou o celular e tinham várias mensagens dela no what’s app. Dizia que ele era tudo na sua vida. Que precisava dele. Que tinha uma vontade imensa de beijá-lo, acariciá-lo e fazer amor com ele.
Isso o acendeu mais ainda.







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