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Eu e Livia no Morro do Moreno


autor: publicitario45
publicado em: 28/07/15
categoria: hetero
leituras: 2725
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Eu e Lívia, a garota da agência de modelo, estávamos saindo sempre que pintava uma oportunidade. Geralmente nossas farras terminavam num motel ou na minha casa. Numa tarde de sexta, Lívia me liga e diz assim:

Ela: tô morrendo de tesão.
Eu: quer ir para um motel ou prefere ir para a minha casa?
Ela: nenhum dos dois. Queria fazer algo diferente. Tem alguma ideia? Afinal de contas o publicitário aqui é você.
Eu: não tenho. Mas o meu dia foi bem produzido e já posso ir embora. Consegue sair mais cedo? A gente se encontra e descobre algo bem tentador para fazer.
Ela: ok! passa aqui em 30 minutos e me pega.

Resolvi alguns assuntos na agência, me certifiquei que estava tudo certo e sai. Naquela época eu tinha um Palio com vidros com insulfilme G5. Quem conhece sabe que é quase impossível ver quem esta dentro do carro. A ideia de colocar este insulfime no meu carro foi do meu irmão e confesso que com o tempo eu adorei a ideia.

Cheguei na agencia de modelos em alguns minutos. Não demorou quase nada para Livia descer. Ela estava de vestido branco, curto, soltinho e de sandália. Entrou, me beijou e saímos andando pela orla sem saber exatamente pra onde ir.

Ela: nossa. Hoje eu acordei toda melada de tesão. Passei o dia pensando em você, não to me aguentando. Mas não quero ir pra motel nem pra sua casa. Só sei que tô daquele jeito.
Eu: vamos ver o por do sol no Morro do Moreno? Lá quem sabe pinta uma ideia genial?
Ela: vamos.

Morro do Moreno fica atrás da Praia da Costa, tem algumas casas e pousadas. É meio deserto em determinados horários mas algumas pessoas gostam de ir lá para ver o pôr do sol que por sinal é muito bonito. Chegamos lá, paramos o carro, colocamos uma música bacana e ficamos conversando sobre quase tudo. Trocamos carinhos, nos beijamos e alguns momentos parecíamos namorados.

Os beijos foram se intensificando e como relatei no conto anterior, Livia tem cara de safada, por mais que la tente disfarçar, a cara dela não engana. Boca quente, mãos ágeis começamos a nos tocar dentro do carro enquanto algumas pessoas passavam do lado do carro com os vidros escuros. A temperatura começou a subir, os amassos se intensificaram e Lívia pulou pro banco de trás do carro. Sentou, abriu as pernas me olhou com cara de puta e disse:

Ela: chupa! Está buceta é sua.
Eu: se eu colocar a minha boca ai, não me responsabilizo por mais nada.
Ela: Vem, me come que eu n ão to me aguentando.

Saltei pro banco de trás e cai de boca naquela bucetinha melada. Lívia se mexia como uma serpente dentro do carro. Eu continuava ali, bebendo aquela mel delicioso que saia de dentro do seu sexo, até que ela não se aguentando, puxou seu vestido por cima da cabeça ficando completamente nua dentro do meu carro.
Sem muito espaço, fui subindo pelo seu corpo enquanto ela desabotoava a minha calça e abria meu zíper. Com meu pau livre, ela colocou a cabeça na porta e me puxou para dentro dela. Senti meu pu deslizar para dentro dela. Buceta quente, melada, boca nervosa procurando a minha boca, unhas arranhando minhas costas e eu aumentando as estocadas. Sentia meu saco bater na polpa da sua bunda. Lívia pedia mais, não se preocupava com as pessoas que passavam do lado de fora do carro. Lá fora o sol se pondo e o dentro do carro o cheiro de sexo tomando conta de tudo.

Ela: deixa eu sentar no seu pau?
Eu: vem

Livia sentou, se encaixou com facilidade e começou um vai e vem maravilhoso. Sentia meu corpo esquentar cada vez mais, arrepios tomavam conta de mim e eu já nem me lembrava mais da rua. Nossos movimentos foram aumentando, nosso gozo chegou junto. Gozamos e deixamos nossos corpos grudados no banco de trás do carro.

Após alguns minutos nos vestimos e fomos matar a outra fome da minha linda amiga. Fomos para um restaurante japonês porque ninguém é de ferro.

Um beijo a todos.



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