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Maíra minha putinha groupie...


autor: hoiser
publicado em: 14/12/16
categoria: hetero
leituras: 738
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Olá amigos! Bora para o meu segundo conto...

Como ja havia relatado no conto anterior, sou musico e toco na noite, o que acaba me propiciando transas bem interessantes, já que estou solteiro a muito tempo.

O que irei contar hoje, ocorreu em julho deste ano. Moro em Porto Alegre, tenho 35 anos, Moreno, corpo atletico, olhos azuis, tatoagem, piercing, cabelo liso na altura do ombro, praticamente um rock star, só que não hehehe

Em um show qualquer, conheci por intermédio do baixista, a Maíra... uma ruivinha (nao natural) de pele bem branca, sardinhas no rosto, olhos verdes, estilo rockeirinha com seios médios e uma bunda bem interessante. Meu amigo vinha comendo a Maíra a algum tempo, mas volta e meia reclamava que ela tava querendo romance e que era muito grudenta.

Após algum tempo conversando com ela, notei que estava ficando meia alta, em virtude da bebida, começou a falar mais alto, rir de qualquer coisa e ao mesmo tempo, passou a se insinuar pra mim (provavelmente para fazer ciume para o Rafael, que não demonstrava o minimo interesse em passar a noite com ela...)

Perguntei se já nao tava na hora de ela ir pra casa, no que ela me explicou que morava em outra cidade e que seu primeiro onibus saia apenas as 05:00. Eram menos de 3h e ela ja estava naquela situação. Conversei com o Rafa e disse pra ele levar pra casa dele, desse um trepada boa e despachava no outro dia pela manhã. Rafael demonstrou um profundo desinteresse por Maíra soltando apenas um:

- Ela que se vire, enchi o saco dessa guria.

Vi ali uma belissima oportunidade... fui até ela e ofereci carona. Ela apenas disse que ia ver... Disfarçou um pouco, deu uma ciscada na volta do Rafael, para depois voltar tristonha dizendo que aceitava minha ajuda.

Bebemos mais umas cervejas, papo vai, papo vem, já conversavamos bem proximos, junto ao pé do ouvido, cada vez que ia lhe falar, passava-lhe a mão pela cintura e trazia para bem junto do meu corpo. Sentei-me em uma cadeira alta e mesmo assim ficamos quase da mesma altura (Maíra tem os seus 1,65 e eu tenho 1,93). Minha presa mostrava-se cada vez mais vulneravel, e resolvi que estava na hora de deixar as coisas bem claras.

Olhei bem fundo em seus olhos verdes por alguns segundos e lhe falei:

- Bom, seguinte Maíra. Nao sei o que ta pegando entre voces dois e tambem não me interessa nem um pouco. To muito afim de ficar contigo hoje e não to nem aí se o Rafa vai ficar de cara.

- Eu tb to afim e mesmo que não role nada sério entre a gente, nao vejo pq ele precise ficar sabendo...

Foi a deixa para nos dirigirmos até o caixa, acertarmos nossas comandas, e entrarmos no meu carro. Como havia estacionado bem em frente ao bar, nao quis agarrar-lhe logo que entramos, maos ao dobrarmos a esquina, encostei o carro e parti para cima dela, sem dizer uma unica palavra.

Seu beijo me surpreendeu tamanha era sua volupia, beijava-me com muita intensidade, como se ja estivessemos fodendo. Agarrei seus cabelos, pela nuca, prendendo-a em minha mão, passei a chupar-lhe a lingua com força, enquanto minha mão procurava sua boceta, por dentro de sua calça. Maíra ajudou-me a liberar o cinto e logo meus dedos alcançaram uma buceta quentissima e molhada.

Ao penetra-la com meus dedos, Maíra passou a arranhar-me o peito com muita força, deixando marcas profundas (tenho fotos de como ela deixou meu corpo e posso manda-las a quem se interessar). Aquilo me deixou furioso, passei a segura-la pelo pescoço com a minha esquerda, apertando-a com muita força e senti ali a oportunidade perfeita de lhe dar a primeira bofetada da noite. Minha mão direta surpreendeu a face de Maíra, que após recompor-se, apertou os olhos e disse com uma voz deliciosamente safada:

- Me come aqui, agora!

Não curto nem um pouco transar dentro do carro, em virtude do meu tamanho. É algo realmente trabalhoso e por vezes não muito viavel, mas naquela altura, ja estava com o pau melado, durissimo, nao pensei duas vezes. Abri o ziper da calça, empurrei sua cabeça com força em direção ao meu cacete. Maíra fez menção de negar-se, puxei-a com mais violencia, desta vez para cima, dei-lhe outra bofetada e falei com firmeza:

- Chupa sua puta!

Maíra enfim, caiu de boca em meu pau. Ao ver seu rabinho branco, ja quase sem calça, virado pra cima, passei meu dedo na boca e procurei por seu cuzinho. Para minha surpresa, Maíra nao esboçou reação e rapidamente, meu dedo sumiu em seu cu. Ficamos nessa por poucos minutos, logo Maíra desfez-se da bota de couro, da calça e pulou pra cima do meu cacete. Com seus peitinhos em minha cara, minha vez de retribuir sua mamada...

Ajeitei meu caralho por baixo de Maíra, pincelei na buceta, apenas o suficiente para sentir sua baba, meus planos era somomizar aquela vadiazinha, tratei de apontar pra dentro do seu rabo, sem dar-lhe muita chance de argumentação. Quando Maíra fez jeito de que nao deixaria... peguei sua mão pequenina, chupei-lhe seus dedos e levei em direção a sua xoxotinha, ordenando-a

- Mexe nessa buceta que vou comer teu rabo!

Meu pau entrou com algum dificuldade... um pouco pela falta de lubrificação, outro tanto pelo incomodo da falta de espaço, ainda com o pau enterrado pela metade, voltei a segurar Maíra pelo pescoço e agora as bofetadas eram uma atras da outra:

- ta gostando desse caralho sua puta?

- ai muito, me fode!

- melhor que dar pro Rafa?

- muito melhor!!!

- então diz aqui no meu ouvido, que a partir de hoje, tu vai ser a minha putinha!

- eu sou tua puta! eu sou tua puta!

Dito isso, enterrei até os bagos naquele cuzinho quente e Maíra acabou dedilhando sua buceta até gozar agarrando-me pelos cabelos e mordendo os proprios lábios...

Acabei não gozando ali. A viagem era longa. Fui dando meu pau para Maíra mamar, até chegarmos em sua cidade, uns 50 minutos depois. Entrei no patio de sua casa (ela mora com os pais) e acabei comendo-a encostada no muro com a bunda empinada para trás. Dessa vez, esqueci-me de lhe dar prazer, comi Maíra, como se deve comer uma puta barata, pensando apenas em me satisfazer. Gozei forte dentro da sua boca e lhe dei mais uma bofetada antes de deixa-la entrar em casa...

Preciso dizer que meu baixista teve de cantar em outra freguesia? =)

Espero que gostem, interessadas em bater um papo, podem me procurar no filipe_st no hotmail.com

Beijos!






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