"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ESCOLHAS 3


autor: AlexBahia
publicado em: 15/12/16
categoria: hetero
leituras: 936
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ESCOLHAS – 3

Para um melhor entendimento recomendo a leitura das partes 1 e 2.



Muitas foram as vezes que deu vontade de jogar tudo p/ cima. Mas pensava em sua filhas, na sua estrutura familiar que construiu e que tanto o orgulhava. Deixava sentimentos de lado p/ o bem delas.

Algo mudava em Cadu. De cara o assustou. Sempre foi seguro nas suas decisões e não se deixava balançar principalmente no que se refere ao assunto mulheres. Sempre foi cobiçado, muitas disputaram seu amor. Nunca foi de quantidade, teve poucos relacionamentos mas todos muito intensos e em todos o lado sexual era perfeito. Hj quando lembra de ontem, se pergunta sobre o que acontece na sua relação com Maju. Senti tesão por ela, busca inovar, não deixar cair na rotina e ela não responde positivamente. Pergunta a ela se ele a satisfaz e a resposta é sempre a mesma: “ você é tudo em minha vida”. Além do sexo, o que muito o incomodava, mas que por tanto tempo juntos já se acostumava, era o lado frio de sua esposa. Cadu sempre foi carinhoso com todos e com suas mulheres principalmente. Ele as enchia com todo carinho do mundo. De suas filhas tinha retribuição e isso o deixava satisfeito, mas de quem merecia um algo a mais não vinha nada. Não questionava a fidelidade de Maju p/ com ele, mas aquilo o incomodava. E agora tendo promessas de retribuição de carinho, não mais de filha, mas de uma mulher cheia de amor p/ dar, tinha abalado a fortaleza que existia em Cadu.

Acordou cheio de tesão. Quando viu sua esposa com aquele rabo maravilhoso e com uma calcinha entrando levemente nele, seu tesão foi a mil. Buscou se encostar na esposa, roçar seu pau duro nela e quando fez foi quase agredido com tamanha brutalidade. Levantou irado e foi surpreendido com um telefonema de sua amada filha.

DUDA: - pelo menos um bom dia não vai me negar.

CADU: - de forma alguma. Bom dia, meu Amor!

DUDA: - por mais que ouça essa frase diariamente, essa soou de forma gostosa e o que é melhor diferente. Booooooom Diiiiiiiiia, meu Amor!

- vem embora. Quero te dar ele de forma mais intensa e gostosa.

CADU: - não brinca com coisa séria menina.

DUDA: - não me chama de menina. Quero ser sua de outra forma. Vem logo.

Que diferença de tratamento. O carinho que ele buscava de uma companheira, vinha vendo lampejos vindo de quem menos esperava. Ficaram algum tempo falando no telefone e percebia-se que existia uma sintonia muito maior que imaginavam. O sentimento de falta, longe um do outro era mútuo.

A noite anterior de Duda foi complicada. A falta de Cadu a deixava inquieta. Para tentar diminuir a angústia dormiu na cama dele, p/ sentir seu cheiro, se imaginar ali deitada com o homem que tanto mexia com ela. E porque não, tanto amava. Mas ao mesmo tempo sentia ciúmes de sua mãe. Pensou neles transando e a raiva tomou conta dela. Foi uma tortura aquela noite.

No café da manhã voltou a conversar com Rose sobre tudo que vinha passando e mais uma vez ouviu que tinha que ter muito cuidado. Isso tudo era difícil p/ Cadu e queira ou não ele era seu pai. Rose pediu p/ que ela de forma alguma falasse p/ Cadu que sabia de tudo. Temia pela reação de seu patrão. E o que menos ela queria na vida dela era problemas. Veio da roça e a oportunidade que teve dada por Cadu foi importante pois a tirou da zona da pobreza e do nada perder tudo isso a provocava calafrios.

Nessa conversa Rose quis tirar a dúvida que tanto a incomodava. Queria saber como foi que surgiu esse amor de Duda p/ com Cadu. Não entendia como tudo mudou de forma grandiosa. Ela era viva, tinha percebido algo de um tempo p/ cá, mas chegar a esse ponto de se declarar, de querer algo, a enchia de dúvidas. E Duda voltou no tempo e passou a dizer.

ALICE: - pelo amor de Deus! O que é isso?

DUDA: - que isso o que menina?

ALICE: - SR° Cadu. Ele é tudo. Como vinho. Quanto mais velho melhor. Ele consegue ficar mais bonito a cada dia. E o jeito dele de tratar, falar com Vc. Aiiiiiiiiii!

DUDA: - você está falando de meu pai.

ALICE: - ele nunca foi seu pai. Ele te criou. Mas euzinha não o veria como pai. Ele me botar no colo. Ahhhhh! Ficava louca. Me daria vontade de dar uma reboladinha e..

DUDA: - para Alice. Vc está louca!

Aquilo por mais incrível que pareça mexeu com algo nela. Do nada passou a observar aquele que o criara de forma diferente. O carinho a atenção oferecida por ele a todo o instante a deixava agora muito mais realizada, porém de uma forma diferente e deliciosa. Os negócios os deixavam bastante próximos, o fato de morarem juntos mais ainda. Duda tinha terminado um relacionamento. Era muito exigente, a presença constante de Cadu em sua vida tinha o colocado como referência de homem. E namorados que arranjava na cidade, segundo ela própria, ficavam aquém. Queria p/ companheiro o conjunto que era representado de forma perfeita por Cadu. Bonito, inteligente, trabalhador, tinha que ser primordial em qualquer um que quisesse a conquistar.

Tomavam café da manhã e almoçavam quase sempre juntos. E quando não tinha aula da faculdade o estar junto era maior ainda.

Fatos simples como ir ao supermercado faziam Duda se sentir no lugar de sua mãe. A liberdade dada a ela por Cadu p/ cuidar das coisas da casa, mais ainda. E isso tudo depois da conversa com Alice a fazia sentir tudo aquilo de outra forma.

Num desses dias juntos à noite, quando não teve aula. Jantaram juntos, falaram coisas do trabalho, e foram assistir tv. Ela meio sonolenta se recostou em Cadu. E sentiu mais e mais protegida, amparada. Deitou em seu colo e Cadu de forma inocente, sem segundas intenções fazia cafuné e algo de gostoso mexeu com Duda. Uma coisa gostosa percorria seu corpo. O bico de seus seios endureceram, crescia um tesão louco dentro dela.

A coisa foi tão boa que no dia seguinte ela não foi p/ faculdade à noite justamente p/ repetir a dose. Estar mais uma vez deitada no colo de Cadu. E assim fez, mas desta vez foi mais ousada, sentou no canto do sofá e passou as pernas por cima de Cadu. Sua intenção e que ele passasse as mãos em suas pernas, queria sentir o toque te Cadu em seu corpo. E assim aconteceu e ela fechava os olhos te tanto tesão. Um simples toque a deixava eletrizada. Se perguntava como podia aquilo. Que toque. Imaginava como seria o toque em todo seu corpo. Num filme que estavam assistindo teve uma cena mais quente e a forma que Duda estava, percebeu um sinal de vida de Cadu e aí sua xota molhou de vez. Cadu preocupado quis logo ir dormir, se sentiu mal.

DUDA: - vms ficar mais um pouco. Está tão bom estarmos aqui. Estar com você é viciante.

CADU: - acho melhor subir. Me deu sono.

DUDA: - não percebi isto. Aliás percebi você muito ligado na cena.

Cadu ficou vermelho.

DUDA: - te deixei sem graça. Fica assim não. Percebeu o qto estamos próximos últimamente.

CADU: - a muito tempo temos isso.

DUDA: - mas tenho achado que estamos diferentes. Vc é um encanto. Minha mãe é uma mulher de sorte. Agora ela tem que cuidar melhor de Vc. Acho que tenho que fazer isso p>
CADU: - vou subir.

DUDA: - vou também. Posso ficar com Vc no quarto?

CADU: - acho melhor não. Vms dormir. Temos um dia cheio amanhã.

E assim foi cada um para seu quarto. Mas a vontade de Duda era ir p/ o quarto ao lado e estar junto daquele que mexia com todo seu imaginário. Em sua cama lembrou quando mais cedo Cadu passava a mão em suas pernas e sua xota ficou ensopada. Desceu a mão e acariciou sua xota por cima do short. Apertava e o tesão aumentava. Tirou toda a roupa. Sua calcinha estava ensopada. Cheirou com gosto ela. Saber que aquele estado veio por conta de “seu pai” ao invés de a deixar preocupada, tinha um efeito contrário. Apertava seus seios. Apertava os bicos duros. Já livre da calcinha, enfiou dois dedos de vez em sua xota toda melada do mel do prazer. Imaginava que aqueles toques eram de seu pai. Lembrou do momento que na hora do filme, o pau de Cadu endureceu. Sua vontade era pegar, chupar, sentir aquela rola dentro de sua xota. Olhou p/ trás, e percebeu que do outro lado da parede estava o homem que tanto deseja e que a fazia feliz. E a agora a fazia se sentir uma mulher amada.

DUDA: - chupa meu amor. Chupa minha bocetinha. Chupa. Ahhhhhhhhhh! Isso chupa.

Delirava. Sua imaginação ia longe. Gemia gostoso imaginando seu pai te dando prazer a realizando na cama.

DUDA: - isso. Não para não.

Imaginava Cadu chupando sua xota, mordiscando seu grelinho. E quanto mais sua mente viajava, seu tesão aumentava. Gemia loucamente.

DUDA: - vai gostoso. Me faz gozar gostoso na sua boca. Ai! Não para! Ahhhhhhhhhhhhhh! Delícia! Gozando p/ vc, meu amor. Te amo! Te quero! Te desejo! Quero ser sua. Ahhhhhhhhhhhh!

E Duda gozou loucamente. Nunca tinha sentido algo parecido. Em todas as transas que teve até ali. Não lembrava de ter tido sensação tão forte.

DUDA: - isso tudo foi me masturbando p/ você meu amor. Imagine quando poder sentir sua boca, chupar seu pau. Senti-lo nesta boceta. Ahhhhhhh!

Ela falava, suspirava, gemia apoiada na cabeceira da cama e encostada na parede que separava de seu amor.

DUDA: - me perdoa Senhor, mas estou amando, desejando aquele que Tu me destes primeiramente como Pai. O quero como meu homem.

O dia seguinte foi diferente p/ Duda. Um sentimento de realização era notado por todos com quem interagia. E uma vontade louca e intensa de viver aquele amor era cada vez mais forte. Sentia-se como a Senhora Cadu. E eles se aproximavam mais e mais. A interação era grande, prazerosa e cada vez mais constante. Duda cuidava de Cadu como esposa e não mais como filha.

Abriu seu coração p/ Rose. E o mais interessante é que não só ela ficou excitada com as lembranças. A proximidade cada vez maior com Rose, fez com que Duda não deixasse de contar nada. Todas as partes não foram ocultadas. E assim como Duda a lembrança fez também Rose se excitar.

Rose tinha 23 anos. Era uma morena tipo cabo verde. Olhos da cor de mel. Corpo perfeito. Seios médios. No tamanho certo p/ receber uma boca sedenta p/ mordiscar seus bicos de seios grandes. Cabelos lisos longos. Uma bunda pequena, mas bem desenhada. Era da roça, mas Cadu em uma de suas obras foi responsável pela implantação de uma adutora que beneficiou a pequena e paupérrima propriedade dos pais de Rose. Fez amizade com todos da casa e se encantou pela presteza , educação e simplicidade da moça. Ficou tocado pelas condições que viviam e buscando ajudar aquela bela, mas maltratada jovem propôs contratá-la p/ trabalhar em sua residência. E lá Rose cresceu. Passou a se cuidar. E sua dedicação a aquele homem e sua família era cada vez maior. A convivência maior com Cadu e Duda a fez ser mais ligada a eles. Nada tinha contra a Maju, mas não entrava na cabeça como ela vacilava com seu querido patrão.

Rose com tudo que Duda falará sentia sua xota molhada. Se excitou com as partes mais “calientes” contadas por Duda.

DUDA: - meu Deus! Que vergonha! Deve me achar uma louca. Uma excomungada.

ROSE: - não te julgo. Mas lembre-se. Não conte nada disto p/ ninguém. Entendo seu amor. Difícil de aceitar de cara. Ele queira ou não é seu pai. Aprendi que pai é aquele que cria. Mas vá entender as coisas do coração.

O interessante é que quando Rose abria a boca não parecia em nada que veio d origem mais do que humilde. De uma sabedoria imensa. Sabia usar as palavras. Encantava Duda. E a fazia cada vez mais próxima.

Distante dali estava Cadu. Seu final de semana foi diferente. A vontade de estar perto de Duda o incomodava. Lutava contra aquilo. Mas a indiferença no tratar de sua Maju o levava a imaginar como seria viver aquela loucura. Lembrar da noite que passou a ver Duda de uma outra forma o deixava louco. Pois o tesão tomava conta. Pior. Uma vontade de estar perto, compartilhar momentos, desejos era cada vez maior.

Buscou sua esposa outras tantas vezes ao longo do dia. E todas frustradas. Aquilo adicionado a vontade de carinho e sabendo que poderia ter de alguém que menos esperava o deixava sem chão.

As únicas coisas boas que teve ao longo do fim de semana foram a presença constante ao seu lado da pequena Clarinha e o fato de conhecer dois casais. As esposas eram amigas de Maju. Fernanda do trabalho e Júlia da academia. Um jantar serviu p/ aproximá-los e isso num futuro próximo mudaria por completo a vida do casal Cadu e Maju.

Antes de voltar p/ a realidade que tanto deseja estar. Maju deu um lampejo da forma como Cadu desejava que ela fosse. Maju estava naqueles dias, raros, mas com uma vontade louca de gozar gostoso com a rola de Cadu preenchendo sua boceta. E assim Cadu fez. Comeu sua esposa de forma que Ela ficou acabada. Deu uma verdadeira surra de pica.

MAJU: - delícia!

CADU: - ahhhhhhh! Toma gostosa. Toma meu leite nessa boceta. Ahhhhhhhhh!

MAJU: - amor o que foi isso? Vc me acabou. Minha xota tá dormente.

CADU: - que bom que você gostou.

MAJU: - eu adoro. Só não tenho o mesmo apetite que o seu.

CADU: - espero que esse pouco não seja por minha causa.

MAJU: - de forma alguma. Vc sabe que me completa. Vc é tudo na minha vida. Tenho muito medo de te perder. Vc gosta muito de sexo e eu.....

CADU: - não vivo de sexo. Mas tenho tesão. E muito por vc. Sabe que me dedico e muito a nossa relação.

MAJU: - sei disto. Vc e tão maravilhoso, que tenho medo.

Cadu olhou o corpo de sua galega. Era maravilhoso. As idas a academia tinha ajudado mais ainda. Corpo bem desenhado e cuidado. Estilo mulherão. Aliás, Maju na academia levava muitas olhadas. Mas sempre séria, não dava abertura a ninguém. Seus olhos p/ seu esposo eram totais. Mas o medo de perder aquele que a fazia feliz aumentava. O pior é que numa pequena mudança ela traria mais e mais seu esposo p/ ela. Mas ela insistia em ser fria e não cuidar do seu amado. Mas de onde vinha aquele desleixo. Tão perceptível p/ muitos e nem tanto p>
MAJU: - hummmm! Tá duro assim p/ sua galega é. Não abaixa não.

CADU: - tá vendo o efeito Maju.

Ela surpreendendo Cadu, caiu de boca em seu pau. Fazia um boquete como ninguém. Explorava todo seu pau. Deixava Cadu louco com aquela visão. Era uma das coisa que ele queria. Maju mais puta. Se ela fosse dessa forma relevaria sua frieza. E ela estava nos raros dias de safada. Não por completo. Mas aquele pouco satisfez Cadu. Chupava seu pua com maestria. Seu saco. Descia e levava Cadu a loucura. Era doido p/ receber um beijo grego. Todas as vezes que Maju brincava com a área entre o saco e seu rabo era loucura.. Maju percebia isto e brincava. Cadu queria falar p/ descer. Brincar com seu rabo. Mas Maju do jeito que era, com certeza acharia o pior dele. Cadu aproveitou assim mesmo.

MAJU: - goza na minha bunda. Goza vai cachorro.

CADU: - Ahhhhhhhhhhhh! Toma vai porraaaaaaaa!

MAJU: - delícia! Gostou?

CADU: - adorei!

Que noite gostosa. Cadu dormiu satisfeito. Mas não esqueceu que no dia seguinte teria que fazer uma escolha.







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