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Uma ultima vez com Sofia? - Parte 1/2


autor: Safadao_1987
publicado em: 21/12/16
categoria: hetero
leituras: 776
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Olá leitores, cá estou para dividir com vcs mais uma experiência deliciosa. Aconteceu em Julho desse ano.

Lembram-se da Sofia? Aos leitores que não conhecem a história, sugiro lerem o meu relato “Gozei com a prof.ª de biologia” para ficarem por dentro.

Pois bem, após a viagem de Sofia para outro Estado, fomos mantendo contato pelas redes sociais.

É até interessante falar sobre isso, vejam só;

Da época que nos envolvemos (em 2006) até os dias de hoje são 10 anos, pensem em quantas mudanças ocorreram nas redes sociais, internet, etc, e em meio essas mudanças, nossa amizade permaneceu imutável assim como o magnetismo que surgiu entre nós. E também o nosso desejo carnal um pelo outro

Então! Sofia veio a minha cidade para fechar a venda de sua casa,

(E isso talvez signifique que nunca mais nos veremos novamente), ela já tinha me avisado de sua vinda e eu já tinha arquitetado um jeito de driblar a esposa.

O plano foi o seguinte:

Sou administrador de um armazém de grãos, onde fazemos a compra de grande parte da produção na região, sazonalmente preciso viajar de caminhonete pela região coletando dados junto aos produtores para fazer uma pesquisa de safra.

(Perfeito, inventei a viagem de sexta para domingo, e me bastava ficar invisível na cidade)

Organizei tudo com Sofia para quando ela chegar, termos uns 2 dias a sós na casa em que outrora nos tornamos amantes.

Tinha que ser perfeito, comprei um colchão de camping, até emprestei um frigobar de um amigo meu (Mauro) dono de um bar onde tomo umas brejas de vez em quando.

Mauro: -Tu sabe que pode contar com esse velho amigo.

Eu: - Obrigado Maurão, vc ta me quebrando um galho enorme, fico te devendo uma.

Mauro: - Tranquilo parceiro vai lá e aproveita bem. Seja lá com quem for.

Vai me dizer quem é?

Eu: - Dá não, segredo de estado.

Mauro: - Assunto pra próxima cervejinha, então?

Eu: - Quem sabe? pode ser!

Me preparei para sair.

Mauro: - Espere um minuto, vem aqui tem mais outra coisa pra vc.

Mauro me mostrou seu estoque variado de vinhos, eu já conhecia tudo ali, até já tinha encomendado os que levaria para o encontro.

Mauro: - Por conta da casa!!! Escolhe mais um.

Eu: - Poxa meu velho desse jeito eu me apaixono, kkkkk

Não quis abusar, peguei um vinho não tão caro e combinei com Mauro para estar tudo gelado no dia "D".

Aguardei então o ok da Sofia, já imaginando as delícias que faríamos.

Fiquei tão imerso no planejamento do encontro que por um instante me senti como quando tinha 18 anos.

Como era divertida aquela época, os amigos inseparáveis, as noites de rock, a primeira garrafa de whisky, os primeiros pourris, e as intensas as paixões...

Ah Sim! As paixões, como não lembrar delas? Como não lembrar das transas com as gatinhas da escola? Como esquecer da minha grande paixão "Janinha"? (relato - Meu Presentinho para Janaína), e da forma como ela entregou sua virgindade para mim iniciando nosso curto porém intenso amor.

E como esquecer da forma covarde que fomos separados pela vida, quando foi inevitável a necessidade de uma tomada de decisão adulta?

E claro, como se esquecer da Prof Sofia e das noites selvagens de sexo que vivi com aquela mulher, da maneira como ela me beijava, me masturbava, o gosto e cheiro de buceta que ela deixava em minha boca, toda vez que sentava em meu rosto quase me sufocando e pedia:

"Mete a língua bem fundo"

Devo à ela o conhecimento que tenho sobre o prazer feminino.

Aquela mulher deliciosa estava voltando após longos 10 anos sem nossos corpos se tocarem, sem nossas línguas se lambuzarem e nossos sexos palpitarem até o nosso gozo os encharcar...

Aquela mulher estava voltando para fazermos tudo àquilo novamente...

Uma última vez...

Esse encontro tem que ser prefeito. Pensei.

Prólogo - O DIA "D"

Sofia já estava na cidade há um dia, na sexta como planejei peguei a caminhonete do trabalho e passei no bar do Mauro para pegar o frigobar com as bebidas.

Chegando ao nosso ninho de amor, por volta das 19 hs, enquanto aguardava o portão ser aberto, várias lembranças passaram na minha cabeça, lembranças de como tudo aquilo começou, cheguei ao ponto de me ver 10 anos mais jovem adentrando aquele mesmo portão sem saber o que me esperava lá dentro.

- Moleque de sorte!- Sorri comigo mesmo.

O portão começou a abrir e logo a minha imagem com 18 anos sumiu da minha mente, dando lugar a uma outra, milhares de vezes melhor.

Sofia...

Lá estava ela de vestido vermelho curto decotado e com os cabelos negros soltos.

Entrei com o carro e esperei o portão fechar completamente para descer.

Sofia se aproximou do carro (já podia ver um sorriso radiante em seu rosto), Logo que desci, meu nariz foi invadido pelo perfume delicioso e sedutor daquela mulher.

Meus instintos logo responderam e ficaram ainda mais aguçados quando ela me agarrou e pude "Finalmente" sentir mais uma vez o calor e o cheiro de seu corpo.

Sofia: - Quanto tempo, Vc está mais bonito q...

Calei a boca de Sofia com um beijo úmido e apaixonado, agarrei-a bem forte pelos ombros e cintura apertando-a contra meu corpo, e naquele instante nada mais importava no mundo.

Éramos apenas nós, apenas carne e desejo, prazer e pecado.

Durante o beijo Sofia mordia meu lábio inferior e só parava para chupar minha língua.

Queria retribuir, mostrar para ela como melhorei desde nosso último encontro a 10 anos, mas ela me impedia, segurava meu rosto com as duas mãos, acariciando minha barba enquanto devorava meus lábios e língua.

Quando ela finalmente soltou meus lábios pude sentir um pequeno fio de sangue em meu lábio inferior.

Sofia: - Desculpe, não pude me controlar - Ela limpando docemente o sangue com os dedos.

Eu: - Vou descer essas coisas da caminhonete e pedir nosso jantar

Sofia: - O jantar já encomendei, gosta de comida japonesa?

Eu: - Sim.

Apressei-me em descer o frigobar e organizar tudo dentro da casa.

A casa estava vazia, poucos móveis ainda restavam, uma mesa de jantar com uma toalha impecavelmente esticada e já com alguns talheres e pratos posicionados.

Organizei o frigobar abri uma das garrafas de vinho e servi duas taças, enquanto Sofia me conduzia até o quarto.

Ao entrar, novamente meu nariz fora invadido por um cheiro sedutor, dessa vez de um incenso suave e adocicado.

A cama estava arrumada e encima dela, uma sacola preta de conteúdo misterioso.

Sofia: - Gostou?

Eu: - Nossa está tudo maravilhoso. Pensei que sua casa já não era alugada à um bom tempo.

Sofia: - Mas é isso mesmo, após a última reforma a uns três meses, decidi vende-la, uma amiga minha ficou zelando enquanto não achava comprador.

Eu: - Ela sabe que estamos aqui?

A temperatura do vinho estava ótima.

Sofia: - Sim, mas não se preocupe com isso, ela tem um caso com uma "pessoa", e vc já deve imaginar o que rolava aqui, então confio nela.

Sofia sentou à borda da cama com as pernas afastadas, me coloquei entre elas e acariciei seu rosto e cabelos, logo me ajoelhei e novamente nos beijamos.

Ao mesmo tempo em que, com as mãos invadia as coxas de Sofia por baixo do vestido, com a boca vingava minha língua e lábios que tanto foram sugados minutos atrás.

Fui deslizando a mão direita até a bunda dela por fora do vestido e segui fazendo carícias até chegar ao pescoço.

Um infinito de pensamentos rodeava minha cabeça em resposta as sensações que minhas mãos me passavam.

Pele hidratada,

Macia,

Cheirosa

Agarrei um tufo de cabelos da nuca de Sofia e puxei para trás expondo todo o seu pescoço, passei então a lamber e beijar nessa região o que causava arrepios e gemidos.

Nossos corpos já agiam sincronizadamente a muito tempo, a pele dela arrepiava-se aos comandos de meus lábios e mãos. E minha respiração ficava mais penetrante, sussurrante e meu pau cada vez mais pulsante com seus beijos e carícias.

Nosso jantar havia chegado.

Sofia: - Fome?

Eu: - Muita! vc nem imagina.

Seguindo minha estratégia de ficar invisível, organizei a mesa enquanto Sofia buscava a comida, logo após tomei um banho e vesti a roupa extra que havia levado.

Mesa posta e vinho servido, conversamos muito sobre vários temas. Dividimos nossas experiências vividas e, quando não restavam mais assuntos para conversar, e já com indícios de embriaguez, Sofia e eu começamos a contar piadas.

Íamos desde risadas curtas causadas por uma piada bem engraçada, até gargalhadas demoradas por piadas sem graça nenhuma, mas que devido um ou outro "mico" provocado pela leveza de espírito em que o vinho nos imergia, tornavam-se as mais engraçadas do mundo.

Quando as risadas deram lugar ao silêncio, foi a vez dos olhares falarem.

Meus olhos castanho claro encaravam de forma penetrante os olhos negros e amendoados de Sofia, ela delicadamente piscava de modo que seus cílios reforcavam ainda mais o seu olhar sedutor feminino.

Olhares de macho e fêmea...

Saltei da minha cadeira e arranquei-a da sua pelos ombros.

Eu: - Senti saudades!!! - Aquela frase estava me engasgando desde a hora em que desci do carro.

Já havia esperado demais, não cabia em meu juízo mais nenhum minuto de espera, afastei para o lado da mesa o que sobrou do jantar e Sofia sentou ali com a pernas abertas e entrelaçadas em mim.

Retomamos os beijos e carícias que nossos corpos pediam, agora um novo elemento inserido causava intensas sensações. O vinho.

Nossa expiração exalava o cheiro do vinho tinto e seco, nossas línguas buscavam um ao outro incansavelmente

Deitei Sofia na mesa e afastei suas pernas, ela usava uma lingerie de detalhes transparentes e vermelhos e soltava os mais diversos sussurros quando comecei a massagear e lamber suas coxas.

Guiei a boca até a virilha e fui dominado pelo cheiro do cio daquela fêmea, apreciei os detalhes da calcinha que separava minha boca de seu sexo.

Removi aquela barreira afastando-a para o lado e revelando sua buceta, como sempre, bem depilada e cheirosa.

Enfiei a língua devagar, lubrificando-a no mel delicioso que já acumulava nos pequenos lábios da grutinha gostosa de Sofia.

Gemidos altos já ecoavam pela casa parei a chupada por um instante e me dirigi a boca da minha fêmea para mais um beijo, agora mais suculento.

Sofia: - Melhorou hein garanhão? Chupou muita buceta depois que fui embora?

Eu: - Não o suficiente.

Peguei a garrafa de vinho e tomei um gole na garrafa mesmo, enquanto minha fêmea abria os botões da minha camisa, e ao se livrar dela, pegou a garrafa da minha mão e tomou um gole grande e passou a lamber meu peitoral espalhando vinho com a língua.

Naquele dia, aquela casa foi pequena demais para suportar o terremoto que nós causamos.

Na cozinha – O terremoto

Ali mesmo começamos, soltei o zíper da calça e Sofia graciosamente abaixou-a com os pés enquanto soltava o zíper na parte detrás do vestido.

Com um movimento de quadril ela removeu a parte do vestido que cobria as nádegas e continuou o percurso puxando-o para cima até tirar completamente.

O tesão explodiu em mim quando pude apreciar a pele nua de Sofia coberta apenas por uma lingerie transparente e provocante, abri suas pernas e novamente afastei a calcinha fio dental para o lado.

(Sabia o que buscava, queria mais daquele mel delicioso que já escorria pela calcinha)

Chupei os dedos anelar e médio de uma mão e introduzi-os na bucetinha pulsante da minha eterna professora.

Dedos totalmente enfiados, iniciei movimentos como se estivesse chamando alguém.

Ela foi a loucura, esparramou-se na mesa enquanto se contorcia e acariciava os seios por cima da lingerie.

Na hora que vi que a lingerie impedia minha fêmea de se tocar, revoltei-me, puxei o fio em forma de lacinho que a amarrava entre os seios.

Aquele par de peitos saltou na minha frente, apreciei quão gostosos eles estavam após os implantes que ela fez, nada exagerado, apenas um realce singelo no volume, que a deixaram ainda mais gostosa.

Mantive os dedos trabalhando em sua buceta e voltei a atenção aquelas tetas gostosas ainda não tocadas.

Eu: - Como pude pular essa parte? - passei a chupar seu mamilo direito e beliscar de leve o do lado oposto.

Sofia: - Vc gostou da novidade? - Ela, em meio a gemidos e sussurros, falava apalpando os seios, e fitando meus olhos com aquele olhar provocante.

Eu: - Adorei, só reforçou a vontade que já tenho de foder teu corpo.

Ela puxou meus dedos que masturbavam sua xana, os dois estavam encharcados, levou-os a boca e começou a lamber a própria seiva, aproximei minha boca, também queria provar daquele misto de saliva e porra de buceta.

Baixei minha cueca boxer, já não havia espaço para meu membro ali dentro, e aproximei minha vara cheia de grossas veias ao rosto de Sofia.

Sofia: - Nossa que delícia, ele tá uma delícia. - Calou a própria boca engolindo meu mastro até a metade, retirou-o por completo e envernizou-o com uma bela de uma cuspida, que lambuzou até parte das minhas bolas.

Invertemos a posição, sentei e minha fêmea abaixou em minha frente para me dar o prazer de sentir sua língua, saliva e lábios quentes em meu corpo.

Ela chupava com maestria, tateava minha glande com a língua e massageava minhas bolas com aquelas mãos macias.

Puxei-a novamente para cima da mesa sentada de pernas abertas, afastei novamente e calcinha para o lado, e penetrei suas carnes de uma vez.

Sofia: - Aaai cachorro tarado, seu cacete tá muito gostoso! Sabia? Andou metendo ele em muita buceta foi?

Eu: - Meti sim minha cadela, mas não o suficiente. Nenhuma me deu o que vc é capaz de me dar.

Os ruídos produzidos pela penetração em sua buceta, me levaram a loucura, em poucos instantes estava estocando em velocidade total.

Sofia urrava de prazer, deitou-se na mesa e segurou em suas laterais.

De sua boca as mais diversas sacanagens saiam.

Os olhos fixos em mim... Olhos de fêmea no cio. Olhos que diziam:

(Quero mais)

O terremoto que causamos na mesa derrubou uma das taças no chão. Não nos importamos com os cacos de vidro, apenas decidimos que era hora de mudar de local.

No chão da sala – A fogueira de carne

Tão logo estendi o colchão de camping que havia trazido, minha fêmea me conduziu a deitar para me cavalgar.

Que cena estonteante, aquele par de seios empinados, aquela buceta escorrendo o seu mel.

Ela sentou, agarrou meu membro e para minha surpresa, conduziu-o a um local nunca por mim explorado.

Seu anelzinho rosado.

Eu: - Ahhh gostosa, quer no rabinho quer?

Sofia apanhou uma farta quantidade de saliva em sua boca, lambuzou meu membro que inevitavelmente começou a deslizar para dentro.

Com uma cadência lenta e progressiva ela começou a cavalgar.

Sofia: - Gosta de um rabinho né safado?

Até então estava admirando a cena maravilhosa do meu pau alargando as preguinhas dela, e me deliciando com a pressão e textura do rabinho de Sofia, já fazia muito tempo que não saboreava uma bundinha.

(Minha esposa não curte anal, ainda não consegui criar um clima para fazê-la gostar) :-(.

Fui surpreendido com um tapa que queimou meu rosto, e pôs mais lenha na fogueira de carne que formamos no chão da sala.

Sofia: - FALA CACHORRO! Gosta de foder um cuzinho né?

Eu: - Adoro, sendo o seu então, fica melhor ainda.

Sofia cavalgava gostoso, e eu estava chegando ao meu limite, sentia que podia explodir em gozo a qualquer momento.

Coloquei-a de quatro sobre o colchonete e encaixei o membro novamente, e agora a velocidade da foda estava ao meu controle. Fiquei alternando a velocidade e profundidade enquanto minha fêmea no cio esfregava o grelo e mexia o quadril freneticamente.

Sofia: - Aaaai meu puto, tu vai me fazer gozar gostoso, canalha, safado...

E entre outros palavrões ela me atribuía. (Isso só me deixava mais ensandecido para banhar aquele rabo delicioso com minha porra)

Ela arqueou-se, colou o rosto no colchonete, aumentou a velocidade da sua masturbação e, involuntariamente, as carnes de suas coxas começaram a tremer.

Sofia: - Huuuuuii, caralho, tô gozando gostoso, Ai filho da puta, que pau gostoso! !!.

O orgasmo dela provocava contrações deliciosas no meu pau. Também não aguentei mais um segundo, tirei de dentro do rabo gostoso dela e gozei fartamente em suas costas e bunda de onde escorreu pela buceta e coxas.

Eu: - Ohh!!!

Foi uma gozada espetacular, minha fêmea ficou gemendo com o rabinho empinado, masturbando-se e espalhando a porra por toda sua virilha, enquanto eu terminava meu gozo com a mão direita e com o polegar da outra mão, brincava com o rabinho dela.

Ela deitou-se no colchonete de bruços expondo aquela bunda maravilhosa toda esporrada, busquei mais vinho, servi, e deitei de lado voltado para ela.

Ela após um longo gole.

Sofia: - Faz tempo que não dou uma gozada dessas sabe? Tipo meu marido é bom na cama, mas quando ela encara um anal comigo, Sabe?...

O coitadinho goza fácil. Rsrsrs

Eu: - E como não gozar? Quase não dou conta também sabia?

Sofia: - E sua mulher? Já conseguiu fazer ela liberar a bundinha pra vc?

Éramos verdadeiros confidentes em quase tudo, e assim como eu sabia alguns detalhes de sua vida, ela também sabia da minha.

Eu: - Tentamos uma vez, e não deu muito certo, desde então ela sempre recua.

Tomamos umas 3 taças de vinho, já estávamos bem altos inclusive, e nenhum de Nós estava afim de capotar por causa do vinho.

Não ainda, faltavam mais cômodos da casa para explorar.

Sofia: - Que tal um banho quente? - Ela parecia ter adivinhando meu pensamento, levantou e foi ao banheiro exalando no ar o cheiro do seu cio... E seu macho foi logo atrás

Continua...

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