"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Uma última vez com Sofia? Parte 2/2


autor: Safadao_1987
publicado em: 21/12/16
categoria: hetero
leituras: 433
ver notas


[...]

No banheiro – O prazer dos toques.

A temperatura da água estava ótima, relaxante, estávamos abraçados em um beijo apaixonado debaixo do chuveiro.

Minhas mãos massageavam seu pescoço e ombros, lambuzadas agora de um óleo de amêndoas de fragrância deliciosa, passeavam por sua buceta, seios e nádegas.

Ela em retribuição massageava meu peitoral, bunda e testículos, ao mesmo tempo em que chupava meus mamilos.

Que sensação deliciosa!!! Nossos corpos nus, os músculos até então tensos pelo terremoto que causamos e em brasa por conta da Fogueira de carne de que tínhamos acabado de sair, agora relaxavam e entregavam-se ao prazer dos toques.

Meus pensamentos cheios de números estressantes da semana intensa de trabalho, aos poucos foram se livrando daquele peso todo.

As veias em minha têmpora, antes a ponto de explodirem, agora esvaziando-se de toda aquela energia negativa, meus pensamentos ficaram límpidos, como a água morna que relaxava meus músculos.

Ali em minha frente compartilhando a mesma água que eu, o único pensamento vivo que sobrara, e o único que merecia total atenção.

Sofia... Minha fêmea.

Em meio ao vapor que emanava do banho quente, comecei a vislumbra-la como um anjo.

- Que mulher é essa que me faz voltar no tempo e viajar esse mundo de sensações?

Passei também a pensar como ela deveria estar se sentindo:

Deveria ter passado dias pesados durante a negociação da casa, administrar a distância entre o filho e ainda conseguir se preparar para mim. Devem ter sido dias corridos para ela.

Posicionei-me atrás dela e retomei a massagem em seus ombros, pescoço descendo até a lombar, tudo com muito óleo. Queria fazê-lá relaxar da mesma forma que eu relaxei.

E assim seguiu nosso banho quente, com troca de carícias e beijos, aproveitamos o momento para relaxar um pouco e iniciar a próxima parte.

No quarto – A divindade em nós

Após o banho relaxante, envolvi-a em seu roupão de banho e a carreguei nos braços até a cama.

Sofia: - Ai ai ai. Tô me sentindo uma rainha agora. Rsrsrs.

Nada disse apenas puxei seu roupão e com ele mesmo terminei de me enxugar.

(O cheiro dela ficava marcado em tudo que tocava)

Puxei seu quadril para a borda da cama ergui suas pernas expondo toda sua carne e mergulhei minha língua o mais profundo que pude em sua buceta agora exalando, em adição ao seu cheiro natural, uma deliciosa fragrância de óleo de amêndoas.

Sofia: - Aaaai gostoso!!! Me fode vai!

As paredes da buceta dela eram deliciosas, de uma textura macia e suculenta e seu cuzinho pulsante! que coisa mais linda! Implorava um pouco de atenção piscando para mim querendo ser penetrado também.

Passei a masturbar o clitóris e foder o cuzinho invejoso com a língua.

Enquanto isso minha fêmea xingava e sussurava as mais pornográficas palavras.

O êxtase da transa e o relaxamento do banho aliados à leveza de espírito causada pelo vinho tudo isso, nos despiu de qualquer civilidade, éramos apenas animais, macho e fêmea.

Carne e desejo, prazer e pecado...

Sofia pegou a sacola negra misteriosa e de dentro dela tirou um objeto cilíndrico enrolado em uma toalhinha (Isso mesmo leitor um consolo de borracha), ela começou a chupa-lo lambuzando de saliva e em seguida me entregou dizendo:

- Brinca comigo vai!!!!

Era do tamanho de uma caneta e mais grosso um pouco que um frasco de corretivo.

Passei a esfregá-lo na entrada da bucetinha dela completando sua lubrificação, então comecei a foder sua xana enquanto massageava com a língua o seu clitóris.

Minha intenção, era deixar o consolo bem lambuzado para soca-lo em seu cuzinho, foi o que fiz, de tão relaxada e lubrificada que minha fêmea estava, consegui penetrar suas carnes de uma maneira deliciosa.

Retomei o sexo oral em sua bucetinha, chupei tanto os seus lábios que ficaram bem inchados.

Com a língua fazia mil rodopios em meio a mistura gostosa de saliva e mel de xana que lambuzava toda sua virilha.

Voltei a massagear e chupar o clitóris com a língua, abrindo espaço para o polegar esquerdo penetrar sua buceta.

Agora sim, buracos preenchidos, comecei a fode-la freneticamente, chupava seu clitóris, um dedo na grutinha e o consolo em seu anelzinho.

-Gostoso! Cachorro! Puto! Filho de uma puta!...

De tantas outras coisas ela me chamou, quando de repente as palavras tornaram-se sussurros e gemidos, todo o corpo dela tremia e então o seu gozo jorrou em meus dedos e boca.

Que delícia de mulher!!!

Ela me puxou para seu encontro e beijou minha boca e dividimos o mel conquistado. Posicionou-se de quatro e sussurou algo como:

-Fooode naaam deixa passsar. -Ela tremia como se ainda estivesse gozando.

Entendi o recado, cravei o pau de volta em sua buceta e o senti ser mastigado pelas suas paredes pulsantes.

Eu: - Delícia essa sua bucetinha minha puta! Fico louco dentro dela.

Ela nada dizia apenas urrava e gemia arqueando-se na cama.

Peguei novamente o consolo e voltei a foder com ele o cuzinho apertado dela, enquanto socava forte a buceta com o meu pau.

Deitei-a na famosa posição missionário, joguei o consolo de lado para concentrar toda minha virilidade no meu membro que a ponto de explodir em mais um gozo na gruta suculenta da minha fêmea.

Nossos beijos, suspiros, e respiração exalavam o cheiro de vinho no ar.

Estávamos completamente bêbados, fora de si, mas dentro um do outro.

Sentia como se estivéssemos flutuando à céu aberto. Esquecemos de tudo, problemas, dores, etc.

Éramos apenas carne e desejo, prazer e pecado.

O prazer que me fervia por dentro agora jorrava no fundo do ventre de Sofia que estremecia junto com meu quadril.

Que sensação deliciosa aquela, sentir meu membro pulsando e esguichando porra enquanto as carnes da minha fêmea contraiam-se para absorver toda minha seiva.

A sensação foi indescritível, parecia que por um instante tudo havia deixado de existir, senti-me flutuando no espaço enquanto pulsava no ventre de Sofia, que gemia e salivava de olhos fechados.

(Existe um ritual antigo chamado Hieros Gamos, em que a crença diz que a única forma de o homem alcançar sua divindade, era através do orgasmo com uma mulher. Assista ao filme “De olhos bem fechados” para mais detalhes recomendo)

Teríamos alcançado a divindade em nós?

Mesmo que eu tente, jamais conseguirei descrever esse momento com 100% de exatidão.

Em meio aquela atmosfera de êxtase Dormimos.

Quando amanheceu, partimos para um banho delicioso e é claro, mais uma vez fodemos no banheiro e no quarto.

Era chegado o momento da despedida.

Essa parte eu opto por não detalhar, pois não quero alimentar a ideia de que pode ter sido a última vez.

Eu: - Boa viagem e tudo de bom pra vc!

Sofia: - Igualmente meu garanhão!

Beijamo-nos, peguei minhas coisas e parti...

Terá sido a última vez?

Obrigado pela leitura.

Comente e dê nota.

Lista dos meus contos, Leia e de nota ok!

Trai a noiva com uma novinha

Gozei com a prof de biologia

Meu presentinho Pra Janaína

Prazer regado a vinho

Uma ultima vez com Sofia? – Parte 1 e 2

Carne e desejo, prazer e pecado.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.