"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ESOLHAS 6


autor: AlexBahia
publicado em: 21/12/16
categoria: incesto
leituras: 1533
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ESCOLHAS – 6

Sugiro p/ um maior entendimento a leitura dos contos anteriores da série “ESCOLHAS”.

Cadu tinha feita sua escolha, e a mesma foi viver intensamente a história de amor com sua amada. Essa história envolvia muito mais que sexo e desejo. A interação era mais do que paixão, era amor. Se eles já tinham uma relação maravilhosa como pai e filha, a nova forma de relação era perfeita. Maju morando em outra cidade, estando com Cadu apenas aos fim de semana, permitia que o casal Cadu e Duda tivessem uma relação de marido e mulher. E ambos estavam felizes com a escolha. Por mais que em muitos momentos pensassem no amanhã e só vissem problemas pela frente, esqueciam e preferiam pensar nos benefícios de momento que eram grandiosos. Cadu se sentia outra pessoa. A escolha o tinha feito aceitar a ideia de que a mudança tinha sido muito maior que imaginava. Se sentia realizado e a ideia que tinha dentro de si, e que preferia esquecer em razão do bem estar da Família, de que os opostos não fazem tão bem quando juntos, crescia e o fazia ver que estava certo. Se com Maju imperavam as diferenças de gostos, personalidades e a frustração, com a jovem Duda tudo era diferente. Se encaixavam perfeitamente, e os dias eram perfeitos. Todos ao redor viam o quanto o momento fazia bem aos dois. Os elogios, e os questionamentos com relação a fórmula p/ tanta realização e felicidade eram grandes.
ALICE: - queria saber o motivo de tanta felicidade. Vc esbanja alegria. E contagia. Me fala amiga.
DUDA: - amar.
ALICE: - quem é o felizardo. Namorado? Está bem escondido esse namoro.
DUDA: - a vida amiga.
ALICE: - amiga está me escondendo algo? Nunca existiu segredo entre Nós.
Duda sentiu uma vontade imensa de contar aquela história. Alice era sua amiga desde criança, nunca existiu segredo entre elas. Pelo menos até ali. Lembrou dos conselhos de sua outra amiga, Rose.
DUDA: - as coisas boas da vida não se resumem apenas a homem. Outras tantas coisas nos fazem felizes. Trabalho......
ALICE: - ah tá. Concordo em parte. Ter uma boa companhia é melhor e completa mais ainda isto tudo.
Cadu seguia sua vida de forma como nunca sentiu. Agora além de ter uma vida vitoriosa nos negócios, era realizado como homem. Tudo isto ainda provocava calafrios, mas a realização o fazia se sentir. Passou a se ver de uma outra forma. E o que mais o intrigava é que chamava muito mais atenção que antes. Tentava ver a resposta p/ tanto e não via. Parece que a vitória como homem o fazia atrair cada vez mais mulheres com outras intenções. E isso fazia com que o ciúme de sua amada aumentasse. O ciúme era tanto que todos ao redor percebiam. Os comentários eram inúmeros, mas nenhum deles eram maliciosos. Ninguém imaginava o que realmente acontecia com o casal CADU e DUDA.
DUDA: - onde você está?
CADU: - escritório. Tenho que fechar algumas planilhas de custos. Amanhã tenho que viajar.
DUDA: - já amanhã.
CADU: - sim. Vou passar o dia em duas secretarias de Poço Verde e de lá vou p> DUDA: - sua casa é aqui. Comigo.
CADU: - não viaja Duda.
DUDA: - você está aonde?
CADU: - já disse. Mas daqui a pouco chego.
Os ciúmes de Duda cresciam na mesma proporção que crescia de forma positiva a interação homem/ mulher. Se antes já sentia tesão do Cadu pai, imagina agora ele sendo seu homem.
CADU: - quem é?
DUDA: - a mulher que te ama.
Duda por um instante imaginou que Cadu pudesse estar te enganando e partiu p> Ledo engano. Aliás no fundo sabia que ele estava lá, mas vinha sendo acometida por ciúmes cada vez maiores e se preocupava muito mais com o assédio recebido pelo “pai” que era cada vez maior. E não confiava nas raparigas que o circundavam.
DUDA: - foi todo mundo embora e Vc por aqui. O patrão é o último a sair, mas com certeza por ter muitas responsabilidades. E p/ relaxar o homem que amo.....
Duda tinha vindo com uma saia e uma camiseta regata azul. Ao entrar na sede e ser informada pelos seguranças que Dr° Cadu estava em sua sala e só, ela antes de soltar do carro tirou sua calcinha. Isso tudo p/ provocar um desejo incontrolável em Cadu.
CADU: - meu Deus! Que visão!
Duda levantou a saia e se recostou na cadeira de forma a deixar totalmente exposta a sua babada boceta.
DUDA: - chupa. Me faz gozar mordendo meu grelinho e depois me come aqui.
A putinha abriu sua boceta e dedilhou seu grelinho. Cadu achou a visão perfeita e preferiu assistir. Mandou ela tirar a camisa e que enquanto uma mão estava na boceta a outra era p/ bolinar, apertar seu bico do seio. E ela começou a soltar gritinhos de prazer. O mel de sua boceta era cada vez maior. A vontade de Cadu era cair de boca, mas resistiu e preferiu ser o expectador de uma sessão de masturbação.
CADU: - isso. Continua. Enfia dois dedos na xota.
- maravilha! Que xota gulosa.
DUDA: - ahhhh! Olha como estão meus dedos. Todos molhados.
CADU: - chupa. Coloca os dois na boca.
E Duda cumpriu direitinho a ordem e chupou uma vez. Enfiou mais uma vez os dedos e chupou. Se deliciou com seu mel.
DUDA: - o que está fazendo com essa mão.
CADU: - imagina. Batendo uma punheta gostosa p/ Vc.
DUDA: - vem foder sua putinha.
CADU: - quero te ver gozando. Continua sua siririca.
Duda fazia tudo que Cadu pedia. Se masturbava intensamente. Não demorou e gozou fartamente.
Vendo aquilo, Cadu veio se saborear do mel farto da boceta de sua putinha. A chupou e mais uma vez a fez gozar. Só que desta vez em sua boca.
CADU: - isso minha safadinha. Goza gostoso.
DUDA: - ahhhhhh. Seu puto. Vc é muito safado. Não sei como Dona Maju não cai na putaria com Vc. Gostosa como ela é.
CADU: - acha sua mãe gostosa é?
DUDA: - ela tem um corpão. Uma bunda daquela. Com um marido como Vc que gosta de uma boa putaria. Ia ser tudo lindo. Assim como Nós. Eu sou uma versão mais nova dela e olha como somos. Ela não sabe o que está perdendo.
CADU: - esquece ela. Chupa esse pau que está babando por Vc.
DUDA: - hum delícia!
Ela se aprimorava a cada dia. Maju tinha um boquete maravilhoso e sua filha fazia jus. Engolia o pau de Cadu, deixando-o todo babado. Chupava as bolas levando seu amado ao êxtase. Se contorceu um pouco e brincou com a língua naquela região entre o saco e o cude Cadu, deixando-o mais louco ainda.
DUDA: - você fica louco quando brinco aqui né safado. Outra hora lá em casa vou te levar a loucura.
CADU: - vai fazer o que minha linda?
DUDA: - surpresa.
- me dá pica. Minha boceta quer sua rola.
Loucos de tesão empurraram os papéis longe, que estavam sobre a mesa e Duda escorada nela ficou de bunda arrebitada esperando receber pica.
CADU: - esse rabo empinado tá pedindo uma coisa.
DUDA: - chupa. Chupa, meu rabo. Ele adora sua língua. E tá doido p/ receber sua rola nele. Providencia logo meu biquíni. Vou deixar uma marquinhaaaaaa. Ah! Isso! Aaaaaaaaaaaaaaaahhhh! Chupa!
Ela botou uma perna apoiada na mesa e seu rabo todo exposto foi explorado com gosto por Cadu. Na posição que ficou conseguia dedilhar o grelinho de Duda e ela foi ao êxtase.
DUDA: - ahhhhhhhhhh. Vou gozar com sua línguaaaaa no meu cú. Vai. Vai. Ahhhhhhhhhhh!
CADU: - delícia de rabo.
Ela beijou seu amado. Chupou sua língua, seu queixo molhado por seu gozo. Foi um beijo de um casal apaixonado, que se dava bem em todos os pontos.
Depois desse beijo Duda voltou a mesma posição e dessa vez recebeu em sua boceta o pau de seu amado que latejava de tanto tesão. De tão molhada a xota da putinha engolia a rola de Cadu. Era fodida com vontade. Por um momento esqueceu que estava no escritório.
DUDA: - a culpa é sua. Mas não tem ninguém.
CADU: - fala baixo. Ahhhhhh! Vou gozar.
DUDA: - goza meu amor. Enche minha xota com sua porra. Ah! Isso! Delícia. Que foda!
O relacionamento dos dois era muito mais que sexo. Era uma junção de coisas que faziam com que os dois estivessem mais do que felizes.
Voltaram p/ casa exaustos.
ROSE: - cadê o Doutor?
DUDA: - subiu.
ROSE: - nem veio aqui. Estranho.
DUDA: - estava exausto. Foi direto tomar uma ducha.
ROSE: - você saiu. Estavam juntos?
DUDA: - mais do que juntos.
ROSE: - cuidado! Vc me preocupa. O Doutor é mais reservado, mais vc. Não estrague tudo.
DUDA: - você gosta muito dele.
ROSE: - olhe o que sou hj. Devo a ele. Se não fosse ele. Deixa p> DUDA: - melhor esquecer mesmo. Sabe que gosto muito de vc.
Se abraçaram de forma fraternal. Mas algo de diferente tocou em ambas. A sintonia delas era grande.
ROSE: - você esta com cheiro de ....
DUDA: - do leite do meu homem. Do homem que amo.
ROSE: - vcs estavam....
DUDA: - estávamos juntos. E quando isso acontece ferve, em muitas vezes. Não temos um relacionamento baseado em sexo. Mas isso entre Nós é perfeito. É ótimo. É......
ROSE: - chega. Deixa eu te perguntar uma coisa. Já pensou no amanhã?
DUDA: - amanhã eu penso. Amanhã eu penso.
Duda não pensava no amanhã. Vivia intensamente o presente. E Rose ficou louca. Assim que ouviu que os dois tinham acabado de dar uma boa foda ficou com a xota toda babada. Um calor tomou conta de seu corpo. Estava de short de jeans, mas mesmo assim passou com força sua mão por sobre a xota fazendo pressão e aumentando seu tesão. Não pensou duas vezes e foi p/ o quarto tirou seu short, sua calcinha. E se tocava, com força. Apertava seus seios, imaginava a cena dos dois patrões transando.
Mas a surpresa tomou conta foi de Duda. Ela desceu, foi a procura de Rose na cozinha, por uma questão caseira. Não a encontrando imaginou que tivesse ido ao quarto e p/ lá seguiu. Foi devagar com o intuito de, tendo uma oportunidade, dar um susto. Mas chegando na porta ouviu um gritinho abafado e esse tipo ela conhecia como ninguém. Chegou mais próximo, a porta estava entre aberta e se contorcendo deu p/ ver pelo espelho que sua amiga se tocava. Enfiava o dedo na xota ensopada e p/ surpresa nos gemidos soltava seu nome e de Cadu.
ROSE: - goza Rose. Goza. Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Duda, seu Cadu, vcs fazem isso. Uiiii! Gostosos.
Duda ficou estática vendo aquilo. O que a deixou intrigada foi o fato de o que viu a deixá-la excitada. Sentiu sua xota babar.
Críticas, sugestões são sempre bem vindas. Podem usar p/ contato o email alexandreqfo@gmail.com ou pelo Skype alexandre.cqo












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