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Valentinna (1) - Caçadora


autor: Colecionador
publicado em: 22/12/16
categoria: traição
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Valentinna era uma jovem e realizada jornalista. Mulher corajosa e independente, deixou o interior aos 17 anos após a morte de sua mãe, para tentar nas palavras dela, ser alguém na vida. E dez anos depois, sem voltar uma única vez à cidade onde nasceu e cresceu, Valentinna havia vencido. Depois de apanhar muito da vida, se tornou uma profissional de sucesso, possuía uma linda casa em um bairro nobre da capital, tinha reconhecimento do público e era desejada por todos, onde quer que fosse. Também pudera: além da personalidade forte e da sensualidade transbordante, era muito bonita. Traços aos mesmo tempo delicados e fortes, boca sexy, olhos escuros e profundos, cabelos negros e lisos que iam até as costas de uma pele morena escura. Somados a um corpo lindo com coxas grossas, bunda grande e seios médios e firmes, era uma mulher de parar o trânsito. Possuía ainda duas tattoos estrategicamente posicionadas, a frase em latim "carpe diem" nas costas acima do cóccix e duas estrelas atrás da orelha.

Morava só, tendo a companhia de Max, seu pastor alemão. Não tinha nenhum relacionamento sério pois gostava de "curtir a vida", como gostava de dizer. E como curtia... sem regras, sem limites. "A vida pede, eu dou", gostava de dizer.

E qual não foi sua surpresa ao receber um telefonema de seu primo Bruno, dizendo que havia sido transferido no banco onde trabalhava e estava de mudança para a capital. Ele queria uma indicação de hotel para ficar até conseguir uma casa para ele e a esposa. Valentinna pensou em indicar uma pousada, mas movida pelos laços familiares e por uma caridade que não imaginava que ainda possuía, resolveu oferecer sua casa como estadia pelo tempo que ele e a esposa precisassem. Bruno relutou, havia mais de 10 anos que eles não se viam e não queria incomodar. Porém Valentinna bateu o pé e ficou acordado que no fim de semana ela os buscaria na rodoviária.

No sábado, enquanto esperava na rodoviária, Valentinna lembrava de Bruno, que sempre foi o primo que sofria bullying, era gordinho, meio nerd com óculos de fundo de garrafa e o mais reservado entre eles. Era feinho, mas mesmo assim eles tiveram momentos bem íntimos na juventude. De repente:

- "Tinna!"

Ela se vira e vê um belo homem. Pele clara, cabelos escuros com um rosto bonito e um corpo que, se não era de um fisiculturista, era bem definido. Ao seu lado uma mulher tão linda quanto Valentinna, baixinha, cabelos negros cacheados e seios enormes. E um rosto lindo.

- "Bruno, é você? Nossa, como você mudou, menino."

- "Pra melhor, espero." Disse enquanto dava um caloroso abraço na prima.

- "Sim, claro. Você está ótimo e tem uma esposa linda."

- "Obrigada, senhora. Sou Aline, prazer."

- "Senhora? Pode me chamar de Valentinna, ou de Tinna, como seu marido sempre me chamou.

E foram para a casa da jornalista para o casal foi descansar da longa viagem. Aline foi a primeira a acordar, dando de cara com Max e se assustando.

- "Calma querida ele é inofensivo, não irá te fazer mal." Disse Valentinna enquanto abraçava a prima emprestada para tentar acalmá-la um pouco. Ficaram conversando até Bruno acordar e os levou para uma city tour, para mostrar o que os aguardava na capital. Percebeu os olhos de Aline brilharem ao ver a vida agitada da cidade, enquanto Bruno parecia apreensivo com a mudança de vida.

No domingo os levou ao clube. Ficaram na piscina o dia todo tomando umas caipirinhas e no fim de tarde voltaram para casa. Valentinna foi ao quarto descansar, ou ao menos tentar, já que suas visitas resolveram fazer uma festinha no quarto ao lado. A julgar pelos gemidos de Aline, eles estavam fodendo gostoso e Valentinna a seu modo resolveu participar. Se despiu e começou a se bolinar, tocando em sua buceta que já esta úmida. E com olhos fechados, imaginou aquele casal se fodendo e gozou rapidamente ao ouvir os gritos de Aline, que gozava também. E relaxada pelas caipirinhas e pela masturbação, adormeceu.

A semana começa e Valentinna desperta assim que o relógio disparou o alarme, virando de um lado para outro sem acreditar que já havia amanhecido. Foi até o chuveiro tomar uma ducha fria para despertar seu corpo que ainda estava meio mole por conta da noite passada. Ao abrir a porta do quarto, ela logo vê seu primo.

- "Bom dia primo, como passou sua primeira noite aqui?"

- "Passei bem, minha esposa e eu tivemos uma boa noite de sono."

- "Então vamos tomar café que vocês devem estar morrendo de fome."

Os dois foram descendo as escadas conversando e relembrando alguns fatos do passado, rindo bastante. Valentinna logo pergunta:

- "Bruno, sua esposa não vai tomar café conosco?"

- "Ela ainda não acordou, está muito cansada da viagem, então preferi deixa-la dormindo."

- "Bom primo foi muito bom tomar café com você, mas tenho que ir para o trabalho e você sabe que segunda feira é complicado. Fique a vontade com sua esposa, avise-a que voltarei para o almoço. Pegue um táxi até o seu banco, boa sorte na nova vida.”

Ela se levantou e deu um beijo no rosto do primo para então subir as escadas para o quarto. Bruno não pode deixar de reparar no pijama minúsculo que a prima usava enquanto olhava para sua grande bunda e suas belas coxas. Começou a sentir uma excitação, mas logo voltou a si pensando e balançando a cabeça: "é minha prima, não posso."

Valentinna chegou para almoçar às 13 horas e Bruno já tinha saído para trabalhar. Procura por Aline e a encontra bem a vontade, de calcinha e usando uma camisa do esposo enquanto preparava uma macarronada. Parou por uns instantes admirando a beleza da prima "emprestada" e ficou imaginando Bruno chupando os seios da esposa. Quando começou a sentir uma estranha inquietação, adentrou na cozinha dizendo:

- "Hum... Teremos então comida italiana hoje. Amo!"

- "Que susto! Achei que você não viria. Desculpe meus trajes."

- "Que nada querida, não se preocupe. Te quero assim bem a vontade, a casa é sua." Disse assustada com sua própria e até então inexistente hospitalidade. Conversaram bastante e viram que tinham muito em comum, e acabou descobrindo que o casamento deles não andava tão bem, mas que na cama eles se completavam. Aline reclamou muito de Bruno não levá-la para sair, mas ganhou a promessa de Valentinna de conhecer as baladas da capital.

A semana se passou da maneira que começou: Valentinna ia almoçar e tinha a boa comida e a ótima conversa de Aline, e as duas se davam cada vez melhor. O contato com Bruno era a noite, mas também às madrugadas... As madrugadas eram sempre animadas, com o casal se amando, Aline gemendo alto e Valentinna se masturbando. Era inevitável, toda noite os gemidos de Bruno e os gritos de Aline acordavam e excitavam Valentinna, que se tocava e gozava junto com os dois. Apesar do prazer que sentia, aquilo passou a perturbar a jornalista. Ela que sempre foi muito aberta em relação a sexo, passou a andar com um tesão inimaginável, a ponto de se pegar no trabalho pensando em suas visitas e ter que correr para o banheiro da editora para se masturbar.

E ficava a imaginar... Como seria o sexo deles? Tranquilo? Delicado? Violento? E o pau do primo, seria bonito? Os seios de Aline seriam tão lindos quanto pareciam debaixo das roupas? Eles faziam de tudo entre 4 paredes? Ela não parava de pensar neles, parecia uma fixação. A verdade é que algo havia mudado. Valentinna havia saído de sua "zona de conforto", de sempre ter o controle quando o assunto era sexo. E ao mesmo tempo que aquilo a incomodava, a provocava e excitava. Ela teria que fazer algo, pois ou as visitas alugavam uma casa logo ou ela iria fazer uma loucura...

Certa noite acordou de madrugada com a boca seca e foi a cozinha beber água. Qual não foi a surpresa ao ver Bruno fazendo o mesmo, vestindo somente uma cueca. Parou para observar o corpo do primo e disparou:

- "Está quente, não?"

Bruno ficou desconcertado e se "escondeu" atrás do balcão da cozinha dizendo:

- "Está sim, prima. Me desculpe os trajes, achei que você estava dormindo."

- "Relaxe, querido. Não estou vendo nada de mais, e além do mais somos primos, lembra?" Disse com um sorriso sacana. Ficaram conversando por uns 10 minutos e Valentinna não se furtou em observar o volume na cueca de seu primo. Já não prestava mais atenção ao que o primo falava seus pensamentos estavam voltados para aquele pau escondido na cueca que fazia sua buceta ficar molhada de tesão. Sua vontade era ajoelhar e chupar aquele homem e transar ali mesmo. Foi quando o primo se despediu com um abraço demorado que fez Valentinna se arrepiar ao perceber o pau duro na sua cintura. Bruno, com as mãos nas costas da prima sussurrou em seu ouvido:

- "Tinna você sempre foi linda, mas neste babydoll você fica deliciosa."

E foi ao quarto, deixando Valentinna na cozinha com a cabeça borbulhando e o corpo pegando fogo. Fogo este que só se apagou após gozar duas vezes enquanto se masturbava. Não havia dúvidas, o safado também a desejava. E ela estava decidida a se entregar ao primo e acabar com este tesão absurdo que nunca havia sentido antes.

No fim de semana organizou um churrasquinho com uns amigos, que quando foram embora a deixaram com o casal de primos. Com umas bebidas na cabeça, ela já não controlava mais os olhares para o primo, que correspondia safadamente enquanto dava beijos ardentes em Aline e percorria o corpo da esposa com as mãos. O corpo de Valentinna ardia, e ela cruzava e descruzava as pernas tentando controlar o tesão. Ela tinha que ser do primo, mas Aline não parecia querer dormir, ainda mais com os carinhos maliciosos do marido. Foi então que Valentinna tomou uma atitude extrema, mas necessária: foi ao quarto, pegou um de seus tranquilizantes e disfarçadamente colocou na bebida de Aline. Não demorou muito e a garota apagou...

- "Veja Tinna, Aline bebeu demais. Terei que levá-la para o quarto."

- "Tem sim, coitada. Leve-a mas volte, temos assuntos a tratar..."

Quando Bruno voltou encontrou a prima com os pés dentro da piscina e uma taça de vinho ao lado. Ela se levantou da piscina deu alguns passos e voltou com uma nova taça nas mãos. Serviu um pouco ao primo que apenas a observava enquanto sua taça era servida

- "Me acompanha?"

- "Claro prima, é bom que colocamos o papo em dia, pois desde o dia em que cheguei não tivemos tempo para conversar."

Já era meia noite e os dois ainda continuavam no mesmo lugar relembrando coisas do passado, comentando os caminhos que tomaram e como acabaram se afastando. Em meio a lembranças, Valentinna resgata uma vaga memória da adolescência e pergunta se Bruno se lembra do fato.

- "Primo, você se recorda das coisas que fazíamos quando mais novos?" ,

- "Tinna, fazíamos tantas coisas juntos que é difícil não me recordar, ou melhor dizendo é difícil se lembrar de tudo pois foram muitas aventuras."

- "Então irei ajudá-lo a se lembrar de uma aventura específica. Você se lembra do dia que eu fui atrás de você na casa da árvore da tia Laura? Se não me falha a memória, você estava batendo uma punhetinha como um adolescente tarado, rs.

- "Sim, verdade. O que você não sabe que o motivo daquela punheta era você.

Valentinna então se levanta e retira a sua saída de banho, ficando apenas com um micro biquíni fio dental branco com alguns babados na frente de Bruno.

- "Você vem?" - disse pulando na piscina. Sem pensar duas vezes Bruno retira a camiseta e cai na água. Ele se aproxima dela a prendendo com os braços na borda da piscina. Tinna diz:

- "Então a punheta foi pra mim? Que bom, fico lisonjeada. E hoje, se masturbaria para mim?

- "Eu sei onde você quer chegar.",

- "Então me diga, onde eu quero chegar com você?"

- "Você quer voltar naquele dia e continuar de onde viu."

- "Bobagem, agora você é casado."

- "Como se isso impedisse algo. Veja como você me deixa."

Disse, levando a mão da prima por cima da sunga. Valentinna tentou impedir, mas não se conteve e apertou o pau do primo, que já estava duro.

- "Você é um safado, sabia?"

- "E você continua uma gostosa. Deixe-me ver qual o seu sabor."

Após dizer isso Bruno beijou a prima, que se entregou em um beijo cheio de tesão e volúpia. Os lábios se tocavam, e as mãos de Bruno exploravam de Valentinna, que abaixou a sunga do primo e passou a punhetá-lo de maneira firme. Bruno tirou a parte de cima do biquíni de Tinna e começou a chupar os seios duros da prima.

- "Safado, se perdendo em meus peitos enquanto sua esposinha dorme."

- "E você é uma vadia gostosa que tá louca pra ser fodida."

Disse enquanto erguia a prima e a colocava na borda da piscina. Tirou a calcinha e começou a chupar aquela buceta quente. Tinna se abriu para receber a boca do primo e se arrepiava a cada linguada, a cada chupada que recebia de Bruno. Aquela língua e aqueles dedos invadindo sua buceta a estavam deixando louca.

- "Ai seu cachorro, que delícia! Chupa sua priminha, chupa. Ai, não aguento mais...vou gozar!"

E não aguentou mesmo, o gozo veio forte e intenso e Tinna gritou como uma cadela. Após se recuperar ela inverteu as posições com o primo e começou um boquete. Estava decidida a retribuir o prazer que recebeu. Com a língua percorria as bolas e a extensão do cacete duro do primo, se concentrando na cabeça, que pulsava de tesão. Não aguentando mais Bruno pegou na cabeça da prima e a fez engolir seu membro, levando-o até o fundo da garganta de Tinna que não se fez de rogada e o chupou por prazerosos minutos...

Do alto da casa, uma observadora...
(CONTINUA)



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