"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Carne e desejo, prazer e pecado.


autor: Safadao_1987
publicado em: 22/12/16
categoria: poesia
leituras: 1267
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Adaptado do relato de minha autoria: – Uma última vez com Sofia?

Macho e fêmea, dois corpos dois espíritos.

Um desejo em comum.

Corpos famintos aspiram na madrugada a hora de um novo banquete para saciar seus corpos famintos

Os espíritos guiam seus passos para o local onde há 10 anos, suas carnes se tocaram pela primeira vez.

Ali estavam mais uma vez, macho e fêmea, Carne e desejo. Prontos para o tão esperado banquete de Prazer e inevitável pecado.

As bocas uniram-se, línguas desafiavam a física querendo se unir e dentes ávidos da fêmea massacravam os lábios pulsantes do macho.

Um fino fio de sangue escorreu. Trazendo os dois de volta dos instintos bestiais que consumiam sua sanidade.

Saciaram primeiro a fome do estômago e da necessidade social das figuras humanas que ainda estavam no controle da situação.

Não por muito tempo...

Inebriaram os sentidos com o poder estimulante do vinho tinto e seco.

Afrodisíaco por natureza.

Os olhares de macho e fêmea começaram novamente, a visão do corpo um do outro reprimia o senso de humanidade nos dois.

Somos animais, bestas insaciáveis desejando a carne uma da outra. E qualquer ser ou objeto que interferir na união destas deve ser despedaçado.

Peças de roupas voam pelo ar, os corpos nus como deveriam estar, as peles transpiravam espalhando pelo ar o cheiro do cio bestial que já minava por entre as pernas da fêmea. E fazia balançar o membro rijo do macho.

O ventre da fêmea agora exposto, escorria uma mistura de seu próprio néctar e a saliva do macho que saboreia cada gota daquele misto e penetra-lhe a gruta ensopada de tesão.

Agora o pau rijo, repleto de veias salientes que surgiam da base do mastro e desenhava curvas e relevos até a ponta, onde a cabeça avermelhada avolumava-se cada vez mais.

Em ponto de explodir... Um verdadeiro ariete de bucetas.

O pau pulsava forte enquanto era lambuzado com a saliva da fêmea que o tinha completamente em sua boca.

Pronto... as bocas já tinham provado o que queriam. Era chegada a vez das carnes se lambuzarem de seus fluídos.

O ariete cumpriu sua função. Entrou de vez na buceta pulsante, abriu o caminho para a tropa de estocadas que estavam por vir.

Pau e buceta enfim juntos novamente. O pau duro feito pedra atritava nas paredes úmidas e macias da buceta que já babava o seu néctar precioso.

As estocadas aumentando...

A buceta devorava o pau que lhe invadia, contraia-se na intenção de prendê-lo ali para sempre. Mas o membro era vigoroso, mesmo sendo esmagado pelas paredes que comprimiam-se, conseguia a façanha de sair completamente.

Apenas para mais uma vez arregaçar a buceta e penetrar com vigor até tocar o útero da fêmea.

Novamente...

Novamente...

Novamente....

O ruído de vidro espatifando-se no chão.

O ruído do atrito do pau fodendo a buceta.

As faces em êxtase, resumiam os instintos sacanas, os dois agora no chão exploravam o prazer pelo orifício anal da fêmea, vermelhinho, piscava como se soltasse sussurros implorando para ser arrombado pelo ariete lambuzado.

O ariete novamente cumpriu sua função. Mas dessa vez era a fêmea quem o fazia deslizar para dentro de seu cuzinho apertado.

O macho assumiu sua posição, colocou sua fêmea de 4 e começou então a fodê-la como um cavalo fode uma égua.

O mastro lambuzado e inchado de tesão alargava as pregas da fêmea no cio, que gemia e urrava ao sentir o atrito da cabeça volumosa daquele pau contra as paredes apertadas de suas entranhas.

Os urros do climax tomaram conta do ar.

Todo o ventre da fêmea contraia-se, seu grelo parecia tremer e o anel rosado piscava ao mesmo tempo em que era vigorosamente penetrado pelo macho em frenesi.

“ - Huuuuuii, caralho, tô gozando gostoso, Ai filho da puta, que pau gostoso!”

Escorrendo pela gruta fodida o gozo translúcido e quente da fêmea já alcançava o meio de suas coxas quando o macho que a fodia por trás retirou o membro.

Agora era a vez do macho, sentiu a contração de sua virilha e nádegas, todo o conjunto de músculos de seu corpo pareciam trabalhar juntos naquele instante para fazer jorrar de seu pau a seiva do prazer que seu corpo havia alcançado.

O primeiro jato de porra alcançou a nuca e costas da fêmea que se contorcia em seu próprio êxtase.

O segundo jato espalhou-se pelo meio das costas e nádegas da fêmea que com uma das mãos espalhou toda a porra quente nas coxas.

O jato restante o macho guardara para o grand finale.

Apontou bem o mastro de veias inchadas e cabeça pulsante para o espaço entre o anelzinho e a buceta fodidos.

Como a natureza era perfeita, dois orifícios deliciosos bem próximos um do outro.

O disparo foi perfeito.

Toda a seiva que restava esguichava no cuzinho e buceta fodidos.

O cuzinho piscava e absorvia parte da porra e da buceta já escorria o próprio néctar, que mesclou-se ao banho de porra.

Era a União perfeita de fluídos.

Saciaram enfim a fome por carne...

Carne e desejo, prazer e pecado...

Fim

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