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ESCOLHAS 7


autor: AlexBahia
publicado em: 23/12/16
categoria: incesto
leituras: 2337
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ESCOLHAS – 7

Lembro aos amigos que p/ um melhor entendimento sugiro as leituras dos capítulos anteriores.
Sugestões, críticas me contatem email alexandreqfo@gmail.com ou pelo Skype alexandre.cqo
Mas a surpresa tomou conta foi de Duda. Ela desceu, foi a procura de Rose na cozinha, por uma questão caseira. Não a encontrando imaginou que tivesse ido ao quarto e p/ lá seguiu. Foi devagar com o intuito de, tendo uma oportunidade, dar um susto. Mas chegando na porta ouviu um gritinho abafado e esse tipo ela conhecia como ninguém. Chegou mais próximo, a porta estava entre aberta e se contorcendo deu p/ ver pelo espelho que sua amiga se tocava. Enfiava o dedo na xota ensopada e p/ surpresa nos gemidos soltava seu nome e de Cadu.
ROSE: - goza Rose. Goza. Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Duda, seu Cadu, vcs fazem isso. Uiiii! Gostosos.
Duda ficou estática vendo aquilo. O que a deixou intrigada foi o fato de estar surpresa e muito excitada. Sentiu sua xota babar.
Aquilo a intrigou. Tinha que estudar, tentava ler uns “cases” e nada. A imagem de sua amiga se masturbando na sua intenção e do seu amado a levava a loucura em pensamentos e em excitação. Isso que a deixava mais perplexa. Sua xota estava babada. Pensou em se tocar, relutou. Pensou em puxar seu amado, mas desistiu diante do sono profundo do mesmo. Terminou por um instante pegando no sono, mas quando Cadu retornava do banheiro se assustou.
CADU: - me perdoe meu amor. Deitei de forma brusca.
DUDA: - nada amor. Estou sem sono. Dei uma cochilada agora...
CADU: - e eu te acordei. Desculpa!
- hum. Dormiu sem camisola, pijama. Isso não é normal. Pensando em que minha linda?
DUDA: - nada em especial. Um mix de faculdade, coisas de casa, a gente....
CADU: - acho importante essa parte. Nossa história é complicada. Vc jovem num determinado momento......
Duda a interrompeu. Como sempre ela quando era instigada por Cadu, p/ conversarem sobre a relação deles, mudava de assunto.
DUDA: - esquece isto numa hora vamos ter encarar isso de frente. Agora vms viver essa coisa gostosa e intensa que vivemos.
CADU: - mas.....
DUDA: - e Rose?
CADU: - o que tem Rose.
DUDA: - o que acha dela? Vcs se admiram. Vc que a trouxe. Ela diz que p/ ela e seus pais é Deus no céu e você na terra.
CADU: - sem exageros. Isso já é demais. Adoro ela pela forma sempre correta e profissional. Por isto que ela está conosco. Algum problema com Ela?
DUDA: - não!
CADU: -ciúmes?
DUDA: - não. Ela sabe se portar muito bem. Não tenho nada a falar.
- a acho um menina que se transforma p/ melhor com os dias. Eu a acho muito bonita também. Tem o corpo bonito, hoje quando quer comprar roupas me pede p/ ir junto e compramos.
CADU: - não sabia deste detalhe. Se vê roupa simples mas com bom gosto. Me lembro da primeira vez que a vi. Tenho na mente.
DUDA: - na mente é. Ela tem o corpo lindo.
CADU: - não estou entendendo nada. Esse papo de Rose....
DUDA: - quero uma coisa. Acordei com ela toda babadinha. Antes de dormir lembrei da sua sala e...
Duda puxou de lado sua calcinha, passou seu dedo indicador na portinha de sua xota e depois o passou nos lábios de Cadu. Na verdade todo aquele tesão era por conta da visão que teve mais cedo. O desejo, o tesão era imenso com aquela lembrança.
CADU: - delícia!
Cadu não tirou a calcinha de sua amada. Puxou um pouco mais e caiu de língua naquela xota lisinha e molhada. Se deliciou com aquele melzinho. A penetrava com a língua e com o polegar da mão esquerda massageava de leve seu grelinho.
DUDA: - ahhhhh! Chupa meu amor sua putinha. Hummmmmm. Delícia amor! Aahhhh.
Cadu a levava a loucura. Enquanto ele a enlouquecia com sua língua ela apertava um dos seios e apertava o biquinho do outro.
DUDA: - amor. Minha xota tava doida por essa boca, dedo, língua. Ahhhhhhh!
Ela se contorcia, gemia, soltava gritinhos de prazer. Cadu não largava por nada aquela xota que tanto amava e desejava. Por um momento lembrou o mesmo que Duda. Ambos p/ si pensaram em Rose. Cadu nutria um tesão imenso por sua secretária do lar. A respeitava, mas de vez em quando, desde quando a conheceu, a homenageava. Num daqueles momentos em que se sentia só, carente, no passado pensou em cuidar de Rose, tê-la como um amante. E ainda resolveu investir. Ainda deu uma olhadas mais quentes e safadas p/ ela. Ela retribuiu, mas o seu lado mais certo tomou conta da situação e mesmo na sua casa ele em momento algum deixou ele sobrepor a razão. A comia com os olhos em alguns momentos, mas não se deixava levar. E a conversa de Duda sobre ela fez sua imagem viajar. Imaginou por um breve instante aquelas duas na cama.
Duda não tão diferente imaginou ela ali do lado. Rose se cuidava. Cadu sem mais intenções cuidava de Rose, pela funcionária que era e pelo respeito que tinha pelos pais. Era uma funcionária do grupo. Todas as vantagens que os outros tinham ela recebia. Até plano de saúde Cadu fez questão de incluí-la. E era uma jovem que se cuidava. Aliás por incentivo do próprio Cadu. Frequentava dentista, usava aparelho ortodôntico, foi levada a ginecologista e todos esses cuidados refletiam em sua aparência. E em Duda depois do ocorrido mais cedo despertava um desejo diferente. Um desejo carnal por aquela que tinha até aquele momento respeito e consideração pela o que ela é para sua família no dia a dia.
Duda era amiga de Alice desde criança. Tinham a mesma idade, cresceram e sempre foram muito amigas. Descobriram na mesma época o sexo. E curiosas como eram já brincaram duas vezes juntas de forma mais quente. De tempos em tempos o tesão de uma pela outra tomava conta de ambas e elas se entregavam. Eram momentos maravilhosos, segundo as próprias confidenciavam uma p/ outra. E Duda naquele instante imaginou enquanto Cadu a enlouquecia com sua língua, um “ménage a trois”. Delirava e soltava gritinhos de prazer imaginando Rose chupando e mordiscando seus seios.
Cadu da mesma forma imaginava o mesmo. A sintonia de ideias era perfeita. O pau de Cadu latejava dentro de sua cueca. Por um momento sentiu vontade de meter com gosto naquela boceta. Mas como bom amante resolveu fazer o que sua companheira desejava.
DUDA: - ai amor. Que gostoso. Vc consegue se superar. Ah! Ah! Eu vou .................
Duda gozou como nunca. Gozo farto. E Cadu se deliciou com o melzinho da gostosa. Deixou a xota da sua putinha limpinha. Ele adorava e sabia como ninguém chupar uma boceta. E sua esposa e amante diziam que ele se aprimorava dia após dia.
DUDA: - me beija. Que delícia,Amor! Que gozada.
- e meu pau lindo. Duro assim. Tem que gozar. Mas eu não quero aqui dentro. Eu quero te chupar até Vc me dar gagau na boquinha.
CADU: - sou todo seu. Fique à vontade.
DUDA: - ah safado!
E Duda chupou seu amado com maestria. Babou o pau de Cadu todo. E ela melhorava mais e mais na arte do boquete. Cadu percebia como ela melhorava e se aproximava e muito de sua Esposa, ou seja, Mãe e filha estavam se equivalendo na arte de chupar um caralho.
DUDA:. - é porque estou cansadinha. Mas outra hora vou me acabar de chupar sabe o que, meu amor.
CADU: - ah! Não minha putinha. O que?
Duda chupava com gosto. Ia até o talo. Chupava, mordiscava o saco dele. Se contorcia e ficava naquela região depois do saco e Cadu delirava, gemia, ia nas nuvens. Lembrou naquela hora que agora à pouco povoou seus desejos. Imaginou que ao lado deles Rose se masturbava, se acabava com dois dedos na boceta. E seu pau pulsava. Delirou quando Duda com muita safadeza se aproximou mais e mais de sua bunda.
DUDA: - você adora chupar e eu quero fazer o mesmo na sua bunda. Vc vai deixar?
- mamãe já fez isto em Vc?
CADU: - delícia!
- meu rabo é totalmente virgem.
DUDA: - agora estou cansadinha, mas vou te pegar de jeito. E vai ser no dia que eu vou dar meu rabo p> E Cadu delirava com a o jeito puta da sua amada. E com um grito forte gozou.
DUDA: - delícia amor!






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