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37 - TROCA DE ESPOSAS


autor: bernardo
publicado em: 01/01/17
categoria: hetero
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Tudo começou quando André chegou na chácara dos pais do seu amigo Jair para passar as festas de fim de ano e ao procura-lo, não o encontrando dentro de casa, chegou a um galpão bem afastado da casa principal e ao se aproximar para fazer uma surpresa ao amigo, se surpreendeu ao se deparar com uma cena que até hoje não lhe sai da cabeça. Soninha, a irmã do Jair, vestida com uma saia jeans curtinha sentada em uns caixotes de madeira estava com as pernas abertas, e Jair ajoelhado na sua frente chupava sua bucetinha segurando em uma das mãos sua calcinha.

Soninha com seus olhos fechados gemia de tesão enquanto a boca do irmão explorava sua bucetinha. André se ajeitou num canto e presenciou a cena se acabando numa gostosa punheta.

Jair se levantou e sua irmã tomou seu lugar, abaixou sua bermuda, deixando saltar para fora 19 cm de pica que ela sem pestanejar tentava engolir, mas era muito grosso para caber na sua boquinha.

Ela chupava gostoso o pau do irmão que delirava forçando sua cabeça de encontro ao seu corpo tentando fazer com que ela engolisse todo seu pau, mas quando chegava à sua garganta, Soninha fazia ânsia de vômito e seu irmão aliviava um pouco.

Quando estava em ponto de bala Jair encostou-a na parede de costa para ele, levantou a sainha e a puxou de forma que Soninha com as mãos apoiadas na parede arrebitava sua bundinha para que ele a penetrasse por trás.

Jair molhou seu pau, cuspiu no cu dela e foi enfiando devagar fazendo desaparecer por completo até seus bagos encostar-se à xaninha, que com movimentos cadenciados rebolava na rola do seu irmão enquanto ele apalpava seus seios.

Aos poucos Jair foi aumentando o ritmo e pelos gritinhos da Soninha, André percebeu que ela estava gozando, pois gemia sem parar jogando seu corpo pra trás para agasalhar todo o caralho do irmão.
Conforme Jair ia aumentando a intensidade do vai e vem, os gritinhos da Soninha iam se transformando em grunhidos roucos que de forma ruidosa saía de sua garganta.

Jair segurou firme na cintura dela e deu um grito despejando toda porra acumulada do seu saco escrotal no cu da sua irmã, e André com as pernas bambas, gozava pela segunda vez na mão.

Quando foi se retirar para que eles não notassem a presença, ele tropeçou e caiu em cima de umas sacarias derrubando algumas garrafas que estavam ali.

Soninha e Jair se assustaram e rapidamente tentaram se recomporem. Jair respirou aliviado quando o viu caído no galpão tentando se levantar. Soninha ainda estava com as palmas das mãos tapando seu rosto de vergonha pensando ter sido flagrada pelos pais.

Se fossem seus pais, suas desculpas não resolveriam muito, pois a porra do Jair teimava em escorrer pelas pernas da Soninha que mesmo trancando seu cuzinho não conseguia segurar no seu interior. Jair acalmou Soninha dizendo que André, seu amigo, já sabia de tudo que rolava entre eles.

Mesmo sabendo do relacionamento incestuoso que rolava entre eles, não foi o bastante para impedir que André se apaixonasse por ela.

Jair também caiu de quatro por sua prima Aninha que também veio passar as festas de fim de ano na chácara com eles.

Aninha era uma loira lindíssima que mostrou ser muito sapequinha, pois logo se enturmaram e transavam os quatro no mesmo quarto, pois, por sorte, os pais de Soninha e Jair, por sua vez, foram passar as festas de fim de ano na casa de parentes na cidade.

De vez em quando trocavam de mulher. André se deliciava com a bucetinha da Aninha enquanto Jair castigava o cu da sua irmã que era viciado em fodê-lo.

André e Soninha e Jair com a Aninha, noivaram e marcaram o casamento para o mesmo dia. foi uma festona que rolou na chácara para celebrar a união de dois casais de amigos que se amavam muito.

Após o casamento, os encontros entre eles foram diminuindo à medida que os estudos e o trabalho tomavam conta do cotidiano, e quando os filhos chegaram, ficou quase impossível manter a relação amorosa entre eles, mas mesmo assim, sempre que surgia uma oportunidade Jair pegava a Soninha e André ficava com a Aninha.

Após ter passado em um concurso público, André foi trabalhar e morar em Belo Horizonte, Jair ficou em São Paulo e acabaram perdendo contato por cinco anos.
Em um domingo à noite quando Soninha recebeu um telefonema do seu irmão dizendo que no próximo final de semana ele, Jair e Aninha lhes fariam uma visita.

Soninha ficou radiante e André também, pois sentia muita falta deles, principalmente do cuzinho da mulher do seu melhor amigo.

No sábado de manhã enquanto Soninha arrumava a casa, André foi ao mercado e renovou seu estoque de vinho, também comprou vários tipos de queijo para a noite fazerem um aperitivo, pois previam uma noitada daquelas, como antigamente.

Logo após o almoço os cunhados de André chegaram e foi só alegria. Abraço, beijos, podia perceber em seus rostos que a felicidade era recíproca.

Jair estava bem mais forte, e Aninha como sempre irradiava beleza e simpatia. Agora com seus 23 anos e com um corpão perfeito, não tinha como olhar para aquela deusa de sorriso angelical e não pensar em sexo.

O contraste da beleza de Aninha e Soninha era algo encantador.

Soninha morena clara, olhos verdes, da mesma altura da Aninha, seios pequenos, bumbum arrebitado.

Aninha loira, olhos azuis da cor do céu, seios médios, uma bunda fenomenal, duas mulheres sexy, gostosas, lindíssimas, com corpos perfeitos, mas com beleza diferente. O que não diferem das duas é a maneira de se entregarem de corpo e alma ao amor, vivendo intensamente cada momento dando e recebendo prazer aos seus parceiros sem preconceito e sem culpa.

A noite chegou. Todos de banhos tomados, e a conversa continuava animada regada por muitos copos de vinhos.

As mulheres foram para a cozinha preparar os aperitivos, André e Jair ficaram na sala conversando e relembrando o passado, não teve como não falar das aventuras sexuais e atualiza-las.

Para provocar as mulheres, André colocou no DVD um filme pornô onde dois casais dividiam a cama numa foda de tirar o fôlego. Quando elas voltaram para a sala os dois homens já estavam de paus duros assistindo o filme e dando risada comparando o desempenho dos artistas. As duas sorriram e os chamaram de safados e tarados.

Aninha disse que ela e Soninha eram muito melhores que as duas que estavam atuando no filme, e na realidade eram mesmo.

Já embalados pelo vinho, Jair abraçou Aninha, sua esposa, beijou-a na boca e foi tirando sua camiseta. Seus seios saltaram para fora e ele caiu de boca chupando com gosto aquela maravilha enquanto suas mãos alisavam sua bucetinha por cima da calcinha e para retribui-lo, ela, alisava o pau do marido por dentro da bermuda.

Soninha ao lado, apertava o pau de André, enquanto assistia seu irmão chupando sua cunhada. Então ela se agachou a frente dele, tirou a bermuda, alisou seu pau e colocou-o na boca chupando bem devagar, e ele se deliciava com a boca da esposa enquanto via agora, a cunhada e o cunhado completamente nus embrenhados em um 69 estonteante.

André pegou Soninha, se livraram das roupas ficando nus também, e sugou sua bucetinha já encharcada de tesão.

Soninha gozou várias vezes na boca dele, e ao lado Aninha com as pernas no ombro do Jair recebia em sua buceta o caralho do seu marido com tanta violência que o encontro de seus corpos produzia um som como se estivessem estapeando.

Soninha ficou de quatro a frente de André, e ele meteu seu pau na sua bucetinha com vontade. Ela jogava seu corpo para trás e quando seu pau encostava-se ao seu útero, ela dava uma reboladinha dando a impressão, como que sua buceta mastigasse seu pau. Ao lado os gemidos da aninha e os berros do Jair denunciava um gozo espetacular. Vendo aqueles dois gozando, André penetrou forte e rápido na buceta da Soninha, quando sentiu seu corpo tremer ele atolou fundo despejando um litro de porra na sua bucetinha.

No sofá ao lado, Aninha deitada se recuperava da foda com seu marido, e no tapete, Jair desmaiado tentava recuperar o fôlego para a próxima batalha.

André levantou-se e chamou Soninha para tomar banho. Quando voltaram para sala, a imagem da Aninha deitada de costa completamente nua, com sua bucetinha raspadinha molhada de porra, era coisa do outro mundo.

Jair e Aninha também foram para o banheiro, e André ainda meio cansado sentou-se no sofá e pegou no sono. Quando acordou com a cunhada alisando seu pau tentando reanima-lo, com sua boca quente e úmida, passando a chupá-lo lubrificando, unindo sua saliva ao líquido que brotava.

Sua boca quase engolia por completo o cacete, e depois ia liberando devagar. Quando chegava à cabeça, sua língua girava em torno e Aninha sugava forte antes de engoli-lo novamente.

Com a mãozinha pequena e macia, massageava seu saco segurando, sentindo o seu peso, e com a outra, percorria seu pau em um vai-e-vem, enquanto sua boca e sua língua saboreavam o líquido que saía da cabeça do pau.

Quando André estava para gozar na boca dela, trocaram de lugar. Aninha deitou-se no sofá e ele começou chupando seu pescocinho enquanto mordiscava sua nuca e a língua tentava entrar na sua orelha.

Desceu mais, e suavemente mordiscou o bico de um dos seus seios enquanto a mão apalpava o outro que enrijecidos demonstravam todo o tesão que estava sentindo. Aninha com os olhos fechados curtia todas as carícias suspirando profundamente, e seu corpo serpenteava em todas as novas carícias recebidas.

A cunhada de André se arrepiou novamente quando a língua dele chegou ao seu umbigo. Ele ficou um pouco de tempo ali e desceu mordiscando sua virilha. Quando chegou à sua bucetinha raspadinha e cheirosa, abriu seus grandes lábios e sugou com gosto todo seu mel.

Sua língua brincava em seu grelinho. Quando abocanhou e apertou com os lábios, seu corpo se estremeceu e ela se contorceu em um orgasmo alucinado despejando na sua boca todo o néctar do seu prazer.

Ele não teve como não parar um pouco para admirar aquela maravilha que a natureza de uma forma tão generosa tinha abençoado a sua cunhada.

Estava tão concentrado em proporcionar prazer a Aninha, que tinha esquecido da sua esposa e seu irmão. Quando olhou pra trás, em fração de segundos seu cérebro captou esse cenário.

O relógio na parede da sala marcava quase 02:00h da manhã. Na mesa de centro, copos e garrafas de vinhos vazios. Na baixela alguns pedaços de queijo cortado em cubos, e na tela da TV, cenas de sexo explícitos entre dois casais que não paravam de foder.
No chão, peças de roupas e lingerie espalhadas pelo tapete, e no sofá, sua concunhada, uma loira de rosto angelical, olhos azuis da cor do céu, lábios carnudos, seios médios e firmes, corpo perfeito, completamente nua deitada com as pernas aberta, totalmente descontrolada, esfregava na sua boca sua suculenta e deliciosa buceta raspadinha.

No outro canto da sala, a esposa de André, debruçada no braço do sofá com sua bundinha arrebitada, sofria para aguentar no seu cuzinho os 19cm de rola do seu irmão que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunhidos indecifráveis.

Entre gemidos e sussurros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros, enchia aquele ambiente de erotismo e tesão, que ao mesmo tempo, expressava toda a volúpia de um desejo de certa forma “proibido”.

Excitadíssimo com o que via, André colocou sua cunhada debruçada no braço do sofá também, pincelou seu pau na entrada da sua buceta e atolou tudo de uma vez naquela fonte de calor e prazer. Seu pau entrava e saía de dentro da Aninha com tanta rapidez que foi preciso diminuir o ritmo para não gozar rápido demais.

Aninha recebia todo o seu pau e rebolava jogando seu corpo de encontro ao dele, que ao mesmo tempo agarrava em sua cintura e esfregava em sua bunda sentindo a cabeça do seu cacete roçando em seu útero.

Enquanto Jair arrombava o cu da sua irmã, esposa de André, André saboreava a delícia da bucetinha da mulher do Jair, que de forma escandalosa anunciava mais um orgasmo. Vendo aquela loira se arrepiar e gritar que ia gozar no seu pau, André acelerou o vai e vem e mais uma vez despejou uma enorme quantidade de porra na bucetinha suculenta e apetitosa da cunhada.

Após terem gozados, Aninha sentou no tapete encostada ao sofá, e André se aninhou no meio das suas pernas com a cabeça no seu colo e ficaram presenciando a foda dos irmãos. Aninha presenciava o desempenho dos dois enquanto lhe fazia um cafuné.

Jair, após ter presenciado o escândalo que sua mulher fez com a vara de André atolada na sua buceta, grudou com mais força as ancas da sua irmã e a penetrou com tanta força que chegava a joga-la para frente.

Soninha gritava e pedia para seu irmão não parar e Jair fazia desaparecer seu pau no seu cu d com tanta rapidez que quase não dava para ver o entra e sai do seu cacete. De repente Soninha como se tivesse sendo possuída por uma entidade, virava o rosto de um lado para outro, jogava sua bunda para trás, seu corpo se contorcia todo e gritava:

- Ai meu Deus...que gostoso...aiiiiii. Eu vou gozar!!!!

Jair descontrolado agarrou forte a cintura da sua irmã, esposa de André, forçou seu corpo de encontro ao dela e gozou fundo no cu dela urrando de prazer.

Após todos terem gozados e saciados, ficaram os quatros deitados no tapete da sala em silêncio absoluto curtindo aquele momento único, exaustos, porém felizes.

O dia já estava clareando quando acordaram. André entrou no banho com a sua cunhada, mulher de Jair e ensaboou seu corpo e não teve como não chupar novamente sua bucetinha que após ter gozado na sua boca retribuiu com uma chupeta deliciosa. Saíram do banheiro porque Jair, e Soninha, esposa do André, estavam esperando a vez deles.

Quando entraram no quarto, André já estava com seu pau atolado no cu da sua cunhadinha que não tinha comido ainda. Seu cuzinho era bem apertadinho, pois o pau de André era bem mais grosso que do seu marido. Ela rebolava e pedia para ele meter devagar até se acostumar porque estava sentindo um pouco de dor.

Jair pegou sua irmã, deitou a de costa e chupava com vontade sua buceta. Ele estava fascinado e sentindo uma sensação deliciosa ao ver sua esposa sendo chupada pelo próprio irmão enquanto metia a rola no cu da sua cunhada ao lado do marido.

Logo Jair pôs Soninha de quatro também e atolou seu pau na buceta dela, então André, retirou seu pau do cuzinho da Aninha e carcou na sua bucetinha deliciosa.

Era maravilhoso para André, ter aquelas duas gatas de quatro na sua frente rebolando e gemendo com um pau atolado na buceta.

Os dois homens fodiam suas esposas trocadas lado a lado. Quando estavam para gozar, eles trocaram de lugar e passaram a foder suas respectivas esposa e gozaram os quatros juntos, cada um com sua mulher. Era a primeira vez naquela noite que gozaram cada um com sua esposa.
Após essa foda, dormiram os quatro na mesma cama.
Quando acordaram já estava quase na hora do jantar. Na noite seguinte repetiram tudo novamente.
Na segunda feira cedo os cunhados de André voltaram para São Paulo, e suas vidas novamente retornaram ao seu curso normal aguardando nova oportunidade para extrapolarem outra vez.

O tempo passou e relações a quatro continuaram, sem culpa, sem preconceito, e sem medo de serem felizes, o que rola entre eles é um pacto de puro sexo, erotismo, desejo, cumplicidade e respeito mútuo. São felizes assim.

As respetivas famílias nunca desconfiaram, e é assim que tem que ser.

Se isso é errado não sei, cada um tem seus conceitos de certo ou errado, a igreja impõe seus dogmas, a sociedade de um modo geral condena o incesto, André fico pensando, será mesmo pecado proporcionar um prazer tão intenso a outras pessoas mesmo que sejam do mesmo sangue?

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