"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fudendo Minha Mãe


autor: Dezinho
publicado em: 02/01/17
categoria: hetero
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Foi com 14 anos mais ou menos que comecei a me interessar pelo incesto. Como qualquer jovem punheteiro, passava horas na frente do computador vendo diversos tipos de temas pornográficos : Hentais, zoofilia, travestis, coisas bem bizarras...mas o incesto, nossa, foi amor à primeira vista, mexeu comigo de verdade, ele me excitava demais. Gostava de todas as possibilidades, irmão com irmã, pai com filha, irmãs lésbicas, mãe e filha lésbicas(acho que esse último, todo homem deve gostar), mas claro, o que realmente me fazia perder a cabeça era o de mãe com filho, atingia o meu ponto fraco.



Pois bem leitor, devo me apresentar , sou o Josemi, e venho aqui agora para te contar sobre a melhor coisa que me aconteceu na vida (sim, a melhor, muito melhor que passar em um emprego, que casar, que ter filhos e etc), a primeira experiencia sexual entre mim e minha mãe. Viramos amantes quando completei meus 19 anos, transávamos 4 dos 7 dias da semana, isso durante 3 anos, até que eu tive que me mudar de cidade por conta do emprego, só que apesar da distância, ainda mantemos o carinho e sempre tentamos botar as coisas em dia quando vou visitá-la.



Minha mãe, caramba, que mulher... Ela com 40 anos(quando tudo aconteceu) parecia ter trinta e poucos, cabelo preto e encaracolado, baixinha, branquinha, gordinha bunduda e com peitos grandes, pernas gorduxinhas, entende? Uma delicinha, garanto que qualquer homem iria querer transar com ela, ATE EU, Há.



Mas enfim,como acabei de te falar, tudo aconteceu com meus 19 anos, mas foi um longo processo até que nós dois chegássemos onde chegamos. Vamos voltar um pouco aos meus 14 e 15 anos.



Nessa idade eu sentia sim muito tesão com hentais e relatos de incesto entre mãe e filho, de fato, era o tema mais quente para mim, contudo, ainda não pensava na minha mãe. Eu era como você (eu acho), adorava a perversidade do errado, do proibido, mas se por um acaso em algum momento viesse na minha mente alguma ideia com a minha mãe, fazia questão de repelir a imagem mental o mais rápido possível.



Tenho certeza que pra maioria dos amantes desse tema seja inevitável em algum momento pensar em um determinado parente próximo, tipo você, você já pensou em alguém da sua família mesmo que sem querer? Sabe, sua irmã, sua filha...talvez sua mãe mesmo...Esta pensando agora? Não? Sim?



O lance é que eu sempre deixei a ideia passar, ir embora, mas já com 15 pra 16 anos, eu sei lá, acabei me pegando um dia batendo punheta pensando na mulher que me trouxe para esse mundo, e apenas o fato de pensar nela de uma forma mais sexual já me era o suficiente, muito melhor que qualquer viagra, o pau batia na testa. Passei de fato a admirar ela em casa, sempre usando vestido ou calça lycra, perfeita pro seu corpo, rapaz, eu ficava olhando pro bundão macio dela e babava, queria muito enfiar minha cara ali no meio e lamber seu cu. Ao invés de repelir os pensamentos, eu me afundei neles, permiti que isso acontecesse pois me dava muito tesão. Foi com 16 anos a primeira vez que entrei no quarto dela, abri o guarda-roupa e cheirei suas calcinhas. Foi muito esquisito, senti minha orelhas arderem, e o arrependimento bateu forte naquele dia, pensei que nunca mais ia fazer algo do tipo, pensei até mesmo que ia parar de ver incesto.



Mas né, bastou alguns dias do ocorrido para que a memoria das calcinhas dela me enchessem de tesão, e virou tradição : Toda vez que ela e meu pai saiam de casa, eu ia pro quarto deles e cheirava todas as calcinhas dela, batia punheta com elas, chupava e passava o meladinho da cabeça do meu pau bem onde a vagina dela ia ficar, depois recolocava elas dobradinhas como as encontrei.



As coisas, meu amigo, só pioravam com o tempo. Logo comecei a tirar fotos dela de ângulos vantajosos para depois me masturbar à vontade, do decote e da bunda em diferentes posições. Tambem ficava ouvindo ela fazer xixi no banheiro, e depois que ela saia, ia no lixinho pegar o papel que ela usou para se enxugar e lambia um pouquinho da sua doce urina, e também passava na cabeça do meu pau.



Agora, essas duas próximas coisas que vou te falar são um tanto que questionáveis, mesmo se tratando de uma narrativa de sexo entre mãe e filho, então se prepare: 1- Aconteceu algumas vezes de eu ir na sala a tarde, quando ela estava dormindo no sofá, sentar no outro sofá na frente dela, e tirar meu pau pra fora pra ficar exibindo para ela, balançando ele pra lá e pra cá observando seu lindo rostinho. Pois é.



Na maioria das vezes, era só ela abrir os olhos e pronto, ia me pegar ali batendo punheta na frente dela. Apenas uma vez eu tive coragem de chegar perto dela dormindo, e aproximar bastante o meu pau do seu rosto, o suficiente pra ela sentir o meu cheiro.



2- Se achou a primeira coisa "ousada", veja o que acha dessa aqui. Foram várias as vezes que eu fiz o café da tarde em casa, que sempre era vitamina com pão, então me veio uma ideia maligna na cabeça, gozar na vitamina e dar pra ela beber. E eu fiz isso mesmo, minha mãe bebia a goza do próprio filho diariamente, sem nem saber. Teve inclusive vezes em que eu fazia um pouquinho de xixi no leite dela,ou passava o pau na borda do copo, enfiava o pau dentro...Depois ficava lá olhando ela engolindo e pondo a boca onde meu pau passou.



Doentão...



Bem, já esta na hora de eu explicar como começamos nosso romance. Tudo aconteceu por uma TREMENDA CAGADA minha, que poderia ter tido outros resultados, incluindo o fim da família.



Com 18 anos eu já havia perdido a minha virgindade com uma amiga que dava pra qualquer um, e ainda cheguei a ir cinco vezes na zona com meus amigos, ou seja, minha vida sexual começava a desabrochar... Sempre pensei que depois que eu perdesse a minha virgindade, toda essa tara pela minha mãe ia passar, entretanto, não passou, eu ainda queria ela, e muito.



Com 19 anos, eu ainda vagava pela internet vendo tudo o que era possível de se encontrar sobre pornografia, e acabei achando um blog sobre "punheta com calcinhas", no qual a imensa maioria das fotos eram justamente de supostos filhos que se masturbavam pensando nas mães. Eu curti a ideia do blog, e pensei em enviar minhas fotos para lá, pra compartilhar minhas experiencias com outras pessoas.



Então em um sábado, quando meus pais foram visitar minha avó em uma cidade vizinha, eu fui lá no quarto da minha mãe pegar algumas calcinhas e tirei um monte de fotos minhas batendo punheta com elas, e resolvi passar essas fotos pro computador (o único da casa, que fica no meu quarto) para fazer uns recortes, melhorar o brilho e tudo mais. Então criei uma pasta nova na área de trabalho e deixei elas todas lá, e a intenção era a de editar, passar elas por email pro tal blog, e logo em seguida apagar a pasta sem deixar vestígios.



Como era sábado, eu tinha compromisso com meus amigos a noite, e acabei saindo antes mesmo dos meus pais voltarem pra casa.



Eu só cheguei em casa duas da manhã e me deparei com uma cena inusitada. Imagine isso, eu entrei pela porta da cozinha, certo ? Todas as luzes da casa estavam apagadas, quase que um silêncio absoluto, exceto pela sala, a TV ainda estava ligada e com o volume bem baixinho, emitindo uma claridade fraca, por isso fui verificar quem estava lá. Quando eu cheguei bem perto, ouvi gemidos de mulher e uma musiquinha característica, era alguém assistindo um filme pornô, então quando entro na sala tenho uma baita surpresa : Era a minha mãe quem estava lá, deitadinha no sofá, no escuro, de calcinha vermelha e camisola cor-de-rosa quase transparente. Tive naquele momento a impressão de enxergar as aréolas dos mamilos dela por de baixo do tecido, além das maravilhosas pernas brancas, olhei pra ela e pra TV,sem falar um "a", pois era um pornô mesmo (um cara de pé socando violentamente a rola numa loira de quatro). Tranquilamente,sem sequer demonstrar constrangimento, ela desliga o aparelho (nos fazendo ficar no escuro, então não pude ver ela muito bem), veio até mim, me abraçou e deu um beijo no meu rosto (pude sentir seus seios moles apertando no meu corpo nesse momento), só falou "ate que enfim você chegou" e foi embora.



Eu até perguntei "ué, mas tava me esperando?" , mas ela não respondeu. Acontece que desde o terceiro colegial eu já saia de casa e só voltava as 4 da manhã, e ela nunca tinha ficado me esperando, foi um acontecimento bem estranho, mas me senti extremamente sortudo por ter visto ela naquela roupa, daquele jeito, e ainda por cima vendo um pornô, meu sangue já começava a ferver.



Mas quando eu entrei no meu quarto, meu sangue gelou rapidamente : estavam jogadas em cima da minha cama várias calcinhas da minha mãe. Cara, eu quase dei um mortal de costas pra olhar pro corredor, pro quarto dos meus pais, que já estava com a porta fechada... o que caralhos havia acontecido ali? Será que eu tinha esquecido de devolver as calcinhas ao guarda-roupas? Será que ela tinha visto? Só digo que meu cu trancou.



Só mais tarde fui entender o que aconteceu. Quando sentei no computador, vi na área de trabalho a tal pasta com as fotos do meu pau e das calcinhas, que ainda por cima estava azul(ou seja, alguem clicou nela).Eu havia cometido a imbecilidade de esquecer de apagar ela a tarde, depois que já tinha enviado as fotos pro blog. Passei mal no início, mas então comecei a me perguntar o que estava acontecendo, quer dizer... meu pai nem mexe no computador, então obviamente foi a minha mãe quem olhou ela, e que reação foi aquela? Minha mãe havia visto diversas fotos das suas calcinhas enroladas no meu pau e me esperava de madrugada assistindo um pornô, e ainda deixou na minha cama mais calcinhas...



Dormi no máximo uma hora naquela madrugada de sábado pra domingo, cheio de medos e duvidas, mas quem diria que assim que eu acordasse ia ter o melhor dia da minha vida?



...



Despertei às 7h da manhã, e o nervosismo era tanto que não sentia um pingo de sono.Não demorou nada pra ouvir minha mãe também acordando cedo no quarto dos meus pais, indo pro banheiro que tem lá, e logo vindo bater na minha porta.



Abri a porta mudo, sem nem ao menos ter coragem de olhar pro rosto dela, e ela ainda usava a mesma camisola rosa quase transparente com os mamilos levemente visíveis, e calcinha. Ela se sentou na beira da minha cama e pediu pra mim sentar do lado dela, que era para conversarmos. Bom, e assim se iniciou o nosso diálogo, com ela falando que aquilo que eu estava fazendo era errado, que ela ficou assustada quando descobriu, que eu tinha que respeitar ela e meu pai, mas também disse que já sabia que eu não era mais virgem, e que eu era um homem muito bonito, e usou a seguinte expressão "fiquei lisonjeada" , porem era pra mim parar. Eu não sei, mas o jeito dela falar era gostoso de ouvir, a maneira como ela me olhava, eu via ela formando leves sorrisos simpáticos na boca , eu sabia desde o inicio que tinha algo a mais ali, quer dizer, ela me deu mais calcinhas por quê? E ainda mais depois desse "lisonjeada" em saber que o próprio filho queria comer ela, que mãe fala isso ? Senti coragem pra ser honesto, pra falar que ela pra mim era a mulher mais linda que existia, que eu fazia aquilo desde os 15 anos (não falei sobre gozar nas suas coisas e as punhetas enquanto ela dormia ) e ainda encerrei falando que eu via sim ela como mãe, mas que nunca ia conseguir olhar pra ela e não ver a mulher que ela era.



Enquanto eu falava ela apenas sorria, linda, e quando encerrei ficamos em silencio alguns segundos,sentados um do lado do outro, até ela se inclinar pra perto de mim e beijar minha bochecha, bem perto da minha boca... ficamos em silêncio novamente,olhei pro rosto dela mas ela desviou o olhar por alguns instantes, pensativa, mas então, ela voltou a me olhar nos olhos mordendo os lábios e passando a mão bem devagar na minha coxa fazendo um som de 'hmmm", se deitou na minha cama colocando as belas penas brancas em cima das minhas "Então você acha sua mãe gostosona?". Quando ela fez isso, sua camisola curtinha subiu, e a calcinha ficou toda exposta. Demorei mais alguns segundos processando o que acontecia até começar a alisar a suas pernas em cima das minhas, fui subindo com a mão bem devagar até chegar na sua cintura, na "alça" da calcinha...que pernas lisinhas, que pele macia...



Eu me posicionei na cama, deitando em cima dela, que me abraçou e cruzou as penas nas minhas costas, eu estava ficando possesso de desejo, comecei a beijar seu pescoço, sua orelha, e esfregava o meu pau duro ainda dentro do shorts na calcinha dela, fazendo bastante pressão, e apesar de todo o tecido separando nossos corpos, apenas a sensação da buceta macia e quentinha dela já podia me fazer gozar. Ela disse " fica mais calmo, eu quero que você me beije um pouco". Dito e feito, beijei minha mãe na boca, e que boca doce, era apaixonante demais enfiar minha lingua dentro dela. Assim que terminamos, ela falou 'Nossa, que delicia", e eu respondi com a voz tremula, cheio de emoção "sim,sim, muito boa".



Eu então fui descendo com a boca, beijando seu decote, e também fui subindo com a camisola, até expor seus seios lindos, que comecei a chupar cheio de desejo, e ela gemendo "Isso, chupa a sua mamãe meu bebe",com um cafuné na minha nuca,"Tava com saudades de mamar na sua mamãe?", mas quando eu passei a mão na xota dela, ela me interrompeu, e disse "Nós não vamos transar agora, porque seu pai ainda esta em casa e vamos fazer muito barulho", porem, me pediu para deitar de barriga pra cima, abaixou o meu shorts até os joelhos, deixando meu pau duro pra fora, deitou com a cabeça na minha barriga e me disse que só estava fazendo aquilo tudo porque achou meu pau maravilhoso nas fotos, e que tinha que provar, então me boqueteou gostoso, com direito a uma mão fazendo cosquinha nas minhas bolas. Gozei logo, era tesão demais pra mim segurar, cheguei a avisar que ia gozar, mas ela não parou, enchi a boca dela, que acabou cuspindo tudo em uma das calcinhas que tinha me dado,"Que delicia,rsrs", antes dela sair, falou pra mim me preparar para a noite e pediu para manter a normalidade pelo resto do dia, pro meu pai não desconfiar de nada. Eu fiquei ali, de olhos revirados e pau melado, sem acreditar naquilo, mas depois disso tudo, meu coração finalmente se acalmou do medo que eu estava sentindo, e acabei caindo no sono por mais algumas horas.



O resto do dia foi de certa forma cômico, meu pai trabalhava fora durante a semana e só voltava pra casa na sexta, ou seja, naquele domingo a noite, ele ia pegar a estrada e eu e minha mãe íamos ficar sozinhos. Acordei na hora do almoço, junto com meu pai, e minha mãe já estava vestida com uma camiseta normal e sua tipica calça colada, cuidando da casa. Eles passaram o dia todo juntos, namorando, abraçadinhos (eu via a minha mãe, que tinha acabado de chupar o pau do próprio filho, beijando a boca do meu pai, que vagabunda...). Fiquei no meu quarto a maior parte do dia tambem, tremendo, sofrendo com a ansiedade, pois sabia o que viria a noite. Fiquei lá assistindo umas séries a fim de me acalmar um pouco, mas às 16h teve lá o bendito jogo de futebol que meu pai adora, e foi o momento em que minha mãe foi no meu quarto só pra me perguntar qual a depilação que eu preferia, porque ela ia tomar banho... Bem, pedi pra ela tirar tudo, mas obviamente isso quebrou o meu clima de paz.



Às 18h eu me despedi do meu pai, e minha mãe levou ele de carro até à rodoviária. Às 18:30 ela já estava em casa.



Ela tirou a roupa toda já na garagem, e foi desfilando nua até a porta do meu quarto (assim que eu ouvi ela chegando já fiquei parcialmente duro, mas quando eu vi aquela MILF gordinha completamente pelada, com um sorrisinho safado olhando pra mim, fiquei tão duro que quase rasgou meu shorts). Ela só fez um 'psiu' pra mim, me chamando com o dedinho, e quando eu cheguei perto dela, ela me segurou pelo pau, e foi me puxando até o quarto dela. Aproveitei pra ir admirando aquele bundão branco, o rebolado e o balanço das nádegas. Chegando lá, ainda os dois em pé ao lado da cama, ela colocou os dois polegares no meu shorts, um em cada lado da cintura, e baixou tudo de uma vez só até o chão, meu pau saltou pra fora e ficou lá balançando por um curtíssimo período de tempo.



Ela ficou olhando pro meu pinto, de frente pra mim, pegou nele carinhosamente fazendo movimentos de punheta e elogiou mais uma vez o tamanho do meu pau, e ainda disse que sentia muito a falta de um pau de novinho pra comer ela. Eu pedi pra ela deitar na cama e me deixar assumir o controle dessa vez, ela provocou com um "o machão vai acabar com a mamãezinha" debochado. Deitei em cima dela e dessa vez fui bem menos afobado, e assim como de manhã, começamos a nos alisar e nos beijar, e foi muito gostoso, ela já gemia só com meus toques nos peitos , ao mesmo tempo que a beijava no pescoço. Fui direto pro meio de suas penas com a boca, beijando suas coxas macias , depois lambendo e beijando sua virilha, e logo lambendo e chupando sua buceta quente. Ao mesmo tempo esticava o meu braço e mexia nos seus mamilos com uma das mãos, e ela passou um perna por cima do meu ombro.



Fiz isso por muito tempo, revisando a cada 5 minutos seguidos de oral por alguns beijinhos nas nádegas (meu desejo era o de chegar no seu cuzinho, mas para isso, só se ela virasse a bunda pra mim), era o grelinho da minha mãe que estava na minha boca, eu estava apaixonado por aquilo. Queria dar uma boa primeira impressão, para ela viciar, ver o bom amante que ela poderia tar dali em diante, então segui chupando até que ela gemeu alto e estremeceu todinha.



Olhei pro rosto dela, e ela estava lá toda vermelhinha, ofegante, seu peito também todo rosinha, ela realmente teve um orgasmo. Ela ainda continuou lá deitada, fui eu quem chegou de joelhos na cama com o pau perto da cara dela, e fiquei passando em todo aquele rostinho lindo, naqueles lábios moles, meio que usei a boca dela como base pra fazer um "vai e vem" com a rola, com direito as bolas apertarem contra a bochecha dela no "vai", depois fiz um "vem" pra trás com a cabecinha parando certinho na boquinha dela, e no próximo 'vai" já enfiei na boca, fazendo aquela curvinha do pau empurrando dentro a bochecha, e ela chupou cheia de amor e se siriricava junto.



Estava muito bom, então resolvi ir logo pro sexo pra evitar que eu gozasse logo. Ela perguntou qual posição eu queria , e eu disse que queria olhar pros olhos dela na nossa primeira vez, porque afinal, ela é a mulher mais importante da minha vida, tinha que ter algum carinho ali na transa. Fomos no tradicional papai e mamãe, comigo deitado mais uma vez em cima dela. Passei a cabecinha do meu pau na sua buceta molhadinha por um tempinho, pra provocar, e ela ficava me encarando com uma carinha de ninfeta, então penetrei... O bom filho a casa torna, sai de lá, voltei pra lá.



Comia minha mãe com carinho, em um ritmo não tão rápido, sentia cada centímetro do meu pau sendo envolvido por aquela delicia, e tenho certeza que ela também aproveitada cada cm que entrava nela, naquela velocidade, podíamos nos aproveitar 100%. Ficamos os dois bufando, olho com olho, e ela com uma expressão linda de prazer. Falava uma hora ou outra "come sua mamãezinha seu punheteiro, não era isso o que você queria? Meter na sua mãe" e eu respondia " Ta gostando de dar pro seu filho,mãe? Sua vagabunda" e assim seguimos nos provocando de tempo em tempo.



Ela gemeu e estremeceu mais uma vez nesse processo, e então foi minha vez de querer gozar, eu avisei pra ela, porem, me disse que eu podia fazer dentro, porque aquela era a nossa noite. Dormimos ali, juntos, sem nem jantar.



A partir daquele dia nossas vidas mudaram, eu virei o marido dela durante a semana, eu chegava em casa depois da faculdade e ela me recebia com beijos, com carinho, transávamos, eu as vezes também comprava algo pra ela, levava pra sair, eramos um casal.



Porem, como eu já falei leitor, eu arranjei um emprego em outra cidade e me mudei. Durante a semana minha mãe fica sozinha agora, pois meu ainda pai trabalha. Mas através de whatssap eu e ela mantemos o contato e a relação quente, trocamos mensagens de amor, fotos, somos de fato amantes.



Veja bem, se eu achar uma namorada, uma esposa, isso não me importa, ainda manterei a relação com minha mãe, não somos apenas um homem e uma mulher que fazem sexo, somos mãe e filho, e somos apaixonados, é a nossa maneira de demonstrar nosso amor um pelo outro. Com uma esposa não vai ser sexo com amor? É exatamente a mesma coisa com minha mãe, só que um "sexo materno" XD.



E o amor entre mãe e filho é o mais sincero que existe.



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