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Brincadeira na Balada


autor: raquelsoares
publicado em: 03/01/17
categoria: aventura
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Esse conto é uma experiência que tive e que precisava escrever sobre ela. Foi a coisa mais diferente e fora dos padrões que já fizemos juntos e, apesar do receio anterior, acabou por apimentar e despertar sensações diferentes na gente. Virou um segredo e uma lembrança íntima diferente.

Tenho um relacionamento de 7 anos com o “Fábio”. Na verdade, há 3 oficializamos a união estável e passamos a morar no meu apartamento. A gente se conheceu no trabalho, começamos a namorar e pouco tempo depois ele saiu da empresa e foi para outra, o que facilitou nossa relação. Foi quando demos um passo maior no relacionamento. Nós dois temos a mesma idade de 32 anos. Pra ajudar na imaginação, eu tenho 1,66 m, sou loira natural, cabelo mais cacheado, mais pra magra, com um corpo normal mas acho que atraente, principalmente minhas pernas. O Fabio tem mais ou menos 1,72 m, não é gordo, tem um corpo bonito mas não faz o tipo “saradão”, é branquinho e tem o cabelo preto raspado.

Desde o início o sexo era muito bom e eu chegava ao orgasmo com ele muitas vezes. Apesar de não ser um cara muito quente, Fábio sabia me dar atenção no sexo e me desejava bastante. Acontece que com o tempo, como um clichê de relacionamento, o sexo acabou ficando muito parecido, menos frequente e, até, mais mecânico às vezes. Isso me incomodava e me gerava insegurança, tanto sobre minha aparência física, quanto sobre o relacionamento, com medo de que ele encontrasse outra ou me traísse. Assim, comprava lingeries, incentivava viajarmos pra lugares diferentes, saídas pra dançar, entre outras coisas. Por mais que ajudasse, sentia ainda que faltava alguma ousadia no sexo. Algumas vezes conversamos sobre ir a uma casa de swing, nos excitou a ideia, porém acabamos desistindo, talvez mais pelo meu preconceito e por minha insegurança. Além disso, não sabíamos como iríamos reagir com outras pessoas interagindo sexualmente conosco. Só que, de vez em quando, eu e o Fábio nos pegávamos brincando e imaginando situações sexuais diferentes. Particularmente, eu gostava de me imaginar sendo apreciada por outros homens, na praia, na rua ou numa festa. O Fábio entrava na brincadeira, incentivava até, eu ficava muito excitada e ele também, gozávamos muito fácil.

Então, um dia, sozinha, muito excitada, comecei a imaginar uma situação desta e me veio a ideia de fazer uma “brincadeira” parecida na vida real. Pensei em chama-lo pra ir numa balada, dessas normais, que rola bastante pegação e dança, colocar um vestido curto, provocante, um salto alto e um fio dental pequenininho, enfim, uma produção bem sensual, e fazer algo inusitado lá. Moramos na grande São Paulo, não faltavam boates assim.

À noite, quando Fábio chegou, depois de jantarmos, na cama, com uma taça de vinho, começamos a nos beijar e esquentar, então brinquei sobre essa ideia:

“- Por que não marcamos de sair pra dançar numa balada, eu coloco um vestido bem sexy, curtinho, me produzo bastante, lá dentro a gente finge que não se conhece, aí você senta no bar e fica me observando dançar na pista de dança, danço bem sensual, provocando outros homens, até que um deles resolve vir dançar do meu lado. Eu danço olhando pra você, ele colocando as mãos na minha cintura, deixando escapar algumas vezes pra minha perna, minha bunda..... depois de um tempo eu dispenso ele, vou pro banheiro, você me encontra lá, a gente entra no banheiro masculino e começamos a transar dentro da cabine... “

Só na imaginação gozamos, depois transamos e fomos dormir. No dia seguinte, de manhã, perguntei se ele ficou chateado com a brincadeira. Ele disse que não, que tinha gostado bastante e que ficou com aquilo na cabeça. Foi aí que, após um rápido silêncio, eu resolvi propor pra ele a gente fazer algo parecido na mesma noite. Estava com medo da reação dele, mas a aprovação da brincadeira me incentivou a propor aquilo. O Fábio ficou meio surpreso, riu e disse que topava. Eu falei que não precisava rolar a parte da dança com outro homem e que a gente podia impor limites ou regras, como se fosse uma brincadeira ou um jogo mesmo. Ele ficou bastante entusiasmado e eu também, mas, sugeriu que não fizéssemos naquele dia e que marcássemos pro final de semana seguinte e em outra cidade, no Rio de Janeiro, pra termos menos chances de encontrarmos conhecidos. Topei na hora, já marcamos hotel e compramos passagem pro segundo final de semana.

Durante as duas semanas seguintes fiquei bastante tranquila e até esquecemos o que tínhamos marcado, mas, na quinta feira, um dia antes da viagem, começou a rolar um misto de ansiedade, excitação e medo. Pensei em desistir, mas já estava tudo marcado. Enfim, no mínimo aproveitaríamos o final de semana no Rio. Chegando lá, escolhemos juntos uma balada, pela internet e por recomendações de lugares bons pra dançar. Antes de sair começamos a conversar sobre aquilo, os dois estavam nervosos, só que estávamos tão excitados que acabamos transando. Mesmo assim, nos arrumamos e fomos pra boate, pensando ao menos em se divertir. Entramos como casal mesmo, a casa estava relativamente vazia, era enorme, bem frequentada, até por turistas estrangeiros e tinha vários ambientes, entres pistas de dança e restaurante. Não queria me decepcionar e nem decepcionar o Fábio, então pedi que ele comprasse um drink pra gente no andar em que estávamos, resolvemos não sentar em mesa e começamos a tomar o drink, conversar e conhecer a balada toda. O último andar era aonde ficava a pista de dança mais animada, escura e provavelmente mais frequentada pelos solteiros e solteiras. Descemos, tomamos mais uma bebida, fiquei mais “solta” e, ao mesmo tempo, a casa ficou bem cheia. Imaginei que a pista de dança já estivesse bem lotada. Então sugeri:”- Posso ir lá pra cima?”. Fábio respondeu:”- Sozinha?”. Eu fiquei meio arrependida:”- Não sei, que acha?”. Ele, riu, me beijou e disse: ”Sobe, daqui há vinte minutos eu vou também”.

Eu aceitei e fui, mesmo após duas bebidas eu ainda estava nervosa e com medo, mas fui. Chegando lá em cima, a pista estava cheia, não lotada, muitos grupos, variadas idades, tinham casais também. Logo que entrei fiquei meio deslocada e fui pra perto de um dos bares, pedi uma cerveja mesmo e comecei a pensar naquilo. Então recebi uma mensagem do Fábio no celular: “Te desafio a dançar com alguém”. Na hora eu ri e me acalmei um pouco, a excitação começou a ganhar do medo. Havia uma banda tocando sertanejo no palco e como aquele bar ficava nos fundos do ambiente, me aproximei um pouco mais da pista de dança, ficando perto de algumas mesas. Comecei a dançar de forma discreta, mas já entrando no espírito da brincadeira, a cerveja ajudou nisso, fui me soltando um pouco mais. Alguns homens que aparentavam serem solteiros começaram a olhar bastante, não sei se por ser início da balada ainda, nenhum se aproximou naquele momento, o que começou a me deixar um pouco apreensiva de novo. Será que ia ser assim a noite toda? Então, quase que na mesma hora, o primeiro homem veio e puxou assunto comigo, me xavecando. Não gostei dele, dei uma desculpa de que estava esperando uma amiga que ia me encontrar ali e não dei muita atenção. Aí eu recebi a segunda mensagem do Fábio: “olha pra trás mas não vem aqui”. Ele estava encostado no bar, olhando pra mim e rindo. Pronto, foi o suficiente pra subir um tesão incrível em mim. Fui no outro bar, peguei outro drink e entrei de vez na brincadeira. Comecei a dançar perto de uma mesa com um grupo de mulheres, de frente pra pista, que nessa hora já estava bem animada. Até fiz amizade com uma das meninas da mesa, que estava animada também, inventei a mesma história que tinha levado bolo de uma amiga e que tinha resolvido curtir a balada mesmo assim. A menina até comentou comigo que adorou meu jeito sedutor rs. Enfim, dançando percebi um cara me olhando, perto de mim. Gostei dele, moreno, mais pra negro, alto, bonitinho... olhei pra trás, o Fábio estava lá ainda, ri pra ele, ele riu de volta, o tesão tomou conta e comecei a provocar o cara da pista, ele entendeu bem rápido o sinal e veio conversar. Confesso que nem lembro direito o que falamos no primeiro momento, nem me importava, chamei ele pra dançar, era funk naquela hora, e o ambiente já estava muito cheio. Enquanto dançávamos, aconteceu que nem na minha imaginação semana passada, ele segurou com força na minha cintura, gostei muito, e se esfregava bastante em mim. Estava uma loucura, há muito tempo eu não dançava assim com outro homem, nessa hora fiquei com medo do Fábio achar que estava passando dos limites, mas eu estava gostando daquilo. Quando olhei pra frente, o Fábio estava bem mais próximo, de frente pra gente, olhando com uma cara de tesão. Eu fiquei com mais tesão ainda, o cara dançava atrás de mim, aproveitei pra olhar direto pro Fábio e mostrar que eu também estava com muito tesão. Naquele momento não sabia mais o que fazer. Falei pro cara que ia ao banheiro e já voltava. Fui no banheiro do andar debaixo e fiquei esperando o Fábio chegar. Ele não foi e me mandou outra mensagem: “Não dá pra gente transar no banheiro, fica um segurança na porta, quer brincar um pouco mais?”. Ao mesmo tempo que queria transar, eu também estava gostando da brincadeira e queria continuar, sem hesitar eu respondi: “Quer me ver dançar mais? To com muito tesão...”. Quase em simultâneo o Fábio mandou: “Eu também to com muito tesão de te assistir dançando com aquele cara....”. Então eu subi de volta pra pista, até porque tinha ficado pouco tempo dançando e estava excitada com aquele cara. O fato do Fábio ter ficado excitado me aliviou e me soltei mais ainda. Quando cheguei no mesmo local o cara ainda estava lá. A banda de sertanejo tinha voltado, então ele veio no meu ouvido e começou a me xavecar. Olhei pro Fábio e ele ainda estava com tesão, vendo o cara chegar em mim. Ele estava com as mãos na minha cintura, falando no meu ouvido, de costas pro Fábio. Eu estava já louca de tesão enquanto ele falava, e quando eu olhava pro Fábio ele também demonstrava estar gostando ainda. Então rolou. Começamos a nos beijar ali na pista. Ele me pegou com jeito, gostei bastante. E a excitação de estar com outro na frente do Fábio, me tomou por completa. Quando paramos de nos beijar pedi pra ele comprar uma cerveja pra mim no bar, até para eu poder digerir a situação. Olhei pro Fábio e mandei uma mensagem: “Exagerei?”. Ele respondeu: “Não. To morrendo de tesão de assistir isso.”. Respondi: “Então vai pro outro bar, nos fundos da pista”. Estava disposta a aproveitar a situação e dar um show pro Fábio também. Quando o cara voltou, fomos pros fundos do ambiente, perto do outro bar, num local mais discreto. Fábio já estava lá no bar. Fiquei numa posição mais lateral pra visão do Fábio e comecei a dançar de costas, na frente do cara. Ele agarrou minha cintura, começou a esfregar seu pau na minha bunda e eu sentia toda a ereção dele, ao mesmo tempo que chupava meu pescoço. Meu vestido era curto e fino, então eu sentia bastante o pau dele, mesmo pelo jeans. Em um momento eu não resisti, coloquei a mão esquerda discretamente pra trás e peguei no pau dele por cima do jeans. Fábio assistia tudo, com uma cara de que ia gozar ali mesmo no bar, só de olhar. Virei de frente pro cara, começamos a nos beijar e deixei ele passar a mão na minha bunda a vontade. Abstraí que estava na balada, ele segurava minha bunda com força, subia um pouco meu vestido, passava a mão no meu peito.... estava uma delícia, muito gostoso e um tesão enorme. A mão dele cada vez escorregava mais fundo, e ele encostou os dedos levemente na minha buceta. Acho que se fosse em outro local, teria transado com aquele cara. Talvez, justamente por não ter a possibilidade de sexo, estava mais segura e sem medo daquela situação. A qualquer hora poderíamos ir embora dali e pronto. E foi o que eu fiz. Eu estava louca de tesão e queria dar, mas queria dar pro Fábio. Em nenhum momento eu esqueci que estávamos como casal ali e apesar de gostar daquele cara, entendia ele como parte da brincadeira. Então dei uma desculpa pra ele, inventei um telefone e até meio apressada me despedi dele com um último beijo que ele tenteou aproveitar até o último segundo, e fui pro segundo andar mandar uma mensagem pro Fábio: “Vamos pro hotel, to explodindo de tesão”. O Fábio desceu e fomos pagar a conta, confesso que fiquei com um pouco de medo do cara descer e ver que eu estava acompanhada, mas também naquela hora já não estava nem aí pra ele, mas lembrei na hora que a sugestão do Fábio de fazermos a brincadeira em outra cidade foi providencial pra ser do melhor jeito. Saímos da boate, beijei o Fábio com muito tesão, estava com um pouco de medo se ele iria querer me beijar depois de me ver beijando aquele cara, mas ele estava morrendo de tesão também e não parávamos de nos beijar. Quase não conseguimos nos segurar no táxi, que podia até ter nos expulsado, Fábio passava a mão em mim com vontade, quase levantava meu vestido. Eu passava a mão no pau dele pela calça, enfiando a mão dentro dela. Uma hora não resisti e abri o zíper dele pra sentir melhor seu pau, quase botando pra fora. Ele passava tanto a mão, com tanta vontade, eu sentia tanto tesão que uma hora fiquei com um peito pra fora do vestido e nem me importei com isso. Chegando no hotel fomos pra cama e eu contei tudo que tinha falado com o cara na boate, contando aonde ele me pegou, aonde eu peguei, o que eu senti, dizendo sempre que estava me mostrando pro Fábio, mas que estava gostando do que estava fazendo. Falei que o pau do cara parecia enorme por cima da calça. Transamos com muita vontade, gozamos bastante.

No dia seguinte, acordamos e transamos novamente, claro que a noite anterior não saía da nossa cabeça, mas foi uma experiência muito diferente, principalmente pela conexão que tivemos durante ela. Foi uma sensação de prazer individual por aproveitar outro homem, desconhecido, e ao mesmo tempo de prazer de casal, por ter sido uma experiência pros dois. Acabou sendo muito bom pra nós, e se eu tinha medo que o Fábio ficasse irritado por eu estar dançando com outro na frente dele ou que ele não me quisesse depois daquilo, o que ocorreu foi justamente o contrário, aproveitamos os dois, juntos, e a imagem que tenho é o tesão do Fábio naquela situação. Faz mais de um ano que aconteceu, não falamos mais em repetir, mas quando vamos em uma balada me sinto mais solta e menos desinibida, nos beijamos o tempo todo e sempre transamos depois da noite.





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