"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O peru que faltava na noite de Natal


autor: Chronos
publicado em: 03/01/17
categoria: hetero
leituras: 1766
ver notas


Final de ano, agitação pura na cidade, aporrinhação nos centros comerciais, mercados lotados... Esse é o Natal de todo mundo, é ou não é verdade? Todo mundo, menos eu. Pra mim é um período chato pra caralho que é marcado com muita falsidade. Porra, o cara fica longe de parentes metendo o malho o ano inteiro, e no dia 25, em nome do espírito natalino, todo mundo se junta.

Se não é este seu caso, maravilha. No meu caso, pode apostar que esse dia não passa de uma festa meramente capitalista, não tem nada de especial. Dia 25 fui para a casinha nova da minha mãe que ficaria sozinha, sem meu irmão, pois ele havia viajado com a noiva, e lá fomos nós: Tati, meu herdeiro e eu.

Quer um dia chato, entediante, sem nada que para fazer é dia de Natal, cara. Comemos umas paradinhas bacanas, até. De resto, foi um dia recheado de muito calor, sem porra nenhuma para ver na televisão e mais: Tava louco para um amorzinho gostoso com minha gordinha. Gente, como eu gosto de uma gordinha! Ela passou o dia inteiro cuidando da senhora idosa para não ter que ficar longe de mim, e eu não tava curtindo nem um pouco o dia com ela.

Chegamos ao lar depois de uma tarde chata, não pela minha mãe. Sobrou apenas enfado e cansaço . Tomamos um banho de sauna, pois não tem água que fique fria num sol desses de verão, e o moleque caiu lotado de sono , após o banho, e foi-se embora direto. Tava cedo, nem 21 horas eram. Fomos todos para a cama.

Como eu adoro dormir de cueca, despojado, desabei com meu enorme corpo de quase 2m no meu leito e aguardei Tati chegar. Dava para sentir sua presença mesmo de olhos cerrados, pois ao chegar ao quarto, o aroma do seu shower gel tomou o ambiente de nosso quarto. E o mais gostoso nisso tudo é ver, parceiro, seus seios arrepiadinhos, convidando minha boca para uma mamada demorada e suculenta. O calor era tanto que ela decidiu colocar uma calcinha bem confortável, arejada, para dormir ao meu lado apenas com ela. Estávamos muito doloridos por causa do calor, mas há sempre espaço para uma diversão saborosa. Ainda mais que o melhor da festa, é o nosso peru, se é que vocês me entendem😈!

E Tati estava muito cheirosa, e sua bucetinha tava piscando ora mim. Não teve como continuar rendido à fadiga do Natal: Tinha que dar a minha patroa o peru da festa. Nossa festa, depois de um dia chato, de ruas totalmente desertas, parecendo cidades-fantasmas.

Avancei sobre ela, que sorrindo, recebeu-me com um sorriso e um beijo quente, úmido... E voluptuoso, que delícia!

Tati: Parece que você adivinhou meu pensamento: Bem que a gente podia encerrar com um amorzinho gostoso! Mas não sabia se você iria querer devido a jornada cansativa do dia!

Eu: Bem verdade que o dia foi um verdadeiro saco...

Tati: Uhum- falou com sensualidade.

Eu: Mas vendo você desse jeito, não tem como este corpo não se acender de tesão pela minha índia gordinha!

Tati: Então vem que sou tua! Faz o que tu quiser!

Rolei Tati por cima de mim e nos osculamos demoradamente. Meu membro latejava pela grutinha dela, mas torturei meus instintos num doce jogo preliminar. Abusei das carícias naqueles seios suculentos. Eles se arrepiavam e ela gemia ao menor toque da minha língua.

Tati: Ai, cachorro! Você sabe como deixar molinha com essa boca quente! Isso, mama tua mulher, vai! Hummmm...

Enquanto eu sugava seus mamilos já intumescidos, tirava sua calcinha vermelha de renda e passeava com a ponta dos dedos em sua rachinha inchada e úmida. O circulador de ar que estava de frente para nossa cama trazia o doce aroma do mel de sua rosa que enchia minhas narinas e me enlouquecia ainda mais... Como eu queria sugá-lo!

Não me fiz de rogado e posicionei-a com minha cabeça entre suas pernas. E ela virou a dona da parada. Rebolou tão gostosinho com minha cara toda meladinha na sua xota que eu não queria outra coisa.

Tati: Ai, amor, que delicinha, isso! Você chupa tão gostoso que me deixa...ssssssss, isso, vai que tô... Aaaaaaaah, aaaaaah! - seu grelo durinho liberava os primeiros sinais de um grande orgasmo. E não deu outra, galera. Gozou muito!

Tati: Você sabe que isso me enlouquece, não sabe? Para quem estava cansado, você está impossível!

Eu: Tesão acumulado, gostosa. Ficou a semana inteira ralando igual condenada, deixou-me na vontade!

Tati: Agora é minha vez de cuidar do meu galudo!

Então ela saiu de cima de mim e começou uma deliciosa punheta , lenta e marcante, dando beijos na ponta de glande e brincando com a língua de uma maneira que ela consegue me enlouquecer. Agarrei-a pela nuca e enterrei meu pau na boca carnuda de Tati que não hesitou em engoli-lo com volúpia.

Aproveitei que ela tava com a bunda virada para mim e pincelei com dedo na sua rachinha outra vez. Minha mulher respondeu com mais gula ainda. Gosto quando ela chupa gulosinha. A essa altura o que eu queria era foder com força, tirar essa semana fatigante a limpo descarregando todo furor dentro dela. E foi ela quem pediu:

Tati: Vem, gostoso, falta o peru da nossa festa, quero comer ele todinho!

Fê-lo desaparecer totalmente, encapando-o com sua grutinha inchada. Sentou gostoso e ditou todo o ritmo da foda. Tava soltinha, sendo ela mesma sem nenhum pudor. Segurei Tati pelo quadril e estoquei de baixo para cima com força e ela abafou o gemido com um beijo ainda mais furioso. Apertei seus mamilos levando-a à loucura total. Chupei com a maestria que ela aprecia e passei com a outra mão pelo seu corpo até chegar no seu cuzinho e brincar com o dedo ali. Os gemidos dela começaram a aumentar, e para que não acordássemos nosso filho, fomos para a sala, que fica mais longe dos quartos. Forramos o lençol no chão, jogamos as almofadas e retomamos o clima com mais paixão.

Mas eu fiz ela rebolar na minha boca outra vez, desta feita eu de joelhos e ela em pé. Puta que pariu, amo xota, gente! E o melzinho tava escorrendo igual sai da colméia. Gozou de novo!

Pediu para ficar por baixo dessa vez. Suas pernas estavam tremendo pela descarga de prazer que tava sentindo. Meti com força e comi com vontade de explodir dentro dela. Tati estava queimando, não somente pelo tesão, mas pelo calor da noite, estava pingando em suor. Como eu demoro a gozar, ela ficou cansadinha, rsrsrs.

Então, fiquei de joelhos , com seu corpo entre minhas pernas, e coloquei meu pau na boca dela de novo. Chupou, chupou, e nada. Bati uma punheta bem deliciosa, para acelerar o processo, e ela ficou olhando.

Tati: Você vai me banhar, seu cachorro!?kkkkk

Eu: Esse é seu prêmio pela noite de hoje. Você comeu bem o peru, agora tem a sobremesa, kkkkkk

E explodi com violência no seu peito. Cara, que gozada intensa!

Tati: Olha como você me deixou! Seu safadinho, rs!

Eu: A próxima vez te dou na boquinha, viu?

Tati: Hummmmm... Vou gostar, viu!?

Cada dia que passa, essa nova Tati me deixa mais louco por ela. A gente passou muita coisa esse ano juntos e podem ter certeza: Ainda não descobri tudo de bom que essa gordinha é capaz de fazer para me satisfazer. E nem ela sabia tanto.

Te amo, Tati! Não preciso ficar cercado de um monte de pessoas, quando tudo que preciso é do seu sincero amor...



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.