"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Iniciação Anal


autor: Karen Júlia
publicado em: 03/08/15
categoria: grupal
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Olá, meus amores! Atendendo ao convite do amigo Peristilo fiz a minha inscrição no site e resolvi compartilhar as minhas próprias experiências. Eu me chamo Karen Júlia, tenho 35 anos, sou solteira, mineira e desde adolescente tarada por sexo. Sou morena clara de cabelos ruivos lisos até nas costas, olhos verdes, tenho 1,78m, 80kg, seios e bunda bem fartos; sorriso cativante e como uso roupas literalmente coladas no corpo chamo a atenção dos homens por onde passo, coisa que eu adoro!
Perdi a minha virgindade com dezessete anos e só no ano seguinte fui ter a minha experiência com sexo anal, uma das melhores de minha vida, pois a partir daí me entreguei de vez aos prazeres sem pudor e limites; é exatamente sobre este assunto que começo o meu relato.
Era fim de ano letivo e consequentemente a conclusão do Ensino Médio em uma escola da periferia de Belo Horizonte, em 1998. Os preparativos para a confraternização entre os alunos do 3º ano sendo feitos e o local escolhido para a festa foi na casa de Sabrina, considerada a mais inteligente da turma e também cobiçada pelos garotos; uma loira linda, a exemplo de mim também alta e com a comissão de frente farta... Éramos a sensação da escola e constantemente assediadas pelos colegas e, por que não, professores? Andávamos sempre juntas e por conta disso aprontávamos poucas e boas.
Sabrina era mais experiente e entre tantas confidências me disse ser viciada em sexo anal. Quando falei pra ela que nunca havia dado o cuzinho ela logo se prontificou em me ajudar a quebrar esse tabu; eu concordei com a condição de que fosse com alguém experiente no assunto e que soubesse fazer as coisas com carinho. Sabrina por sua vez afirmou conhecer a pessoa ideal para eu ter a tão esperada experiência: tratava-se de Mauro, o nosso professor de Educação Física; um homem lindo, aproximadamente 1,85m de altura, moreno de cabelos lisos e olhos castanhos, uma gostosura! Apesar dele ser casado, dava as suas escapadinhas, em especial com a safada da Sabrina.
Era chegado o dia da festa. Numa sexta-feira, lembro até do dia: 18 de dezembro de 1998, às 20 horas, casa cheia: alunos, professores e até o diretor da escola estava presente; o fato que ajudou no “esquema” que viria a seguir era do Mauro estar desacompanhado (a esposa foi para o interior do estado visitar os pais) e dos pais de Sabrina terem deixado a casa à nossa disposição, pois foram passear e só voltariam depois de 3 dias... Música eletrônica rolando solta, alguns casais sendo formados a caráter da ocasião e algumas tentativas infrutíferas dos marmanjos de plantão tentando cortejar a mim e a Sabrina... De fato, o nosso interesse era a presença do Mauro na festa, o que não tardou minutos depois. Ele estava impecável no seu figurino: camisa de gola polo azul, bermuda jeans e tênis, estilo totalmente descolado e pudemos sentir o seu perfume agradável quando veio ao nosso encontro nos cumprimentar. Quando entramos em contato eu senti um arrepio gostoso e ao mesmo tempo fiquei molhadinha de tesão, imaginando a foda que viria a acontecer logo mais.
- Nossa, como vocês estão lindas! Karen, com este figurino até defunto fica em pé!
- Menos, né professor (fiquei toda vermelha, rsrs...). Não sou tão atraente assim.
- Uai, imagina se fosse... Com certeza é juntamente com a Sabrina a sensação da turma. Quantos desejariam ficar com vocês agora.
- Inclusive você né (Sabrina já foi direta.)?
- Assim fico meio sem graça, meninas. Como já combinamos mesmo, é só esperar o pessoal ir embora para começarmos a nossa “festinha”.
- Com certeza – dissemos as duas.
A festa transcorreu sem maiores incidentes, com as entregas dos presentes com as brincadeiras de “amigo oculto”, os participantes saindo aos poucos até que no final ficamos eu, a Sabrina e o Mauro, com o pretexto de arrumar a bagunça. Tomamos alguns drinques e já estávamos sobre os efeitos do álcool trocando frases de duplo sentido, aumentando o estado de excitação entre nós três. Num ato inesperado a Sabrina me puxou pela cintura e me tascou um beijo daqueles de tirar o fôlego. Era a minha primeira vez com uma mulher e foi impressionante! Como estávamos com vestidos tomara-que-caia e bem curtos foi mais fácil... ela abaixou o meu vestido deixando os meus peitões à mostra e caiu de boca neles. Mauro por sua vez tirou o seu pau pra fora, e que pau lindo! Mais ou menos uns 20cm, duro igual ferro e pulsando; veio até nós e entrou no meio das minhas pernas, arrancando a minha calcinha e caindo de boca na minha buceta toda encharcada. Estava adorando ser chupada e mamada ao mesmo tempo, não aguentei e acabei gozando na boca do professor, que lambeu o meu gozo com sofreguidão.
Mauro sentou-se no sofá e em seguida caí de boca em seu pau, mordiscando a cabeçorra e alisando as suas bolas; enfim, consegui engolir aquele maravilhoso cacete, sugando igual mamadeira. Sabrina subiu por cima do sofá e abriu as pernas na cara do professor, oferecendo-lhe a buceta para ser chupada... Ela estava gozando horrores e em seguida desceu, encaixando a xoxota no pau do Mauro, deslizando gostoso. Era uma loucura só, ele metendo na Sabrina e eu ao mesmo tempo me masturbando e lambendo as bolas do saco; tirava o cacete de dentro de Sabrina, mamava bastante e enfiava ele de novo nela... Depois de um tempo ela saiu e eu sentei de frente pra ele, descendo devagar devido à extensão da “ferramenta”, até encostar no batente; enquanto Mauro mamava os meus peitos eu cavalgava nele alucinadamente. O momento estava delicioso, sentindo o cacete batendo lá dentro e quando menos esperava, senti uma língua quente e molhada no meu cuzinho: Sabrina me dando lambidas no meu rego e com os dedos tentando me penetrar por trás. Confesso ter sentido calafrios no início, mas aos poucos fui me sentindo mais relaxada...
O professor me mandou ficar de bruços no sofá e ele sim passou a me bolinar por trás, esfregando o meu grelo e chupando meu ânus. Sabrina tinha ido ao quarto e retornado com um frasco de lubrificante, preparando a minha retaguarda para receber pela primeira vez uma pica; um misto de tesão e medo ao mesmo tempo, pelo fato de encarar um caralho daquele calibre, mas Mauro foi me chupando e lambuzando meu cu com lubrificante para depois colocar um dedo, dois, laceando devagar para enfim se posicionar com aquela tora atrás de mim. Ao encostar na entrada ele forçou a penetração, vencendo a resistência inicial. Por mais que doía bastante, involuntariamente fui fazendo força para fora, não sabendo eu que facilitou a entrada daquele cacete até ele sumir totalmente dentro do meu rabo. Sabrina entrou por baixo e começou a chupar minha buceta, enquanto Mauro tirava e colocava devagar o seu pau, aumentando as estocadas de forma gradativa e excitante; para mim era algo novo, sendo debutante em sexo anal e sentindo as minhas pregas irem embora com um comedor bem gostoso.
Mauro saiu de trás e mandou-me deitar de lado no carpete da sala... Deitou-se atrás de mim e voltou a meter no meu cu; já não sentia mais dor e sim amando ser currada. De tantas fincadas recebidas acabei gozando e com as pernas trêmulas. Ele virou de barriga para cima e foi a vez de Sabrina subir em cima dele, deslizando com o cu na vara e pulando feito louca. Ela rebolava, gritava, xingava muito com a pica no rabo; passei a lhe beijar e apertar seus peitos com bastante força, até que ela chegou ao seu orgasmo. Em seguida Mauro voltou a me comer, martelando o meu cu a esta hora ardido até que senti o seu pau inchar lá dentro e me enchendo com o seu gozo... Tirou o seu cacete de dentro de mim e a porra escorria pelas pernas, sendo lambidas pela safada da Sabrina, que não desperdiçou nada! Fomos para o banho e após arrumarmos a casa dormimos no quarto da Sabrina, só acordando ao meio-dia, onde repetimos a foda até o final da tarde. Inesquecível!
Esta é a primeira das minhas aventuras, espero que gostem; em breve publicarei mais. Beijos nos paus e bucetas.



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