"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Uma noite comum. Ele, senhor de mim!


autor: Chronos
publicado em: 04/01/17
categoria: bdsm
leituras: 1011
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By: Chronos/ Byfenix

Era uma noite comum. Eu acabara de chegar do trabalho, um banho quente me vem ao pensar: Na banheira, uma água morna, aconchegante...

Olho à minha volta, e logo me vem a lembrança da noite passada . Um barulho na porta me chama a atenção. Ouço seus passos. Ele caminha na direção onde estou. Quando nossos olhos se encontram, tudo em mim parece chamar por ele.

Ficamos incendiados! Posso ver o volume crescendo em suas pernas... Como eu o quero! Enquanto aquele membro se enrijece, meus dedos brincam, acariciando-me, provocando cada vez mais a fome dele.

Lentamente, ele tira peça por peça sem tirar seu olhar de mim. Seu volume dentro da cueca pulsa e meu interior responde com a mesma violência. De repente, ele já todo nu. Deliciosamente começa a se tocar, me mostrando o sexo já duro, oferecendo para meus olhos a orgia.

Faço um gesto indicando que vou me levantar, porém ele com o olhar me diz: "Fica!". Ali na minha frente, começa a se masturbar lentamente dizendo:

- Olhe... Fode...

Desvio o olhar. Ele diz com mais bravura na voz:

- Olhe... FODE! Não se atreva a se levantar!

Então, sai do banheiro. Volta com uma cadeira. Nela, senta-se bem perto a mim na banheira. Acaricia o membro que lateja, vibra lacrimejando. Mordo os lábios de lascívia, vontade impetuosa de sorver aquela essência. Ele faz pressão na cabeça rosada. Com as mãos, da o movimento ficar ainda mais intenso.

Pára e me olha, e então diz:

- Ajoelha.

Ele segura o membro com uma mão; a outra traz minha cabeça até seu sexo e esfrega na minha cara o lacrimejo do seu membro. Bate e brinca, provocando-me, e logo vai dizendo:

- Só vai chupar quando eu quiser. Não ouse abrir a boca!

Estou louca, as pernas trêmulas, minha boca seca de sede pelo mel branco que escorre em minha face. Lambuza minha cara. Algumas batidas são fortes como tapas daquele sexo duro.

- Boa menina...- ele diz.

Ergue-se da cadeira e entrega-me o meu objeto de cobiça. Ordena que eu abra a boca. Fecho meus olhos. E lentamente, sinto todo ele me preencher. Da sua cabeça rosada, sai a primeira essência de seu interior. Suas veias inchadas pulsam na minha língua, como e qualquer momento fossem explodir. Sugo-o com volúpia até a garganta. Lentamente vou e volto. Nossos olhos se encontram. Ele enlouquece! Torno então a fechar os olhos quando ouço um novo comando:

-Abre os olhos - ele diz-Não ouses me desobedecer. Quero que sigas tudo me olhando. Agora, levanta. Mas não sai da banheira- olha-me com voraz fome, dizendo isso e já de volta a cadeira. Ele me toca.

- Abre as pernas...isso- de repente ele se levante e me vira de costas. Enfia alguns dedos entre minhas nádegas, encontra minhas penugens. Rodopia os dedos. Enfia. Soca, tirando de mim um suco morno de porta. Retirando os dedos, diz:

- Vire-se. Agora lambe- enfia os dedos melados de minha porra- Lambe tudo!

E, olhando.e fixamente, afasta minhas coxas novamente, enfiando com delicadeza agora. Retira o mel que verte abundantemente. Leva até a sua boca e diz:

- Isso. Assim que gosto: Morno, grosso e abundante.

O vento frio entra quando ele abre a porta. Saindo dali, ordena meu total silêncio e quietude

Isso assim que eu gosto. Morno . Grosso. E abundante.
Me deixa ali de pe , na banheira .
O vento frio entra, quando ele abre a porta . Saindo dali
Ordenando meu total silêncio e quietude.

Volta ele com os brinquedos e alguns presentes. A água da banheira já está fria, mas não ouso sair. Em suas mãos, algemas, um cordão e a coleira. Ainda na banheira, ordena-me:

- Deita. Abre as pernas. Acaricie- enquanto falava, olhava-me com tesão e fome. Com as mãos, guiava meus toques no corpo. Naquela banheira de água fria, eu toda arrepiada, mas o corpo quente de tanto tesão .

Ele me faz agachar, coloca o vibrador na banheira, fixando-o no fundo e diz:

-Rebola. Enfia todo ele bem devagar.

Enquanto rebolava, agachada, enfiando o vibrador, ele veio com a mão em minhas nádegas, abrindo. E com isso abrindo, eu enfiava o vibrador na gruta com penugens. E ele enfiava os dedos no olho cego... Aaaah, que delícia de dedo!

Com voz firme, ele me ordena que eu saia da banheira. Obedeci silenciosamente. Virou-me de costas para ele e vendou-me os olhos. Colocou algo em meu pescoço( a coleira) e puxou-me por aquilo, conduzindo-me como uma cachorrinha até o quarto. Deitou-me de barriga para cima e amarrou-me com echarpes de seda nas mãos e pés ás extremidades da cama.

Cada detalhe do meu corpo foi vorazmente fodido: Boca, seios arranhados, mordiscados. Meus mamilos intumescidos rubros w marcados pelos dentes e pelos dedos. Chupou-me e penetrou o sexo com os dedos e os brinquedos. Chupava. Fodia. Penetrava. Lambia. Engolia. Cuspia na ponta do vibrador e enfiava em minha bunda. Ali, afastava com a língua os lábios da gruta, enquanto na bunda penetrava o vibrador cada vez mais forte. A língua fricciona. O vibrador fode gostoso o olho cego.

Minha porra desce na sua boca. Ele morde as coxas. Abre ainda mais a gruta molhada, inchada, vermelha, trêmula, cheia de gozo e quente.

A porra desce na tua boca
Ele morde as coxas
Abre mais ainda a gruta molhada, inchada, vermelha. Trêmula , cheia de gozo e quente.

Lambe, beija, abre, fecha com a boca e com as mãos que passeiam na gruta com cio. Eu, aos gritos, presa e totalmente vendada, louca em tara, recebi o seu falo duro como rocha. E como ele fode! Aaaaah!

E, fodendo, vai dizendo palavrões e ordens extremas. Eu obedeço, enlouqueço. E logo me solta. Eu não suporto mais esperar. Então, no ato de misericórdia, ele me fode de costas com força. Muita força. Enfia, retira, grita comigo. E me morde, arranha, eu empino mais ainda. Sinto seu membro pulsar violentamente dentro de mim. Minhas últimas comportas se rompem. Gozamos em histeria, loucos, como animais sem vergonha ou medidas.


Era uma noite comum
E ele senhor de mim
Faz de minhas noites orgias
Eu tua mulher a lhe servir ...




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