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Foda em Família - Fodendo a Nora 2


autor: Chronos
publicado em: 09/01/17
categoria: incesto
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No fim do episódio anterior:

- O que é isto? O que o senhor está fazendo?

Amigo, o meu medo era tanto que faltava o negão aqui ficar russo. Paty agora estava sentada de frente para mim, todo pelado, com o pau na mão que inutilmente tentava escondê-lo. Nessa hora não havia o que dizer para desculpar-me. Estava literalmente nas mãos da minha nora. Uma explicação ela tinha que receber, mas qual!?

-Calma Patrícia, eu ia passando pelo corredor e vi você aqui deste jeito. Não resisti. Por favor não conte nada a Célia e nem ao meu filho, por favor. Eu faço tudo que você quiser, mas não conte nada a ninguém.

Ela sorri maliciosamente. Olha para mim de cima até embaixo, fitando os olhos no meu pau ereto e imponente e responde com outra pergunta:

-O senhor faz tudo que eu quiser mesmo?

-Faço, mas não me entregue. Não fiz por mal.

-Já que o senhor diz que faz tudo que eu quero...- viria agora o golpe de misericórdia. Até o meu cu pulsava igual o coração batia a garganta- então continua o que estava fazendo.Quero ver se a vizinha do bairro tem bom gosto!

Eu não estava acreditando no que estava acabando de ouvir! Eu não sei se suspirava aliviado ou se me entregava ao desespero. Eu ouvi mesmo aquilo!?

- O que? Como você sabe da vizinha?

-(risos) Não importa como! Eu sei de muita coisa, seu Chronos, e seu filho e sua esposa vão saber de toda a verdade se o senhor não fizer tudo que eu quiser!

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Finalmente, após um longo tempo de espera dos senhores, trarei um desfecho a esta história. Recomendo quem não leu, que leia FODA EM FAMÍLIA - FODENDO A NORA.

- Filha, faço tudo que você quiser, é só você mandar.

Nas mãos daquela doce e ordinária enteada, vi seus olhos brilharem de um jeito que jamais havia reparado até aquele momento. Paty, que estava sentada numa posição até defensiva, vira-se para mim e arreganha as pernas, revelando toda a extensão de sua suculenta bucetinha. Confuso, atordoado pela revelação que poderia colocar em risco as quase três décadas de meu casamento com Celia, sou agora enternecido com a visão... Nossa, que visão: Uma xaninha toda depilada, rosada, lábios inchados e um clitóris, que vou lhes contar. Ainda não tinha visto um avantajado como aquele de perto. Somente em filmes pornográficos. Deu água na minha boca. Meu membro pulsou violentamente, podendo agora contemplar aquela diva egípcia, toda aberta, com os cabelos longos desprendidos e o polegar na boca, fazendo chupetinha.

- Vem, meu sogro galudo. Não pára de me chupar! Olha como você deixou molhadinha! Prova meu melzinho e diz se tá gostoso ...

Com muitas indagações sobre o que se passava nas cavernas escuras daquela mente, fugi a meus pensamentos e ajoelhei-me diante dela. Puxei aquelas pernas arreganhadas e pude sentir o odor intenso de uma buceta novinha outra vez. Comecei a devorar cada polegada daquela vulva inchada, deixando seu grelinho pro final. Paty apoiou seus pés em meus ombros, e sem perder o controle devido ao tesão que era proporcionado, brincou de contrair a buceta e o cuzinho enquanto eu a saboreava lentamente. Lambia desde seu rabinho até aproximar-me do grelo inchado e penetrava com a língua, fazendo com que ela arqueasse seu corpo fazendo uma curva parabólica tirando sua coluna do contato com a cama. Jamais pude imaginar que dentro da minha casa, entrando em breve para minha família, existia uma mulher tão intensa escondida através daquela devoção e fidelidade ao meu filho. Pelo menos até aquela tarde. Isso que me intrigava. O que havia acontecido para ela tomar aquela decisão!? Coisa boa que não era. Desde novo, Kaleo aprontava no que se referia a mulheres. Teve uma época que chegou ter duas namoradas ao mesmo tempo. Também pudera. Puxou a canalhice do velho Titã aqui.

- Então, sogrinho!? - disse Paty, gemendo- ainda nao me contou que sabor tem meu melzinho.

- Como posso descrever algo que nem o Olimpo tem em suas bebidas!? Tá uma delicia! Vou te chupar e mordiscar até você jorrar pro sogrinho aqui.

- Você não vale nada, Chronos! Hahahahaha, tão cafajeste quanto gostoso. Kaleo tem um grande mestre, pena que os dois sejam canalhas! Então, minha bucetinha é mais gostosa que a da minha sogra!?



- Nem se compara, linda. Sua buceta é nova, gostosa, o sabor é um doce suave. A de Celia já está madura demais, passou do tempo. Gosto de xaninha como a sua, novinha. O mel é muito mais gostoso!

- Safado, cachorro, rs! Tu não vale nada, sogrinho!

- Você ainda não viu nada, garota. Provocou o velho Titã aqui, agora vai ter que agüentar!

- De velho você não tem nada! Dona Celia que tá marcando bobeira, que desperdício!

Aquelas palavras inflaram o meu já imponente orgulho masculino. Levantei-me subitamente , ajoelhei na cama com meu falo na direção da sua boquinha. Em sorriu sodomicamente pra mim. Entendeu o recado, rsrsrs. Abocanhou com uma gula que quase me fez esporrar aquela boquinha arisca de norinha puta. Como ela tinha uma boca finonha, tinha dificuldades para engolir minha piroca, que não era grande, contudo tinha volume. Como eu estava de lado, era possível pegar na sua buceta e sorver seu mel trazendo-o com meus dedos.

Eu não sabia o que dava mais prazer: Se era chupar aquela vadia ou se era ganhar um boquete dela. Sério, até hoje, só de me lembrar, fico louco. Peguei-lhe pelos cabelos e enterrei minha pica com força até a garganta dela. Mandava chupar mais. Ela obedecia. Logo, percebi que a intenção dela não era contar meus deslizes, respirei aliviado, pois de alguma forma ela me passou a certeza de uma certa... Cumplicidade, sabe. Desconfiei que juntou nela o desejo de experimentar-me com uma certa dose de vingança. Passou pela minha mente.



- Delícia de rola, Chronos, dá mais pica, dá!

- Faço tudo que você quiser, minha putinha, toma mais rola, vagabunda! Agora fiquei louco pra enterrar meu pau nessa buceta!

Foi então que ela mexeu no travesseiro e tirou de lá o preservativo. Ela planejou tudo. Realmente estava pensando em me provar e se vingar sem deixar rastros. Não queria correr o risco. Abriu a embalagem, e cuidadosamente, sensualmente, deslizou a camisinha com a boca sobre todo o comprimento do meu pau.

Eu imediatamente entendi o recado e peguei a camisinha que estava embaixo do travesseiro.Sempre deixo as camisinhas embaixo do travesseiro para nunca esquecer quando estou transando com meu noivo.Abrir a camisinha e com a boca fui colocando na rola dele. Aquilo foi o máximo.

- Prontinho, Sogrão! Seu pau tá preparadinho pra experimentar minha buceta.

- Delicia, então vem cá: Deixa eu colocar rola nessa bucetona!

- Vem meu puto, sou toda tua, meu sogrão pirocudo! Mostra como se usa essa pica gostosa!

Sentei-me na cama e deixei Paty conduzir o resto da nossa foda. Aquela altura, qualquer sinal de fome ou sede havia passado, somente meter nela que me importava. Minha nora sentou-se de frente para mim e eu tirei lentamente sua camisola de baixo para cima e tive o vislumbre completo da minha ninfa cor de jambo: Apesar do corpo mignon, possuía seios grandes, redondos e empinadinhos. A marca do biquíni fio dental a deixava ainda mais sexy. E seus mamilos, grandes e durinhos. Perfeita!

Nos braços um do outro, nos engalfinhamos num beijo intenso, molhado, parecíamos dois adolescentes que estavam curtindo a vida pela primeira vez! Ah, se ela fosse adolescente do meu tempo! Eu iria arregaçá-la inteira! Seu beijo era intenso. Lento. Demorado. Saboreei cada polegada de seus lábios, embora curtos, mas carnudos. Sua língua caçadora percorria toda a minha boca e ao encontrar-se com minha língua, fazia meu pau contrair-se violentamente. Era profano, sem pudor algum. Enquanto, estava sentado sobre os joelhos ela estava apoiada sobre seus joelhos e grudadinha comigo. Quem iria suspeitar de algo uma hora daquelas!? Ninguém! Curti cada segundo sem me importar com o tempo que parecia ter parado.

Meu membro em riste, apontando para o alto, roçava na porta de sua grutinha mas não penetrava. Da parte dela também não havia pressa. Sim, era uma entrega que a cada segundo que passava era mais intensa, possuída de desejo, e minhas mãos percorriam seu corpo até apertar aquela delícia de glúteos saudáveis e cheios de carne que ela tem. Levei meus dedos até o seu cuzinho e pincelei ali até penetrar com a ponta do dedo médio. Ela gemeu enquanto me beijava.

Puxou-me então para cima do seu corpo, e delicadamente deixei meu corpo cair sobre o dela sem tirar minha boca de perto da sua. Já deitada, travou os pés na minha cintura, arqueando seus seios na minha direção.

- Como você beija gostoso, Chronos! Chupa meus seios, chupa- e eu chupei demoradamente.

- Nossa, que boca mais gulosa, sogrinho, por que a sogra deixa um homem como você solto desse jeito!?

- Acho que ela perdeu o interesse por mim, sei lá! Já não é de hoje que nosso casamento anda ruim nesse sentido! Eu que não vou ficar me segurando esperando a boa vontade dela!

- Já vi que vou ter que ficar de olho no seu filho! Os dois, tanto você quanto ele são insaciaveis! Deliciosos!

Naquela posição, minha pica tava toda babadinha do mel de sua buceta, sem penetrá-la. Paty rebolava embaixo de mim, criando um atrito entre nossos sexos. Trouxe minha boca para mais um beijo e perguntou:

- Que delicia de sogro que eu tenho! Quer me comer,quer!?- o que mais me excitava era a voz de atriz pornô que ela fazia. Era lógico que tava doido para acabar com minha nora predileta. Assenti que sim.

- Você veio tão faminto por um prato de comida, mas está babando de fome pela norinha! Vou servir seu almoço agora!

Girou o corpo por cima do meu e agora ela estava a se preparar para me cavalgar. Levantou-se um pouco e encaixou minha rola veiuda na pontinha da xota e foi descendo lentamente. Caralho, gente... Por dentro ela é super carnuda, quente e encharcada. Soltou Paty um gostoso gemido e iniciou lentamente uma cavalgada de me tirar do sério .

- Aaahhh, que vagabunda! Isso, porra, cavalga na pica do sogrão , vai!

- Toma minha buceta gostosa, porra...sssssssssss, aaaah! Fode gostoso, fode!

- Delícia de mulher você é, toma mais pica, sua bandida!

- Ai, safadinho, rs! Você é maravilhoso, tal pai tal filho! Mas seu pau maduro é mais gostoso!

- Sério, norinha!? Acho que você que sabe foder como uma ninfa...porra, vou gozar!!

Tava muito gostoso, amigos leitores. O jeito como ela rebolava, como gemia, aquilo mexia de uma forma que mesmo de preservativo me deixava sensível. Paty saiu de cima de mim e pediu minha porra na sua boquinha. Joguei a camisinha longe e minha pica tava já babando. A nora vadia ficou de joelhos enquanto em pé enterrava mais uma vez meu membro até a garganta dela, com estocadas fortes. Depois tirava brincava de batê-lo no seu rostinho.

- Isso, kkkkkk, bate esse pau na minha cara, seu safado!

- Toma, bandida! Isso é pra você nunca mais ficar com a buceta gozada na cama. Toma rola na cara!

Essa brincadeira gostosa durou mais alguns minutinhos até finalmente explodir em ondas de prazer e banhar o rosto, os cabelos e os seios de minha nora. Ela tomou todo o leitinho que pôde, e sugou tudo o que minhas represas ainda tinham de reserva.

- É...rsrsrsrs, realmente vale a pena trair com um homem como você! E em dose dupla: Filhinho mimado e sogrinha!

- O que levou você a isso, Patrícia!? Por que fez isso tudo!?

- É uma longa história, sogro. Mas resumindo pra você, descobri umas puladas de cerca do seu filho! Eu fiquei muito puta porque sempre fui fiel a ele! Mas, sem querer, descobrir suas puladas de cerca! Há quanto tempo trai a dona Celia!?

- Eu fiquei quieto na minha um longo tempo, sabe. Mas a monotonia da relação e a perda do apetite dela me levaram a procurar fora de casa. Além de que quando Kaleo nasceu, ela se descuidou, colocava o filho em primeiro lugar e quando sobrava tempo era comigo. Essa atitude dela quase estragou a formação dele. Se não estou aqui, não sei o que seria desse moleque!

- Pois acho que fez certo! Mas odeio esse lado canalha dos dois! Bem, até um certo ponto, rs!

- Prossiga: Como descobriu que eu traía Celia!? Você me seguia!?

- Tudo começou quando sem querer ouvi o senhor conversando com alguém na garagem. Falava num tom suave, como se fosse para ninguém escutar. Achou que ali seria seguro. Mas eu passei por lá, e escutei você, todo meloso, galanteador. Com dona Celia que não era, assim pensei. No início, fiquei com muita raiva , pois achei o que o senhor fez uma coisa intolerável! Mas nunca foi minha intenção destruir sua vida! Apenas usei isso para me vingar do seu filho e da sua esposa, que vive passando a mão nos erros dele! Tivemos uma discussão, não sei se ela te contou. Mas uma coisa que não suportarei se casar com o Kaleo é agüentar os pitacos dela e de qualquer pessoa! Ainda mais quando tem coisas que diz respeito ao casal!

- Ela soube da traição!?

- Se sabe, se o filho contou, de vista grossa. Na verdade, tudo que mais quero é meu apartamento pronto pois preciso do meu espaço de volta.

- Eu já disse e vou repetir: Você tem o tempo que quiser enquanto estiver na minha casa. E quanto à Celia, fica descansada que isso não se repetirá. Agora que você acha de tomarmos um banho!? Hum!?

Esclarecidas todas as dúvidas, entramos no chuveiro e combinamos, que tudo ficaria entre nós. E foi o melhor banho que já tomei com alguém na vida. Com minhas enormes mãos, lavei carinhosamente sua bucetinha, inchada das estocadas que levou, cuidei com muito esmero.

- Tem mãos tão grandes e ao mesmo tempo tão delicadas sogrinho, rsrsrs! Tô ficando molhadinha de novo!

- Sério!? Deixa eu ver!- abaixei-me e senti em meus dedos a viscosidade saindo de dentro dela. Não resisti e abocanhei-a novamente.

- Porra, que sogro sem-vergonha! Deixa eu chupar essa pica, deixa!

E retribuiu, cuidando de mim da mesma maneira. Estava bem servida em família, diga-se de passagem. Não tinha o que reclamar nem de mim ou do Kaleo, exceto pelo fato de sermos terrivelmente conquistadores! Seria um tremendo fracasso dele deixar uma deusa dessas escapar pelos dedos!

Paty fez questão de preparar meu prato e não vestiu uma roupa sequer. Tirando o dia quente, aquela tarde foi inesquecível. Almoçando juntinhos do jeito que viemos ao mundo, desfrutamos de momentos preciosos.

Mas tudo uma hora acaba, e como eu já estava atrasado para voltar, fui me trocar para voltar ao estúdio de gravação. Paty me levou até a porta, mas peladinha daquele jeito, tirei outra casquinha: Antes que me despedisse , puxei-a pela cintura e lasquei outro beijo nela. Minha norinha sorriu.

- Você não havia dito que estava atrasado!? Não quero ser culpada por acúmulo de serviço, não, hein! Kkkkkk.

- Foder você é pior que droga: Já estou dependente, cachorra!

- Ah, é!? Então vem, seu tarado!

Assim, joguei minha norinha no sofá e abrindo-lhe as pernas embriaguei-me do néctar de sua rosa! Não o bastante, comecei a fodê-la com os dedos. Paty começou a dar sinais de um novo gozo!

- Ah, só no dedinho não vale! Quero pica, sogrinho!

Dessa vez não teve tempo de buscar camisinha. Abaixei minha calça e enfiei tudo de uma vez. Se com o preservativo tava delicioso, pele na pele potencializou ao cubo a experiência! Meti rápido e com força na minha enteada vadia.

- Aaaaaah, porra! Vai, seu puto, acaba comigo, isso! - e contorcia-se naquele sofá como uma serpente. Tava viciada do mesmo jeito que eu!

Não levou nem dez minutos para eu banhar a buceta de Paty. Nem me limpei, rsrsrs, guardei meu pau na cueca com mel e porra e despedi-me dela. Um crime deixá-la daquele jeito em casa! Mas a obrigação falou mais alto.

- você não vai se limpar, Chronos!?

- Tô apressado, mas também quero levar seu cheiro comigo. Foi a melhor foda que tive com alguém nesses últimos anos, norinha!

- Jura!? É, tenho que admitir, também foi pra mim. O que estraga é você ser casado... E tão safado, kkkkkk.

Doeu meu peito ter que fazer, mas deixei-a por fim. À noite, ainda extasiado pela experiência, porém com a maior cara de anjo do mundo, cheguei ao lar sendo recebido por Celia com aquele beijo de boa noite, convidando-me à mesa, e jantamos , Paty olhando para mim e eu para ela como se nada tivesse acontecido naquela tarde.

E como prometi à Paty, tive uma conversa com Celia sobre os ciúmes dela com relação ao filho e que já tava na hora de ela conformar-se com a realidade de que breve iria viver a vida dele. O tempo passou, e Celia deu trégua na rixa com a nora e ao mesmo tempo, Paty e eu não tivemos nada de íntimo, até o momento oportuno.

Pessoal, espero que tenham gostado da história. Até uma próxima!








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