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Reencontrando a sobrinha


autor: PássaroNoturno
publicado em: 11/01/17
categoria: hetero
leituras: 1980
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A história que vou contar aconteceu no final do ano passado. Sou de Fortaleza, como toda minha família. Meu irmão mais velho tem uma filha, a Patrícia, que nasceu quando eu tinha 15 anos. Eu a vi crescer e costumava brincar muito com a garotinha, quando ela tinha 5 ou 6 anos. Era uma garota magricela e banguela, e claro que nunca tive nenhum pensamento suspeito com ela quando ela era criança. Mas eu não poderia imaginar o que aconteceria quando a “garotinha” cresceu!
Quando a minha sobrinha tinha uns 13 anos, meu irmão se separou da mulher e a mãe da Pati, que era alta executiva numa empresa suíça, acabou se mudando para Zurique com a menina. Eu também acabei me mudando, vim estudar em São Paulo e depois também passei uma temporada estudando e trabalhando nos Estados Unidos. Só sei que fiquei um bom tempo sem ver a Pati. Até que nas festas do ano passado a família resolveu se reunir em Fortaleza e minha sobrinha seria a convidada de honra, vinda da Suíça, para passar as férias conosco.
Qual não foi minha surpresa quando, ao chegar ao apartamento dos meus pais, ao invés da garotinha magrinha, vi uma gata maravilhosa, loira, com os cabelos até a cintura, coxas grossas, cintura fina e peitos grandes, que balançavam debaixo de um top tipo regata. Quando me viu, Pati deu um pulo no meu pescoço e quase me derrubou, gritando: “Tio Alê! Não acredito! Que saudade!” Eu fiquei completamente atordoado e confesso que demorei alguns segundos pra entender o que estava acontecendo. Minha cara de bobo devia estar evidente, porque todo mundo começou a rir, comentando que de fato era inacreditável como a Pati tinha “crescido”...
“Crescido” não era bem a palavra. Pati havia se transformado numa capa de revista de sacanagem, isso sim! Durante a reunião, eu ficava olhando e pensando em que tipo de fermento a mãe dela devia ter colocado na comida na Suíça... Pati havia se transformado numa mulher do tipo cavala, com quadris e coxas largas, cintura fina e peitos grandes, que balançavam quando ela andava. Toda alegre e íntima, como se ainda fosse a garotinha de anos atrás, me perguntava coisas, comentando sobre o calor, puxando papo e querendo combinar passeios. E apesar de todo aquele “tamanho”, só tinha 20 anos. Será que ainda era virgem? Tudo isso passava pela minha cabeça, e ela deve ter me achado um idiota, porque quando falava comigo eu só conseguia responder por monossílabos...
Finalmente a reunião acabou e eu resolvi ir embora, meio mal-humorado por não ter aproveitado melhor a situação, ou mesmo ter sido mais amigável com minha sobrinha.
Além do apartamento em Fortaleza, minha família tem uma casa na Prainha , para passar finais de semana e mesmo férias. Não é longe, e várias vezes fui para lá para curtir ou fazer uma farra com amigos ou namoradas. Sem pensar muito, me dirigi pra lá querendo relaxar, tomar um último uísque, assistir a um pornô e bater uma punheta pra me aliviar do tesão que aquela situação com a sobrinha tinha provocado.
Não fazia nem meia hora que eu tinha chegado, quando ouvi um carro estacionando no jardim. Reconheci a voz do meu irmão se despedindo de alguém e de repente me lembrei: a Pati tinha pedido para meus pais para dormir na casa, pois estava louca para mergulhar na piscina e pegar um sol na praia no dia seguinte.
Fiquei sem saber o que fazer. A única coisa que consegui pensar foi em me esconder atrás de uma cortina dentro da suíte grande, que tem uma cama de casal normalmente usada pelos meus pais. Imaginei que a Pati ocuparia outra suíte, menor. Mas foi exatamente para a suíte dos meus pais que a sobrinha se dirigiu.
Bocejando, ela deixou uma mala ao lado da cama, ligou o som colocando um jazz suave e foi para o banheiro. Percebi que estava escovando os dentes e até pensei em sair de fininho naquele instante, mas não deu. Ela voltou rapidamente, escovando o cabelo, só com a camisetinha e uma calcinha pequenininha enfiada no rabão. Fechei os olhos, pensando em como eu tinha me metido naquela enrascada... se a sobrinha resolvesse abrir a janela para ver o mar, eu estava frito...
Mas isso não aconteceu. Na verdade, o que aconteceu me deixa de pau duro até hoje. Pati terminou de pentear o cabelo, apagou a luz e deixou apenas dois abajures ligados, iluminando o quarto de uma forma aconchegante. Saiu do quarto e voltou com um copo de uísque – e eu que nem tinha conseguido tomar o meu ! e deitou na cama, que ficava de frente para a janela. De onde eu estava escondido, tinha uma visão privilegiada. E mesmo que eu quisesse, não poderia sair do esconderijo, porque senão a Pati ia me ver. Por isso, fiquei bem quieto, esperando ela dormir. Só que ela não dormiu...
Deitada na cama, Pati se livrou da calcinha, que era bem pequenininha, como eu já disse, dando uma cheiradinha nela antes de atirá-la perto de onde eu estava. Isso já me deixou louco. Tomou uns goles de uísque e então abriu as pernas. Caralho! Eu pude ver a buceta mais apetitosa que eu já havia visto na minha vida. Lisinha e depilada, tinha somente uma testinha de pelos loiros. A danada acariciava a rachinha, rebolando bem à vontade, afinal nem poderia imaginar que estava sendo observada pelo tio, a essa altura taradíssimo. Meu pau já pulava pra fora da bermuda e eu facilitei, tirando o bicho para fora e também comecei a alisar, em sincronia com a masturbação da Pati. De repente, a gata parou um pouco e deu um suspirinho, sentando na cama. O que será que ia fazer? Será que tinha desconfiado de alguma coisa?
Mas não era isso, não. Para minha surpresa, Pati deu mais um gole na bebida, levantou e aproveitou para tirar o top, ficando totalmente peladinha. Os peitões saltaram para fora, com bicos grandes e rosados. Quanta saúde! E pensar que eu já tinha pegado aquela potranca no colo! Os seios balançaram enquanto ela foi rebolando até a mala de viagem, que ela ainda não havia desmanchado. Se abaixou para procurar alguma coisa, e eu quase me esporrei ali mesmo com a visão panorâmica da xana e do rabo quando ela fez isso. Procura daqui, procura daqui, e a danada encontrou o que queria: um consolo enorme, com formato de piroca, uma coisa tão grande que eu confesso que fiquei preocupado pensando no que minha sobrinha ia fazer com aquilo.
Mas a safada parecia saber muito bem o que estava fazendo. Voltando a deitar na cama, naquela posição que me dava visão total da sua buceta, Pati terminou o uísque e ligou o negócio, que começou a vibrar. E começou a acariciar a xaninha com o consolo, primeiro passando em toda a extensão da racha, e parando no grelo, o que lhe dava muito prazer. Eu já não estava me aguentando. Pati rebolava, gemia, totalmente inconsciente de que estava sendo observada. Então parou um pouquinho, lambuzou a buceta com o próprio suco, e abriu os lábios da xoxota, encaixando a pirocona na entrada da gruta. Que engoliu o cacetão sem a menor dificuldade. Se eu tinha alguma dúvida sobre a virgindade da sobrinha, ela acabou ali mesmo.
Eu já tinha perdido as estribeiras e batia uma no mesmo ritmo em que minha sobrinha se auto-fodia. Com uma mão, ela socava o consolo, e com a outra continuava masturbando o grelo. De vez em quando tirava a piroca da vagina e voltava a colocar em cima do clitóris. Para terminar, ficou de quatro com o rabo virado pra mim e continuou a meter o consolo na buceta por trás, alternando de vez em quando na portinha do cuzinho.
Gozamos juntos (mas é claro que ela não sabe). Pati estremeceu com o negócio atolado na buceta e eu esporrei toda a cortina. Acho que o fato de estar escondido aumentou ainda mais o meu tesão. Satisfeita e relaxada, minha sobrinha foi amolecendo o corpo e adormeceu. Somente depois de uns vinte minutos, quando ela estava dormindo como um anjo, com o consolo ainda atolado na buceta, eu saí do meu esconderijo do quarto, pé ante pé. Não sem antes pegar a calcinha e levar comigo. Acho que a danada deve ter ficado intrigada procurando...






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