"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Bia


autor: publicitario45
publicado em: 05/08/15
categoria: hetero
leituras: 2887
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A minha vida sexual de homem separado estava indo bem, eu estava adorando a ideia de fotografar casais nas horas vagas e em breve vou relatar mais uma aventura como fotógrafo. Se por um lado eu não comia ninguém nestas ações em compensação me rendeu boas histórias que eu vou dividir uma a uma com vocês.

Fora as aventuras eu continuava com a minha vida de publicitário a mil por hora. Ganhamos uma concorrência de uma empresa que importava peças de carros para revender para oficinas e lojas de autopeças. Esta empresa tinha unidades aqui em Vila Velha, ES, Belo Horizonte, Governador Valadares e Uberaba. Como o nosso contrato previa visitar todas as unidades programamos ir para BH por último.

Enquanto isso, comecei a usar as salas de bate papo de BH e parei com as de Vitoria e foi numa destas salas que eu conheci a Bia, mulher de 36 anos, separada do marido com uma filha de 4 aninhos. Ela também era publicitária e a empatia foi quase que instantânea. Conversávamos quase todos os dias por telefone e Skype e as nossas conversas iam desde campanhas publicitárias até sexo.

Chegou o dia de ir para BH conhecer a sede do meu cliente. Peguei um avião aqui as 7h e às 8h eu já estava na minha terra (Nasci e fui criado em BH até os 18 anos). Chegando lá, peguei um taxi e fui para um hotel na Savassi, fiz o chek in, subi, tomei um banho e liguei pra Bia para informa-la da minha chegada. Neste dia, Bia estava em Ouro Preto terminando uma exposição de fotografia e retornaria no dia seguinte pela manhã. Então, nesta noite só me restou sair para jantar e voltar para o hotel.

Fui jantar num restaurante chamado Sushi Beer, que tem além da comida japonesa as iguarias alemãs. Estava lotado, pois naquele dia havia promoção de chopp. Muitas mulheres lindas em grupos bebendo após o horário de trabalho. Tomei dois chopps, comi meus sushis e fui embora.

No dia seguinte as tarefas começaram cedo. Passei o dia com o meu cliente conhecendo a sua estrutura e visitando seus principais clientes. No final do dia ele pediu que um motorista da empresa me levasse pro hotel. Eu estava doido pro um banho e uma taça de vinho.

Ainda no banho meu celular tocou e ao atender era a Bia.
Ela: vamos beber ou já esta dormindo?
Eu: na verdade estou no banho, cheio de espuma e molhando todo o banheiro...rs.
Ela: hum... corpinho escorregadio é? Delicia heim.
Eu: vem jantar comigo? Pedi uma comida e duas garrafas de vinho.
Ela: ok, vou me arrumar e chego ai em 1 hora.

Continuei meu banho pensando em como seria a Bia pessoalmente, já que só nos víamos pela tela do Skype. Gente boa e agradável eu já sabia que ela era e mais e pessoalmente, o que rolaria?

O porteiro do hotel me ligou dizendo que tinha uma pessoa querendo subir e eu autorizei. Minutos depois bateram na porta e eu abri, era Bia, linda, bem vestida e muito arrumada. Bia não é do tipo modelo de revista muito menos Panicat. Pelo contrário, ela é linda porque é normal. Baixinha, 1,65 de altura no máximo, pele clara, cabelos castanhos, olhos esverdeados, pernas bem feitas, bunda arredondada , seios médios e pouquíssimos quilos acima do peso, mas e daí? Quem se importa?

Recebi a Bia com um abraço apertado e demorado. Parecia que nos conhecíamos há anos e estávamos nos reencontrando. O cheiro do seu perfume invadiu meu nariz e ficamos por uns segundos abraçados sem dizer nada. Ainda sem dizer nada, nos soltamos, ficamos nos olhando e demos um beijo leve e entramos.

Ai aquela conversa toda via Skype fluiu. Falamos, falamos, bebemos e continuamos a falar. Eu cada vez mais encantando com o seu charme, com as suas histórias e principalmente com o seu sorriso. Não me aguentando mais, troquei de lugar e me sentei do lado dela no sofá. O tom de voz foi abaixando, acariciei seu rosto e ela fechou os olhos. Aos poucos fomos nos aproximando e começamos a nos beijar com sofreguidão. Sua boca ainda tinha o gosto bom do Malbec que estávamos tomando. Os carinhos foram se intensificando, nossas mãos já estavam perdendo o controle e o clima foi esquentado. De repente, o telefone de Bia toca com a descrição “casa” no visor. Ela pediu licença para atender e teve que ir embora, sua filha estava com febre e a babá estava preocupada. Nos despedimos com um longo beijo e o gosto de quero mais.

No dia seguinte segui com a minha rotina de reuniões, visitas e briefings. No final da tarde, estava calor em BH e eu resolvi dar uma caminhada. Sai andando de camisa, bermuda e tênis e já bem distante do hotel meu telefone toca. Era a Bia me pedindo desculpas e perguntando se poderia ir ao meu encontro. Após explicar que eu estava caminhando ela se prontificou a ir ao meu encontro. Nos encontramos numa rua e seguimos para a Praça do Papa. Lá o visual naquele horário estava incrível e começamos mais uma vez a nossa pegação interrompida na noite anterior.

Ela: nossa, ontem eu fui embora toda molhada.
Eu: e você está molhada agora?
Ela: completamente encharcada, põe a sua mão aqui.
Eu: nossa, você esta melada, posso por a boca?
Ela: pode.

Comecei a tentar chupar aquela bucetinha ensopada dentro do carro mas Uno tem um problema sério que se chama falta de espaço.

Ela: vamos sair daqui, vamos para um motel?
Eu: sim, mas temos que ir no hotel pegar minha carteira, tem apenas R$ 50,00 no meu bolso.
Ela: eu pago, você é meu convidado.

Seguimos para um motel mais próximo mas no caminho não consegui me conter. A cada sinal fechado eu introduzia meus dedos entre as pernas da Bia, nos beijávamos e ela massageava meu pau por cima da bermuda. Chegamos rapidamente no motel, escolhemos uma suíte e subimos. Já na garagem começamos a nos esfregar enlouquecidamente. Bia estava de vestidinho bem mais simples do que da noite anterior. Usava botas e eu já havia arrancado a sua calcinha dentro do carro. Encostei a minha baixinha no capô do carro, abri as suas pernas e cai de boca no seu sexo. Bia deixou seu corpo cair pra trás e ficou se movimentando aproveitando cada segundo daquela minha chupada. Passei a língua na portinha do seu cuzinho levando ao extase. Ela gemia, puxava meus cabelos e arranhava as minhas costas sem me machucar.

Entramos e já fui me despindo entre um beijo e outro. Bia me jogou num sofá pequeno, mas descolado. Caiu de boca no meu pau e chupou como uma louca sedenta por pica. Lambeu cada centímetro da minha pica, passou a língua no meu saco enquanto me masturbava. Ajoelhou-se e ficou bem abaixo para poder passar a língua no meu cú querendo penetra-lo com a sua língua que mostrava uma habilidade fora do comum. Aquelas sensações me faziam tremer e ir ao delírio de tanto prazer.

Bia se levantou e veio ao meu encontro. Jogou seu corpo em cima do meu e começamos a nos beijar, trocando caricias e sabores que um havia deixado na boca do outro. Meu pau duro e apontando pra cima o tempo todo encostava levemente no seu clitóris. Ainda não estávamos sem camisinha e mas ficamos ali nos sarrando. Bia se encaixou e num único movimento deixou seu corpo descer sob o meu. Meu pau foi entrando fácil naquela buceta ensopada, começamos a nos movimentar cada vez mais rápido e não tardou para que Bia chegasse a mais um orgasmo. Ela se contorcia, gemia, pedia mais, lembrava-me que estávamos sem camisinha mas pedia para eu não parar de meter virou seu corpo sem tirar meu pau de dentro e ficou de costas pra mim. A visão do meu pau entrando e saindo daquela buceta era incrível, e Bia continuava tendo seus orgasmos. Levantei aquele corpo e a coloquei de quatro na beira da cama. Segurei pelas ancas e comecei a socar com força fazendo com que Bia gritasse ainda mais. No quarto orgasmos não aguentei e gozei junto com ela. Foi mágico. Meu coração parecia que ia sair pela boca enquanto Bia deixava seu corpo arriar em cima da cama. Peguei uma garrafa de agua e a ofereci pois estávamos exaustos.

Ficamos ali por alguns minutos e ela mais uma vez disse que nós erámos loucos, pois havíamos transando sem camisinha. Ficamos ali, abraçados de conchinha e eu sentido aquele cheiro maravilhoso que vinha do seu corpo misturando com o cheiro de sexo que ainda estava no ar. Mais uma vez não resisti. Levantei e deitei Bia de bruços e comecei a passear com a minha língua, descendo pelo seu pescoço, explorando cada pedaço das suas costas, mordidinhas leves na sua bundinha lhe arrancaram suspiros e arrepios, desci pelas coxas, passei pela bata da perna e cheguei aos seus delicados pezinhos. Beijei e chupei dedo por dedo lhe arrancando mais gemidinhos. Retornei o caminho inverso com a minha lingue e desta vez abri levemente as suas pernas grossas. Alcancei o seu rabinho, lindo, rosado e comecei a dar beijinhos na sua portinha. Bia se contorcia de prazer e envergava a sua coluna deixando seus longos cabelos caírem em cima das suas costas.

Comecei a penetra-la por trás com a língua, depois um dedo e em seguida mais outros. Ela apenas gemia e sussurrava coisas desconexas. Me ajeitei por trás do seu corpo, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu rabinho e forcei a penetração. No início ela reclamou um pouco mas com carinho, paciência e movimentos leves fui entrando aos poucos.

Bia já se sentia mais confortável e começou a pedir para fode-la com mais vigor. Já fazia tempo que ela não dava a bundinha e eu obedeci prontamente. Segurando mais uma vez pela sua cintura com uma das mãos e puxando seus cabelos com a outra, comecei a bombar com mais força sentindo um prazer enorme em ver meu pau saindo quase todo de dentro dela para depois entrar inteiro. Bia anunciou que estava gozando mais uma vez, aumentei meu ritmo e gozamos juntos de novo.

Aquele dia passamos a noite no motel, trepando, nos chupando e bebendo vinho. No dia seguinte eu iria apenas no cliente na parte da tarde, pois a noite iria voltar a Vila Velha. Acordamos tarde, tomamos café, transamos mais uma vez e ficamos juntos até a hora de ir embora. Bia me levou ao aeroporto e nos despedimos de lá.
Hoje continuamos amigos, Bia se casou, teve seu segundo filho e raramente nos falamos pela internet.

Ah, a conta do motel ela não quis receber. Disse que ficaria para a próxima mas até hoje não nos reencontramos.

Beijo a todos.




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