"Os mais excitantes contos eróticos"

 

38 - Tentando Engravidar


autor: bernardo
publicado em: 23/01/17
categoria: hetero
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Há alguns anos atrás Aline, esposa de Sérgio estava tentando engravidar, mas não obteve sucesso. O próximo passo seria fazer uma série de testes e tentar outros tipos de fertilização, mas nenhum dos dois estava a fim disto. Já estavam casados há quatro anos, ele com trinta anos e ela com vinte e quatro, chegando naquela fase que nada é surpresa mais na cama. Nesta época aconteceu uma grande modificação no comportamento de ambos como casal. Talvez por causa da decisão de engravidar, da pausa na pílula e do reinício das menstruações Aline ficou mais sensual e mais interessada em sexo de uma forma que Sérgio não conseguia mais satisfazê-la.

Um dia, decidiram conversar sobre as suas fantasias mais íntimas. Aline confessou que adoraria ser dominada, e também, sonhava em ter um sexo selvagem com outro homem. Sérgio, por sua vez, tinha aquelas fantasias de todo homem de transar com outras mulheres ou transar com ela e outra mulher juntas, mas por alguma razão o que ela lhe falou o deixou com um grande tesão. O fato é que ele nunca foi do tipo dominador e acha que ela estava querendo isto também há muito tempo. Afinal, ele sempre ficava excitado com as histórias dos ex-namorados dela, e das vezes que ela falava quando alguém a cantava ou chegava até a encostar nela no seu dia-a-dia. Naquela noite transaram duas vezes e voltaram ao assunto várias vezes, até que um dia ela perguntou se ele não estava a fim de ir adiante com as suas fantasias (especialmente a dela, mas ele não sabia disto na época). Sérgio aceitou e foi uma das decisões que mudou radicalmente a vida dos dois.

Tinha algo que Sérgio ainda não sabia da sua esposinha. Durante um passeio que fizeram a turística Campos do Jordão, ela disse que tinha um amigo virtual que morava na cidade, com quem as vezes, conversava e pediu se não podiam, uma noite dessas, conhecê-lo pessoalmente e quem sabe ir a um motel. Sérgio, como tinha prometido, aceitou, mas estava se mordendo de ciúmes. Perguntou a quanto tempo se conheciam e ela lhe disse que um mês mais ou menos e que já haviam se visto bem web cam.

Quando chegou este dia ela estava linda com uma mini-saia, blusa, meia-calça. Por baixo ela colocou uma calcinha minúscula daquelas do tipo fio dental. Estava de parar o trânsito. Não tinha deixado o marido tocar nela por uns dois dias, preparando-se para o Marcos. Portanto, o tesão de ambos, acumulado estava a mil.

Se encontraram em um bar famoso. Marcos, apesar da foto, aparentava ser um homem normal (a foto era bem preparada), mas isto não impediu de Aline ficar encantada com ele. Ele realmente era um mestre da sedução e, em pouco tempo, eles já estavam se beijando, como se já se conhecessem a muito tempo. O lugar era reservado, então ele logo estava segurando as nádegas dela por baixo da saia. E Sérgio, ficou um pouco desconfortável, mas também estava gostando. Não demorou muito tempo e saíram dali para um motel. Sérgio dirigindo, tipo taxista, e os dois ficaram atrás namorando.

Chegando ao motel ela foi para o banho e os dois homens ficaram conversando esperando-a. Marcos logo ficou de cuecas em cima da cama enquanto assistia televisão conversando com Sérgio, como se nada estivesse acontecendo. Aline saiu do banho apenas enrolada na toalha e chamou o marido para conversar. Sérgio foi no banheiro e ela lhe disse que não se sentia bem com ele ali (ele ainda estava vestido) e pediu para ele ir busca-los dentro de duas horas. Ele não gostou nenhum pouco, mas entendeu a preocupação dela. Saiu do quarto e resolveu ficar esperando no carro. Por sorte estavam transmitindo um jogo do São Paulo, seu time predileto no rádio, então tinha algo a fazer enquanto esperava. Mas não conseguia baixar a sua ereção pensando o que eles estavam fazendo.

Como combinado, voltou depois de duas horas, e encontrou os dois ainda abraçados na cama. Ela estava muito cansada, mas feliz. Em casa ela tomou um banho e, então, era a vez dele saciar a sua tesao. Fez com que ela o cavalgasse de frente, do jeito que ele mais gosta, – enquanto ela lhe contava a transa com o Marcos.

Primeiro, ficaram um tempão só beijando e se tocando. Depois ela disse como mamou as bolas e o pau dele sem deixar ele gozar. Falou também de todas as posições que ele fez: ela por cima, por baixo, de quatro, de pé por trás e de bruços. Ele finalmente gozou enquanto ela cavalgava ele por cima. Ela gozou várias vezes. E Sérgio só, ouvindo e não aguentou e gozei. E Aline sorria satisfeita. A partir daquele momento Sérgio sabia que a relação deles tinha mudado e que ela estava no comando agora.

Ainda na cama, ela começou a dizer que queria mesmo ter um filho, o quanto antes, de qualquer jeito. Dado o contexto Sérgio obviamente entendeu o que ela queria dizer.

- Do Marcos? Perguntou.

- Pode ser, ou de outro. Ele lhe disse, enquanto lhe dava uma mamada magistral em seu cacete duro como pedra.

Ele ficou sem entender o que ela dizia. Então ela contou todo o resto da história.

O fato é que ela já conhecia pessoalmente o Marcos e já tinha saído com ele. O mais inacreditável não era isto. O fato é que Marcos é membro de um clube fechado onde os membros só entram por convite ou indicação de alguém. E o objetivo do clube é - acreditem ou não – engravidar mulheres. Foi assim que ela acabou conhecendo o Marcos. Ela ficava frequentando os fóruns de infertilidade e lá trocava muitas ideias com ele.

Marcos era um conquistador nato e, em seguida, já estavam trocando mensagens, e logo depois mensagens mais íntimas. Fizeram sexo virtual várias vezes onde ele fantasiava engravidá-la. Ela disse que ficava pensando nele o tempo todo. Chegaram a se encontrar uma vez e foram para um motel, mas ele usou camisinha. Ela tem muito medo de doenças. Foi neste encontro que ele contou para ela sobre o clube. Ela ficou assustada um pouco no início, parecia tão surreal, mas aos poucos foi entendendo e até se excitando com a situação.

O clube é baseado a outros tantos que tem nos Estados Unidos (Breeding Clubs) e tem muitas regras copiadas de lá, mas muitas outras inventadas aqui mesmo. Existe uma hierarquia de “reprodutores”, onde os que tem mais sucesso em reprodução e em tarefas de alistamento no clube vão subindo na hierarquia, e várias mulheres “pertencem” ao reprodutor que teve sucesso com ela.

Mulheres na maioria dos casos entram junto com o marido (é o mais comum), eventualmente entrando sozinhas (desde que estejam bem financeiramente), enquanto homens tem que entrar ou junto com a esposa na forma de um casal ou caso se destaquem por alguma coisa (aí vale tudo – tamanho do pênis, poder, dinheiro, mas os membros do clube votam para aceitar ou não).

Há a preocupação da criança ser cuidada depois que ela nascer, e ela não será cuidada pelo reprodutor. Além disto, todos eram obrigados a fazer testes de doenças frequentemente, e todos poderiam negar a relação sexual se quisessem. Ela falou que o Marcos estava oficialmente os convidando para entrar no clube.

Sérgio perguntou se ele podia, então, virar um “reprodutor”. Ela disse que uma vez lá dentro existem regras, mas que a princípio sim – desde que ele realmente conseguisse engravidar alguém. Não era só isto, ela não lhe contou toda a história.

Ele ficou apavorado naquela noite e pediu tempo para pensar. Mas quanto mais passavam os dias, mais excitado ele ficava. Mas percebeu que não havia volta. Se ele não aceitasse, ela provavelmente iria deixa-lo, tamanha a vontade de ter um filho. Não estava preparada para uma maratona de testes e acha que também não aguentaria mais sexo apenas com ele, que não a dominava como ela gostava. Acabou, então, aceitando.

Finalmente chegou o dia que conheceriam o clube, que, incrivelmente, tinha uma porção de regras que não convém citá-las. Ao chegarem no clube, Sérgio notou uma porção de carros caríssimos estacionados. Não era para qualquer um.

Para entrar no clube havia duas partes. Primeiro, entravam como em um clube normal – com alguém controlando as pessoas. Uma vez lá dentro as mulheres tiravam o casaco e mostravam toda a sua feminilidade. Ele engoliu seco, pois Aline estava linda – com os seios à mostra, a bunda praticamente de fora e a buceta quase aparecendo por trás da calcinha semitransparente. Marcos logo apareceu e eles foram conduzidos por um corredor imenso em comprimento e largura, com várias portas. No meio havia uma espécie de jardim com fontes de água. Marcos os levou para um desses quartos e lá os apresentou a Pedro um dos reprodutores de nível mais alto.

Com ele havia duas mulheres, vestidas como Aline. Pedro estava praticamente nu. O pênis era grande mas não fora do comum, talvez um pouco acima da média. Neste momento as mulheres pegaram a Aline e levaram para frente do Pedro, que estava sentado na cama. Marcos fez ela ajoelhar na frente dele e fez Sérgio sentar em uma poltrona para assistir a cena. Pedro pediu para Marcos sair e começou a conversar com Aline.

Aline havia gostado de Pedro e Sérgio lembrava bem dele por causa disto. Se Marcos era um mestre da sedução, Pedro tinha no mínimo um doutorado. Aline não tirava os olhos dele. Ele tinha muita experiência no assunto. A primeira coisa que falou para a Aline foi que sabia o que ela estava pensando antes de entrar ali, mas que iria fazer ela mudar de ideia. Ele disse que Marcos apenas a atraiu para poder subir na hierarquia. E que devia estar fazendo o mesmo com dezenas de outras candidatas. Depois Pedro mostrou as duas mulheres dizendo que elas eram as suas conquistas mais recentes e que como elas, já são mais de dez. Isto não é o recorde ainda do clube, mas o mais importante é que todas que ele escolheu foram premiadas. E a próxima na lista era a Aline. E que, para ela aceitar, ela tinha que tirar a calcinha – que era feita de um jeito que bastava tirar o nó da direita que saía. Isto era um gesto simbólico com muito significado – um deles é que Sérgio não poderia penetrá-la por pelo menos um mês. Ele não pode acreditar no que viu então.

Aline não pensou duas vezes – desatou o nó e ficou com a buceta livre. Ele fez um sinal e as mulheres saíram. Pedro se aproximou do ouvido de Aline e falou algo – Aline olhou para o marido e fez que não com a cabeça. Ela havia deixado ele ficar. Ele não sabia no momento, mas seria a única vez que iria presenciar o sexo entre eles.

A luz baixou de intensidade (devia haver algum controle em algum lugar). Sergio notou que ele havia ficado no escuro e que Aline não conseguiria lhe ver. Muito conveniente, pensou. Pedro levemente levou Aline para o seu pau. Aline entendeu a dica e começou a lamber, começando pelas bolas. Segurava o pau com a mão direita, lambia as bolas e olhava para os olhos de Pedro. De onde Sérgio estava via o reflexo tênue das luzes nos olhos de Aline. Ela não conseguia colocar o pau todo na boca – estava longe de ser uma profissional – mas isto não importava para eles. Depois de um tempo desta felação, Pedro puxou-a para a cama e foi por cima, dando um banho de língua. Começou pelos pés e foi rapidamente se aproximando da sua vagina. Lá deu apenas uma mordida e continuou pela barriga, pelos braços e depois sugando os seios. Chupava cada seio com força, mordendo os bicos, o que fazia Aline gemer um pouco de dor mas com muito tesão. Foi para os ombros, para o pescoço, lambeu as orelhas, colocou a língua lá dentro. Beijou os olhos, o nariz, a boca. Neste momento virou-a por cima dele e ficou dando um beijo de língua demorado, enquanto as mãos deles já passavam pela parte interna das coxas, tocando o cuzinho por trás.

No momento do beijo, sem Sérgio notar, ele já estava brincando com o seu pau na entrada da buceta dela. De repente ele parou de beijá-la, olhou-a nos olhos, puxou-a pelas nádegas e Sergio, só ouviu um grunhido de satisfação da esposinha com o cacete de Pedro atolado na sua xaninha que havia iniciado a penetração.

Pedro começou aos poucos, sempre olhando nos olhos dela. Aline já havia esquecido o marido completamente. Ficava dizendo:

- “meu macho, me come, me faz sua mulher”, - enquanto ele devagarinho ia enfiando.

Ela tentava controlar os movimentos, mas mesmo estando por baixo era Pedro quem mandava. Ela parecia que estava em cima de uma superfície onde não conseguia ficar estável, como se escorregasse o tempo todo. Ele a mexia para lá e para cá como um brinquedo nas mãos dele, que era bem maior do que ela.

Neste momento Aline teve o primeiro orgasmo de tantos. Sérgio nunca tinha visto ela gozar assim. Ela se acabou em cima dele, mas ele não parava. O que Pedro mais gostava de fazer era enfiar tudo até o fim, segurá-la e ficar mordendo a orelhinha dela por alguns segundos. Depois ele a fez senta-se olhando para ele. Enquanto isto brincava com os seios dela, puxava e apertava os mamilos.

Sérgio estava admirado pela performance da esposa como o pau de outro homem atolado na sua vagina e ela com os olhos fechados, o cabelo grande para trás amarrado em forma de rabo.

Após um tempo nesta posição, Pedro sentou com todo o seu pau enfiado e deu mais um beijo nela, sem tirar as mãos da bunda. Sérgio não tinha dúvida, ele ficou apaixonado pela bunda dela. Enquanto beijava já ficava com um dedo na entrada do cuzinho, colocando a pontinha.

Pelo jeito não seria só a buceta que ele comeria. E olha que ela só tinha dado o cuzinho para o Sérgio, uma vez, mas foi uma experiência muito ruim. Mas ainda tinham muita foda pela frente. E, em nenhum momento, ela o chamou para junto deles, embora tinha esta possibilidade (mas, claro, sem penetração). Pedro passou a morder o pescoço e o peito dela, que só gemia. Mordia forte, deixava marcas. Sergio queria ver como ela iria se esconder para ir trabalhar na segunda-feira.

Pedro tirou o espartilho e Aline ficou nua, vestindo apenas as meias pretas e posicionou a cavalgando de costas, pegando um chicote destes de pano duro (não aqueles de SM hard) e ficava batendo na bunda dela, que começou a ficar um pouco vermelho. Ela novamente tentava controlar, mas era ele que ditava o ritmo. Depois de um tempo ele sentou e cochichou no ouvido dela por um momento. Ela sorriu e fez que sim. Ele colocou o dedo dele na boca dela que chupou com vigor. Depois, ficou brincando no cuzinho dela até começar a penetrá-la. Ela gozou mais uma vez, cavalgando de costas para ele que ainda não tinha gozado.

Depois do gozo ele jogou-a de costas sobre a cama e subiu em cima dela. A bunda dela estava vermelhinha do chicote, a vagina e o cuzinho já violados. Deu um beijo quente nela novamente e começou a penetrá-la na posição papai-e-mamãe. Ela respirava profundamente, rapidamente, segurava ele pelas costas, abraçava-o enquanto ele mordia seu pescoço, se mexia violentamente e gozava novamente. Ele continuava no seu ritmo, rápido, porém constante, enquanto Sergio ouvia aquele barulho de pele batendo na pele, do saco batendo nas coxas. Ele pensava que este seria o momento do gozo, mas estava enganado. Pedro queria foder Aline de jeito naquela noite. Ela ainda poderia desistir durante o mês, então era na primeira foda que ele selaria o desejo dela.

Depois que Aline deu uma descansada, ele colocou-a de quatro em cima de uma mesinha almofadada e Sérgio notou que isto era muito conveniente para estar ali por acaso. Os movimentos agora eram mais rápidos e ela dava uns gritinhos cada vez que Pedro estocava.

Ela começou a dizer:

- “Me come, goza, me enche de porra! Me faz um filho teu, você é que é macho! ”.

De quatro, era a posição preferida dela, e em seguida ela gozou de novo. Durante toda a transa ele não falava nada, apenas olhava nos olhos dela quando podia, ou para o pescoço, ou para a bunda. Ele estava fascinado por ela, ou, pelo menos, mostrava-se fascinado, o que para ela era a mesma coisa.

De repente colocou-a de bruços e começou a lamber todo o corpo dela com força. Ela dava uns gritinhos, mas sentia-se realizada. Começou mordendo as canelas, as coxas, as nádegas. Ficou um tempo ali, lambeu o cuzinho com força, com certeza colocou a língua. Aline só dizia:

- Ai, que gostoso, hummm...”.

E ele deixou marcas na bunda dela e depois, subiu pelas costas, mordeu os ombros, o pescoço, a bochecha, a orelha. Encaixou o pau na buceta dela e enfiou de uma vez só. Ela deu outro grito, mas ficou submissa. Adorava isto. Com todo o pau enfiado, mordeu o pescoço forte dela por trás e começou a fazer um movimento de vai e vem. Mais tarde ela contaria ao marido que Pedro tinha lhe dito que era a posição preferida dele, tanto para a buceta quanto para o cuzinho. Ele mostrava para ela como ela tinha que fazer – ela apertava as próprias nádegas para apertar mais ainda o seu pau. E, para todos os efeitos, ela não lembrava mais do marido, que estava ali do seu lado observando tudo com o maior tesão.

Aline mais uma vez gozou, desta vez demorado, com gemidos baixos. Mas dava para Sérgio ver seu corpo lindo, nu, tremendo. Pedro acelerou o movimento até o gozo dela passar. Mas ainda não tinha terminado. Ele iria aproveitar esta posição por muito tempo ainda. Depois de um pequeno descanso, sem tirar o pau duro de dentro dela, novamente o barulho de pele batendo contra pele começou. De vez em quando ele tirava as mãos dos seios e dava uma palmada na bunda dela, outras vezes mordia o pescoço. Uma vez puxou ela pelo cabelo. Até de repente parou, se abaixou, mordeu a orelha e falou algo baixinho. Ela, um pouco suada, mas visivelmente bem comida, sorriu.

Ele recomeçou os movimentos, desta vez mais fortes e mais rápidos. Ela começou a dizer:

- “Pedro, meu macho, me engravida, me faz ser tua posse, me faz tua mulher, goza dentro de mim, encha minha buceta de porra”.

E neste momento Pedro deu um grito e deixou tudo dentro dela. Ele pegou ela pelos peitos por baixo e ela gozou meio que por acidente, sem estar esperando, e de uma forma inesperada, também com um grito. Por alguns segundos ele ficava estocando e ela tremia, já sem saber o que fazer com as próprias mãos que pareciam tentar pegar algo no ar, sem sucesso. Neste momento ela gozou tanto que quase desmaiou. O coração acelerado, a porra escorrendo pelas pernas, o corpo suado e marcado, o cabelo desfeito. Ela tinha sido fodida como nunca. E isto tinha sido só o primeiro. No fundo Sérgio não sabia se torcia para que ela ficasse grávida (já que tinha gostado tanto) ou se torcia para não ficar grávida para ele poder também tentar ser um reprodutor. Mas olhando toda aquela a cena ele tinha as suas dúvidas se iria conseguir. Pedro tinha feito ela esquecer Marcos e esquecer também o marido naquele momento e ela tinha recebido a foda da vida dela. E a foda ainda não tinha terminado.

Os dois ficaram deitados, abraçados. Ele ficou olhando televisão por um tempo, enquanto ela dormia um pouco no seu colo. Sérgio deu uma saída para tomar alguma coisa, clarear a cabeça e encontrou outros homens que eram parceiros. Nenhum deles parecia infeliz, todos estavam contentes com o sistema. A mulher deles estava com outro e eles ali, conversando, escutando música. Depois de uma hora mais ou menos voltou para o quarto.

Ao chegar no quarto, a encontrou de bruços e ele chupando o cuzinho dela. Notou que ele já estava com dois dedos enfiados, logo vinha o terceiro. Pedro, sabia exatamente como fazer isto. Depois, ele se ajoelhou por trás dela, encostou no cuzinho e forçou. Em pouco tempo entrou a cabeça. Sérgio via que tinha doído – ela fazia aquela cara de dor – mas Pedro parou e ficou massageando os seios por baixo dela. Ela se agarrava na borda da cama. O tempo passava e ele colocava cada vez mais um pouco. Fazia um vai e vem lento. Ela começou a ensaiar uma rebolada, e ele continuava no ritmo lento. Teve uma hora, quando metade do pau dele estava dentro dela, ele se aproximou do rosto dela e deu um beijo na boca por trás. Que cena magnífica! Se Sérgio tivesse uma câmera e pudesse bater apenas uma foto este seria o momento. Ele a beijava de língua, segurando o rosto dela com uma das mãos. Enquanto isto, quase que sem notar, enfiava no cu dela mais rapidamente. Quando o beijo terminou ela, ainda de bruços, e olhando para trás para ele, podia sentir que estava tudo dentro. Ela sorriu, se sentia realizada. Agora sabia como era ser comida literalmente pelo cu.

Neste momento ele começou a acelerar e a mordê-la no pescoço, apertando os seios. Ela sabia que este era o momento dele, o único momento da noite que ele esqueceria de seduzi-la ou excitá-la, era a recompensa para ele pela noite. Ela, neste momento, era apenas o troféu por tudo o que ele tinha feito por ela. Ele gozou muito mais rapidamente do que antes e, para surpressa de Sérgio ela gozou junto com ele. A noite tinha sido completa. Ele se deitou sobre ela até o seu pau murchar. Ela ficou embaixo dele, sorrindo, olhos fechados, respirando forte. Depois de um tempo ele a virou, deu um beijo na boca, falou algo que Sérgio não ouviu e ela foi tomar um banho. Ele, então, disse a Sérgio que poderia ir para casa ou ficar na outra ala, mas não poderia voltar ali.

Este foi o primeiro de muitos encontros naquela semana, mas a partir daí Aline queria ser fodida sozinha, talvez sem culpa. Sergio foi para casa, mas ela ficou até a manhã do dia seguinte. Voltou, tomou um banho, e conversaram sobre o que tinha acontecido.

Sérgio notou que havia um símbolo na bunda da esposa, mas isto não fazia sentido – não tinha como saber se ela estava grávida de ontem para hoje. Ela lhe disse que este era temporário, tatuagem falsa, de cor preta. Em um mês ele sai. É apenas para “marcar território”. Caso a gravidez se confirmasse, então eles fariam uma tatuagem permanente, vermelha, no brasão do reprodutor. Sérgio ficaria um mês sem penetrá-la, mas ela ainda podia fazer boquete ou até anal com ele, o que estava ótimo. Mas ele não se sentia aos pés do Pedro e do jeito que ele comeu sua esposa. E ele e ela sabiam disto. Depois disto ela foi dormir.

A partir daí, ela saía todas as noites e no dia seguinte lhe contava tudo que fazia. Em uma das noites um outro reprodutor fez uma penetração dupla nela junto com Pedro (mas sem gozar na buceta dela).

Pedro teve sucesso. Ela logo engravidou e ganhou a tatuagem permanente. Como rito de passagem, cada vez que uma mulher engravidava ela tinha que transar com outros três reprodutores, sempre seguindo a hierarquia, a preferência de cada um. Ela, é claro, tinha poder de veto, mas nunca alguma no clube vetou e ela não seria a primeira. Talvez Sergio também conte um dia como foi esta festa e os acontecidos depois disto.

Hoje, eles têm uma filha de 13 anos e Aline está grávida de novo de Pedro. Sergio acha tudo maravilhoso. A vida sexual deu-lhes uma guinada para melhor e já está, com consentimento da esposa, iniciando a filha no mundo da sexualidade, pois desde pequenina, eles tomam banho juntos e ela anda pela casa somente de calcinha ou as vezes até peladinha, mas essa é outra estória que contarei posteriormente.

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