"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Doutora Katarina


autor: Colecionador
publicado em: 29/01/17
categoria: traição
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Roberto e Mariza eram casados há quase dez anos. Tinham uma vida confortável, sem filhos. Gostavam de viajar, apreciavam uma boa música e gostavam de receber os amigos. Roberto era empresário e Mariza exercia um cargo de chefia numa multinacional. Ambos eram bem sucedidos profissionalmente. Mariza mantinha uma postura séria e recatada no trabalho, pois, num ambiente eminentemente masculino, era difícil galgar postos. Na cama Roberto e Mariza se entendiam como ninguém! Casaram novos e sempre tiveram uma vida sexual apimentada e nada conservadora. Roberto tinha 35 anos, era branco, alto, cabelos curtos começando a dar sinais de grisalho, olhos negros altivos. Mariza era branca, estatura mediana, 32 anos de idade, olhos castanhos, grandes e expressivos. Tinha longos cabelos negros e cacheados. Seus seios eram médios e firmes, com bicos rosados, devido ao fato de não ter tido filhos. Tinha uma bunda grande e empinada, dessas que fazem os homens olharem nas ruas.

Apesar de ainda se amarem, o casamento ia mal das pernas. Conversavam pouco, apenas o trivial. As longas conversas de confidência e parceria não aconteciam mais. E o sexo antes tão quente e prazeroso parecia ter cedido lugar a um rito obrigatório. Mariza chegou a pensar que, talvez, Roberto tivesse outra. Mas, andava tão atribulada e envolvida com o seu trabalho que chegou a conclusão que uma aventura não seria de todo ruim, já que daria a ela uma folga nas “obrigações” de esposa. Roberto, por sua vez, não era nenhum santo fidelíssimo, porém sentia falta da sua putinha... Ressentia-se com saudades da esposa quente e safada que o enlouquecia na cama.

Certo dia, numa roda de conversa com amigos, soube que um deles havia feito terapia de casal com uma terapeuta experiente. Aquela informação chamou-lhe a atenção, pois pensou logo em Mariza e no casamento deles. Sabia que ela não concordaria com uma situação dessas, mas decidiu tentar. Após alguns dias, ligou para o tal amigo querendo o contato da tal terapeuta. Ligou e marcou um horário, apenas para conversar e tentar sondar como seria a tal terapia.

No dia e horário marcados lá estava ele. Suava nas mãos e se mostrava hesitante quanto à decisão de buscar um profissional. Era um prédio comercial de luxo, num bairro próximo à sua casa. Pegou o elevador e, em poucos minutos, tocava a campainha na sala indicada. Uma mocinha simpática abriu a porta, confirmou seu nome e convidou-o a entrar. Era um lugar agradável com uma música ambiente tocando ao fundo e decoração discreta. Sentou-se num sofá e aguardou poucos minutos, até que a porta do consultório se abriu. Roberto observou a mulher que o cumprimentou: uma mulher bonita que deixava transparecer um ar de sensualidade. Usava um perfume agradável e um tubinho preto que acentuava suas curvas. Era alta, cabelos e olhos castanhos. Cabelos escovados, cortados acima do ombro. Seios fartos que aparentavam desejar saltar pelo decote do vestido e uma bunda redonda, empinada, de tamanho médio. Roberto olhou-a de cima a baixo e pensou que ela era muito gostosa. O pau ficou rijo por baixo da roupa. Doutora Katarina Santos cumprimentou-o e convidou-o a entrar.

O espaço era aconchegante e tinha duas poltronas aconchegantes, uma de frente para a outra. Drª Katarina sentou-se em uma e apontou a da frente para Roberto. Ao sentar cruzou as pernas, o que possibilitou que Roberto observasse as coxas bem torneadas. Conversaram, a terapeuta registrou algumas das informações. Quis saber sobre a atividade sexual do casal. Roberto contou algumas aventuras e o fez com o intuito de provocar, uma vez que Drª Katarina, decididamente, havia mexido com sua libido. Ela deixou claro que possuía métodos pouco ortodoxos, mas garantiu que o tratamento era extremamente eficiente. Marcaram um novo encontro, na semana seguinte e Katarina afirmou que haveria um momento certo para atender sua esposa. Despediram-se e Roberto saiu impressionado com aquela mulher. Desejou possuí-la por inteiro...

Ao chegar em casa, contou a novidade para a esposa que demonstrou desconfiança, mas se sentiu valorizada em saber que o marido desejava renovar a relação dos dois. Após o jantar, dividiram um vinho vendo um filme romântico. Roberto aproveitou para acariciar os seios de Mariza, que soltou um leve gemido ao sentir seu corpo incendiar de desejo pelo seu homem de tantos anos. Roberto sussurrou: “Geme, minha putinha! Geme...” Beijaram-se como dois lascivos que eram. Roberto arrancou a roupa de Mariza, enquanto ela tirava a dele. Buscou sua bucetinha e, alucinado de tesão, começou a chupá-la. Mariza retrucou pedindo para retribuir a gentileza. Roberto, então, colocou-a sobre seu corpo, de maneira que, enquanto se dividia entre a bucetinha e o cuzinho, sentia aquela boca quente a devorar-lhe o pau duro de tesão. Mariza começou a gemer, anunciando que o gozo estava próximo. Motivado por isso, enterrou o dedo indicador no cuzinho da esposa, brincando de vai-e-vem enquanto sua língua lhe devorava o grelo. Delicadamente, com a outra mão, começou a força a cabeça da putinha, de modo a intensificar o ritmo do boquete. Logo depois de sentir o gozo da cadelinha em sua boca, jorrou seu jato de esperma quente em sua boca. O gozo foi intenso e Mariza chegou a engasgar, deixando escorrer um pouco da porra quente pelos seus lábios. Ao saírem da posição em que estavam, Roberto pode ver a língua de Mariza lambendo os lábios, em busca do leitinho que tinha escorrido. Aquela cena o deixou louco. Gostava de ver sua cadelinha se deliciando com sua porra. Sim, Mariza era a cadela mais safada que ele já conhecera. Abraçaram-se e ela buscou os mamilos do macho para chupá-los plena de desejo.

- Hummmm... Vejo que minha putinha está insaciável hoje, disse Roberto. Quer provocar seu homem, cadelinha? Quer mais, vagabunda? Quer o cacete do seu macho, não é?

Colocou-a de quatro e enterrou a piroca dura e latejando de tesão. Mariza gemia. Rebolava. Pedia para ele não parar... Roberto deu-lhe um tapa na bunda e ela gritou de tesão.

- Ai, amor, que delícia! Vou gozar, Roberto! Vou gozar feito uma puta nesse pau gostoso. Ai, que delícia! Não para! Fode, vai. Fode gostoso. Vou gozzz... AAAAAAHHHHHH!

- Isso, minha putinha gostosa! Goza no pau do macho, goza! Você merece muito mais, minha delícia! Seu macho vai dar o que você merece...

Dizendo isso, ele tirou da bucetinha o cacete todo babado com o gozo de Mariza e posicionou-o na entrada do cuzinho. Ela deu gemido fino, agarrou com força o travesseiro, como que se preparando para o que iria receber, e gritou ao sentir a piroca do macho lhe rasgando. Sentia-se alargada, arregaçada e, ao mesmo tempo, era invadida por um prazer indescritível. Amava dar o cuzinho para Roberto! Gritava, gemia e pedia mais.

- Tá gostando, cadelinha? Tá? Rebola gostoso, minha puta! Rebola... Caralho! Vou gozarrrrrrr...

Mariza tinha sido premiada com porra quente no cuzinho, como ela gostava. Roberto tirou a pica de dentro dela e, carinhosamente, recolhia a porra que escorria com o dedo e levava à boca da putinha. Ela se deliciava, adorava engolir o leitinho do macho.

Treparam como há muito não faziam. Um sexo sem limites e sem pudores. Tomaram um banho e dormiram abraçados. Roberto pensou que a tal terapia já estava valendo a pena...

No dia seguinte, já no trabalho Roberto recebeu uma mensagem da Doutora Katarina, perguntando se a noite tinha sido boa. Roberto decidiu ser ousado e disse que tinha fodido Mariza como há muito não o fazia. Katarina o parabenizou e disse que era apenas o início de novos tempos. Mandou que, durante o dia, enviasse mensagens picantes para Mariza; ele assim o fez. À noite, ela parecia uma cadela no cio e eles foderam feito dois vadios, depravados. Foi assim todos os dias daquela semana.

Até que chegou o dia do novo encontro com a Drª Katarina. Roberto passou o dia ansioso pelo horário da consulta. Lá chegando, após aguardar alguns minutos na sala de espera, ela novamente abriu a porta para ele e o convidou a entrar em sua sala. Dessa vez, uma das poltronas estava aberta como uma cama. Katarina mandou Roberto deitar-se, pedindo que relatasse as experiências da semana. Ele contou detalhes. Queria provocar aquela mulher. Mas, enquanto relembrava, excitava-se, deixando transparecer o volume de seu pau duro por baixo da roupa. Katarina obviamente percebeu e continuou perguntando, queria saber os pormenores. Conforme contava ele se excitava cada vez mais. Então, ela aproximou-se e falou com delicadeza: “Está incomodado? Pode relaxar...” Ao dizer isso, tocou no cacete duro de Roberto, segurando-o com vontade e desejo. “Vejo que Mariza é uma mulher de sorte!”, disse ela. Soltou o cinto e abriu o fecho, ele a ajudou a descer a calça e a cueca. Katarina tirou seus sapatos, enquanto ele terminava de se despir. Mandou que permanecesse deitado e que nada falasse, enquanto ia tocando todo o seu corpo. Roberto estava louco de prazer! Ela segurava sua pica com uma habilidade ímpar e elogiava a rigidez e o tamanho. Roberto desejou sentir sua boca quente e úmida, mas ela, simplesmente, mandou que colocasse sua roupa, pois o horário havia terminado. Ele retrucou incomodado e frustrado e Katarina lhe disse que era uma profissional de respeito, que essas eram as regras e ele deveria segui-las, caso contrário, deveria suspender o “tratamento”. Roberto vestiu-se e recebeu a orientação de tratar bem a esposa quando chegasse em casa.

Chegou em casa antes de Mariza. Tomou um banho e se pôs a esperá-la nu, na cama. Quando Mariza entrou no quarto, espantou-se com o cacete do macho já pronto para recebê-la.

- Nossa! O que houve? Mal cheguei e você já está desse jeito? Disse ela, inclinando-se sobre a cama. Roberto, sem dizer uma palavra sequer, puxou os lábios da vadia até sua piroca. Ela não se fez de rogada, chupou como uma cadelinha obediente. Foi premiada com o líquido quente do macho em sua boca. Engoliu cada gota. Foderam como dois devassos noite adentro.

A semana transcorreu numa putaria constante, como nos velhos tempos. Roberto, porém não se esquecera da experiência no consultório. No dia marcado para o novo encontro Roberto entrou na sala de espera e aguardou. Diferentemente das outras vezes, a Doutora Katarina não veio recebê-lo. A secretária avisou que podia entrar no consultório. O lugar estava à meia luz e ele não viu ninguém por lá. Sentou-se na poltrona, quando a voz dela, vinda por trás dele, mandando que ficasse quieto. Foi quando sentiu uma venda sendo amarrada aos seus olhos. Vendado, ele foi puxado e levantou-se, Katarina o conduzia. De repente, parou e tirou-lhe a roupa, colocando-o sentado. Aos poucos, a venda caiu dos seus olhos e Roberto descobriu que estava numa espécie de quarto, sentado numa cama. Deparou-se com a Doutora Katarina nua com uma cinta liga preta que segurava uma meia na altura de suas coxas. Seu membro enrijeceu de imediato. Ouviu-a dizer: “Na sessão de hoje, você vai aprender a chupar uma bucetinha molhada”. Posicionou uma das pernas sobre a cama, de pé e, conduziu os lábios de Roberto (que permanecia sentado) até sua buceta. Mandou que chupasse o grelinho, bem gostoso e ele fez conforme pedia. Quando sentiu o gozo aproximar-se o mandou enterrar a língua na bucetinha. Depois, sem dizer uma palavra, sentou-se no colo do macho, de costas para ele, mandando que apalpasse seus peitos, enquanto ela cavalgava feito uma cachorra no cio. Ela anunciou o gozo e gritou ao gozar, entre xingamentos e palavrões. Ele gozou logo após e, assim que terminaram, ela mandou que Roberto se vestisse, dizendo que, ao chegar em casa, deveria dar sua pica com o sabor do gozo dela para Mariza chupar. Doutora Katarina comunicou que a próxima sessão da terapia deveria ser com sua esposa.

Roberto foi para casa ainda zonzo com tudo o que acontecera, mas sem perder a excitação. Ao chegar em casa, Mariza o esperava sentada na sala. Ele dirigiu-se até ela e, imediatamente, colocou a pica dura para fora, enterrando-a na boca da esposa. Mariza chupou até que ele gozasse e, ao final, comentou ter achado muito mais saborosa que nos outros dias. Roberto, então, deitou-a no sofá, abriu suas pernas e enterrou a língua naquela bucetinha que ele achava deliciosa, colocando em prática tudo o que aprendera na terapia. Mariza segurava seus cabelos e pedia para não parar, gritava que estava uma delícia, que era sua puta, sua cadelinha no cio e que iria gozar. Explodiu num gozo que fez seu corpo tremer e sua respiração ficar ofegante. Depois, foram tomar um banho juntos e Roberto saboreou a bucetinha e o cuzinho de Mariza, fazendo-a gozar feito uma cadelinha.

Já na cama, antes de dormirem, Roberto comentou que a terapia estava dando certo e eles pareciam ter voltado aos velhos tempos de tesão e putaria. Mariza comentou, entusiasmada, que estava dando certo e ele aproveitou para contar que a Drª Katarina queria vê-la na próxima semana. A esposa mostrou-se relutante, mas ele insistiu e ela pareceu ceder.

Tiveram mais uma semana de sexo alucinante e no dia da consulta Mariza se dirigiu ao endereço dado por Roberto. Chegou alguns minutos antes, sentou-se na sala de espera, olhou ao redor e achou o ambiente agradável. Doutora Katarina abriu a porta e convidou-a a entrar. Sentou-se no sofá e começou a responder algumas perguntas da terapeuta, que fazia anotações, como de costume. Nisso, Doutora Katarina levantou-se pegou um comprimido e deu a Mariza com um copo d’água, alegando que ela precisava relaxar, pois estava um pouco tímida e nervosa. Mariza seguiu a orientação e, em poucos minutos, sentia-se sonolenta. Quando a sonolência passou percebeu que estava deitada em uma cama (a mesma cama onde seu marido e Katarina treparam). Sua boca estava tapada com um lenço e suas pernas e braços algemados. Tentou erguer-se, mas foi em vão. Katarina alisava seus cabelos e dizia:

- Você me obrigou a sedá-la, querida. É muito resistente. Desse jeito como posso dar continuidade à terapia. Seu marido não, é um bom paciente. Você é muito gostosinha! Hummm... Me deixou com água na boca. Calma, não adianta espernear! Somos só nós duas aqui... Fique tranquila.

Dizendo isso, começou a passar o dedo indicador na entrada da buceta de Mariza, que não queria deixar, se debatia, mas, aos poucos, foi sentindo um tesão incontrolável. Katarina comentou:

- Que delícia!! A putinha tá molhadinha! Gosto assim... Já teve uma fêmea na cama, querida? – Mariza balançou a cabeça negativamente – Como eu imaginava, continuou a terapeuta, e como eu gosto!

Então, passou a brincar com dois dedos na bucetinha da paciente, que não se debatia mais. Depois, quando os dedinhos já estavam bem molhadinhos, retirou o lenço que amarrava os lábios de Mariza e introduziu os dedos em sua boca. Para seu próprio espanto, Mariza sugou o líquido dos dedos de Katarina com avidez. Gostou do sabor que sentia. Katarina, vendo o contentamento de Mariza, introduziu os dois dedos na bucetinha da putinha, que rebolava e gemia. “Isso, cadela! Sabia que você ia gostar de uma mulher lhe fodendo!” – dizia Katarina, alucinada com a cena. Quando percebeu que ela iria gozar, retirou os dedos de uma só vez. Mariza quase enlouqueceu! Perguntou o porquê de ter parado. Implorou que continuasse. Disse que queria ser sua mulher, que precisava. Katarina riu alto e deu um tapa em seu rosto. “Aprendeu rápido, putinha!” – disse ela.

Katarina soltou as algemas, sabia que ela não tentaria mais fugir. Mandou Mariza abrir as pernas e enterrou sua língua naquela bucetinha molhada. Sugava seu grelinho com vigor, mas ao mesmo tempo carinhosamente. Mariza gemia, pedia mais. Gritava:

- Ai, Doutora Katarina! Precisava deste tratamento! Nunca pensei que mulher fosse tão gostosa! Que delícia de língua! Me chupa gostoso! Quero gozar! Ai, ai, caralho!! Tô Gozaaaaaaando! Aiiiiiiiiiiiiiiiii!

Katarina, então, beijou sua boca. Mariza se deliciou com seu mel na boca daquela mulher, que lhe proporcionava um prazer que ela desconhecia até então. Katarina foi empurrando, lentamente, a cabeça de Katarina até a sua bucetinha e ela, prontamente, passou a chupá-la, querendo retribuir o prazer sentido. Nunca havia experimentado antes, mas o prazer que sentia era indescritível. Ouvir uma mulher gemer por ela a deixou excitadíssima. Katarina gozou; um gozo intenso e molhado. Elas se beijaram e Katarina amarrou um consolo na cintura, colocando Mariza de quatro. Meteu com vontade e satisfação. Mariza gemia. Pedia mais. Gritava. Gozou feito uma putinha e depois lambeu o consolo inteirinho, deixando-o limpinho. Quando achou que tinha acabado, Katarina colocou-a de bruços na cama e começou a enterrar umas bolinhas amarradas por um cordão em sua boca. Mariza quis saber o que era aquilo e a terapeuta informou tratar-se de bolinhas tailandesas, explicando que aumentariam seu prazer. Depois que ela lambeu uma a uma, Katarina começou a colocar uma de cada vez no cuzinho de Mariza, que se contorcia, num misto de tesão e dor. Dizia que não ia conseguir, que eram muitas, quando Katarina informou que já tinham entrado todas. Beijou-a delicadamente e, enquanto se beijavam ia tirando, lentamente, uma bolinha de cada vez daquele rabo delicioso. Quando a última bolinha saiu, Mariza estava em êxtase! Nunca havia sentido tanto prazer, nem nas noites de putaria com Roberto. Estava feliz! Katarina mandou que vestisse sua roupa, anunciando o fim da sessão, deixando reservado um horário para a outra semana. Despediram-se com um longo beijo.

Em casa, Roberto quis saber como foi, mas ela alegou que o segredo era a alma do sucesso. Foi puta como nunca antes fora na cama com Roberto. Depois de muita sacanagem, adormeceram agradecidos ao tratamento da Drª Katarina.



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