"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Cliente Nova I


autor: publicitario45
publicado em: 10/08/15
categoria: hetero
leituras: 2667
ver notas


Um cliente meu abriu com a sua esposa uma clínica de estética capilar num bairro nobre de Vila Velha onde as mulheres tinham além de manicures com horários exclusivos e esmaltes importados de várias marcas, tratamento capilar de primeiro mundo com produto que qualidade e renome internacional. Claro que além disso tudo, o prosseco rolava solto toda sexta-feira para as patricinhas que frequentavam a casa.

Eu sempre me cuidei. Gosto de ternos, gravatas, bons perfumes e ando sempre alinhado quando o assunto é trabalho. Meu cliente abriu esta clínica para a esposa não ficar sem fazer nada em casa, mas gastou uma boa grana na concepção do projeto que era perfeito. Tudo lá é de primeira.

Começamos nossos trabalhos e ele me apresentou para a esposa, uma moça bonita e bem educada, para a gerente que era uma gata de uns 39 anos mais ou menos e para o cabelereiro chefe, um cara bem educado que apesar de ser gay, não era afeminado mas também era um apreciador de boas roupas, sapatos e perfumes.

Ainda faltava a irmã do meu cunhado, que estava na frança fazendo um curso e se especializando em cachos.
Já fazia mais ou menos um mês que eu estava atendendo a empresa e as reuniões eram semanalmente com a esposa do meu amigo. Sempre que eu chegava lá, ela brincava e dizia que “o fornecedor mais cheiroso do estúdio” tinha chegado. Algumas manicures riam outras apenas olhavam de rabo de olho assim como Alex, o responsável pelos cortes das madames. Mas os comentários não passavam disso, não havia maldade da parte de nenhum deles.

Neste dia, a esposa do meu amigo disse que a irmão do meu cliente havia chegado da França e que iria participar da nossa reunião, pois nós iriamos ter que criar uma ação para divulgar os tratamentos e produtos exclusivos para cachos aqui no Espírito Santo. A reunião ia acontecendo e a irmão do meu cliente estava atrasada o que estava deixando algumas pessoas da equipe irritadas e eu ali, tentando tirar por menos a situação.

Até que a porta abriu. Era a irmão do meu cliente. Quase morri. Era simplesmente linda. Aqui nós vamos chama-la de Lígia (Nome fictício), uma loira de 1,70 de altura, cabelos lisos, corpo irresistivelmente trabalhado no Pilates, olhos castanhos e uma boca desenhada a mão. Lígia entrou, pediu desculpas e sentou na mesa de reunião para ouvir parte da estratégia. Falei tudo sobre a ação, as peças publicitárias, o período da comunicação e todos prestavam atenção, menos Ligia que ficava respondendo mensagem no celular o tempo todo até que a dona do salão chamou atenção pedindo que ela desligasse o celular. Lígia se desculpou dizendo que era o namorado e logo em seguida desligou o aparelho.

Na hora de ir embora, fui caminhando para o estacionamento e vi Ligia parada na calçada, estava esperando o namorado. Passei, dei um sorriso e segui em frente quando fui chamado pelo nome:

Ela: ei, o senhor pode me dar uma carona?
Eu: não!
Ela: mas qual o problema em me dar uma carona?
Eu: você me chamou de senhor e eu não gostei (Falei rindo).
Ela: que bom, preciso ir para a Praia da Costa, no Morro do Moreno e meu namorado não pode me buscar.
Eu: entra ai, te deixo lá.
No caminho continuamos a conversar sobre o curso na França as novidades que ela implementaria no estúdio mas ela me parecia ser meio imatura para tanta responsabilidade.
Chegando no Morro do Moreno passamos num local e ela elogiou a vista:
Ela: vista linda para namorar aqui, não acha?
Eu: sim, alguns anos atrás transei muito com uma menina de uma agencia de modelo dentro do meu carro exatamente aqui.

Lígia ficou muda e segui calada até a casa do namoradinho.
Chegando lá, desci, ajudei a tirar as bolsas de dentro do porta malas e o namorado abriu a porta da casa dele. Um playboy, bombado e com boné pra trás veio ao encontro de Lígia. Ela deu um longo beijo nele e se despediu de mim com um beijo na face.

As semanas foram passando e a campanha foi um sucesso. Todos no estúdio reconheciam o excelente trabalho da minha equipe e fizemos uma festinha, na sexta após o expediente do salão para comemorarmos. Durante todo o tempo Lígia reclamou da ausência do namorado que havia furado com ela. Enquanto isso ríamos e tomávamos prosseco para comemorar. Na hora de ir embora, Lígia me pediu mais uma carona e eu mais uma vez a levei na casa do namorado.

Chegando lá o segurança disse que ele não estava pois havia saído com os amigos. O cara não ligou e não atendia o celular.

Então Ligia me pediu para deixa-la em casa que era no mesmo bairro, então a carona foi curta. Paramos em frente ao prédio e Ligia começou a contar a sua história com o Playboy. Reclamou da falta de carinho, de compromisso e que pensava seriamente em terminar. Depois de mais de duas horas de lamentações, pedi desculpa mas disse que tinha que ir embora, pois eu ainda tinha um compromisso naquele dia:

Ela: é com a esposa este compromisso?
Eu: não. Sou separado.
Ela: namorada?
Eu: não. Sou solteiro.
Ela: sério, porque?
Eu: devo ser meio chato (Dando risadas).
Ela riu também e saiu do carro após dois beijos na face, mas diferente da outra vez. Teve mais carinho e foram lentos, quase que parando com os lábios colados em mim.

Fui pra casa e me arrumei pra sair. Quando sai o banho meu celular tinha uma mensagem da Ligia pedindo desculpas pela alugação e elogiando minha paciência e meu perfume. Resolvi abusar e ver até onde Ligia teria coragem de ir e disse que o cheiro dela também era bom e que ela deveria arrumar um namorado e não um playboy saradinho. Logo depois bateu um desespero, pois ela não respondeu mais nada o fim de semana todo e pior, além de cliente era imã mais nova de um dos meus melhores e maiores clientes. Resolvi então não pensar mais nisso e fui curtir o fim de semana.

Na semana seguinte outra reunião. Desta vez me ligaram e pediram que a reunião fosse no ultimo horário. Não vi nenhum problema e lá pelas 20h segui em direção ao estúdio. Chegando lá, estava quase vazio, apenas com o Alex e Ligia, cliente nenhum e a maioria dos funcionários tinham ido embora. Entramos os três para a sala de reunião, abrimos a pauta e antes de terminar Alex perguntou se ele já estava liberado. Ligia disse que sim e mais alguns tópicos terminamos nossa reunião.

Ligia estava linda. Vestido branco acima do joelhos e salto alto. Cabelos impecáveis e com maquiagem apropriada para um dia de trabalho. Ela saiu da sala de reunião e retornou minutos depois com uma garrafa de prosseco e duas taças. Pediu que eu abrisse enquanto dizia que aquele prosseco era uma forma de agradecer a minha paciência em ouvir as suas reclamações no fim de semana anterior. Dei um sorriso e apenas disse que ela deveria arrumar um homem de verdade, nada mais que isso.

Ela: um homem igual a você?
Eu: não exagere. Eu tenho 45 anos e você nem 30 tem.
Ela: 25 para ser mais exato
Eu: então, um homem de uns 32 anos já seria melhor que o playboy.
Ela: quero você, agora.

E me beijou freneticamente. Na minha cabeça era uma confusão e eu tinha que escolher em comer a irmã do meu cliente ou não. Enquanto eu pensava Ligia ia me beijando. Beijo bom, de menina sapeca que sabe quando e como enlouquecer um homem de 45 anos. Suas mãos percorriam meu corpo e foi tirando a minha gravata, jogou meu paletó no chão, abriu meu zíper e começou a massagear a minha rola. Eu juro que tentei resistir mas quando ela abocanhou meu cacete e chutei o pau da barraca na hora. Puxei Ligia pelos cabelos fazendo que com ela ficasse de pé. Comecei a beija-la na boca com vontade, desci pelo pescoço enquanto desabotoava seu vestido deixando apenas de calcinha branca e salto alto.

Como na sala de reunião não havia sofá o jeito foi sentá-la na mesa de reunião e continuar beijando cada centímetro do corpo dela, passei pelo seu pescoço, desci pelos seios, mamei um depois o outro. Sua pele arrepiava a cada toque dos meus lábios em seu corpo. Ligia soltava seus primeiros gemidos quando coloquei sua calcinha de lado e toquei levemente sua buceta totalmente melada. Me ajoelhei e cai de boca chupando com vontade seu grelinho duro e melado. Ligia deitou-se e abriu ainda mais as pernas facilitando o passeio da minha língua entre suas pernas. Veio o primeiro orgasmo na minha boca, suguei todo seu gozo enquanto Ligia me puxava pelos cabelos. Buceta lisa, cheirosa, ficaria ali uma eternidade chupando sem pressa de penetra-la.

Ligia se levantou, desabotoou a minha cabeça, abriu a minha calça e retribuiu meu banho de língua com uma chupada mágica. Mordeu levemente a cabeça do meu pau enquanto com uma das mãos me punhetava lentamente. Fazia cara de putinha enquanto me chupava.

Não aguentei muito tempo e puxei seu rosto em direção a minha boca. Nos beijamos apaixonadamente na sala de reunião. Ligia se virou, apoiou duas mãos na mesma, abriu as pernas e disse “Vem, me dá essa pica”. Pincelei a cabeça na porta da sua xana deixando minha cliente mais excitada ainda, disse que só meteria se ela implorasse pelo meu cacete. Não demorou para ela pedir para se fodida.

Ela: mete logo, me fode.
Eu: pede mais, implora.
Ela: come a sua cliente, por favor. Me mostra como se fode uma putinha.

Entrei de uma vez arrancando um grito de dor e prazer da minha cliente. Puxei seus cabelos com uma das mãos, a outra segurava a sua anca e entrava e saia com estocadas fortes. Ligia pediu para apanhar e a cada tapa um vermelhidão ia se formando na sua bunda dura e arredondada. As socadas continuavam e Ligia ia perdendo as contas dos orgasmos. Falava baixarias, dizia que o namorado não sabia comer, não chupava a sua buceta como deveria fazer e a surra de pica continuava. Pedi para comer seu cuzinho e Ligia recuou, disse que nunca tinha dado até porque o namorado nunca pediu. Gozamos juntos em cima da mesa de reunião. Ficamos por alguns minutos agarradinhos, nos beijando e curtindo cada segundo daquela foda no ambiente de trabalho. Nos arrumamos, saímos e eu deixei Lígia em casa.

Sobre o cuzinho eu ainda vou comer com toda certeza e ai meus amigos, eu venho aqui e conto para vocês.

Que a semana de vocês seja excitante.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.