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46 - PERDEU A VIRGINDADE COM O PROFESSOR


autor: bernardo
publicado em: 02/02/17
categoria: hetero
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Gabi hoje tem 19 anos e o que vou relatar aconteceu quando ela tinha 15 anos. Ela é branquinha, tem 1.68 de altura, seios pequenos, durinhos e empinados, cintura fina e a bunda é media redonda e empinadinha e geralmente é alvo de passadas de mão por ser bem chamativa. Na escola, os meninos viviam assediando-a, mas ela confessa que prefere os homens mais velhos, mais seguros e mais experientes.

Gabi tornou-se mulher nas mãos de um professor do colégio onde estudava, vou chamá-lo aqui de Bernardo e dava aula de matemática. Ele era muito atraente, tinha cerca de 1.80m, cabelos quase grisalhos, usava bigodes, um corpo forte e 45 anos de idade. Quase todas as garotas do colégio suspiravam por ele, inclusive Gabi, entretanto ela não demonstrava e ficava na sua e foi isso que lhe chamou a atenção.

Gabi e as demais colegas ficaram sabendo que ele estava se separando e que tinha dois filhos, uma menina de 15 anos e um menino de 13. Ela percebeu que ele sempre a olhava durante as aulas, mas só mais tarde, bem depois e que ficou sabendo que ela era bem parecida com a filha dele.

Certo dia, depois de sua aula, ele a chamou de canto, quando os outros alunos já tinham saído e perguntou se ela não queria ir no sábado até casa dele, pois estava montando um grupo de estudos, para ajudar aqueles que estavam em dificuldades em sua matéria e como ela não estava muito bem, era interessante minha presença. Gabi, claro que aceitou e ele pediu segredo, pois somente alguns alunos poderiam participar. Ela concordou e ele então disse para ela aparecer em sua casa no sábado as 15hs00 em ponto.

Gabi confessa que estava ansiosa para conhecer a casa dele. No sábado se arrumou toda, como se fosse a um encontro. Tomou um longo banho, vestiu uma calcinha de algodão rosa e um sutiã da mesma cor, que cobria seus seios pequenos. Vestiu uma calça jeans agarrada e uma camiseta branca e lá foi ela para a casa do professor Bernardo. No caminho ela ficava imaginando quem estaria lá, quais alunos além dela foram os escolhidos para fazer parte do tal grupo. Quarenta minutos depois, lá estava no endereço que ele havia passado.

Ela tocou o interfone e o professor destravou a porta e a mandou subir ao segundo andar, onde morava. Chegando ao andar, viu a porta do seu apartamento aberta e chamou o por ele e então ele veio da cozinha. Vestia uma bermuda e estava com uma camisa regata. Cumprimentou-a com um beijo no rosto e fechou a porta, trancando à mesma com a chave. Como ela não viu mais ninguém, perguntou pelos demais, mas ele respondeu que infelizmente não viria mais ninguém, pois todos haviam desistido na última hora e ele não teve como avisa-la. Ela ficou meio sem graça, de estar sozinha com ele em sua casa. Ele então disse que não havia problema, pois ele iria repassar a matéria com ela, para que não perdesse a viagem.

Sentaram no sofá e quando ela se abaixou para pegar os livros na bolsa, ele a puxou para perto dele e disse que ela era linda e apesar de ser bem parecida com a filha dele ele queria muito ficar com ela. Gabi sentiu que ficou vermelha na hora e tentou se afastar dele. Apesar de achá-lo atraente, ficou encabulada e pensou em gritar e sair correndo dali, entretanto ele a segurou forte pelo braço e se aproximou. Passou seus braços em torno do seu corpo e a beijou.

Ela tentou resistir e se lembra dele falando:

- Isso gatinha, resiste que assim é mais gostoso!

Com essa atitude, Gabi percebeu que não iria sair dali ilesa. Sua língua invadia a sua boca avidamente e por fim ela se entregou por completo as suas caricias. Ele então parou, e sem tirar os olhos dela, abriu os botões de sua bermuda e botou seu pênis para fora. Estava duro e era grande e grosso com uma cabeça vermelha, devia medir uns 18 cm por 4 de espessura. Ela não sabia se olhava ou virava o rosto para o lado. Ele acariciou o seu pênis e disse:

- O que acha linda, e do teu agrado? – ela não respondeu apenas ficou olhando para aquilo como se estivesse hipnotizada.

Então ele a mandou se aproximar e mamá-lo. Ela nunca havia visto um pênis tão de perto e realmente não sabia direito o que fazer. Sem avisar, ele a puxou e empurrou sua cabeça na direção do seu membro e mandou chupá-lo. Ela segurou o pau e sentiu que era quente e pulsava, e estava com seu rosto a um palmo de distância dele. Percebendo sua total falta de experiência, lembra-se dele dizer:

- Não sabe mamar uma rola ainda tesuda? Finge que é um sorvete, um pirulito. Lambe e chupa.

Ela seguiu suas orientações e fez como ele falou e soube depois que foi bem, pois ele gemeu bastante. Ela lambia ele todinho da base até a cabeça e depois começou a chupar como se fosse um sorvete. Depois de algum tempo, ele a fez parar e a mandou tirar a roupa. Ela se recusou a princípio, mas ele a forçou e a ajudou a tirar suas roupas. Era a primeira vez que ficava pelada na frente de um homem. Ele a olhou e disse que ela era muito linda, gostosa, perfeita e que o corpo era igualzinho ao da filha. Deitou-a no sofá, abriu, suas pernas e caiu de boca na xaninha virgem, que já estava úmida de tesão.

Ele enfiava a língua com agilidade, fazendo-a arquear o corpo de tanto prazer. Às vezes sua língua acariciava seu cuzinho, também virgem, fazendo ele piscar ao seu toque. E ela gozou como louca! Sem esperar, ele foi para cima de dela e tentou penetrá-la, mas ela o impediu dizendo que ainda era virgem. Ele respondeu:

- E daí? Deixa eu tirar seu cabacinho! - ela respondeu desesperada que não, que ainda não estava preparada para aquilo.

Ao falar isso ela percebeu que ele havia ficado frustrado, mas logo ele disse: - Tudo bem, não vou forçá-la a isso, mas você não vai sair daqui sem dar para mim!

Até então ela não havia entendido o que ele havia insinuado, mas foi então que ele pegou um tubo de gel lubrificante na cômoda de sua cama, passou em toda e extensão de seu pau e a mandou ficar de quatro. Gabi tremeu. Sempre ouvia outras garotas mais experientes falarem que sexo anal doía, mas também ouvia aquelas que diziam que era gostoso quando o cara sabia fazer. Ela não sabia se Bernardo faria gostoso e fico apreensiva. Ele a mandou ficar de quatro e ela disse que estava com medo, que iria doer e tal, mas ele respondeu mais ou menos assim:

- Fica tranquila meu anjinho, eu sei como fazer. Tenho experiência com menininhas virgens como você. Agora empina esse rabo pra mim!

Ela estava realmente assustada com aquela situação, mas por fim obedeceu pois sabia que ele não cederia. Empinou a bunda encostando a cabeça no travesseiro, e ele abriu a bunda enquanto ela esperou pela temida invasão do seu anelzinho virgem. Para sua surpresa, o que sentiu foi a língua ávida e ágil dele. Ao primeiro toque, sentiu um arrepio gostoso percorrer todo o seu corpo e gemeu alto. Vendo seu tesão, ele começou a lamber e enfiar a língua no seu cuzinho.

Gabi que estava receosa sentiu, uma sensação fantástica! E gemia e rebolava enquanto ele se deliciava. Ficaram assim uns dez minutos. Seu rabinho estava todinho melado com a saliva dele. Ela estava tão doidinha que começou a pedir para ele comer seu cuzinho! Ela que estava com medo de ser possuída por trás, agora implorava para ser penetrada no anelzinho. Sendo o homem experiente que era, principalmente em relação a virgens, Bernardo percebeu que ela estava pronta, preparada para receber seu membro e não se fez de rogado, atendendo as suas suplicas, posicionou-se atrás dela e iniciou a penetração.

Ela gemeu quando sentiu a cabeça da rola forçar a entrada do seu cuzinho. Começou a doer e sentiu a cabeça entrar mais e as preguinhas se arrebentar. Apesar do tesão que sentia, não estava totalmente relaxada e estava doendo um pouco e então pediu para ele parar. Ele a mandou ficar quietinha e relaxar. Ela respondeu que estava doendo e ele disse que já ia passar. E então enfiou mais e mais. Ela chorava mas ele não estava nem ai e continuou enfiando. Ele percebeu que seria difícil naquela posição e então tirou e a mandou se deitar de lado e falou:

- Fica de ladinho que é mais fácil. Ela fez o que ele mandou, deitou-se de lado enquanto ele a abraçava por trás e voltava a penetrá-la. Realmente foi menos dolorido. Ela estava enlaçada pelos braços dele. Enquanto uma das mãos apalpava seus seios, a outra ficava na cintura. Ela sentia seu hálito quente na nuca e vez por outra ele mordia a sua nuca. Sua rola entrava fundo no seu rabinho. Ela estava excitada, a dor ainda existia, mas era uma dorzinha gostosa. Relaxou e deixou as coisas acontecerem. Bernardo gemia e murmurava no seu ouvido safadezas, chamando de sua putinha e dizendo que seu cuzinho era uma delícia de apertadinho. E ela percebeu que ele aumentava o ritmo e de repente sentiu-o gozando. Ele gemeu alto e ela sentiu seu corpo tremer, em seguida ele foi tirando seu pau lentamente de dento do seu rabinho, fazendo-a sentir seu leitinho quente escorrer um pouco para fora do seu anelzinho que estava ardendo.

Eles se olharam por um momento e depois ele disse que ela era um tesão e queria ficar com ela. Ela o beijou, e em seguida foi tomar banho e ele foi logo atrás. Durante o banho, ela se ajoelhou diante dele e fez uma chupeta bem gostosa enquanto a agua quente caia sobre seus ombros, e ele gozou na boca dela golfadas de porra branca e gosmenta. Tudo aquilo para ela era uma nova sensação, e ela estava em êxtase.

Gabi se sentia uma mulher que pertencia a um homem maduro. Sentia-se desejada e protegida. Bernardo a levou para casa e pediu que ela voltasse no dia seguinte, pois a queria muito. E no dia seguinte ela voltou a sua casa e foi possuída por ele durante horas a fio e assim foi por toda a semana. No sábado seguinte, após lhe chupar todinha e deixa-la em ponto de bala, ele abriu suas perninhas e foi para cima, tentando penetra-lhe a bucetinha virgem. Ela disse que não, mas ele falou que queria tirar seu cabacinho. Ela relutou, mas ele era mais forte (obvio!) e foi forçando a penetração. Segurou seus braços e a impediu de reagir. Ela teve medo a princípio, mas confessa que estava excitada, era como se tivesse sendo estrupada. Ele foi enfiando sua rola dentro da xaninha dela e foi entrando, entrando até sentir quando seu cabacinho rompeu. Doeu, mas não muito. Ela gemeu e se lembra que algumas lagrimas escorreram pelo seu rosto e sentiu um pouco de sangue escorrer pelas minhas coxas.

A princípio ele bombava devagar, mas depois aumentou o ritmo e metia com força, ainda segurando-a os braços. Então ele gozou dando um gemido alto, como para se comemorar sua conquista, a conquista da virgindade de uma ninfeta. Depois de se satisfazer, ele deitou-se do seu lado, abraçou-a e beijou-lhe ternamente, dizendo que estava apaixonado por ela. Ela se sentiu totalmente pertencente a ele, agora ela era sua mulher. Na verdade, ficamos uns oito meses juntos. Ele a comia deliciosamente e acabou ficando viciada em sexo. Quando saia do colégio, ela ia direto para a casa dele, espera-lo, pois ele precisava terminar de dar aula na escola para depois encontrá-la. E ficaram assim, até o dia que ele teve que ir embora de São Paulo, pois havia se reconciliado com sua ex-mulher. Ela sentiu-se traída, mas não ficou chorando pelos cantos. Ele havia lhe mostrado o que era o sexo e ela havia gostado e não deixaria de dar e ter prazer. Depois dele, foi possuída por outros homens, participou de sexo grupal e experimentou a xoxota de uma colega da escola, mas conto isso depois. Um beijo a todos!

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Gostou? Me dá uma nota então, ela será um incentivo para continuar escrevendo. Se desejar posso te mandar uma fotinha da régua do professor Bernardo que tornou a Gabi uma mulher. É só pedir. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.




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