"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Jornalista safada


autor: publicitario45
publicado em: 10/08/15
categoria: hetero
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Alguns anos atrás contratamos uma jornalista para ser free lancer aqui na agencia. Ela ficaria responsável pela assessoria de imprensa dos nossos clientes. Quem indicou ela para a vaga foi um estagiário nosso que a conhecia muito bem. Ela era mais velha que ele e já tinha trabalhado com o pai dele numa grande empresa aqui do estado.

Pedi ao meu estagiário, o Alberto que marcasse uma entrevista e no dia marcado ela chegou às 9h em ponto. Gosto de pessoas pessoais e isso já foi um ponto pra ela. O nome da nossa colega de trabalho terá seu nome preservado, mas aqui irei chama-la carinhosamente de Lori.

Lori tinha 29 anos, não era do tipo de mulher que parava o transito porque era meio desligada quando o assunto era roupa, maquiagem etc. Tinha um corpo bonito, pois apesar de ter quase 30 anos, não tinha filhos e muito menos pensava em se casar. Cabelos na altura do ombro, liso e castanho como os olhos. Ela tem mais ou menos 1,65 de altura e como disse, um corpo normal. Conversamos sobre vários assuntos na entrevista e dava para perceber que ela é uma pessoa elétrica, fala muito, gesticula o tempo todo, uma pessoa espevitada eu diria. Entrevista feita, nos cumprimentamos com três beijos no rosto e antes de sair ela mencionou o meu perfume:

Ela: adoro Azzarro. Perfume de homem decidido.

Não fiz nenhum comentário e ela saiu fechando a porta da sala de reunião. Em seguida, chamei Alberto e disse que tinha gostado dela e que ele podia ao final do dia, informar que a vaga seria dela. Assim Alberto fez, informou a Lori que ela poderia ir na agencia na próxima segunda para pegar as informações, um celular e um notebook, pois iria trabalhar em casa. Lori me mandou uma mensagem agradecendo a oportunidade, que eu não iria me arrepender e que a parte ruim seria que nós nos encontraríamos apenas uma vez por semana na agencia. Até ai eu não estava dando muita trela pra ela, mas sabe como é, a carne é fraca e o capeta atenta quando o assunto é sexo.

Antes do mês acabar conquistamos uma conta nova na agencia e Lori teve que passar de freela para contratada, ou seja, nos encontraríamos diariamente aqui na empresa. Os trabalhos iam evoluindo bem, ela escreve com excelência e não tinha nenhum tipo de reclamação dos demais da equipe. Lori só tinha dois problemas: fumava e tinha a estranha mania de ficar no horário do almoço se atracando com o namorado dentro do carro em frente a agencia. Todos comentavam mas como aqui é um prédio comercial eu não poderia fazer nada a respeito, afinal de contas a menina já tinha seus quase 30 anos e sabia muito bem onde botava as mãos e a boca.

Comecei a perceber que todos os dias a noite Lori puxava assunto comigo pelo Chat do Facebook. Conversávamos sobre trabalho, faculdade, charutos, uísque e.... sexo. Lori disse-me uma vez que se excitava fácil, era gulosa, transaria todos os dias se não morasse sozinha e que o namorado era representante comercial e que passava 15 dias fora. Nestes dias ela quase enlouquecia de tesão e se masturbava quase todos os dias. Me confessou que uma vez se masturbou dentro do banheiro da agencia de tanto tesão que ela sentia.

Aquela conversa foi esquentando e ficando cada vez mais quente. Um dia Lori me perguntou o que eu achava dela quanto mulher. Disse que ela era interessante, inteligente que apesar de não fazer bem para a saúde ela ficava extremamente sexy com um charuto na boca.

Ela: gosta de me ver fumando charuto porque ele é grosso?
Eu: também (Rindo)
Ela: e o que você sente quando me vê fumando um?
Eu: sinto que eu devo tomar cuidado com você. Não gosto e não posso me envolver com funcionários, isso dá processo e meu sócio me mataria.
Ela: e se eu te mandar um e-mail te convidando para vir aqui na minha casa agora? Voce pode usar isso para te defender caso eu te processe por assédio. Você vem?
Eu: me passe o endereço. Eu vou, mas com uma condição.
Ela: qual?
Eu: não iremos transar. Quero ver você se masturbando na minha frente, apenas isso. Ok?
Ela: ok, mas você não vai aguentar. Va cair de boca em mim.

Peguei o endereço, entrei no carro e me mandei pro apartamento da Lori. No caminho comecei a pensar na loucura que eu estava fazendo, que ela poderia armar alguma coisa pra mim e resolvi voltar. No caminho de volta pensei de novo e dei meia volta e segui para a casa dela. Chegando lá toquei a campainha e Lori atendeu a porta usando uma camisa do Homem-Aranha bem comprida e apenas uma calcinha por debaixo. A camisa ia até a metade das coxas e escondia bem sua lingerie. De Repente, sai do quarto um gato Siamês, com um pelo bonito e olhos azuis. Lori colocou o bichano no colo e começamos a falar sobre a loucura que tinha sido aquela troca de mensagens e que já que eu estava ali, ela teria que fazer o que havia prometido. Perguntei se ela ia usar um vibrador na minha frente e ela disse que não, que tinha algo melhor que isso.

Soltou o gatinho no chão, foi até a cozinha, voltou com uma garrafa de uísque, um charuto e colocou do meu lado. Disse que o uísque era pra mim e o charuto pra nós dois. Na outra mão, uma tigela com um pouco de leite em pó. Ela acendeu o charuto, botou uma música, deitou-se na Chaise e começou a percorrer seu corpo com as pontas dos dedos. Eu ali olhando aquela cena fixamente sem sequer conseguir piscar. Lori irou a calcinha e deu para ver que ela era toda depilada, lisinha e com uma buceta avantajada. Enfiava um dedo e lambia, depois mais um, em seguida três dedos e o som do seu mel estalando entre seus dedos começou a ficar cada vez mais alto. Lori se virou pra mim, abriu bem as pernas e puder ver o quão linda era aquela buceta. Em seguida, passou a mão no leite em pós, passou nos seus lábios inferiores e no grelo. Chamou o gato que já devia ter feito aquilo centenas de vez. O bichano caiu de língua naquela buceta lambendo todo o leite em pó que estava depositado ali. Lori gemia, se contorcia abrindo ainda mais as pernas. Perguntava se eu estava gostando e disse que se eu quisesse poderia me masturbar pra ela também. Tirei minha camisa, minha bermuda e fiquei apenas de cueca. Coloquei o pau pra fora e comecei a punhetar assistindo aquela cena linda do gatinho lambendo a xoxota da minha coleguinha de trabalho. Lori gozou inúmeras vezes na língua do gato, depois se ajoelhou na minha frente, e começou a chupar meu pau com volúpia. Sua língua era mágica e não demorei muito para encher a sua boca quente e pequena de porra. Lori levantou, passou a língua nos lábios me deu um beijo e foi pro banheiro.

Eu fiquei ali, sentado, com uma dose de uísque na mão e o pau ainda meio mole. Lori trancou o gato na área de serviços e desta vez veio em minha direção apenas usando uma toalha de banho. Seus cabelos estavam molhados e boa parte do corpo também. Antes que ela tomasse a inciativa, tirei sua toalha, deitei seu corpo no sofá e cai de boca naquela buceta perfumada, lisa e melada. Falei que estava com inveja do gato e tratei de lamber todo seu corpo, pedaço por pedaço. Lori tinha uma facilidade impressionante de se excitar e gozar. Os orgasmos vinham em série e aquilo me deixava cada vez mais louco.

Após um bom tempo de chupadas, deitei ao seu lado na Chaise e Lori se pôs em cima de mim. Encaixou minha pica na entrada da sua buceta e foi deslizando até meu pau entrar todo. Ela rebolou, cavalgou, quicou em cima do meu cacete até gozar mais uma vez. Deitamos de ladinho e eu a penetrei por trás. Sua buceta estava ensopada e facilitava a penetração em todas as posições, mas Lori queria mais. Com uma das mãos abriu bem a sua bundinha e sussurrou um “vem” indicando seu desejo em dar o cuzinho.

Encostei a cabeça na entrada daquele rabinho lindo e fui forçando a entrada. Lori gemia baixinho por causa da dor mas não baixou a guarda. Foi rebolando vagarosamente me ajudando a invadir seu rabo apertado. Assim que o pau entrou por inteiro ela se transformou numa puta sedenta:

Ela: ahhhhhh, delicia. Mete este cacete inteiro no meu rabo chefinho. Me come, sou sua putinha agora, pica gostosaaaa, me fodeee, me fodeee....

Eu aumentei o ritmo pois já sentia meu pau latejando e em minutos gozei mais uma vez enchendo aquele cu gostoso de porra. Tirei meu pau e cai de boca mais uma vez naquela buceta melada, inchada e vermelha de tanta pica.

O telefone tocou e Lori atendeu. Era o namorado ligando, ela disse que estava com saudades mas que precisava tomar banho. Tomamos banho juntos e fodemos mais uma vez debaixo do chuveiro. No final do dia, exausto fui pra casa.
No dia seguinte, Alberto me disse que também tinha ido à casa da Lori com intenção de trepar com ela. Mas segundo ele, ela disse que estava cansada mas pagou um boquete para ele tomando todo seu leite.




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