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Cliente nova - Parte II


autor: publicitario45
publicado em: 10/08/15
categoria: hetero
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Já havia passado mais de um mês que eu e Ligia tínhamos transado na sala de reunião da clínica. Sempre trocávamos mensagens pelo Whatsapp durante o dia falando de trabalho mas a noite e nos fins de semana sempre rolava uma mensagem mais picante. Um dia, estava em casa e começou a passar no Telecine Cult um filme com Tom Cruiser, chamado De Olhos Fechados. Quem assistiu o filme vai entender e visualizar com clareza este conto e quem ainda não teve oportunidade de assistir, assista.

Ligia tinha terminado com o namorado fortão. Disse que queria se envolver com um homem que a tratasse como mulher de verdade e não como um prêmio. Bonita, loira, rica, gostosa e independente o playboy gostava mesmo era de exibir a gata e na maioria das vezes furava com ela para sair com os amigos. A diferença de idade entre eu e Ligia é de mais de 20 anos, mas isso não incomoda a mim e muito menos a ela.

Resolvi então investir um pouco mais e quem saber ter uma relação séria com ela. O seu irmão e eu além de parceiros comerciais nos dávamos muito bem e eu acho que ele e a esposa já tinha percebido o clima. Um dia, fui na casa deles para um churrasco e lá estava a Ligia, toda linda e provocante. Uma coisa que me atraí é mulher que sabe se vestir, ficar sexy sem ser vulgar e isso ela sabia com sobras.

Ficamos ali bebendo, conversando, ajudei um pouco na churrasqueira e lá pelas 19h, resolvi ir embora. Como sabia que ia rolar muita cerveja artesanal de qualidade, fui de taxi para não correr riscos na volta. Quando disse que estava de saída, Ligia me pediu uma carona até a casa dela. Nos despedimos de todos e descemos para portaria do prédio para esperar o taxi. Enquanto ele não veio ficamos ali, conversando:

Ela: cadê seu carro?
Eu: está em casa. Não estou podendo perder a minha carteira e hoje eu bebi um pouco além da conta.
Ela: poxa, gosto tanto de andar com você no seu carro, a gente fica parecendo um casa. Não acha?
Eu: não. Fica parecendo pai e filha...(risos). Você não acha?
Ela: eu não. Você esta muito gostoso para ser meu pai e eu tenho que te contar uma coisa. Contei para duas amigas minhas que a gente transou, mas não disse aonde. Elas perguntaram como foi transar com um cara mais experiente.
Eu: e o que você disse?
Ela: que foi inesquecível, que gozei como uma cachorra e apesar de você ter me chamado de puta, foi um verdadeiro cavalheiro. Elas ficaram querendo saber até dos detalhes, acredita?
Eu: uai, passa meu telefone pra ela, posso mostrar os detalhes para cada uma delas.
Ela: nem de brincadeira. Apesar de não termos compromisso, sou ciumenta e já basta aquele monte de mulher comentando as suas fotos no Facebook.
Eu: pois é, ainda bem que não somos namorados, não sei lidar com ciúmes.
Ela: mas é sério, penso em você todos os dias.

Ai na melhor parte da conversa o taxi chegou. Entramos e em 10 minutos o carro parou na porta da casa dela. Ela me convidou para subir mas disse que precisava ir embora, tinha bebido demais mas que queria terminar aquela conversa com ela. Combinamos de nos falarmos e marcar um jantar.

No dia seguinte, domingo, passamos o dia mandando mensagens um para o outro enquanto assistíamos o mesmo filme, porém cada um na sua casa. Confesso que aquele clima de romance estava mexendo comigo. Uma garota jovem, bonita e cheia de tesão me dando mole não acontece todos os dias. Mas e a família dela, ia levar isso na boa, afinal de contas são 20 anos de diferença.

A semana iniciou e eu não tirava a Ligia da minha cabeça, então resolvi arriscar tudo e após a nossa reunião de trabalho mandei uma mensagem perguntando se ela queria jantar comigo na sexta. Não deu cinco minutos e ela me ligou:

Ela: oiê,
Eu: olá!
Ela: jantar com você aonde? Em qual restaurante você vai me levar?
Eu: nenhum. Vou cozinhar para você e vai ser na minha casa, se importa?
Ela: nossa, assim eu me apaixono. Para quem vivia recebendo bolo do ex-namorado, ter alguém cozinhando pra mim é uma diferença enorme.
Eu: sexta-feira às 20h na minha casa, pode ser?
Ela: pode. Fechado.
Eu: mas tem duas condições. A primeira que até sexta-feira a gente não se fale e não troque mensagens e a segunda, você tem que estar linda.
Ela: quanto mistério. Mas eu adoro mistério. Combinado, nada de mensagens e na sexta você vai receber na sua casa a mulher mais linda do mundo.
Eu inventei a brincadeira mas quase estraguei tudo tamanha era a vontade de ligar para ela. A cada novidade na minha vida meu dedo coçava de vontade de ligar.

Na sexta-feira tirei dia de folga. Fui fazer uma limpeza de pele na clínica de um amigo meu, cortei o cabelo, aparei a barba, passei no shopping comprei umas roupas novas.
Depois, dei uma averiguada na adega, conferi os vinhos e coloquei duas garrafas de Moet Chandon para gelar. Revisei meu estoque de músicas, incensos, velas, óleos e por fim, fui buscar um peixe, Cioba, que eu havia encomendado. Promessa feita, promessa cumprida. Preparei uma Cioba assada com ervas finas, arroz, purê de bata baroa e uma salada verde. Coloquei duas garrafas de vinho branco para gelar, arrumei a mesa, deixei a luz ambiente apenas com abajours e velas pela sala toda.

Quando deu 19h30, liguei para uma empresa de taxis executivos que nos atende na agencia e mandei que fossem buscar Ligia em sua casa. Antes, pedi que passassem numa floricultura onde eu já havia encomendado um buquê de rosas vermelhas onde tinha um cartão com a seguinte frase: todo momento é único.

Ligia se surpreendeu com o taxo e as rosas mas conseguiu se manter incomunicável até chegar na minha casa. Quando a campainha tocou, meu coração disparou, eu estava parecendo um adolescente saindo com a primeira namorada.

Abri a porta e lá estava a minha loira, linda, com a sua pele levemente dourada, cabelos lisos, olhos brilhando. Seu corpo estava magnifico dentro de um vestido vermelho, tecido solto e leve na altura dos joelhos e salto alto. Seu perfume era inconfundível, Angel, perfumava todo o corredor do prédio.

Recebi Ligia com um beijo leve nos lábios e a convidei para entrar. Imediatamente lhe entreguei uma taça de Moet Chandon e agradeci por ter aceito o meu convite. No home, tocava um cd de um cantor que gosto muito, Horzier. Enquanto Liga elogiava a produção, as velas, os incensos, a música, a minha aparência, fui montando o nosso jantar.

Sentamos, jantamos, degustamos nosso vinho tudo e pequenas porções, já que a ideia inicial ali era outra, o que a gente queria mesmo era repetir a nossa loucura da sala de reunião.

Chamei Ligia para mostrar a ela o meu apartamento, fomos em todos os cômodos e no corredor que dá acesso à minha suíte, ela não se aguentou e me roubou um beijo. Um beijo diferente, apaixonado, de quem realmente estava gostando daquilo tudo. Entramos no meu quarto que tinha luz baixa e ficamos ali, nos beijando, um tocando o corpo do outro como se fosse a nossa primeira vez. Coloquei as nossas taças em cima da mesa de cabeceira, fechei a porta comecei a acariciar cada pedaço do corpo da minha convidada.

Pedi que ela se virasse e colocasse as duas mãos na parede. Soltei uma alça do seu vestido e depois a outra. Quando o vestido caiu, se revelou aquele corpo lindo, coberto apenas por uma minúscula calcinha preta rendada. Pedi Ligia que colocasse uma venda nos olhos e ela consentiu imediatamente.

Continuei seguindo meu roteiro de sedução, deitei Ligia na minha cama e amarrei com algumas fitas seus braços e suas pernas levemente abertas. A cada toque meu, seu corpo arrepiava, seus seios estavam endurecidos e os bicos rijos. Seus lábios brilhavam com o reflexo das luzes e das velas.

Peguei um vidro de óleo de amêndoas e comecei a massagear o corpo dela. Desci pelo pescoço, passei demoradamente pelos seios, barriga, virilha, parte interna das coxas mas sem tocar no seu sexo coberto pela calcinha. Massageei suas coxas, desci aos pés e explorei cada um dos seus dedos. Ligia já se contorcia com o toque das minhas mãos em seu corpo. Soltei as fitas que amarravam seus pés e repeti o caminho da massagem nas suas costas. Ela se mantinha vendada e com as mãos amarradas. A cada roque ela abria um pouco mais as pernas e empinava a bunda. A excitação aumentou quando eu tirei bem devagar a sua calcinha deixando-a completamente nua, vendada e amarrada na minha cama.

A esta altura, o óleo já escorria entre suas penas, lhe causando uma sensação única de prazer. Ligia mordia meu travesseiro tentando abafar os seus gemidos. Parei de usar as mãos e comecei a segunda parte da massagem, com a boca e língua. Passei pela sua nuca, mordi sua orelha, desci pelas suas costas passando pela sua bunda arrebitada e arrepiada. Fiz que ia lamber sua bucetinha mas desviei indo diretamente para as coxas, batata das pernas e enfim seus pés. Chupei cada um dos seus dedos levando minha hospede ao delírio. Ligia já estava gozando sem ao menos eu encostar no seu sexo.

Resolvi subir e lhe beijar boca, ela se remexia como se buscasse meu pau para engoli-lo. Desci mais uma vez pela sua barriga, beijei seu umbigo antes de cair de boca na sua xaninha lisa, depilada e perfumada. Chupei por um longo tempo enquanto Ligia perdia a conta de quantos orgasmos já tinha tido. Suguei cada gota da sua seiva que escorria entre as suas pernas.

Ligia já pedia para que eu a soltasse, queria pica, queria abocanhar meu pau e assim ela fez quando liberei as suas mãos. Com força e agilidade, ela foi me despindo, jogando as peças de roupa pelo quarto sem se preocupar onde elas estavam caindo. Pegou meu pau com força mas antes me beijou e disse que assim ela se apaixonaria por mim.

Desceu beijando meus mamilos, minha barriga, mordeu minhas penas me arrancando espasmos e gemidos de prazer. Pediu que eu ficasse de costas e lambeu a minha nuca, beijou toda extensão das minhas costas, mordeu a minha bunda, passou a língua entre as minhas pernas tentando me penetrar por trás. Aquela sensação de tesão ia aumentando na medida que Ligia ia me lambendo todo. Pegou meu pau com uma das mãos e caiu de boca, chupou meu cacete, mordeu a cabeça, lambeu meu saco me deixando louco.

Quando eu estava delirando com aquela mulher, ela se levantou, foi até a sala e pegou um tubo de pastilha Halls Preto, enfiou na sua boca e voltou a chupar meu pau. O ardor da pastilha na minha pica me fez gritar e não gemer. Aquilo era incrível e eu estava perdendo completamente o controle do meu corpo.

Ligia largou meu pau e veio em direção d minha boca. Com o gosto do meu pau misturando com a bala me beijou apaixonadamente, dizendo que estava louca por mim e eu apenas dizia que não consegui parar de pensar nela um segundo sequer

Senti seu sexo encostando no meu pau que foi literalmente sugado pela sua buceta molhada. Começamos um vai e vem frenético, estocadas fortes com ela por cima de mim.

Quando ela disse que ia gozar de novo, acelerei e gozamos juntos.
Ficamos ali abraçados por alguns minutos, nossos corações estavam disparados, respiração descompassada mas realizados. Meu pau ainda meio mole continuava dentro daquela buceta e aos poucos senti minha porra escorrendo de dentro da minha amada.

Trocamos carinhos, elogios, nos confessamos um ao outro o desejo e a saudade. Mas Ligia queria mais e começou a morder a minha orelha, me beijando, mordendo fazendo meu pau endurecer dentro dela novamente.

Ai, chegou a hora da minha menina me surpreender. Ela se levantou, pegou minha pica e posicionou na porta do seu cuzinho. Se na primeira transa ela se recusou a dar, esta noite a inciativa foi dela. Por cima de mim Ligia foi conduzindo a penetração, senti a cabeça passar pelo anel e aos poucos o pau inteiro entrou.

Ligia começou a cavalgar de novo mas desta vez a penetração era anal, apenas seu clitóris esfregava na minha virilha lhe arrancando mais gemidos. Ligia cavalgou e aumentou o ritmo gozando mais uma vez. Em seguida, coloquei ela de quatro, lambi seu cuzinho e entrei de novo. Desta vez eu conduzia a trepada e soquei com força, puxando pelo cabelo e dando tapas na sua bunda. Não tardou ara que ela gozasse mais uma vez e eu logo em seguida.

Neste fim de semana Ligia ficou na minha casa. Acordamos sábado de manha, trepamos na mesa do café da manhã, almoçamos fora, trepamos na garagem do meu prédio dentro do carro. Noite mais sexo vendo tv e no domingo passamos o dia debaixo do edredom, só saindo para pegar a comida pedida num restaurante de Vila Velha.

Na segunda pela manhã, Ligia levantou cedo, pois tinha que ir em casa trocar de roupa para ir a academia. Sua bucetinha estava inchada de tanto trepar.
Na saída não resisti e pedi Ligia em namora.

Quem sabe, ela respondeu.

Beijos queridos. Espero que gostem deste conto.





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