"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Somente sua Dante....


autor: dantegavazzoni
publicado em: 04/03/15
categoria: hetero
leituras: 3616
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“Uhmm... que boca!”, pensou Anna ao senti-lo abocanhar seu sexo, chupando-a com desenvoltura. – Agora me diz... Há quem você pertence? – ele perguntou olhando-a sadicamente.

Anna não conseguia dizer nada, apenas contorcia-se sutilmente, pois as amarras que prendiam seus punhos e tornozelos limitavam seus movimentos.
...

- Anna? Anna? Anna!! - esta tudo bem?

- Oi??!! – Anna abriu os olhos despertando de seu sono – Nossa amor. Estava tendo um – Anna parou, e completou dizendo - pesadelo horrível!

- Percebi. Você anda meio estranha, e olha se não fosse a ótima noite de ontem, jurava que estava me tratando friamente, distante, sei lá, reparei isto desde o restaurante.

- Impressão sua. Bom, vou tomar um banho – respondeu Anna ao levantar-se da cama completamente nua – Ah! Marquei com a Evelyn de irmos a um barzinho hoje a noite, jogar conversa fora, então provavelmente não nos veremos hoje.

- Tudo bem, te amo – aproximando-se de Anna ele a beijou com ternura – Te ligo mais tarde, tudo bem?

Anna apenas acenou positivamente com a cabeça, e ficou olhando-o sair. Assim que a porta do apartamento fechou Anna sorriu e seu semblante ficou mais safado. Imediatamente começou a procurar seu celular pelo quarto e assim que o encontrou começou a digitar a mensagem “Sabia que você tem invadido meus sonhos?”.

Deitando-se na cama Anna ria sozinha até que deslizando sua mão pelo seu corpo, começou a massagear seu sexo e acompanhada das lembranças daquele sonho começou a se tocar.

– Ahhhnnn!!!! – soltou um forte gemido ao gozar, depois olhava seu sexo inchado e sorria mergulhada em seu momento de prazer.
...

O *The Lust Club era um bar quase “convencional”, ali iam pessoas de quase todo lugar do mundo, era um verdadeiro ponto turístico para os amantes de um bom sexo ou de drinks afrodisíacos. O local era dividido em muitos ambientes, cada um com uma decoração especial para determinado Fetiche, era possível ver de tudo, bondage, sado, podolatria, voyeurismo e etc... O clube tinha somente uma regra básica e primordial. Para que se pudesse desfrutar de seu interior, os frequentadores deveriam estar usando máscaras.

Evelyn e Anna adoravam aquele lugar, pois as pessoas respeitavam o espaço de cada um, e não ficava ninguém atormentando, portanto quando queriam apenas tomar um drink e conversar, por incrível que pareça, aquele era o lugar perfeito.

- Mais um drink deste e te puxo para fazer um strip-tease comigo igual aquele dia – disse Evelyn rindo com sua amiga.

- Deixamos todos os homens babando – completou Anna aos risos, e disse – olha aquele cara ali, não tira os olhos de você.

- Ai eu vi, pior que ele é bem interessante...

- Bom, então deixa ir levantando – disse Anna sorrindo e fazendo um sinal para aquele homem.

- Ai Anna você só apronta comigo!
- Ahhh!! admite que você está ai doidinha querendo. Só não vão beber demais porque hoje não quero sair em missão de resgate pelos quartos.

Aproximando-se, ele desejou boa noite e imediatamente cativou-as com aquele semblante e porte físico tentador.

- Uhmm, Boa noite. Olha, minha amiga deseja conhecê-lo, e parece que o desejo é mutuo – dizia Anna sorrindo para Evelyn – então espero que cuide bem dela, estou de olho eihnnn!

A alguns metros dali, encostada numa coluna Anna ficou observando. “Uhmm ousado ele...”, falou consigo mesma ao observar a mão dele subindo pela coxa de Evelyn.

- Não sabia que além de escritora, é uma perfeita Voyeur...
- Dante... – Anna arrepiou-se ao ouvir aquela voz ao pé de seu ouvido e aquela boca a beijar seus ombros maliciosamente.

- Sabia que raramente alguém consegue me deixar sem palavras como você? – disse Anna com um sorriso safado enquanto de olhos fechados roçava sutilmente sua bunda naquele cacete totalmente enrijecido.

- Então acredito que comecei bem – e ao pé do ouvido completou – não via a hora de reencontrá-la. Virando-a de frente, Dante segurou-lhe pela nuca e encaixou seus lábios aos dela, as línguas logo se encontravam entrelaçadas tornando o beijo ardente.

Interrompendo o beijo Dante segurou as mãos de Anna sobre a cabeça e ficou apenas olhando-a.

- Quando você vai me revelar seu rosto? – perguntou Anna mordiscando os lábios e olhando-o nos olhos.

- Nunca... eu sei que é o mistério que te excita... – respondeu Dante levando sua mão por entre as pernas de Anna subindo seu vestido até meus dedos se encaixarem em sua boceta por cima da calcinha.

- Uhmmm, você sabe ser dominador, misterioso... além de muito safado, é claro! Adoro disto... – disse Anna olhando com um sorriso sacana sentindo os dedos dele massageando-a por cima da calcinha.

Dante voltou a beijá-la com volúpia e enquanto o beijava Anna sentia a mão dele adentrar sua calcinha. O tesão ecoava pelo seu corpo como um rugido de um leão, e cada vez mais ela se entregava aquele homem.

- Dante... – sussurrou Anna ao sentir os dedos dele massagearam sua boceta, completamente molhada.

- Venha comigo... – disse Dante guiando-a pelo clube.

Ao entrar em um dos quartos e ver aquelas amarras nos quatro cantos da cama, Anna imediatamente arrepiou-se lembrando-se do sonho.

Através do espelho Anna o via há alguns passos, observando-a, despindo-a com o olhar. De uma forma incrivelmente sensual Anna abaixou uma das alças de seu vestido, depois fez o mesmo com o outro lado fazendo por fim seu vestido deslizar eroticamente pelo seu corpo.
...

- Droga! Ela não me atende, só chama... já deveria ter voltado.
...

Com seus punhos e tornozelos amarrados aos cantos da cama e uma venda em seus olhos, Anna imergia profundamente em um prazer que jamais havia tido antes. A boca de Dante chupando seu sexo de forma voraz tornava aquele sonho de outrora, real.

Ajeitando-se entre as pernas de Anna ele a beijou – Agora me diz... Há quem você pertence?

- Sou somente sua, Dante... apenas sua... – respondeu Anna meio a sussurros sentindo aquele membro penetrando-a com fervor.

...

Alguns dias depois...

“Você é minha Anna... agora poderemos ficar em paz...”.

- Não! Não! Não! – gritou Anna despertando de um pesadelo. Com a mão no coração sentia seu coração acelerado e esforçava-se para voltar a ter domínio de sua respiração.

- Meu Deus, o que foi isto? Parecia tão real...



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