"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Anna e seu aluno: sedução por palavras


autor: Colecionador
publicado em: 05/02/17
categoria: hetero
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Anna era uma mulher bonita, inteligente, independente e de muita personalidade. Morava sozinha e era decidida, acostumada a fazer tudo do seu jeito, sem dar satisfações ou explicar-se a qualquer pessoa. Professora universitária, lecionava em cursos noturnos e, durante o dia, exercia um cargo de supervisão na Coordenadoria de Ensino da sua cidade. Tinha um temperamento forte, ao qual era impossível ficar alheio: ou a amavam ou a odiavam. Mas, era uma excelente professora e seus alunos a admiravam muito por isso.

No amor não deu tanta sorte assim... Depois de um romance tórrido com um professor seu, ainda nos tempos da graduação, viu-se sozinha e desiludida; afinal, ele recebera uma bolsa de estudos no exterior para fazer o doutorado e ela deveria deixar suas possibilidades de carreira para tornar-se esposa e viver à sombra de um homem. Optou pela sua profissão e, desde então, não teve mais ninguém na sua vida. Casou-se com o trabalho e tornou-se uma mulher bem sucedida e uma profissional reconhecida na sua área. Gostava de lecionar e pensar educação e isso lhe satisfazia plenamente.

Era uma mulher séria, respeitada, recatada, sempre com roupas discretas, que demonstrava não pensar ou desejar sexo com ninguém e jamais abria a possibilidade de um homem aproximar-se, apesar de ser uma mulher atraente e sensual.

Em uma das instituições em que trabalhava dava aulas numa turma de Comunicação Social. Logo no início do semestre, chamou-lhe a atenção um aluno, que tinha formação em História e cursava sua segunda graduação; demonstrava ser maduro e inteligente, seu nome era Pedro.

Nos primeiros trabalhos que passou para a turma fazer, surpreendeu-se com o texto bem escrito e elaborado por ele. Maravilhou-se com a forma como aquele homem escrevia e usava as palavras, numa escrita sem erros ortográficos e com construções gramaticais corretas. Ficou encantada! Não havia outra nota a dar, senão o merecido dez.

No dia em que entregou as avaliações, ao final da aula disse que queria falar com Pedro. Ele, curioso, aproximou-se para saber do que se tratava. A professora elogiou seu texto, disse que estava muito bem escrito e que ele tinha tudo para tornar-se um grande jornalista. Pedro agradeceu e se disse envaidecido. Anna perguntou se não tinha vontade de tornar-se um escritor, pois levava muito jeito para tal. Ele então confidenciou-lhe que tinha escrito alguns contos, o que a deixou satisfeita e curiosa. Pediu-lhe que trouxesse para que lesse. Ele, meio constrangido, alegou que talvez ela não gostasse do tipo de contos que escrevia e ela insistentemente alegou não importava o tipo de conto, que o que lhe interessava era a forma como era escrito e, quem sabe, poderia ajudá-lo a melhorar suas produções. Disse-lhe que também gostava de escrever e que foi um professor na graduação quem a ajudou a aprimorar seu estilo, e talvez tivesse chegado a hora de retribuir tal gentileza a um aluno. Depois de muito insistir Pedro concordou em mostrar-lhe seus contos, comprometendo-se em trazer um deles na próxima aula.

Pedro saiu dali louco de felicidade, pois aquela mulher gostosa, que ele desde o primeiro dia de aula desejou, queria ler seus contos. Ficou se perguntando onde esta história poderia chegar, afinal ele escrevia contos eróticos que poderiam excitá-la bastante. Uma ponta de esperança invadiu seu coração e seu pau chegou a latejar imaginando que aquela mulher que se escondia por trás da professora iria gozar ao ler suas histórias. Esses pensamentos o levaram a bater uma punheta no banheiro de casa quando chegou. Pedro morava com seus pais e namorava Karina há dois anos.

Na semana seguinte lá estava ele, ansioso pela aula e pela professora. Decidiu não entregar o conto logo, achou melhor esperar para ver se Anna se lembraria. E não é que estava certo? Ao final da aula quando todos já se levantavam para sair, Anna chamou-lhe para perguntar se havia levado o conto. Ele, ainda insistiu que talvez não gostasse do tipo de história, mas ela estava decidia e não arredou pé enquanto ele não lhe entregou o tal conto.

Anna foi para casa, tomou um banho, preparou um lanche e foi logo abrindo a pasta para ler o conto do seu aluno. Logo nas primeiras linhas descobriu tratar-se de um conto erótico. Entendeu então a razão do constrangimento do rapaz e teve sua curiosidade e vontade aguçadas. Era a história de um homem que se deliciava com uma mulher, levando-a e sendo levado à loucura e ao prazer que dois corpos podem proporcionar quando se entregam um ao outro. Tinha de tudo no conto: sexo oral, penetração anal, natural, gozo escorrendo pela boca... Anna lia e lembrava-se dos momentos de paixão e desejo que vivera com seu professor e pouco a pouco seus dedos seguiram o caminho da sua bucetinha, já molhada de tesão. Antes de chegar ao final da leitura já havia gozado loucamente. E, ao reler o texto gozou mais uma vez. Naquela noite foi dormir com a bucetinha toda babada de gozo e prazer. Prazer este que não sentia há meses.

No dia seguinte antes de sair de casa para o trabalho, fez algumas anotações no texto e seguiu para sua jornada diária. Passou o dia lembrando do conto de seu aluno e o releu algumas vezes, o que a deixou excitada e com a buceta molhada. À noite, ao chegar à faculdade, procurou por Pedro e pediu-lhe que fosse à sala dos professores no horário do intervalo, pois ela havia feito algumas considerações no texto que ele lhe entregara.

Pedro não via a hora do intervalo chegar e foi correndo quando deu o horário. O que ela estaria pensando? O que ela diria a ele? Com a cabeça a mil bateu na porta e ela, ao vê-lo, abriu um sorriso dizendo que estava esperando-o. Levantou-se e levou-o para uma sala vazia, ao lado da sala dos professores. Sentou-se e pediu que ele fizesse o mesmo, apontando uma cadeira ao seu lado. Ele pode sentir seu cheiro de fêmea, seu perfume, observou suas mãos delicadas, suas unhas pintadas com vermelho, um batom vermelho de dar inveja a uma puta. Seu pau imediatamente inquietou-se dentro da roupa e ele ficou com medo dela perceber. Para sua surpresa ela começou a comentar o que ele havia escrito com a maior naturalidade do mundo. Falava das vírgulas, dos sujeitos verbais, das concordâncias, dava dicas para tornar o texto mais leve... E sequer tocou no assunto tratado. Apesar disso ele sentiu um tesão enorme imaginando se ela havia gozado com seu conto. Ao final, agradeceu e, sacanamente, perguntou se poderia trazer outros para que analisasse. Ela dubiamente respondeu que seria um prazer. Ambos deixaram a sala cheios de tesão: ele de pau duro e ela toda molhada.

Na aula seguinte lá estava ele com o conto para entregar a ela. Ao chegar à sala de aula deparou-se com ela debruçada sobre a mesa, com a bunda virada para a porta, tentando ligar o cabo do laptop. Pedro não acreditou na cena que via: uma bunda maravilhosa, redonda, gostosa, empinada para ele, ali, na sua frente. Sua pica endureceu quase que instantaneamente! Ele deu boa noite e ela virou o rosto para trás sem sair daquela posição, para retribuir o cumprimento. Disse o que estava fazendo e ele prontificou-se a ajudá-la. Mas, o que queria mesmo era enterrar seu cacete duro naquele rabo maravilhoso. Ajeitada a máquina, entregou-lhe o conto. Ela agradeceu e disse que só poderia devolver na semana seguinte, pois tinha provas para corrigir. Pediu-lhe seu telefone, pois se conseguisse terminar antes lhe mandaria uma mensagem. Durante a aula Pedro não conseguiu ouvir nenhuma palavra que a professora gostosa dizia, pois só se imaginava comendo aquela bunda, que aparentava ser deliciosa. Ele teve uma dúvida e levantou o dedo e Anna prontamente, como boa professora que era, dirigiu-se até seu aluno para dar-lhe a explicação necessária. Ela estava ali, pertinho dele, e ele pode olhar por dentro do seu decote, quando se inclinou para ajuda-lo. Que visão espetacular!! Que par de peitos dentro do sutiã! Desejou cair de boca neles e mamá-los avidamente; imaginou que ficariam mais lindos ainda se fossem banhados com seu jato de porra quente. Decididamente, aquela mulher o estava levando à loucura e a punheta seria inevitável naquela noite. Seu tesão pela professora dobrava a cada dia.

Na hora da saída, Anna passou de carro e viu que Pedro estava no ponto de ônibus; então parou e perguntou para onde ia e descobrindo que estava no seu trajeto, ofereceu-lhe uma carona. O pau do rapaz ficou teso novamente. Seguiram falando amenidades: ela disse que morava sozinha e ele com os pais. Falaram de trabalho, de música, de política. Anna impressionou-se ainda mais com aquele homem inteligente, culto, educado, gentil e ficou lembrando do texto que leu, cheio de sacanagem e putaria – e sentiu sua bucetinha latejar e ficar úmida. Então ela parou o carro e lhe apontou um ponto de ônibus, dizendo que tinha chegado ao seu destino, apontando para o seu prédio, dizendo: “Moro ali, apartamento 407”. Ele agradeceu, pois já estava bem mais próximo de casa e chegaria rápido. Despediram-se e cada um seguiu seu rumo.



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