"Os mais excitantes contos eróticos"

 

48 - Amiga de Trabalho


autor: bernardo
publicado em: 06/02/17
categoria: hetero
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O trabalho de Jeferson é viajar, porque dá acessória em empresas e filiais. Em uma das suas viagens teve que levar uma colega de trabalho em uma convenção da empresa que seria em Foz do Iguaçu. Ficariam 03 dias, participando de encontros, reuniões, etc.. Sandra, a amiga, era casada, bem casada por sinal e era do tipo bem conservadora que mantinha-se em seu lugar e os homens bem afastados dela, e era super competente, por conta disto Jeferson nunca imaginou que pudesse rolar algo entre eles que não fosse de âmbito profissional, mesmo porque tinham uma ótima relação de amizade mas estritamente profissional, claro que para ele foi um prazer leva-la, assim, teria uma companhia feminina de uma bela mulher, que por sinal era muito desejada por todos os homens da empresa.

Durante a viagem ele fez algumas insinuações, mas ela com classe tirou de letra todas as tentativas mais ousadas... isso o fez recuar, afinal ele não queria queimar seu filme.

O primeiro dia de convecção transcorreu tudo normal sem nenhuma novidade, porém no segundo dia, na hora do almoço ela descendo a escada se desequilibrou e acabou torcendo o tornozelo, e por pouco não sofreu algo mais grave. Enquanto almoçavam ela disse que estava doendo muito e que queria voltar para o quarto e pediu-lhe para levar algo para ela comer.

Como um bom e educado cavalheiro, ele a ajudou a retornar ao quarto apoiada em seu ombro, de modo que pode sentir o corpo dela bem próximo ao seu. Ela era muito atraente de forma que foi impossível não pensar coisas do tipo - “eu comeria essa mulher se ela me desse uma chance” - mas esse pensamento logo era rebatido pela consciência afinal ela era casada e era apenas uma amiga e segundo seu conceito ela era uma mulher intocável.

Após deixa-la em seu quarto ele desceu ao restaurante para terminar sua refeição e trazer algo para ela e assim fez, mas ao chegar ela reclamou de dores no tornozelo e ao examinar, percebeu que estava um pouco inchado e ele se propôs ir buscar uma pomada ao recepcionista. Saiu apresado e na volta pediu ao garçom um pouco de gelo e subiu, passou a pomada e fez uma compressa de gelo para aliviar a dor. Ela tomou um comprimido e trocou o sapato alto por um sapatenis mais confortável afinal ainda tinham atividade a tarde.

Na descida do quarto até o salão de convenções dessa vez usaram o elevador, mas ela foi apoiada nele o tempo todo e novamente ele estava abraçado com aquele monumento de mulher, mas era apenas um abraço fraterno por necessidade da situação, mas bem que ele gostaria que não fosse assim.... Chegaram e nas atividades da tarde ele estava ali sempre à disposição para ajudá-la, então com isso desenvolveram uma afinidade mutua.


A noite jantaram normalmente, porém ela reclamou que ainda doía e depois da janta Jeferson se propôs a acompanha-la até seu quarto. Já no quarto, ainda reclamando de dores, ele se propôs fazer uma outra massagem, usando o resto da pomada e imediatamente começou massagear os seus tornozelos que estavam inchados. Depois foi ao frigobar pegou uma bandeja de gelo, colocou tudo dentro de uma toalha e fez uma compressa bem gelada, e em pouco tempo ela parecia sentir-se mais aliviada porque deitou-se na cama deixando apenas o pé machucado para fora, logo ele mesmo colocou também esse pé em cima da cama e começou a massageá-lo, dessa vez não apenas o pé, mas a canela e lentamente foi subindo até o joelho.

Na verdade ele estava experimentando até onde ela o deixaria ir sem reclamar, mas parece que ela estava gostando das caricias porque fechou os olhos e disse que era muito bom e que já não sentia mais a dor e respirava bem mais tranquila. Então ele sem pressa ficou massageando seus pés, suas pernas, e resolveu testa-la um pouco mais e sob o pretexto da massagem logo ele estava apalpando suas coxas por baixo do vestido chegando a tocar na barra da sua calcinha, imaginando que ia levar o maior esporro, mas para sua surpresa ela não teve nenhuma reação adversa, não preciso nem dizer que o pau dele já estava duro querendo sair para fora das calças, porque o que ele havia pensado quando ela apoiou-se nele no elevador estava acontecendo, e ela estava ali passiva na sua frente, aceitando seus carinhos.

Jeferson tomou coragem e sussurrou em seu ouvido que ela estava cheirosa, e voltou a massagem em sua coxa, levantou um pouco a sua saia e pode ver a calcinha branquinha com rendas nas abas, era a visão da porta do paraíso, então foi mais ousado pegou uma pedra de gelo e começou a passar em toda a extensão da sua perna, e como percebeu que ela estava gostando daquela sacanagem foi mais além, levantou a borda da calcinha e começou a passar o gelo na sua vulva, ela então abriu mais as pernas facilitando seu trabalho, e ele ficou ali brincando extasiado com a facilidade com que ela aceitava seus toques. Ela tremia não se sabe de prazer pela situação ou pelo frio que a pedra de gelo causava ao tocar em sua vulva, mas ela estava aceitando as sacanagens e ele adorando é claro. Então pode notar que os bicos dos seus seios estavam durinhos e ela permanecia com os olhos fechados sussurrando palavras incompreensíveis. Observando-a assim ele perguntou baixinho em seu ouvido:

- Ainda está doendo - e ela respondeu baixinho que estava bem melhor.

- Quer que eu continue? – ele perguntou - ela acenou com a cabeça que sim. Mesmo que ela dissesse não naquele momento ele não pararia mais, mas adorou o seu sinal verde.

Sem demora ele tirou a roupa e da mesma forma que estava acarinhando, levantou bem a sua saia e afastou a calcinha do lado e também sem tira-la numa forma de provocação enfiou sua vara que já estava duríssima e pronta para batalha. Ela delirava e arfava de prazer e ele enfiava seu pau com todo vigor e ela aceitava com muito prazer, sem dificuldade nenhuma porque estava toda molhada de tesão, tanto quanto ele. Não demoram muito para gozar tal era o tamanho da excitação. Logo após ele deitou-se ao seu lado na cama e a elogiou:

- Eu jamais imaginava que um dia pudesse transar com você, porque eu a considerava uma mulher acima de qualquer suspeita, e ilibada - ela olhou para ele e disse:

-Para você ver né, a ocasião faz o ladrão. Nós dois aqui sozinhos neste quarto de hotel, longe de tudo e de todos, eu também não me imaginava, mas quando começou a massagear meus pés me deixou excitada demais, eu não tomaria a iniciativa, só que no meu intimo estava torcendo para você tomar.

Ao ouvir essa declaração, Jeferson, ficou ainda mais excitado, quando o telefone dela toca e quando ela atende percebe que era o seu marido. Ela disse que havia torcido o tornozelo e quase havia caído, mas que estava passando gelo e que estava bem melhor que ele não se preocupasse e disse ainda com uma voz bem melosa, que queria colo e carinho, falava como se Jeferson não estive ali e ele apenas escutando e... ora passando as mãos pelas coxas dela, ora beijando-a enquanto ela trocava palavras de carinho com o marido pelo fone. Aí ele se sentou na cama, pegou o gel e enquanto ela continuava conversando com o esposo, com aquela voz suave, manhosa, quase gemendo ele fazia carinhos em seus ombros e o tesão era maior ainda porque do outro lado da linha estava o marido dela.

Logo depois ela se despediu do marido repetindo que queria colo e carinho e disse que no dia seguinte já estaria em casa e se deitou de novo e ficou esparramada na cama com os braços e as pernas abertas, como que se oferecendo toda e Jeferson sentiu que ela ainda estava excitada, então ele a colocou de conchinha e começou a massagear os seios dela enquanto enconchava a bunda gostosa e o tesão dela estava tão alto que ela retribuía movendo o quadril.

Assim de conchinha ele colocou a mão direita na bucetinha dela e começou a fazer pressão, massageando o clitóris com a mão direita e com a esquerda brincava com o biquinho dos seios dela. Depois de um tempo fazendo isso e aumentando a pressão ele sentiu que ela começou a respirar mais forte e a fechar as pernas, e a tremer com o orgasmo que sentia e soltou um gemido de tesão.

Ela estava novamente arrepiada, os pelinhos de suas coxas que eram lisinhas e os biquinhos dos seios estavam enrijecidos novamente, então ele pegou mais uma pedra de gelo e começou a passar em sua pele e foi subindo devagarinho pelas coxas e logo estava de novo passando o gelo em sua vulva e dessa vez enfiou o gelo em seu buraquinho que antes estava seus dedos.

Ela gemia e abria mais as pernas ainda mais para facilitar seu trabalho, e ele que já tinha metido naquela buceta, resolveu meter mais uma vez pois aquela mulher era maravilhosa demais para ficar em apenas uma metida, e continuou massageando o pé subindo pela outra perna e então resolveu tirar a calcinha e sem pudor nenhum chupou seu grelo durinho como um pênizinho, excitado e vermelhinho. Ela fechava as coxas sobre a cabeça dele quando sentia muito prazer.

Ambos estavam delirando, ele pressionava seu grelinho com seus lábios e com a língua e ela fazia movimentos, de abrir e fechar até que ele enfiou o dedo em sua buceta, e ela ficou ainda mais molhada e apertava o dedo contraindo-se toda. Com um dedo ele penetrava a buceta e com o outro massageava o seu grelinho. Ela gemia baixinho, rebolando em seus dedos. E foi assim que com a pedra de gelo massageava o grelinho, percorrendo toda a extensão de sua buceta deliciosa, que ela soltou outro gemido mais alto e tremendo toda, tendo contrações gozou gostoso, deixando os seus dedos todo lambuzado. Excitada como estava então ele ofereceu seu cacete para ela chupar.

Ele tinha decidido que iria tirar o máximo de prazer que aquela mulher pudesse lhe dar, e inclusive já tinha planos para depois: comer o cuzinho dela. Ele sempre foi tarado por um cuzinho, só não sabia se ela permitiria é claro, mas iria tentar. Ela abocanhou o cacete como se tivesse chupando um gostoso sorvete em um dia de calor, chupou gostoso e ele começou a fazer movimentos de vai e vem na sua boca como se estivesse literalmente fodendo-a e não demorou muito gozou, parte do seu esperma dentro da boca dela e parte escorreu pelos seus seios que ficou todo lambuzado.

Ambos desfalecidos e suados caíram lado a lado para logo depois irem tomar banhos e estando no banheiro, Jeferson começou a ensaboar o corpo dela em uma forma de caricia explicita, dedicando especial atenção aos seios e as partes intimas, enquanto seus lábios se beijavam de forma ardente e apaixonados, depois disso, foram de novo para a cama. Ele pegou cervejas para eles, no frigobar e começaram a conversar e foi aí que ela falou que tinha um fetiche que era conhecer e transar com outro homem que não fosse seu marido, mas que depois de ter realizado achava que tinha feito uma loucura porque era casada etc e tal... e o fez prometer que jamais contaria a ninguém, porque se contasse o casamento dela estaria arruinado, etc e tal.

Ele é claro todo compreensivo beijou seus lábios suavemente e falou que ela ficasse tranquila que seria um segredo só deles, mas que não iriam falar mais no assunto naquele momento, pois ele queria curtir cada momento com ela e dizendo isso começou a massagear seus seios e disse:

- A noite ainda não terminou querida – e começou a masturba-la novamente para deixa-la bem excitada porque ainda queria comer seu cuzinho

Em pouco tempo ela estava acesa novamente, e ele sem parar, começou a acariciar todo seu corpo e a beija-lo e assim, colocou-a de bruços com a desculpa de beijar suas costas e ela inocentemente se virou para receber caricias de sua língua em sua espinha dorsal, desde o pescoço até o rego.

Quando chegou no buraquinho do cu, ele trabalhou com a língua ali por vários minutos e tentou enfiar a pontinha da língua e nesse movimento deixou bastante saliva depositada para lubrificar bem. Ela se contorcia de prazer e quando ele se deitou por cima dela e apontou seu pau para o buraquinho ela perguntou:

- O que você pretendente com isso, - ele falou - adivinha, e ela disse:

- Anal nem pensar porque nunca fiz e quando tentei com o meu marido, é claro, doeu muito.- então ele beijou sua nuca e falou com todo carinho:

- Sandrinha, fica tranquila eu vou devagarinho e se doer eu paro, - ela então concordou.

E ele foi com muito carinho, primeiro abriu bem o buraquinho com uma mão e enfiou o um dedo devagarinho e trabalhou um pouco sem pressa enquanto ela se contorcia gostosamente. Depois colocou outro dedo e aos poucos foi fazendo-a se acostumar até que lubrificou bem a cabeça do seu pau com saliva mesmo porque não tinha outra coisa disponível, e aos poucos foi enfiando seu pau no cuzinho daquela morena gostosa sempre tomando o cuidado para não ser apressado senão ela poderia mandar parar e ele não queria isso. Milimetricamente enfiou primeiro a cabeça, depois a metade, e quando sentiu que ela já tinha se acostumado com o seu cacete ele pegou em seu pescoço encostou sua cabeça na dela e começou a fazer movimentos de vai e vem. Para quem nunca tinha feito anal ela até que estava aceitando bem, e olha que o cacete dele não é fino, mas o prazer que ela demonstrava estar sentindo fazia suportar a dor. Ele não estava a fim de gozar muito rápido, mas ela reclamou que estava doendo um pouco e que queria que ele gozasse logo, então seus movimentos ficaram mais rápidos e mais constantes, até que gozou muita porra dentro do cuzinho daquela dama.

Essa foi a única e última vez que Jeferson transou com a Sandra, porque quando voltaram ela novamente voltou a ser aquela mulher respeitável e competente que sempre foi, passado algum tempo ela trocou de emprego e nunca mais ela a viu.

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