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A experiência de uma Coroa


autor: Curitibano
publicado em: 09/02/17
categoria: coroas
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Primeiramente, olá e sejam bem vindos aos meu contos :)

Bom, tenho 20 anos, nasci no Norte, morei em São Paulo por cinco anos e hoje estou morando em Curitiba em um bairro muito bom. Tenho 1,80 de altura, cabelos lisos e castanho escuro, sou gordinho porém atlético, sempre que possível estou jogando basquete ou um futebol nas quadras próximas a minha residência, branco e com um membro de 18 centímetros e grosso.

A história que venho lhes contar hoje aconteceu em 2013, na época em que eu praticava academia e trabalhava como garçom em um buffet infantil.

Na época com uma aparecia de adolescente forte, usando camisa social e um avental preto era normal eu receber olhares das convidadas das festas e até mesmo das monitoras que trabalhavam no buffet, não só pela aparência, mas pela maneira como tratava as pessoas, sempre com um sorriso no rosto, fazendo dancinhas e brincando com os convidados. Mas, teve uma noite que foi diferente.

A festa estava marcada para começar as 20 horas da noite, seria uma festa tranquila, tínhamos 3 garçons para atender 90 pessoas então estávamos bem tranquilos no dia, como padrão chegávamos uma hora antes para deixar as bebidas prontas (batidas, sucos, refrigerantes, chopp gelando entre outras coisas), e assim que acabávamos de montar a pré festa, os garçons iam para a frente do buffet para ficarmos jogando conversa fora.



Um pouco antes das 20 entravamos de novo para fazer mais uma verificação para ver se estava tudo ok. O buffet tem um salão social na parte da frente e o salão de brinquedos depois dele, e no canto do salão bem no fundo, ficava o nosso bar, era normal ali ser um lugar de alto fluxo de pessoas, ainda mais quando a festa disponibilizava os Chopps de maquina, os que gostavam muito de beber já ficavam por ali mesmo para não perderem tempo rs.

Depois de um tempo percebemos que já estava tendo movimento no salão social, eu e o Marcelo (nome fictício) jogamos uma moeda para cima para decidir quem iria começar servindo. Marcelo perdeu e já saiu com duas bandejas na mão para se mostrar para as monitoras e causa um bom impacto nos convidados.

Nós garçons tínhamos uma rota que fazíamos no salão para sempre que um garçom estivesse voltando outro já saísse, e que eles não se trombassem também (ter as crianças correndo pela sua frente já era o suficiente), ao ver que ele estava voltando, eu peguei a bandeja de batidas alcoólicas e me direcionei ao salão social, olhei para Marcelo que estava voltando para o bar do outro lado do salão e ele estava rindo muito e vermelho, provavelmente deve ter feito alguma merda eu pensei.

Ao chegar no salão social haviam seis mulheres sentadas em uma mesa, todas já eram mais velhas, coroas de seus 30-50 anos, cheias daquelas bijuterias douradas, e cabelos recém arrumados, esse era o tipo de convidado que sabíamos que iam beber a rodo. E no meio dessas seis mulheres, uma se destacava.

Claudia. Claudia era uma coroa de 46 anos, fitness, peitos de silicone, lábios carnudos, pele lisinha, e conforme a festa rolou, percebemos a sua majestosa raba que era amor a primeira vista. No geral, uma SENHORA COROA.

Ao chegar mais próximo da mesa, todas olharam para mim com olhares seduzentes e com sorriso de canto da boca, com exceção de Claudia, que me media da cabeça aos pés.

"Boa noites, as Sras aceitam batidas de maracujá?"

"Eu aceito você se possível" - Disse uma delas

"Vai ter que dividir Rose" - Exclamou outra

Para a gente era normal ouvir essas cantadas, então simplesmente sorri e disse quem sabe. Claudia, sem dizer nada, pegou um copo da minha bandeja sem tirar os olhos de mim.

"Curtam a festa e se precisarem de algo só chamar" - Terminei e me dirigi ao bar.

Chegando lá, Marcelo estava encostado no bar me olhando com uma cara de quem não tinha entendido nada e já saiu exclamando

"MANO, QUE PORRA FOI ESSA TIO? AS COROA JÁ CHEGARAM METENDO O LOUCO, FALANDO QUE ME QUER E TAL"- Marcelo era novo na escala de garçons, aparentemente não recebia muitas cantadas devido ao nível de seu espanto. Expliquei para ele que isso era bem normal, mas ele ficou bem elétrico a noite inteira.

A festa continuou, e as cantadas da coroa ficavam cada vez mais quentes conforme a quantidade de álcool que elas ingeriam. Eu como não sou bobo, já trocava olhares sempre que possível com Claudia, estava curioso para saber mais sobre ela, afinal, em uma mesa de seis mulheres, ela foi a única que não falou nada, mas seus olhares diziam tudo.

Na hora que começou a balada da festa que todas as luzes são apagadas e só aquele globo de vidro e vários feixes de luzes são soltos no salão, eu fiquei no bar montando as bandejas de chopp quando ela aparece, e pela primeira vez eu pude ouvir a voz dela.

"Ei pivete" -disse ela com um tom de deboche "O chopp está gelado?"

Me fingi de bobo olhando para os lados, apontei o dedo para o meu peito e perguntei:

"E comigo que a Sra está falando?"

"Você vê outro pivete por aqui?"

"Hahaha, sou mais homem do que qualquer um que você já tenha provado"

Peguei um copo que eu tinha acabado de fazer, entreguei na sua mão com um sorriso no rosto, ela pegou ele, olhou com uma cara de safada para mim, e saiu rebolando aquela raba de volta para o salão.

Chegou o fim da festa, já tínhamos terminado de arrumar o bar, e eu estava terminando de me trocar, quando Marcelo entra na fúria de mil gorilas dentro do banheiro e começa a surtar

"MANO PQP, EU VOU SAIR COM UMA DAS COROAS LÁ, A MULHER TA ME ESPERANDO LA FORA, MANO EU TE AMO"

Da mesma maneira que Marcelo entrou no banheiro ele saiu, ri um pouco e sai logo em seguida, me deparo com Claudia encostada no Bar, ela olha para mim e pergunta se eu posso arrumar um copo de agua para ela.

"por que não?" respondi a ela.

Entreguei o copo na sua mão, e então ela começou a me fazer perguntas:

"Quantos anos você tem?"

"17 anos"

"Uma pena ser tão novinho assim"

"Uma pena por que? Não consegue acompanhar o ritmo dos novinhos?" -Respondia a ela já com um sorriso de canto

"Você é ousado garoto, sabia?"

"Hahaha, já me disseram uma ou outra vez"

"hm..."- mais uma vez ela me mediu da cabeça aos pés. "e você tem hora para voltar para casa?"

"não mesmo"

"Então vamos dar uma volta, tudo bem por você?"

"Claro, por que não?"

Peguei o copo de sua mão e o joguei na pia, falei para ela me encontrar duas ruas acima do buffet para não gerar muita fofoca desnecessária, ela concordou e me deu tchau no meio do pessoal.

O gerente do buffet me ofereceu carona, mas disse pra ele que hoje ia pé que precisava esvaziar a cabeça, nos despedimos e fui em encontro ao lugar marcado.

Ao chegar na rua, só tinha um carro parado, e era uma Mercedes. A coroa além de super gata era uma milionária, puta que pariu.

Andei devagar perto do carro e ela abaixou o vidro:

"Vai demorar muito para entrar ou o que?"

Dei um sorriso e entrei, já fui recepcionado com um beijo quente de lingua, coloquei minha mão por cima de sua coxa e a outra em sua nuca. Nos pegamos por alguns minutos até ela me afastar um pouco e dizer que continuaríamos em sua casa.

Ela morava na zona Leste de São Paulo, foi quase meia hora dirigindo até chegarmos em sua cas...quer dizer, sua mansão.

Descemos do carro e ela já me jogou na parede me dando mais beijos e dessa vez sua mão descia até o meu pau que já estava doendo de tão duro que estava. Com um movimento ela se afasta de mim, da um sorriso e fala para seguir ela.

Sua casa era típica de pessoas podres de ricas, TVs de plasma gigantes na sala, um bar próprio com estoque de uísques e vinhos, mobilia artística entre inúmeras outras coisas. Seu quarto ficava no segundo andar da mansão, e a visão de sua raba subindo as escadas foi uma das cenas mais lindas que eu já tinha visto em toda a minha caminhada na vida.

Sua suíte era algo descomunal, uma cama maior que uma king Size normal, uma tv absurda de umas 60 polegadas na parede, e seu banheiro tinha uma jacuzzi e um box.

Pedi para ela para tomar um banho, afinal, eu havia trabalhado por 4 horas seguidas servindo e convenhamos que ninguém merece fazer sexo fedendo a chopp e suor.

Ela me deu uma toalha e um beijo e virou de costas, dei um tapa forte e firme em sua bunda, ela olhou para mim com uma cara de prazer e eu pisquei para ela.

Tirei minha roupa e entrei no box, me ensaboei um pouco e quando fui tirar a espuma, o box se abre e Claudia entra no box comigo. Ah, os seus seios.... Mamilos rosa claro, uma tatuagem que antes não dava para ver embaixo de seus seios, sua bucetinha totalmente depilada e lisinha, com sua mão me joga contra a parede com força, me da um beijos e começa a descer meu peitoral enquanto da leves beijos, suas mãos descem pelos meus braços até chegar na minha cintura.... Ela olha para o meu pau, segura ele pela base

"Você até que é bem grandinho para alguém da sua idade"

"Cala a boca e me chupa logo sua vadia"

Claudia não se fez de desentendida, deu um belo cuspe na cabeça do meu pau, e já foi colocando ele inteiro dentro da sua boca. Quando disseram que coroas sabem o que fazem, acredite, eles não mentem. Que boquete meus amigos, ela fazia cada segundo ser único, chupava como se aquele fosse o último boquete que ela faria na sua vida, ela deslizava sua boca pela extensão do meu pau enquanto massageava minhas bolas, eu arrumava seu cabelo em um rabo de cavalo, só para poder ver melhor aquela deusa me mamando, mas ela pegou em um ponto fraco, fez garganta profunda por muito tempo, várias vezes, isso para mim é o maior golpe baixo que pode ser feito. Não demorou muito até eu começar a urrar de prazer, disse para ela que ia gozar, e ela continuou chupando. Um gemido foi a porta de saída para a explosão de porra que eu soltei em sua boca, isso não foi o suficiente para ela parar. Claudia continuou a me chupar mesmo depois de eu ter gozado, meu deus, que sensação maravilhosa. Ela tirou meu pau de dentro de sua boca, ele estava limpinho, ela olhou para mim, engoliu a porra e abriu sua boca colocando a língua para fora. Puxei ela pelo seu pescoço e a beijei com muita vontade.

Bruscamente a virei de costas e a encostei na parede do box, com a sua cara pressionada contra a parede pela minha mão, com a outra a masturbava com vontade e velocidade.

"Eu vou te foder aqui mesmo minha putinha"

A puxei pelo cabelo para trás a forçando ficar de quatro, pincelei meu pau na entrada de sua bucetinha, até que comecei a penetrá-la devagar para que ela senti-se cada centímetro da minha rola entrando dentro dela.

"Isso me fode" ela gemia e falava

Aos poucos eu ia me movimentando, puxava o cabelo dela para trás enquanto com a outra mão segurava firme em sua anca. Gradativamente fui aumentando o ritmo de minhas estocadas, até soltar o seus cabelos e segurar com as duas mãos em seu quadril e aumentar mais ainda a velocidade, seus gemidos iam aumentando e se intensificando a cada estocada que eu dava. Comecei a dar tapas fortes em sua bunda enquanto puxava seu cabelo. Ah como aquilo estava bom.

Tirei meu membro de dentro dela, a virei de novo para mim, levantei a sua perna e comecei novamente a meter forte dentro dela enquanto nos beijávamos, me afastei um pouco dela, ergui totalmente a perna dela apoiando no meu ombro, ela se segurou na barra lateral do box, e novamente fui metendo rápido e com força em sua bucetinha. Seus olhos viravam, uma de suas mãos masturbava seu clitóris enquanto penetrava. Não demorou muito até eu explodir em um gozo farto e forte dentro dela. Continuei meus movimentos e ela continuou se masturbando por um tempo até parar.

Ela veio e me deu um beijo bem demorado.

"A nossa noite está só começando."

Nos enxugamos e fomos em direção ao quarto...

Continua.



Se você gostou do conto ou acha que posso melhorar alguma coisa na narrativa e detalhes deixe um comentário, serei eternamente grato :)

E se quiserem trocar mensagens comigo, só mandar um e-mail para: curitibanogordinho@gmail.com



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