"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A ex de um grande amigo.


autor: Publicitario45
publicado em: 14/02/17
categoria: hetero
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É um problema quando você tem um grande amigo e ele é casado com uma mulher irresistível. Esse problema dobra quando ela é do tipo de mulher que gosta de provocar e triplicar quando ela simplesmente te dá mole na gente de todo mundo.

Assim é Beatriz, casada com Fábio, um grande amigo meu, companheiro de copo. Beatriz é a sua segunda esposa, a primeira não deu certo mas eles terminaram numa boa, tanto é que são grandes amigos, mas a Beatriz...

Toda vez que a gente se encontrava ela estava linda, era a que se vestia de forma mais provocante entre todas as mulheres. Eu, solteiro, sempre ia sozinho aos encontros. Tudo ia bem até que um dia Beatriz pegou na minha mão, na frente de todo mundo e elogiou as minhas unhas. Ela disse que todo homem deveria cuidar das unhas. Até ai tudo bem. A coisa realmente complicou quando o nível do álcool começou a subir. Beatriz foi ficando soltinha e a cada copo ela se insinuava pra mim e para outros homens na festa.

Fábio meu amigo, parecia não perceber, aliás, ele não percebia. É do tipo de cara tão gente boa que acha que ninguém seria capaz de comer a mulher dele.

Meu irmão foi o primeiro a perceber e me chamou no canto – cara, na boa, sai de perto da Bia que ela tá doida e está te dando mole – concordei e sai de perto, fui me sentar na mesa dele, com a minha cunhada e mais duas amigas.

Beatriz então se aproximou, me chamou pra dançar, eu disse que não iria e minha cunhada percebendo a situação disse que dançaria com ela. Bia então resolveu provocar todo mundo dançando, ia até o chão, colocava o dedo na boca, rebolava e fazia cara de safada.

Era nítido o constrangimento dos convidados e Fábio deu um jeito de ir embora mesmo com a Beatriz reclamando com ele.

O tempo passou e Fábio confessou pro meu irmão que achava que Bia estava traindo ele com um cara que trabalhava na loja que tinha do lado da loja deles. Ela simplesmente não saia do celular, era o dia todo, a noite toda e sempre que alguém se aproximava ela desligava e fechava a tela. Passou a colocar senha no aparelho e chegava em casa cada vez mais tarde.

A fama de ruim de cama do nosso amigo não era novidade. a primeira esposa separou dele por causa disso, mas conseguiram manter a amizade. O fato é que, toda vez que eu encontrava Bia ela dava um mole. Passou a e mandar mensagens no privado do Facebook, pediu meu celular e eu não dei e meses depois eles se separaram.

Depois da separação Beatriz foi morar em Belo Horizonte, depois se mudou para uma cidade bem próxima da capital. As nossas conversas pelo Facebook continuavam mas eu sempre tentei manter a distância, eu realmente não sabia se ela poderia pegar aquilo e mandar pro cara e fazer um jogo sujo.

Quando eu coloquei nas redes sociais que estava indo pra Belo Horizonte, Beatriz me chamou no privado e disse que queria conversar comigo. Não adiantou o assunto mas disse que a conversa não demoraria. Relutei em ir ao encontro mas diante de tanta insistência eu fui, na verdade eu achava que Bia queria que eu fosse a ponte para que ela e Fábio voltasse.

Já em BH marcamos um encontro no Savassi. Nos encontramos num café bem legal. Como eu cheguei primeiro, me sentei numa mesa bem afastada e pedi uma aguá com gás limão e gelo, minutos depois Bia entrou no ambiente. Estava linda, cheirosa, bem arrumada e sorrindo maliciosamente.

Bia é baixinha, deve ter 1,65 no máximo, é loirinha, cabelos encaracolados, lábios carnudos e olhos verdes que ficam apertadinhos quando ela sorri. Tem duas covinhas que a deixam irresistivelmente linda. Tem um corpo bonito, seios médios, pernas grossas, cintura fina e uma bunda que apesar de não ser grande é bem arrebitada e durinha. Bia sempre malhou quando morava aqui no Espirito Santo, era adepta a corridas de rua e muita malhação, então, o que lhe faltava de altura sobrava de curvas.

Nos cumprimentamos e eu pude senti o cheiro do seu perfume, nos sentamos e ela agradeceu por eu ter acetado o convite. Em seguida Bia abriu o livro de lamentações. Disse que as pessoas julgaram sem saber o que realmente estava acontecendo. Disse que algumas amigas tinham traído sua confiança por ela ter dito que queria transar com o marido e mais um outro cara, reclamou da qualidade do sexo e que realmente teve um caso com o cara da loja do lado.

Disse que ele a fazia gozar várias vezes numa trepada só, coisa que meu amigo nunca tinha conseguido. Depois passamos a falar de outras coisas, de trabalho, de relacionamentos etc.

Pedimos a conta e ao sair nos demos conta que já estava de noite e chovia muito em BH. Chamei um táxi e uma carona que foi prontamente aceita por Bia. Chegando na as casa ela me convidou para subir, disse que morava com uma amiga mas que poderíamos tomar um café ou uma outra bebida.

Juro que tentei não ir, mas os relatos dela dizendo que gozava fácil com o outro cara e seu desejo de dar pra dois ao mesmo tempo, me fez esquecer que ela era ex do meu amigo e eu subi.

Subimos até o 19º andar e entramos no apartamento de dois quarto muito bem montado. Bia estava sozinha, pois a amiga estava na faculdade do outro lado da cidade. A chuva aumentava e os trovões e relâmpagos eram cada vez mais intensos.

- Uísque ou Café?
- O que você vai beber Bia?
- Uísque.
- Vou te acompanhar. Cadê a sua amiga?
- Na faculdade, ela só chega a noite. Espero que consiga voltar pois a chuva está cada vez mais forte.

Bia sentou-se ao meu lado e me deu um copo de uísque sem gelo. Cruzou as pernas e ficou me encarando fixamente sem dizer nada. Apenas um leve sorriso brotou nos seus lábios, um sorriso que entregava os seus pensamentos maliciosos.

De repente um estrondo fez Bia se aproximar, ficamos muito perto, ela se assustou com um trovão e sua pele chegou a arrepiar. Seu cheiro me perturbava, sua boca perto da minha me desconcentrava e por muito pouco a gente não se beijou.

- Quer comer alguma coisa? Ficamos lá no café falando e não comemos nada.

Bia se levantou e foi até a cozinha, seu caminhar me deixou ainda mais descontrolado e eu fui atrás. Quando ela se preparava para abrir a geladeira, eu me aproximei do seu corpo, seguei pela cintura e a empurrei de encontro a geladeira.

- Eu quero! Eu quero você.

Bia se virou e nossas bocas se chocaram num beijo cheio de eletricidade. Suas mãos percorriam pelas minhas costas e rapidamente já estava desabotoando a minha camisa. Girei seu corpo e a coloquei de costas pra mim, com as mãos por baixo de vestido arranquei sua calcinha num golpe rápido, ela gemeu, abriu as pernas e meus dedos foram de encontro a sua xana. Minha boca distribuía uma interminável sessão de mordidas na nuca, orelhas enquanto minas mãos deslizavam pelo seu corpo.

- Isso, come a ex mulher do seu melhor amigo, come!

Me ajoelhei por trás e Bia entendeu o que eu queria. Arrebitou a bunda e colocou um dos pés num banquinho que tinha na cozinha. Dua xana ficou exposta, era minha, so minha e naquele momento eu poderia fazer com ela o que eu quisesse.

Dei uma lambida que percorreu do cuzinho a porta da boceta, um caldo denso já começava a escorrer entre suas pernas. Bia suspirava descompassadamente.

- Me chupa safado. Eu quero ser sua, toda sua.

Bia se apoiava na geladeira com as duas mãos, comecei a chupar seu grelo bem de leve, ela retribuía rebolando lentamente, minha língua deslizava suavemente entre suas pernas, o mel escorria, eu bebia cada gota do seu tesão, Bia não se aguentou e gozou, senti suas pernas tremerem, vi quando ela segurou com mais força na perte de cima da geladeira para não cair.

- Me come!
- Ainda não.

Empurrei seu corpo em direção a uma bancada de mármore e ela sentou abriu automaticamente as pernas. peguei o banquinho e sentei de frente, comecei a chupa-la de novo, mordi seu grelinho com cuidado, meti um, dois, três dedos na grutinha enquanto dava beijinhos na sua boceta toda aberta pra mim. Bia apenas gemia baixinho, falava baixarias, pedia mais, se auto denominava minha putinha e gozou de novo.

- Senta no sofá que eu vou retribuir.
Tirei minha camisa, calça, meias, sapatos e fiquei apenas de box. Meu pau latejava de tesão, chegava a doer na ponta da cabeça. Bia se ajoelhou na minha frente e deu uma senhora mordida no meu pau por cima da cueca. Senti dor e prazer ao mesmo tempo. Segurei seu cabelo entre meus dedos e comecei a controlar os movimentos.

Bia tirou meu pau pra fora e sorriu com cara de puta.

- Sempre quis esse pau pra mim.

Em seguida caiu de boca metendo ele inteiro na sua boca. Meu corpo temeu, senti o calor da sua boca esquentando meu pau por inteiro, ela subia, descia, mordia a cabeça, chupava as minhas bolas, me punhetava e chupava de novo. Sua boca aveludada era quente, macia, ágil e muito atrevida.

Depois de me chupar muito Bia ordenou – Não goza, ainda - e se levantou vindo em direção a minha boca. Suas pernas se abriram sobre meu corpo e meu pau foi encaixando na sua boceta. Que boceta! Além de cheirosa, depilada, era quente e apertada. O preservativo foi esquecido na carteira, a cada rebolada eu nem me lembrava mais que Bia tinha sido casada com o meu melhor amigo, ela subia e descia com maestria, sua boceta apertava cada vez mais o meu pau.

- Tá gostando safado!
- Estou, adoro comer a mulher dos outros.
- Não tenho mais dono, mas posso ser sua putinha.
- Voce quer?
- Já sou.... vou gozarrrrr....me fode cachorro, me fode com força....

Por baixo de Bia comecei a estocar e ela gemia cada vez mais alto, o pau entrava e saia totalmente melado de dntro da sua boceta apertada, pedi pra ela ficar de quatro e ela se virou, me olhou por cima dos ombros e se abriu como uma cachorra no cio.

- Vem, come a sua cachorrinha come!!

Me coloquei atrás dela e entrei de uma vez só, Bia gemeu, abaixou o corpo e mordeu o sofá enquanto eu metia ada vez mais forte. O som ecoando na sala era sinal que a nossa sincronia era perfeita e Bia gozou de novo quando eu meti um dedo no seu rabinho.

- Senta!

Ordenou ela com cara de safada. Me sentei no sofá e quando Bia se levantou desceu de dentro da sua boceta um fo denso de gozo, era dela, eu ainda não tinha gozado. Ela passou o dedo na boceta, melou ele e me ofereceu para que eu chupasse o seu dedo. Meti os dois na boca e senti o gosto daquele mel que insistia em escorrer entre suas pernas.

Meu pau ainda latejava quando Bia se virou de costas e sentou nele, desta vez deixando ele entrar por inteiro no seu rabinho. Com as pernas no sofá ela começou a subir e descer incansavelmente, pegou a minha mão e levou em direção a sua boceta para que eu massageasse seu grelo.

O calor foi aumentando, nem lembrávamos mais da chuva e dos trovões, Bia respirava intensamente e gozamos juntos numa explosão de prazer que é difícil de esquecer.

Seu corpo arriou por cima de mim e meu pau se alojou por inteiro dentro do seu cuzinho. Ficamos ali recuperando e energia e nos acariciando até que o telefone dela tocou. Era Amanda, a amiga que dividia o aparamento com ela dizendo que iria dormi na casa do namorado.

- Passa a noite comigo? Tenho medo de chuva, relâmpagos e trovões.

Durante a noite eu e Bia trepamos onde foi possível. Na cozinha, na sala, na cama dela, na cama da Amanda e no chuveiro, depois apagamos e acordamos por volta das 11h. antes de sair ainda ganhei um delicioso boquete de presente com direito a leitinho na boca e tudo mais.






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