"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ontem no Shopping


autor: publicitario45
publicado em: 13/08/15
categoria: hetero
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Ontem eu fui ao Shop. Praia da Costa reclamar da demora na entrega de um fogão e uma geladeira que eu tinha comprado na loja que tem um dono famoso que adora aparecer na TV falando que cobre qualquer oferta. Fui uma vez e a gerente me atendeu e não resolveu muita coisa pois o sistema estava lento. Enquanto ela tentava me ajudar a resolver o problema, chamou uma vendedora para ver se com a senha dela a gente conseguiria ser mais rápidos no processo mas nada adiantou. O nome da vendedora é Barbara e apesar do uniforme se mostrava ser uma mulher bonita, corpo bem feito, olhos puxados, boca grande, cabelos até a cintura e mais ou menos uns 30 anos.

Bem, como nada se resolvia, fui embora para casa meio aborrecido e com a promessa de ter meu problema solucionado no dia seguinte, o que também não ocorreu.
Na quarta tentativa, fui acompanhado de um advogado e ele orientou a mim e a gerente de como proceder para evitar uma ação judicial. Enquanto eu conversava com a gerente, Barbara ficava me encarando de longe ai entra mais uma pessoa na história, o sub gerente que conseguiu através do sistema me ajudar, mas na hora de imprimir o documento o sistema ficou lento de novo e eu fiquei ali cerca de meia hora esperando a minha cópia.

Enquanto isso, resolvi andar pela loja, na sessão de eletrônicos e foi quando parei em frente a uma TV de LED enorme. Fiquei olhando e do meu lado parou um casal. Ela, cerca de 38 anos, morena, cabelos cacheados, salto15 e com cara de puta. Aliás, cara só não, ela se vestia como tal. Um vestido azul exageradamente decotado nas costas e uma sandália dourada. Achei aquilo meio exagerado para a ocasião mas não pude deixar de reparar como ela era gostosa.

Então, o marido dela começou a puxar conversa sobre TV, home entre outras coisas. Quando a esposa chegou, ele me apresentou, apenas apertamos as mãos e o cara começou a contar que eles eram paulistas e estavam montando um apartamento na P. da Costa e que não conheciam quase nada aqui. A nossa conversa foi interrompida quando o vice gerente veio me dizer que eu teria que voltar à noite para pegar a cópia do documento. Me despedi do casal, passei numa cafeteria e logo em seguida fui para o estacionamento.

Quando chego no subsolo, no canto mais afastado do shopping, percebo uma movimentação estranha no carro que estava estacionado próximo do meu. Como sou pouco curioso, resolvi simular uma ligação e fiquei ali como se estivesse conversando no celular. Foi ai que a porta se abriu e saiu Tânia, a esposa do cara que conversou comigo dentro da loja. Ela me olhou meio que descabelada e ofegante, me cumprimentou e chamou Oscar, o marido.

Eu: olá, que coincidência? Estão precisando de ajuda ai?
Ela riu e olhou para cara do marido. Oscar disse que sim, que precisavam da minha ajuda e pediu que eu entrasse na BMW deles. Achei estranho mas esta sensação passou rápido quando senti cheiro de sexo dentro do carro. Ela começou a rir e disse pro marido que queria dar pra mim ali, dentro do estacionamento, dentro do carro.

Imediatamente o senhor bem apessoado sacou do porta luvas um monte de preservativos e entregou para esposa. Ela se jogou para o banco de trás e começou a me beijar. Foi rápido. Apenas poucos beijos, um boquete sensacional, ela encapou minha pica, levantou o vestido azul e trepou.

Ficamos ali no banco de trás até gozarmos juntos. Depois, peguei meu cartão, passei para Oscar e combinamos e agendar um novo encontro, com mais calma e requintes de crueldade para ambas as partes. Porém, antes de sair do carro, Tânia me deu mais um sedento beijo de despedida. Sai do carro deles, entrei no meu e fui embora ainda sob o efeito daquela loucura toda.

A noite retornei ao shopping para buscar meu documento na loja. Cheguei lá por volta das 21h30, sendo que a loja fecha s 22h. entrei, o sub gerente não estava e quem veio me receber foi Barbara. Ela abriu um sorriso safado quando me viu e me entregou os documentos. Daí, resolvi engatar uma conversa:

Eu: e ai, vendeu aquela TV gigante pro casal?
Ela: sim, e ele pagou à vista?
Eu: você me deve a metade da comissão, eu que elogiei a TV pois tenho uma dessa.
Ela: ah é, e você só aceita dinheiro?
Eu: não. Vamos fazer assim, te espero no estacionamento, ai a gente combina como você vai me pagar. Depois te dou uma carona até em casa.
Ela: ta louco? Meu marido me mata e depois mata você. Ele é ciumento.
Eu: ok. Te deixo no terminal rodoviário. Ok?

Antes que ela respondesse, sai e disse que em parte do estacionamento eu estaria esperando por ela.

Desci, entrei no carro, liguei o som, o ar condicionado e fiquei quase 25 minutos esperando pela Barbara. Quando eu achava que ela ia me dar o bolo, ouvi som de salto alto caminhando pelo cimento. Olhei pelo retrovisor e vi que o uniforme diminuía e muito a beleza do corpo dela. De vestido dava para ver um par de pernas grossas, seios generosos, cabelos longos e uma bunda linda. Barbara abriu a porta do carro e sem falar nada já me lascou um beijo molhado na boca. Minhas mãos já começaram a percorrer seu corpo, entrou entre suas pernas e para minha surpresa estava sem calcinha. Ela apenas disse que teríamos que ser rápidos, pois ela tinha horário para chegar em casa. Cai de boca naqueles seios fartos e mordi cada um dos mamilos com vontade. Barbara soltou gemidos e me arranhou levemente o pescoço. Arredei o banco do carro pra tras, abri o zíper da minha bermuda e ela caiu de boca no meu cacete. Chupou com volúpia, babou a minha rola enquanto meus dedinhos passeavam pelo seu grelo. Antes que eu gozasse, Barbara se levantou, colocou a calcinha de lado e sentou no meu colo. O pau entro fácil, ela jogou aquela cabeleira pra trás e começou a rebolar na minha pica. Enfiei um dos meus dedos no seu cuzinho e ela gozou me deixando ainda mais melado. Mudamos de posição e ela ficou de quatro. Pediu para ser fodida como puta e eu meti naquele cuzinho sem dó.

Sem camisinha, dei algumas estocadas até ela gozar pela segunda vez, em seguida gozei dentro do seu cuzinho deixando ele cheio de porra quente e densa.

Nos recompomos e fui leva-la ao terminal de Itaparica. No caminho Barbara ainda deu umas chupadas na minha pica, já que o carro tem vidro com insulfim G5. Contei para ela a minha aventura com o casal na parte da tarde e ela ficou excitada. Disse-me que sempre quis trepar na frente de outras pessoas mas o marido não aceitaria nunca.
Me despedi dela prometendo uma festinha surpresa.





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