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Marcelo & Sonia 18 - Comida Pelo Sindico


autor: MarceloDias
publicado em: 18/02/17
categoria: traição
leituras: 8004
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Marcelo & Sonia 18 - Comida Pelo Sindico

Este texto foi excluído por engano e esta sendo publicado novamente para quem acompanha a sequência de nossas estórias..

Continuação.

Alberto passou a noite conosco e Sonia levou ferro, à noite toda. Alberto não deu descanso. Passava das quatro da manhã, quando fomos dormir. No domingo íamos voltar à tarde, acordamos cansados, às dez horas da manhã. Fomos ao restaurante, tomamos café e encontramos Eduardo e Carina na piscina. Ela e Sonia ficaram conversando. Carina falou que Alberto tinha acabado com ela, que estava com a boceta inchada e o cu todo arrombado. Sonia sorriu, é assim mesmo querida. Você esta diferente. Por que, Carina a olhou seria, o meu marido ficou cheio de ciúme, ficou falando que eu parecia uma piranha. Ai brigamos feio, a Vani conversou com ele e fez ele entender que ele deixou eu dar e depois ele me pediu desculpas.

Sonia sorriu, depois ele entende melhor tudo que aconteceu. Você gostou não gostou. Carina deu um sorriso, adorei se pudesse dava de novo mesmo toda aberta, disse rindo. Eles iam voltar depois do almoço, trocamos telefones e eles subiram. Ficamos até o meio da tarde na piscina, subimos para o quarto com Alberto. Sonia deu para ele antes de irmos embora. Voltamos para casa. Sonia tinha adorado o fim de semana.

Naquela semana depois que voltamos, ligamos para Alberto e ele foi a nossa casa. Sonia foi comida em casa. Alberto dormiu em nossa casa e Sonia deu para ele na nossa cama. Ele se apossou do corpo dela, comeu como quis, deixando ela louca. Alberto passou a frequentar nossa casa e se tornou o novo macho da minha esposa.

Tudo que aconteceu desde que Sonia se envolveu com Gerci foi mudando o comportamento da minha esposa e o meu. Sonia continuava sendo uma mulher discreta, só que tinha mudado, não era mais a mesma, aos poucos foi perdendo o controle sobre seus desejos. A mulher seria aos poucos foi dando lugar a uma mulher cheia de fogo, que não se satisfazia mais com um macho e nem resistia ao assedio de um pau grande e grosso. No começo toda mulher sente medo do que vão falar dela, aos poucos, vai perdendo o controle e vai se tornando puta sem perceber. Foi o que aconteceu com minha esposa.

No nosso prédio, o sindico era um senhor idoso, que era sindico desde que fomos morar lá. Ele adoeceu e teve que se afastar e foi eleito outro morador. Chamava-se Silvio, tinha 49 anos, divorciado, branco, 1,86 de altura, 89 kg, cabelos curtos, rosto largo, grandão. Minha esposa comentou comigo que ele ficava encarando ela e olhando para o corpão dela, puxando assunto e dando em cima dela. Ela me beijou e falou que achava ele gostoso e se sentia atraída por ele. Falei que ele morava no mesmo prédio e não era legal nos ariscarmos, Ela falou que sabia e não ia deixar acontecer nada. Fiquei calado, sabia que quando ela me contava sobre algum macho era porque estava doida para dar.

Sonia quando passava, sorria para ele e correspondia aos olhares dele. Ela me falava que quando parava para falar com ele, e estavam sozinhos, Silvio ficava elogiando ela, falando que minha esposa era linda, Sonia já olhava descaradamente para ele, dando confiança e deixando ele perceber que ela estava afim.

Meu prédio são dois apartamentos por andar, com dois elevadores, as lixeiras ficam na escada. Silvio costumava às vezes a vistoriar os andares descendo pela escada. Numa dessas vezes, era de manhã, Sonia estava sozinha em casa e foi levar o lixo na lixeira, quando saiu de casa, deu de cara com ele no corredor do nosso andar. Ela usava um vestido de alça justo e muito curto que deixava as coxas muito grossas nuas e mostrava o tamanho avantajado da bunda; estava descalça e sem nada por baixo. Silvio sorriu para ela, Sonia ficou olhando para ele e foi andando para a lixeira, ele veio atrás e entrou com ela no quartinho, Sonia jogou o lixo fora e sentiu a mão dele na sua cintura, você esta cada dia mais gostosa, se você não fosse casada, eu já tinha cantado você.

Sonia olhou para ele, sentiu Silvio encostar-se por trás e aquela coisa dura forçando a bunda dela, ela não resistiu e deixou, esfregando a bunda enorme nele, Silvio a abraçou por trás, ela sentia o pau duro na bunda por cima da roupa. Ele beijou o pescoço dela, ela se arrepiou toda, virou olhando pra ele, Silvio a encostou na parede e beijou ela na boca, ela correspondeu ao beijo. Eu sou casada e aqui no prédio você sabe como as pessoas são. Ela disse. Eu sei ser discreto, ninguém precisa saber de nada. Ele colocou a mão na bunda dela por cima do vestido, sentindo na mão o tamanho exagerado da bunda da minha esposa.

Sonia segurou o pau por cima da calça, o pau dele era grande e grosso, do jeito que ela gostava, ela ficou acariciando o pica grandona por cima da calça. Ele abriu a calça botando o pau para fora, Sonia olhou fascinada, Ela segurou com as duas mãos a pica, sentiu a mão dele subir o vestido, ele viu que ela estava sem calcinha e acariciou a boceta, Sonia estava encharcada e deixou a mão dele melada. Você tem um bocetão, ele disse. Tenho minha boceta é grande, tua pica também é enorme. Sonia falou masturbando o pau, Silvio a beijou na boca e colou ela na parede de costas pra ele, com o vestido na cintura e a bunda enorme toda nua, Sonia abriu as pernas e empinou a bunda, sentiu a pica grande e grossa roçando na boceta por trás, ele forçou e a boceta se abriu toda, ele foi metendo na boceta, Sonia gemeu descontrolada, quando a vara grossa entrou, ele foi botando, Sonia agüentou o pau todo, deu a boceta para ele na lixeira.

Ele a abraçava por trás metendo forte na boceta dela, o pau grosso entrava todo na boceta, se alguém chegasse ia ver minha esposa com o vestido na cintura dando a boceta para o sindico, ela agüentava a geba grossa dele toda na boceta, aai ai Silvio que pau gostoso, ela disse, gostou do meu pau, ele falou, gostei teu pau é grande. Aai. Ele beijava o pescoço dela, você gosta de pau grande. Ele falava metendo mais forte. Gosto, adoro pica grande. Aqui não Silvio, aqui é perigoso, alguém pode ver. Vamos lá em casa, eu to sozinha. Silvio sabia que Sonia tinha razão e tirou o pau, Sonia saiu da lixeira com o vestido na cintura, ele veio atrás, entraram em casa e Sonia fechou a porta.

Ele a agarrou, beijando ela na boca, Sonia correspondeu ao beijo dele, ele tirou o vestido, deixando Sonia nua. Sonia abriu a camisa dele, o peito dele era largo, ela beijou o peito dele. Silvio abriu a calça, Sonia foi descendo a calça dele, deixando ele só de cueca. Segurou sentindo o tamanho avantajado da pica na mão, ela abaixou a cueca, deixando ele nu, ficou de joelhos e segurou o pau, esfregando os lábios na cabeça inchada da pica, abocanhando o pau, chupando com vontade a vara dura e grossa dele, Silvio segurou a cabeça dela, fazendo Sonia engolir cada vez mais, ela abria a boca toda, deixando o pirocão invadir a boca, mamava segurando o saco, sentia o pau entrar e sair da boca, indo até a garganta, sua boca grande conseguia engolir a pica quase até o cabo, ela beijava o pau, chupava o sacão, engolindo as bolas, o pau saia todo babado da boca, a saliva escorria dos lábios grossos.

Silvio gemia alto forçando a cabeça dela, fazendo ela engolir o pau todo. Vagabunda, gosta de mamar uma rola grande, ele falava provocando, Sonia olhou pra ele, não me chama assim, pediu, ele sorriu, porque, você não é vagabunda, você sabe que é vagabunda, não sabe, o jeito dominante dele deixava Sonia completamente submissa, sou, Silvio, eu posso confiar em você, não posso, você não vai contar nada para ninguém. Ela falava mamando o pau. Pode confiar Sonia, ninguém vai saber que você é vagabunda. Posso chamar de vagabunda, ele provocava. Pode, Sonia falou com a voz chorosa. Silvio fez ela levantar e beijou os lábios grossos dela, Sonia segurava o pau grande e grosso dele, ela levou Silvio para o nosso quarto.

Silvio fez ela deitar na cama e montou nela, metendo o pau todo na boceta, ela se agarrou no corpo dele, toda aberta, empurrava a boceta pra frente querendo pau, enfia esse pau grosso todo na minha boceta, pediu. Silvio meteu forte, você gosta de pica na boceta, teu marido não da pau para você. Ele provocava, dá, ela falou. Não dá não, se desse você não ficava doida assim, levando ferro na boceta de outro homem. Ele provocou, ele me come, eu que gosto de pica grande como a tua, ela falou para ele, o pau dele é pequeno, Silvio ficava provocando, o teu que é exagerado demais, ela disse. Você gosta de rola exagerada né, gosta de dar esse bocetão para uma pica grandona. Ele falava metendo firme nela, gosto, eu sou gulosa, teu pau é grande e grosso do jeito que eu gosto. Ele a beijou metendo, você estava doida para dar a boceta para mim, ficava me olhando, dando confiança, doida pra levar pica nessa boceta. Ele encarrou ela, não ficava, ele insistiu, ficava, ele metia forte, alguém do prédio já comeu esse bocetão. Fala para mim. Ele provocava. Não ninguém comeu. Você que esta comendo. Sonia gozou com o ferro enterrado na boceta, Silvio continuou comendo a boceta dela, ela quase desfaleceu nos braços dele, continuou toda aberta, deixando ele comer a boceta.

Silvio fez ela levantar, ficaram em pé se beijando, o pau continuava duro, ele acariciava o rabão dela, você tem uma bunda, tua bunda é exagerada, eu sempre fui doido para fuder tua bunda, eu quero comer esse rabão, Sonia sentia o dedo dele acariciando o cu, seu cu se contraia todo, deixando ela doida, Sonia sentiu uma vontade louca de dar a bunda, ela segurou o pauzão dele, Silvio apertava as nádegas grandonas dela, ela se soltou dele e pegou um tudo de lubrificante na mesinha e deu para ele, bota na minha bunda, pediu.

Silvio sorriu, passou no pau, espalhando, encharcando a pica, Sonia subiu na cama e ficou de quatro, com o bundão virado para ele, Silvio subiu na cama de joelhos e abriu as nádegas enormes dela, encostando o pau no anel rosado dela, Sonia sentiu as mãos dele, segurando nos ombros dela e o pau grande e grosso forçar o cu, ela gemeu quando a pica entrou aaaiiii Silvio arromba meu rabão, me arrebenta toda, eu quero tomar no cu, não tem pena, mete tudo, mete… me castiga. Aaiii fode que eu gosto. Ela pediu. Silvio foi empurrando o corpo todo para frente, o cu foi se abrindo, recebendo a vara grande e grossa, aaaiii, puta que pariu você ta botando tudo no meu cu, aai caralho que pau grosso, esta me deixando arrombada! Silvio metia com brutalidade, cravando o pau grosso todo no rabo enorme da minha esposa, Sonia chorava tomando no cu, pedia para ele botar tudo, ele metia forte provocando, cavalona, gosta de dar esse rabão enorme, gosta de levar pica nesse cuzão, eu estava doido para comer esse teu rabo enorme, ele botava sem pena no bundão dela, comendo com força, o jeito vulgar que ele falava com ela, deixava Sonia ainda mais doida, ela rebolava, chorando baixinho.

Silvio deixou o cuzinho dela arrombado, Sonia gozou tomando no cu, ele continuou metendo, ela caiu de bruços na cama com Silvio em cima dela com a pica grossa cravada até o cabo na bunda, ele metia firme nela, Sonia empurrava a bunda para cima, querendo tudo no cu. Ele metia arrombando sem pena o cu gostoso da minha esposa. Sonia gozou de novo, Silvio não agüentou e encheu o rabão dela de leite grosso.

Ficaram deitados na cama, se beijando, Sonia acariciava a pica amolecida, antes de ir embora, Silvio meteu de novo na boceta dela, Sonia gozou de novo com a pica grossa toda na boceta, ele metia de um jeito bruto, deixando a boceta arrombada. Sonia o levou até a porta e o beijou toda apaixonada. Você agora é minha Piranha, ele disse. Sou ela disse, beijando o rosto dele. Eu volto, Silvio disse. Eu sei, ela disse. Sonia voltou para cama, sentia seu corpão satisfeito.





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