"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Aluna de SDM


autor: adriano.master
publicado em: 16/08/15
categoria: bdsm
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Chamo-me Regina, sempre fui extrovertida, alegre e com muitos amigos, além de ser bem gostosinha. Morena, 1,68m, seios pequenos mais firmes, e uma bundinha durinha e redondinha que enlouquecia a todos. Já estava no ultimo ano da faculdade e precisava de uma orientadora para minha monografia. Indicaram-me a D. Emile.

Emile era uma mulher de 39 anos extremamente bem cuidada e que aparentava ter menos idade ainda. Ela era uma mulher de 1.75 m. Morena, pernas grossas, bunda grande, cintura fininha, seios grandes que realçavam ainda mais sua beleza. Ela é muito elegante, sempre bem vestida, usava sempre vestidos longos, salto alto, sempre bem maquiada. Era ela era coordenadora de curso em minha faculdade e Doutora na área da minha tese.

Fui ao seu encontro em sua sala, era uma sala ampla, com muitos livros e imagens de santos. Nossa conversa foi cordial, mas senti que D. Emile, assim que ela gostava de ser chamada, não tinha interesse em me orientar. Fique decepcionada. Precisa muito da ajuda dela, pois, se não, não concluiria meu curso. Disse que estava disposta a trabalhar muito e fazer o que ela mandasse para concluir com sucesso minha monografia.

Ela sorriu e disse:

-Você vai fazer o que eu mandar?
-Sim, respondi. (Não sabia as conseqüências que isso ia trazer).

Ela então disse que ia pensar no meu caso. Marcou uma reunião no sábado pela manhã, às nove horas. No sábado pela manhã, tomei banho, vesti uma camiseta branca, calça jeans e tênis. Cheguei na faculdade um faltando poucos minutos para as oito da manhã. Como reconheci o carro de D. Emile no estacionamento fui a sua sala.

Chegando lá notei que a porta não estava trancada. Entrei, ouvi sons vindos da sala contigua. Curiosa, abri um pouco a porta. Lá dentro D. Emile estava totalmente nua de pé com uma pica de plástico enorme amarrado na cintura e em um sofá deitada de bruços com as pernas as arreganhadas, uma aluna que eu não conhecia, ela tinha um bundão, era um pouco gordinha. Ela estava com aquele bundão pra cima. D. Emile segurava uma chinelinha de couro e dava palmadas forte na bunda da menina.

Enquanto ela batia na bunda, ficava dizendo: ta gostando puta? Safada, vadia. Quer este pauzão na sua buceta? A menina respondia: quero sim, quero esse pau gostoso na mina buceta. Pede com vontade puta! A menina toda tarada sussurrava: me fode gostoso meu macho. D. Emile, deu um chinelada mais forte. A garota gritou alto: Ai. D. Emile, disse: macho? Aqui não tem nenhum macho. Aqui tem é uma fêmea gostosa que vai te comer. Agora pede putinha, pede com vontade!!! A garota respondeu: me come com vontade... minha fêmea gostosa... mete esse seu pauzão na minha buceta... mete com força... faz tua menininha gozar gostoso... não agüento esperar... mete por favor, por favor.

D. Emile deu mais umas chineladas com bastante força na bunda da garota ela urrava e pedia mais. D. Emile também excitada dizia: pede mais, com vontade puta... você sabe como eu gosto. Faz como uma vadia deve fazer implorar!!! A garota arrebitou bastante a bunda, mostrando a bucetinha molhada, ela estava pingando de tesão. Ela disse: vem, comer a tua menininha, ela ta melada, doida pra da a bucetinha, vem me comer, me comer do jeito que só você sabe.

D. Emile se posicionou por trás da menina e começou a colocar o consolo na buceta. A garota rebolava cada vez mais, parecia que ia enlouquecer. Ficava dizendo : mete... mete esse pintão gostoso... arromba a minha buceta... mete sem dó... com vontade... me faz gozar gostoso. Nunca tinha visto alguém tão excita. Parecia que tinha múltiplos orgasmos.

D. Emile excitada falava palavrões: rebola puta... rebola gostoso... eu sei o quanto tu gosta de levar minha vara na buceta... geme gostoso... puta! A garota rebola cada vez e mais e gemia cada vez mais alto. D. Emile retirou pau da buceta da garota e disse pra ela se virar e chupar o pau com gosto. A garota se virou e enfiou o pau na boca com muita vontade. D. Emile colocou as duas mãos na cabeça da garota e começou a socar o baú na boca da garota. Também ficava dizendo... chupa puta... sente o gosto da tua buceta neste pauzão... engole até o talo... chupa... chupa com vontade... a garota chupou o pau de Emile por alguns minutos... depois ela a mandou ela se deita no sofá novamente de bruços... D. Emile se encaixou entre as penas da garota e enfiou aquele consolo enorme. A garota gemeu... humm... mete... mete gostoso... me faz gozar gostoso... arregaça essa bucetinha... mete na tua putinha... D. Emile ficava dizendo que ia meter gostoso... vou foder essa buceta gostosa... A garota rebolava... rebolava... gemia... dizia palavrões... vou gozar... ela começou a dizer... vou gozar nessa pica gostosa...

Depois de um longo suspiro e de estremecer toda a garota gozou. Fiquei paralisada de tanto tesão. Quando de repente D. Emile se virou em direção a porta e me viu parada ali.

Tomei um tremendo susto, corri, estava com tanto medo que bati em uma estante onde estavam diversas esculturas, as derrubei e cai. D. Emile veio correndo atrás de mim, quando viu as esculturas no chão ficou irada. Gritou: sua puta, o que você ta fazendo aqui? Tava me espiando? Eu não sabia o que dizer: não... a porta tava aberta... foi sem querer...eu... eu... não fiz por mal. D. Emile notou que uma das esculturas tinha quebrado. Me puxou pelos cabelos... sua puta, além de tudo quebra minha estatua predileta... eu a trouxe da Itália... sua puta. E agora o que você vai fazer? Com medo disse: Eu pago... eu pago...

D. Emile furiosa falou: vai pagar sim putinha, mas não vai ser com dinheiro não! Segurando-me pelos cabelos, me levou pra dentro da sala onde a garota ainda estava. Me jogou no sofá ao lado da garota e disse: muito bem sua puta... pede um favor, quando na verdade só queria era espiar. Muito bem. Agora você vai ter o que merece... odeio jeito curiosa... que se mete onde não deve. Tentei retrucar... dizer que não foi por mal.

D. Emile me mandou calar a boca e disse: bem putinha, agora você ta aqui, e se pensa que vai usar o que viu contra mim, esta muito enganada. Você vai é apanhar... e se reclamar apanha mais. Vai tirando a roupa logo. Fiquei muda e paralisada. Quando D. Emile se aproximou e me deu um tapa na cara. Vamos putinha, faz o que eu estou mandando. Não me mechi. Levei um outro tapa. Amedrontada, comecei a tirar a roupa.

D. Emile mandou ficar apenas de calcinha. Tirei a roupa, ficando de pé, cobri os meus seios com as mãos. Se dirigindo a garota ao meu lado, D. Emile falou: olha Carla, a putinha intrometida é até gostosinha. Vou adorar comer a bucetinha dela.

Você não pode fazer isso com ela, não sem a permissão da D. Ana, a garota falou. Fiquei sem entender nada. D. Emile disse: a Ana não esta aqui, ela não estando, quem manda sou eu! A garota se calou.

D. Emile falou: se vira putinha... Quero ver essa teu rabinho. Me virei como ordenado. D. Emile começou a passar as mãos pelas minhas costas, chegando até minha bunda. Começou a apertar e a beliscar. Doeu um pouco e gemi. D. Emile falou: doeu putinha? Isso é só começo... D. Emile colocou minha calcinha pro lado e enfiou um dedo em minha vagina. D. Emile disse: você ainda ta melada... gostou de ver, não foi sua puta.

Gostou de ver eu comendo a Carla... agora vai ser você... mas primeiro vai apanhar... sem reclamar... vai ficar caladinha e pedir por mais. Carla pega minha câmera na gaveta da minha mesa. Vamos fotografar essa puta apanhando. Gritei: não, por favor, não faz isso. D. Emile deu uma palmada com força na minha bunda. Calada putinha... escutei.. calada... vai ser fotografada sim... vai apanhar... sim... vai fazer o que eu mandar...

Carla me traz a chinelinha de couro. A garota obedeceu... D. Emile mandou-me apoiar no sofá e arrebitar a bunda. Fiz como ordenado. D. Emile chegou por trás de mim e começou a dar chineladas em minha bunda... De um lado depois do outro. Doía bastante,ficava gemendo... D. Emile parecia gostar e ficava dizendo: ta gostoso puta? Ta gostando de apanhar? Fiquei calada, muda, não respondi. D.

Emile continuou me batendo... cada vez com mais força. Ela riu e disse: olha Carla como a bunda dela fica vermelha. A putinha ta gostando... então putinha... apanhar é tão gostoso quanto olhar? Sua puta curiosa... responde! Tá gostando de apanha? Ou prefere olhar? Respondi: Eu gosto de olhar. D. Emile: riu e disse: ah putinha, não se preocupe... você vai aprender a gostar de apanhar... e se não aprender... tanto faz... vai apanhar do mesmo jeito.

Ela continuou me dando chineladas por alguns minutos e depois parou. Durante todo esse tempo Carla tirava fotos minhas, nunca me senti tão exposta e humilhada D. Emile disse: cansei de bater em você com a chinela... Vamos mudar um pouco putinha... vamos experimentar outra coisa. Ela ordenou: Carla se senta no sofá... A putinha xereta vai chupar a tua buceta. Se ela não fizer direito pode dar uns tapas nela, até ela aprender.

Carla pareceu satisfeita e sentou na minha frente no sofá. D. Emile foi à outra sala e quando voltou tinha um cinto fino de couro nas mãos. Ela disse: Agora sim... Vamos começar a nos divertir.

Me apavorei... pedi por favor... foi sem querer... não vou contar pra ninguém o que houve aqui. Por favor deixar eu ir embora. D. Emile com raiva disse: Cala a boca putinha... você não vai pra lugar nenhum... vai ficar e vai fazer o que a gente mandar. Se desobedecer nós temos as suas fotos... vai fica... vai ficar quietinha e obediente. Vai levar umas cintadas e vai chupar gostoso a Carla. Ela adora uma língua de uma putinha como você na buceta dela. Comecei a tentar me levantar. D. Emile reagiu rápido e me deu uma cintada com força. Gritei... ai... logo vieram outras...comecei a gemer alto.

D. Emile parou e disse para Carla: Carla ensina essa puta a ser obediente como você. A garota levantou o meu rosto e disse: quanto mais cedo você obedecer, melhor vai ser pra você. Você vai obedecer a D. Emile? Calada fiquei. Paft, levei um tapa forte da garota. Responde!... paft... outro tapa... responde! Paft... responde!....paft... Estava ficando louca... não agüentei mais e finalmente disse: “SIM”. D. Emile perguntou: Sim o que? Respondi: Sim, vou obedecer!

D. Emile falou: muito bem putinha. Assim que eu gosto, obediente. Carla colocou as mãos em meu rosto e se aproximou me beijando profundamente. Aquilo foi maravilhoso... um gesto de carinho... no meio de tanta dor. Ela pergunto: você vai me chupar gostoso? Respondi: sim, vou. Agora eu queria retribuir o único gesto de carinho que havia recebido. Ela disse: bom, assim vai ser melhor. Mas, se eu não gostar... vai apanhar na cara. Entendeu. Sim. Respondi.

Carla abriu as pernas e colocou minha cabeça entre elas. Busquei sua buceta com minha língua inexperiente. Enquanto fazia isso D. Emile começou a me chicotear com o cinto. Era muito estranho. Apanhando na bunda e com a língua na buceta da Carla. Comecei a ouvir os gemidos da Carla: assim... faz assim... chupa meu grelinho... sua puta... chupa meu grelinho... ela gritou ai... sua puta... ta me machucando... puxou minha cabeça pelos cabelos e me deu um tapa forte.

Sua putinha desastrada... me machucou... não sabe nem chupar uma buceta direito? Paft, outro tapa. Chupa com delicadeza... não pressiona muito forte. Ela recolocou minha cabeça entre as pernas...

tentei fazer o que ela pedia. Minha língua percorria toda a sua buceta. Era a primeira vez que chupava uma buceta. O gosto era estranho, mas não ruim. D. Emile deu uns tapas fortes em minha bunda, afastou minha calcinha e enfiou dois dedos dentro dela.

D. Emile: Carla a putinha esta toda melada... ela gosta de apanhar... ela tem uma bucetinha apertadinha... hum... gostosa... Enquanto enfiava os dedos em minha buceta ela recomeçou a me dar palmadas. Aquilo estava me deixando louca. A Carla começou a gemer como uma louca: chupa... mais... mais... to gozando... to gozando... chupa. Ela pegou minha cabeça e a ficou direcionando pra cima e pra baixo na sua buceta.

Minha língua chegava a doer, mas não queria parar, chupava e engolia todo suco que saia daquela buceta gostosa. Depois de alguns instantes a Carla estremeceu e gozou na minha cara. Ela tentou afastar o meu rosto da sua buceta, mas eu queria mais.

D. Emile disse: gozou gostoso Carla? Essa puta chupou direitinho? Carla respondeu: chupou sim. Ela é uma cadelinha que chupa muito gostoso. Eu estava louca de excitação. Agora eu faria o que elas quisessem. D. Emile me virou e colocou minha cara de frente pro consolo que ela usava e disse: então a putinha sabe chupar... também com essa carinha de puta não engana ninguém.

Paft... levei um tapa de D. Emile falou: agora você vai chupar meu caralho e vai chupar com gosto e enfiou a pica de plástico com força na minha boca. Ela bombava aquele cacete enorme em minha boca... tirava e colocava com força. D. Emile dizia: enfia todo na boca puta... lambe com gosto... deixe este cacete bem molhadinho... por que daqui a pouco vou te arrombar com ele...chupa... lambe...chupa...

Ela retirou o pau da minha boca e perguntou: He ai cachorrinha que este pauzão na buceta? Respondi: sim, quero. D. Emile: então pede cachorra... pede com gosto. Respondi: enfia este pauzão na minha buceta por favor...

D. Emile me mandou ficar de quatro. Obedeci. Ela chegou por trás e enfiou aquele cacete gostoso na minha buceta encharcada. Ela enfiava com força e eu urrava de prazer: mete gostoso... enfia este cacete gostoso... enfia... me faz gozar gostoso... me arromba... estava ficando tarada.

D. Emile segurava minhas costas com força e enfiava o cacete com vontade. Eu rebolava com força minha buceta contra aquele cacete maravilhoso, queria mais e mais... logo estava gozando. Estremeci e gozei. Fiquei toda mole.

D. Emile continuou enfiando o cacete em minha buceta durante algum tempo. Ela me deixou quieta por alguns instantes. Retirou o consolo, sentou-se no sofá. Chamou a Carla para ficar ao seu lado. Depois de alguns momentos me chamou: vem cá putinha... vem pra cá... apontou um lugar em frente ao sofá. Obedeci, não tinha forças para dizer não.

Fiquei olhando para aquelas duas mulheres que tanto me deram prazer e dor. D. Emile então falou: gostou putinha? Gostou de apanhar nessa bunda? Senti minha bunda formigar... ia ter dificuldades pra dormir com aquela dor. D. Emile: ficou com tesão putinha? Responde ou vai apanhar mais. Respondi: Sim, fiquei com tesão. D. Emile: gostou de dar a buceta e chupar buceta? Ela sorriu e olhou para Carla. Respondi: sim, gostei.

D. Emile pareceu satisfeita e disse: agora putinha você vai ficar calada, não vai contar pra ninguém o que houve aqui. Se contar, é bom lembrar-se das fotos que nos tiramos de você. Agora quanto ao que você me perguntou, sim, eu vou orientar sua tese. Você vai fazer tudo o que eu mandar, por que se não. Vamos voltar pra cá e você vai apanhar. Entendeu? Respondi: Sim. D. Emile agora vem cá... me aproximei... D. Emile aproximou seu rosto do meu, me tacou um beijo e segurou minha bunda com força... como ela ainda estava doida chicotadas com o cinto gemi.

Depois ela mandou a Carla ficar ao meu lado. Também a beijou na boca. Depois todas nos beijamos ao mesmo tempo. Depois deste dia toda semana ia pra sala da D. Emile mostra meu trabalho da semana na tese. Se não estava bom, sempre apanhava na bunda. Se estava bom podia chupar D. Emile até ela gozar. Foi assim que entrei no mundo SM.




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