"Os mais excitantes contos eróticos"

 

53 - Familia incestuosa


autor: bernardo
publicado em: 24/02/17
categoria: hetero
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Marco é casado com Sheila e tem uma filha adolescente que se chama Ana Paula. Eles se consideram uma família feliz devido a relação aberta que possuem; frequentam casas de swing, praia de nudismo, clubes eróticos, andam nus em casa e enfim gostam de experiências novas.

Ana sempre teve uma educação sexual muito clara. Até aos dez anos tomava banho com os pais, os quais sempre fizeram questão de educá-la para tudo que o mundo pudesse lhe apresentar, falando abertamente de todos os prazeres e perigos que isso representa, usando uma linguagem apropriada de acordo com as fases do seu crescimento. Em troca, Ana também sempre buscou orientação sexual desde sua primeira menstruação até sua primeira transa.

Em casa, quando estavam sozinhos, ficavam muito à vontade e era normal andarem com pouco roupa, ou as vezes sem roupa nenhuma. Frequentavam praias de nudismo e isso não era nenhum tabu.

Para os familiares e vizinhos eram uma família normal, nunca expunham o estilo de vida, principalmente para preservar Ana, e evitar críticas e preconceitos. É um universo que pouca gente compreende, por isso, eles a orientavam como agir e como se comportar.

Mesmo com toda liberdade sexual, eles tinham um código de conduta dentro da casa, e respeito era algo que deveria predominar, e mesmo vendo Ana como uma moça formada, Marco sempre manteve o respeito, o contato entre eles apesar de muito carinhoso, não era mais que amor de pai e filha.

Sheila era uma mulher cheia de fogo, nunca deixava o relacionamento deles morrer, sempre inventando alguma coisa, cuidava bem do seu corpo, assim como Marco. Isso era um pacto que tinham, e servia para não deixar a relação esfriar pois não queriam que acontece o que acontece com outros casais, que se descuidam e com isso um perde o apetite sexual em relação ao outro. Um dia Sheila e Marco conversavam na varanda, e Ana tomava sol na piscina e Sheila puxou o assunto.

-Nossa filha é linda não é?

-Puxou a mãe - disse Marco.

-Você deve sentir muito ciúmes dela, não tem?

-Eu sinto sim, todo pai sente.

-Olha o corpão que ela já tem, não te incomoda saber que um outro cara a possua.

-Eu fiz a Ana para o mundo, não para mim, o que eu podia fazer é educar, e já fiz – disse-lhe Marco.

-Você não tem nenhum desejo por ela querido? Desejo como mulher.

-Eu posso vê-la como mulher, mas vejo também como filha.

-Você seria capaz? - disse Sheila

-Sinceramente nunca pensei no assunto, mas isso não diz respeito só a mim, diz respeito a Ana também.

Enquanto conversavam, observavam Ana, realmente ela era um mulherão, uma morena que era a mãe escrita, lindos olhos, lindo corpo.

-Querido, se ela topar você topa?

-Não acho provável, nunca demos este tipo de abertura a ela.

-Tem coisas que ela não conversa com você meu doce - disse Sheila

-Tipo o quê?

-Coisas de mulher - falou Sheila

-Sei – Marco disse, fazendo uma expressão de quem não estava muito interessado.

E realmente, aquilo ainda não tinha passado pela sua cabeça, mas a partir daquela conversa, ele passou a observar mais o comportamento de Ana.

Sheila para deixa-lo mais atiçado, colocou a mão no seu pau e disse - ele não está totalmente morto querido, sua boca mente, mas ele não.

Ela foi até a cozinha pegar uma cerveja, e Ana se aproximou, pedindo para que pai passasse bronzeador nela. Ele já tinha feito isso muitas vezes, mas desta vez ele estava receoso.

-Na bunda também pai, quer que eu fique meio branca, meio bronzeada?

Ele estava com as duas mãos na bunda de Ana quando Sheila voltou.

-Eu também quero essa massagem na bunda - disse Sheila.

Ana riu, e Marco ficou sem jeito pela primeira vez em tempos.

- Claro querida, tira a roupa e vira a bundinha que eu faço – ele disse.

-Ai mãe, espera o papai acabar, senão eu vou ficar branquinha - Ana resmungou.

-Então tira o biquíni filha - disse Sheila.

Sheila estava armando para o marido, ela não acreditou quando ele disse que não tinha desejo por Ana. Restava saber se Ana estava de parceria com a mãe. Afinal, como ele disse, nada estava fora do normal, já viu sua filha nua muitas vezes nas praias de nudismo e sempre passou bronzeador nela. Rapidamente Ana baixou a parte debaixo do biquíni, sua bunda ficou a trinta centímetros da cara do pai.

-Termina aí pai - ele deu uma olhada para o lado tentando desviar o pensamento, mas teve que admitir, Ana tinha uma bundinha linda para não dizer perfeita. Depois de passar o bronzeador ela agradeceu ao pai e foi tomar sol e ele ficou sentado na varanda e Sheila se aproximou.

-E aí, já pensou?

-Você armou para mim né?

-De jeito nenhum, pelo que eu vi foi outra coisa que armou. Deixa que eu falo com ela.

-É? Sua cachorra, então você vai desarmar para mim - subiram para o quarto e ele comeu sua mulher como a muito não comia, realmente ela sabia como lhe pegar de jeito

Passaram-se alguns dias, e aquilo acabou saindo da sua cabeça. Certo dia, Ana disse que ia trazer uma amiga para tomar banho de piscina e lhe pediu para não andar sem roupa dentro de casa. Bia, a amiga, era uma loirinha linda da mesma idade de Ana.

O dia estava quente Marco e Sheila também resolveram tomar um banho, e ele podia ver o jeito que Bia olhava para a Sheila, com um certo ar de inveja, pois sua esposa dava um banho em qualquer adolescente.

Depois de alguns minutos, as garotas ficaram na piscina, e Marco saiu e foi tomar uma cerveja quando Bia se aproximou e disse:

-Sua mulher é muito linda, né?

-É mesmo.

Depois de alguns minutos conversando, Sheila e Ana se aproximaram e ficaram jogando alguma conversa fora quando, Bia falou:

-Ana me contou que vocês frequentam praia de nudismo.

Marco para a filha com cara de desaprovação e Bia percebendo a sua irritação falou:

-Não se preocupe, vou guardar segredo.

-Não é por isso – e olhando para a filha continuou - eu já falei com você Ana, que algumas pessoas não entendem, não quero que nossa família fique falada pela vizinhança.


Ana fez uma carinha de arrependimento, enquanto Sheila só observava e Bia pediu desculpas dizendo:

-Me desculpe senhor Marco, não queria arranjar problema, é que morro de curiosidade de ir para um lugar assim.

-Tudo bem querida, não é culpa sua – disse-lhe Sheila.

-Quando Bia falou eu achei que podia vir aqui para esconder minhas marquinhas.

-Acho que seu pai não ia gostar querida – Marco falou.

-Deixa de besteira querido - falou Sheila.

-Ana arrumou uma amiga que gosta das mesmas coisas, você mais que ninguém deveria entender – e olhando para a Bia, disse - Se você quiser pode ficar sem o biquíni, meu marido só está querendo preservar a família, mas eu sei que você é confiável e não vai contar a ninguém.

Bia soltou um sorriso e Ana também.

Ana então deu um grande abraço na mãe e outro no pai beijando-lhe as bochechas dizendo:

-Obrigado pai, você é um amor, te amo.

- Passa bronzeador na gente?

Marco olhou para Sheila e ela fez que sim com a cabeça. Ficaram as duas peladinhas de costas para ele. Primeiro, Marco passou o bronzeador em Ana, seu pau quis reagir, mas ele se segurou.
-Agora passa na Bia pai - disse Ana.

Bia era uma loira linda, com uma bundinha avantajada, sua marca de biquíni era recente, e mostrava o quão curto era seu biquíni, assim como Ana, não tinha um pelinho no corpo.

-Na bunda toda disse Ana, não vai deixar a pobre com a bunda queimada.

A medida que ele esfregava sua bunda, ela se abria, mostrando um cuzinho rosado e uma bucetinha bem cheinha. Ele foi obrigado a parar por ali. Sheila se aproximou dele e disse:

- Querido, deixa as meninas aí e vamos lá para cima? Eu dou minha bundinha para você e você imagina que está comendo a Bia, que acha?

Ele deu uma olhada para Bia e disse -Você vai se arrepender sua putinha.

-Duvido - disse Sheila com um sorriso no rosto.

Ele precisava mesmo descarregar. Na hora seguinte fez a mulher subir pelas paredes e quando voltaram as duas já estavam dentro de casa, ainda nuas assistindo um filme na sala.

-Obrigado senhor Marco por deixar eu usar a piscina - disse Bia.

- Está bem querida, venha sempre que desejar – ele disse.

-Eu adoraria poder ficar sem roupa na minha casa, no máximo posso fazer isso só no meu quarto, vocês tem uma família muito legal.

-Pai, a Bia pode dormir aqui hoje?

-Não sei filha, os pais dela não iam gostar, e você sabe que quem manda é sua mãe

-Por mim tudo bem - disse Sheila e completou - deixa que eu vou ligar para os seus pais Bia.

Bia estava à vontade peladinha, e em nenhum momento se importou que ele olhasse seus peitinhos e sua bucetinha. Sheila também não parecia se importar, parecia até que estava gostando de o ver naquela situação.

-Então querido, você não tira o olho de Bia né? Tudo bem, eu gosto dela - e saiu e voltou peladinha também.

-Então meninas, resolvi me juntar a vocês, esta muito calor hoje né?

-Você tem um corpo lindo Sheila - disse Bia

-Obrigado querida, mas eu queria ter a sua idade novamente, você sim é linda, aliás, você e Ana tem muito que aproveitar ainda.

-Olha só estes peitos durinhos – disse Sheila tocando-os com as mãos - como são lindos, e essas barriguinhas, sem falar da xaninha. Não acha querido?

-Desculpe, nem tinha prestado atenção – disse-lhe Marco tentando disfarçar.

-Posso mostrar para ele querida? - disse Sheila, abrindo as pernas de Bia.

-É linda mesmo - disse Marcos. Na verdade era maravilhosa, com lábios bem rosadinhos e carnudos, Sheila os abriu e Bia parecia não se importar em nada, parecia estar gostando.

Ele fingiu desinteresse, mas na verdade ele queria é olhar de perto, tocar e... enfiar seu cacete naquela bucetinha virgem.

-Por que você não tira a roupa também querido - disse Sheila - As meninas não vão se importar, não é queridas.

-Claro que não pai, pode tirar, a não ser por Bia.

-Eu não me importo - disse Bia.

Ele já estava de pau semiduro e antes que pudesse reagir, Sheila já foi tirando seu calção, fazendo com que seu pau desse um salto para fora, e Bia e Ana não puderam deixar de olhar e admirar.

-Esta quase duro querido - disse Sheila pegando nele.

-É bonito não é meninas. Olha só o tamanho. E pode ficar maior ainda, não é querido?

-É grande disse Bia - engolindo seco e de olhos arregalados.

-Eu nunca tinha visto duro pai. Ele é bonito - disse Ana.

-Querem ver mais de perto? - disse Sheila.

Bia ficou tímida, mas cedeu quando Sheila insistiu e quando chegou perto, o pau de Marcos ficou mais duro. Ele deixou Sheila comandar a brincadeira.

-Pode pegar Bia, sente como ele está duro - ela não fez cerimônia e pegou com muito delicadeza - nisso Ana também chegou mais perto para ver.

-Não quer dar um beijinho nele? - disse Sheila.

-Você não se importa? – ela disse.

-Claro que não, eu já tenho ele todo dia, as vezes nem dou conta.

Bia deu uma olhada para Ana que logo disse – vai miga, chupa meu paizinho, ele vai adorar.

A princípio Bia olhou desconfiada e disse:

-É que não levo jeito - disse.

-Tudo bem, vou te ensinar - disse Sheila segurando o pau do marido com uma mão e começou a fazer movimentos leves, para cima e para baixo, enquanto narrava para as meninas como deveria ser.

- Olhe aqui, se a cabeça estiver grande e vermelha vocês estão fazendo um bom trabalho - disse.

-O próximo passo é chupar, não tenham medo de pôr a boca, homem gosta de mulher que chupe com vontade, que mostre prazer, eles gostam quando você abocanha tudo. Você deve pôr o máximo que der dentro da boca e sugar, tirar e por, tirar e por. E enquanto repete você vai socando o pau com a mão, massageie o saco com a mão ou com a boca, assim – e ia chupando o marido mostrando para as meninas como fazer.

Bia olhava com atenção, mas Ana estava mais concentrada ainda, com a mão na bucetinha, era possível perceber que estava excitada e estava com água na boca.

-Tente agora querida - falou Sheila para a amiguinha da filha.

Bia olhou para Marco esperando aprovação e ele apenas segurou firme o seu pau apontando-o para ela que timidamente segurou-o com receio e curiosidade. Sua mão era pequena e quente. Se percebia que era a primeira vez que pegava em um pênis e demonstrava estar ansiosa. Sheila colocou a sua mão por sobre a dela e a ajudou nos primeiros movimentos, era uma flor delicada e olhava curiosa para ele.

-Começa dando um beijinho na cabeça- falou Sheila.

Bia aproximou a boca e deu um leve beijo na cabeça, e depois mais outro. Sheila tocou a nuca de Bia, ela sabia que era o sinal para colocar na boca. Sua boquinha se fechou na cabeça e aos poucos foi deslizando para dentro da boca, ela chupava só a cabeça, mas estava muito bom, sua boca era macia e Marco sentia sua língua envolver todo o seu pau com muita delicadeza. Enquanto isso Sheila tocava a bucetinha de Bia, que abria as pernas, sem parar de chupar o pau de Marco.

- Isso mesmo, querida, assim, está fazendo direitinho, meu amor - Sheila disse - Esta gostando?

- Aham. Bia balançou a cabeça positivamente sem tirar o pau da boca.
Marcos pode ver Ana com as pernas abertas se masturbando, sua buceta brilhava de tão molhada e de vez em quando ela incentivava a amiga a chupar, mas parecia que queria dizer, eu também quero. A mãe já tinha percebido isso, mas ela sabia quando a sua vez chegaria. E Marco sabia que quem mandava e desmandava era ela, e Ana também sabia, e não faria nada antes que ela permitisse.

Sheila perguntou para Ana se ela queria provar, Ana disse que sim, mas só se o pai quisesse. Marco estava cheio de tesão, e não ia dizer que não.

-Ele quer sim filha, vai lá, faz como a mamãe mostrou.

Ana se aproximou ficando de joelhos na frente do pai, mas Sheila fez com que ela ficasse de lado e virada de costas, de forma que sua bunda ficasse virada para ele, mesmo assim dava para ele ver bem sua bunda redondinha e um pouquinho da sua bucetinha. Deu até vontade de enfiar a mão por baixo, mas ele foi cauteloso.

Bia ainda chupava Marco e ofereceu a Ana, agora ele não tinha uma visão muito boa, mas sentiu que ela conseguiu por meu pau todo na boca. Chupou sozinha por alguns minutos e começou a dividir com Bia. Sheila saiu de onde estava e colocou a mão por baixo da barriga de Ana.

-Fica de quatro querida - ela disse, forçando Ana a ficar de quatro com a bunda virada para o rosto do marido, corrigiu a posição dela, apertando suas costas para baixo, de modo que sua bunda ficou bem levantada. Abriu a bunda dela com as duas mãos para que ele visse e cochichou no ouvido dele.

-Nossa filha não é uma gostosura? Não responde, seu pau já diz isso seu gato safado.

Sheila passou para o outro lado e cochichou qualquer coisa no ouvido de Bia. Imediatamente ela mudou de posição, também ficando de quatro com a bunda virada para ele. Era uma visão linda, que ele não queria esquecer nunca mais. Sheila voltou até o ouvido do marido e falou baixinho.

-Qual das duas você quer comer?

A sua direita estava sua filha Ana, morena linda de pele branquinha, com a bunda empinadinha como Sheila deixou, com suas pernas abertas mostravam uma buceta farta, que brilhava e quase escorrida de tesão, ao fundo, seus lindos peitinhos nem balançavam de tão durinhos. E a sua esquerda, estava Bia, loira, com uma pele branca como um anjo, sem manchas, suas pernas quase encostada umas nas outras, faziam um sanduíche da sua buceta, parecia que ia saltar a qualquer momento para a boca dele.

Olhando para baixo Marco via as duas romanticamente chupando seu pau, lambendo e dividindo cordialmente, as vezes uma de cada lado ao mesmo tempo. Ele olhou para Sheila e disse.

-As três querida. Quero comer as três.

-Você sempre foi guloso, e sempre sabe a resposta certa, seu safado.

Sheila passou por sobre ele engatinhando, esfregando sua linda bucetona na cara dele e indo de encontro as meninas.

-Estão gostando meninas? Vocês já tinham chupado um pau tão gostoso?

-É o meu primeiro - disse Bia – mas sempre tive vontade.

-Só tem uma coisa melhor - disse Sheila - uma língua dentro da gente. E vou mostrar, mas vocês só precisam fazer se quiserem, eu garanto que é bom.

Sheila que já estava de quatro sobre o marido, só se jogou um pouco mais para trás e encostou a buceta na boca dele, que a chupou com capricho, por agradecimento por aquele dia.

- Humm... está muito gostoso meninas – ela falava enquanto gemia, vocês não querem provar? Quer Bia?

Bia ainda estava de quatro, olhou para trás com um olhar de dúvida.

-Continua chupando querida, deixa que Ana vai primeiro, pode ser Ana?

Ana engatinhou de ré e Marcos foi vendo aquela bucetinha crescer perto dele. Quando ela passou sua perna por cima dele foi lindo, sua bucetinha se abriu toda, seu cuzinho também piscou, rosinha e limpíssimo. Ele esperou muito para tocar aquela bundinha. Segurou com as duas mãos e foi direcionando até o seu rosto, deu uma linguada de baixo para cima, atolando a língua no meio da sua buceta e terminando com a língua querendo entrar no seu cuzinho entre aberto. Ela soltou um gemido na hora, que até Sheila ficou com ciúmes, porque deu uma olhada repentina.

Sheila foi orientar Ana, enquanto Bia continuava chupando o pau de Marco.

- Não tenha vergonha Aninha, se tiver vontade de mexer e esfregar sua buceta na cara do papai, faça – então ela começou a mexer a bucetinha para cima e para baixo e ele ficou com a língua parada, deixando ela comandar a bagunça.

A esta altura ela gemia sem pudor, enquanto Bia continuava chupando concentradíssima o pau de Marco e as vezes olhava de canto de olho para ver o que acontecia, quando levou um susto e virou a cabeça para ver o que era. Sheila tinha dado uma boa linguada nela, logo voltou a chupar, mas agora com um pouco mais de fúria, e Ana se soltava mais.

- Ai paizinho, se eu soubesse que era tão bom já teria feito isso mais cedo - enquanto falava levou a mão e abriu a bunda, e seu cuzinho se abriu todo.

Foi feito para ser comido, Marco pensou consigo mesmo – e entendendo o recado meteu a língua nele e babou-o todinho. Ela então colocou um dedinho lá e deixou ele escorrer para dentro, quando ele saiu, Marco chupou com força e manteve-o na boca, colocando um dos seus dedos no lugar.

Ele sentiu seu cuzinho sugar seu dedo, e pressioná-lo dentro, enquanto Sheila fazia Bia se contorcer lambendo a sua xaninha lisinha. Devagar Sheila foi trazendo-a para perto dele. Marco segurou a perna dela e a puxou para cima dele, enquanto Ana saía. Era uma buceta carnuda, que a esposa dele já tinha deixado no ponto toda molhadinha. Ele abriu sua bunda e foi direto lamber seu cuzinho. Bia sentou na boca dele e apoiou suas mãos na perna dele. Cada chupada era uma contorcida. Com esforço ele alcançou seus peitinhos, o suficientemente grande para encher sua mão e tão durinhos como qualquer mulher gostariam que fossem os seus.

Sheila sentou no pau do marido, e mandou Ana sentar-se atrás da Bia. Agora ele tinha as duas bucetinhas sobre a cara dele. Bia acabou escorregando para a barriga e ele enfiou seu dedo no cuzinho de Ana, que subia e descia em cima dele, enquanto a sua outra mão tocava sua buceta, deixando um dedo cuidadosamente lá dentro. Nisso ouviu Sheila perguntar a Bia, se ela queria sentar no pau do marido. Ela estava receosa, e Marco entendeu que só poderia ser por um motivo, e Sheila também entendeu. O mesmo convite não foi feito a Ana, que certamente aceitaria. Ele mesmo não estava aguentando mais, precisava gozar, então se levantou e fui em direção a boca de Sheila, Ana e Bia ficaram olhando. Sheila colocou o pau do marido na boca, e ele trouxe a cabeça dela de encontro a sua barriga, e ela abocanhou tudo o que pode não ficando um centímetro para fora da sua boca, quando ele gozou, a porra escorreu pelos cantos da sua boca.

Desculpe meninas, disse Marco olhando para Ana e Bia, vocês são ótimas - e Sheila completou - é meninas, acho que por enquanto a diversão acabou, hora de dormir então.

Um tempo depois, quando ele voltava do banho, encontrou Ana no corredor e ela disse que ia assistir um pouco de Tv, e pediu para ele ir dar boa noite no quarto para ela e para Bia mais tarde. Ele entendeu o recado.

Já era por volta de duas da manhã, Marco estava ansioso, mesmo a esposa sendo tão liberal, algumas coisas ela não aceitaria, e as meninas não ficariam tão à vontade com ela junto. Por outro lado, ela iria ficar muito brava se o pegasse. Mas o tesão falou mais alto, sorrateiramente ele saiu do quarto do casal e foi até o quarto de Ana.

A porta estava encostada. Ana tinha uma cama de casal, e dormia com Bia a seu lado. Bia dormia coberta com um lençol, enquanto Ana estava descoberta, e dormia com uma camisola rosa, de bruços. Ele tirou a roupa e se aproximou da cama, subiu devagar e ficou de joelhos por sobre as pernas dela e foi erguendo a camisola como quem abre um presente, e quanto mais a camisola subia, mais ele se deliciava. Ana estava sem calcinha e ele parou por uns instantes para contemplá-la. Sua bunda parecia cada vez mais redondinha. Ele subiu com as mãos pelas suas pernas, uma de cada lado, até encontrarem sua bunda, abriu-a e meteu a língua como uma criança em um pote de iogurte. Ana acordou e virou a cabeça lentamente sorrindo aceitando os carinhos do pai.

-Pensei que não tinha entendido meu recado -ela disse.

-Não tenho muito tempo querida, não quero que sua mãe saiba. O que você quer?

-Quero sentir mais do que seu dedo paizinho - falou com voz angelical

-E você acha que aguenta querida?

-Sim, mas vai devagar.

Mas eu tenho que ser rápido querida, não tenho muito tempo.

Antes de terminar a frase, ele já estava com o pau no meio da bunda dela. Deu uma cuspida no cuzinho e enfiou um dedo para abrir caminho, depois dois e viu que ela aguentava bem. Marco adorou ver a carinha de apreensão dela. Quando colocou a cabeça do pau na entrada, sentiu que ela trancou a respiração para aguentar a dor, mas ele esperou, quando ela soltou o ar, ele começou a empurrar. Na primeira tentativa seu cuzinho deu uma mordidinha e ele tirou para fora, lambuzou a cabeça com cuspe e a ouviu dizer baixinho – mete paizinho, mete por favor. Quero sentir todo o prazer que a mamãe sente quando você a come gostoso.

Isso entrou pelos seus ouvidos e refletiu no seu pau, que foi deslizando suavemente, até entrar a metade, depois ficou paradinho só para sentir aquele cuzinho cuspir seu pau para fora, e apertar a cabeça no final, mas sempre que ele entrava, ela sugava ele para dentro e apertava.

Algumas mulheres passam a vida toda e não dão o cu para os seus maridos, a aquela ninfetinha já gostava de ser fudida no cuzinho desde nova. Ela seria uma ótima amante, estava no sangue. Não era preciso pedir, nem implorar. Era um cuzinho tão apertadinho, que ele já estava se segurando para não gozar, mas Ana começou a mexer a bundinha e a empinar, cada vez mais, fazendo-o tirar o pau algumas vezes para não gozar. Quando percebeu ela já estava de quatro pedindo com uma vozinha muito sensual:

-Pai, antes de você gozar, quero que faça igual fez com a mãe, goze na minha boca.

-Onde você aprendeu a ser safadinha assim?

-Estou aprendendo agora pai, eu sempre quis que você me comesse, mas eu tinha medo, falei com a mãe sobre isso e ela disse que ia me ajudar, e agora você está aqui- ele percebeu que Ana ficou um pouco vermelha ao falar, mas ela sempre foi assim direta.

Ele queria gozar no cuzinho dela, mas como ela lhe pediu outra coisa, foi obrigado a ceder. Ele se deitou nos pés da cama e deixou que ela o chupasse. Com tanto barulho e falação, ele pensou como Bia ainda dormia. Ergueu o lençol e a viu e encolhida ali, com uma calcinha branca talada na buceta, e com a mãozinha no meio das pernas, a calcinha estava úmida, e ele achou obvio que ela estava acordada, e Ana devia saber disso também.

Como estava nos pés da cama, sua cabeça estava quase encostando na bunda dela. Ele não pensou duas vezes antes de enfiar a mão no meio de suas pernas e ergueu quase sem resistência, se arrastou e enfiou a cabeça no meio para que não viesse a se fechar novamente, afastou a mãozinha dela da sua buceta e puxou a calcinha para o lado. Quando meteu a língua, sentiu suas pernas o apertarem, o que o fez chupar com mais vontade ainda. Ele sabia que aquela bucetinha provavelmente era virgem, e já que ela fingia que dormia, molhou o dedo na boca e alisou o seu cuzinho para ver a reação.

Ele se ajeitou melhor e meteu a língua no seu cu, quando fez isso quase ficou sem ar. Eita meninada para gostar de uma chupada no cú, pensou consigo mesmo. Voltou a chupar sua bucetinha, colocando-a toda na boca, e sugou de leve, enquanto sua língua trabalhava muito. Ela o apertava cada vez mais, com a mão em cima da cabeça dele empurrando contra sua buceta. Foi quando ele sentiu um jato de agua no seu rosto, e viu a cama toda molhada, enquanto Bia se contorcia de tesão por ter gozado e o apertava e gemia. Aquilo o deixou mais louco ainda, levantou-se e sentou sobre ela, e enfiou seu pau na boca dela.

-Você também quer Ana?

Ele tirou o pau da boca da Bia e enfiou na boca de Ana, o mais fundo que pode, até ela se engasgar. Quando ele saiu já saiu cuspindo porra, com um tiro certeiro na boca de Ana, que queria tanto e o restante na boca de Bia, que estava tão exausta que nem ligou.

Quando acabou de gozar, viu Sheila parada na porta do quarto. Não se sabe quanto tempo ela estava lá, mas aquela semana ela se superou na cama, as vezes permitia que ele comece Ana sozinho, mas ela disse que queria estar junto quando fosse para comer a bucetinha dela, além do plano que tinham para descabaçar Bia na praia de nudismo.

Mas essa fica para depois.

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