"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha cunhada se mudou pra nossa casa.


autor: Léo1000
publicado em: 04/03/17
categoria: hetero
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"História verídica"


Oi! Me chamo Léo. Sou moreno, bonito, 1,70, 70 kg e bem dotado. Quando eu viajava pro interior com minha esposa, minha cunhada que morava lá e era mais nova, tinha a mania de me acordar sentada em cima de mim, na posição de vaqueira, sempre que minha esposa já havia saído do quarto. Eu sempre acordo de pau duro. É inevitável! Minha esposa (Carol) tem os traços orientais, magra gostosa e é morena. Minha cunhada (Isabelle) a mesma coisa só que loira. Adoro magra gostosa! Certa vez assim que anoiteceu minha cunhada me pediu pra leva-la de moto na casa de uma amiga dela há uns dois quilômetros de distância pra dentro das plantações e minha esposa permitiu. Isabelle tinha acabado de tomar banho e estava com os cabelos molhados. Durante o percurso, onde só tinha canavial na direita e na esquerda e a única iluminação era o farol da moto, minha cunhada sentada na garupa segurando na minha cintura, escorregou as mãos e começou a disfarçadamente encostar no meu pau e ali ficou alisando durante toda a viagem. A amiga dela não estava em casa e nós voltamos com ela alisando meu pau até não poder mais. Minha esposa e eu retornamos pro Rio de Janeiro e meses depois minha cunhada ligou pedindo pra morar conosco pq tinha brigado com seus pais. Carol me consultou e então veio minha cunhada Isabelle pra nossa casa. Eu trabalhava a noite e minha esposa Carol de manhã. Eu chegava em casa por volta das duas horas da madrugada no máximo e sempre comia minha mulher. Desconfiei que minha cunhada estava observando nossa transa direto atrás da porta do quarto pois não trancávamos a porta. Durante a manhã minha cunhada fazia questão de andar com roupas provocantes, sentar de pernas abertas de frente pra mim e fazia mais questão de mostrar os seios sempre abaixando na minha frente sem sutiã. Seios pequenos, duros, bicudos e rosados. Então facilitei pra minha cunhada. Comecei a comer minha mulher na sala todos os dias e sabia que minha cunhada ficava olhando tudo do quarto com a luz apagada fingindo que estava dormindo. Dali pra frente eu só ficava em casa durante a manhã de short e sem cueca e minha rola ficava completamente envergada e balançando constantemente na frente da minha cunhada. Aquele clima ia me excitando cada vez mais. Certo dia, antes de comer minha esposa na madrugada, enquanto Carol estava no banho, fui até a porta do quarto onde minha Isabelle dormia e estava encostada, botei a rola pra fora e falei:

- Sei que vc me olha fudendo tua irmã todo santo dia! Segura aqui! Vou começar a realizar sua buceta brevemente! Rápido pq sua irmã tá tomando banho e daqui a pouco tu vai ficar só olhando como sempre!

O quarto estava com as luzes apagadas e a porta que estava encostada se abriu um pouco e só o braço da minha cunhada veio parar no meio do corredor começando a me punhetar. Durante a punhetada que minha cunhada fazia no meu kct, peguei a mão dela, abri, e comecei a bater com a rola pesada na palma da sua mão da Isabelle com força até o barulho do chuveiro, onde minha esposa estava se banhando, parar, sinalizando que o banho havia acabado. Nosso tempo naquele momento havia acabado. Botei meu braço pra dentro do quarto, peguei minha cunhada pelos cabelos de surpresa, trouxe ela pra fora do quarto, no corredor, e quase a levantei com a mão em todo o comprimento da sua xota alcançando seu cu com o dedo do meio e a beijando com a língua na sua garganta praticamente. Ali, Isabelle segurou tesão, grito, medo, vergonha, constrangimento, urro, vontade de ser minha vagabunda e tudo mais que ela não poderia liberar.

Prepara tua buceta pra amanhã! Fiz ela ajoelhar puxando-a pelos cabelos e mandei ela abrir o máximo a boca me olhando nos olhos e enfiei o pau quase todo na sua garganta, peguei o rosto dela com as duas mãos, fechei o maxilar da Isabelle e puxei a rola bem devagar.

- Aqui tá a tua prova! Agora entra e me olha arrombando tua irmã!

Fiz questão de comer o cu da minha esposa nesse dia. Aproveitei que minha cunhada sabia que no dia seguinte seria a vez dela e fodi Carol como se ela fosse a última puta da face da Terra. Queria que minha cunhada visse como ela seria tratada já que desejava minha rola há tempos.

Minha esposa saiu do banheiro.

- Tá me esperando de pau duro, safado?!

- Claro minha rainha!!! Vc sempre merece meu pau duro te desejando, latejando, te perseguindo e te socando!!! Minha puta vira-lata!

A primeira coisa que fiz foi pegá-la como um estuprador e grudar a língua no centro do seu ânus durante quase meia hora em diversas posições. Minha esposa se largava e se abria toda gemendo alto como se soubesse que sua irmã estava assistindo tudo e como se quisesse chamar a atenção da minha cunhada pro meu pau caso ela não soubesse que estávamos fudendo alí. Sentei o cu da minha esposa no meu pau e comi igual um rinoceronte, abrindo suas pernas de costas pra mim, virando sua buceta, pra frente do quarto onde sua irmã assistia tudo, enquanto eu não parava de esfregar sua vagina toda molhada. À medida que eu fodia o centro do cu da minha esposa eu a beijava compulsivamente na boca e chupava seus seios grandes, bicudos, com os mamilos marrom claro e maiores do que os seios de sua irmã. Ouvi minha cunhada dando um grito de gemido dentro do quarto e taquei um tapão na cara da minha esposa pra disfarçar e não dar qualquer oportunidade dela comentar: “será que minha irmã tá acordada”. Gozei dentro du cu da minha mulher que gozou sendo comida no cu. Tomamos um banho juntos e gozei novamente comendo a xereca da minha esposa fazendo questão de mostrar minha porra escorrendo da sua buceta deliciosa pra direção do esconderijo de minha cunhada.

No dia seguinte Carol me beijo antes de sair pro trabalho. Voltei a dormir e quando acordei, Isabelle estava sentada de vestido curto tomando café da manhã na mesa da sala. Fui pra cozinha preparar meu café e quando voltei, Isabelle estava com as pernas arreganhadas me mostrando pela primeira vez aquela bucetinha maravilhosa, perfeita e irresistível explicitamente. Tomamos nosso café da manhã. Fui pro quarto e chamei Isabelle. Quando minha cunhada entrou eu estava com a rola de fora.

- Senta de perna aberta na cama que eu como tua irmã! Você já me provoca há muito tempo Isabelle. Tá na hora de vc sentir o sabor da minha porra!

- Léo, por favor, se minha irmã souber ela vai me bater e me mandar de volta pra casa dos meus pais.

- Então vc não fala nada que eu também não conto.

Isabella sentou de pernas arreganhadas na cama e eu caí de boca naquela bucetinha dos sonhos.

- Não para de olhar sua buceta sendo chupada! – Disse.

Quanto mais eu chupava mais eu queria chupar. Nunca chupei tanto uma buceta na minha vida. A calcinha branca de Isabelle ainda estava em seu corpo e eu só tirava do centro da sua buceta rosada pra lamber compulsivamente. Como ela distribuía leite na minha boca.

- Aíí... Eu não sei o que eu tô sentindoo!! Léo, acho que tô gozandoo!! Aíí, Aaaíí!!

Isabelle se tremeu toda e parecia que queria cochilar. Comecei a bater com a piroca na cara da minha cunhada ao mesmo tempo que enfiava dentro da sua boquinha. Botei minha cunhada de quatro e parti pra cima de seu cu com a boca. Segurei suas pernas de quatro e a levantei com chupada no cu.

- Fode teu cunhado na cama da tua irmã, minha princesa pirainha!! Geme com boca no cu, agora! Rebola o cu pra mim sem medo e sem vergonha!

Quanto mais eu chupava o cu da minha cunhada mais ela rebolava o cu na minha boca.

- Tá na hora do meu pau ser feliz assim como minha língua está sendo.

Comecei a enfiar a rola na bucetinha da Isabelle na posição “papai e mamãe”. Na quinta socada ela já estava gemendo, chorando e me beijando ao mesmo tempo.

- Aíí... Eu tô sentindo de novoo!! Léo, eu tô gozando no teu pau!!! Tô sentindoo!!! – Afirmou Isabelle com poucas atochadas profundas carinhosamente na buceta e meus pentelhos sarrando seu clitóris!

- Léo, eu te amo! Eu sempre te amei! Faz amor comigo todo dia! Me come todo dia, por favor!

Segurei a esporrada até onde não pude mais. Esporrei dentro da bucetinha apertada e rosada de Isabelle ainda na posição “papai e mamãe”. A piroca não diminuiu e aproveitei a lubrificação da minha porra pra enfiar a cabeça do meu kct no cu da minha cunhada.

- Léo, quem dá o cu é puta! – Disse Isabelle.

- Daqui pra frente vc é minha puta-esposa-amante Isabelle.

- Me come melhor do que vc come minha irmã, por favor!

Comi minha cunhada como se um ogro comesse uma fada! Inacreditavelmente Isabelle aguentou me dar o cu de quatro chorando, gemendo e dizendo “eu te amo, eu te amo, meu cu é todo teu, minha buceta é toda tua, faz do meu corpo o que quiser, diz que me ama, diz que vai me amar, fala que sou melhor eu minha irmã!!!”. Como eu resistiria??? Gozei novamente dentro do ânus da Isabelle. Terminei de gozar e mantive a rola dentro abrindo a bunda da minha cunhada, dizendo que realizei meu sonho, que a amava, sempre a amaria e ali fiquei com a rola gozada no cu e pulsando.

- Vou te engravidar pelo cu, Isa! – Comentei descontraindo.

Percebi que a rola não queria diminuir de jeito nenhum e levei minha cunhada pra tomar um banho, pois ela se incomodou com e cheiro de seu cu na minha piroca quando tirei o caralho.

Debaixo do chuveiro depois de uma boa sabonetada, ensinei Isabelle a chupar igual ou melhor do que sua irmã Carol me mamava.

- Supera tua irmã, Isabelle! Duvido tu me chupar melhor do que o boquete que tua irmã paga pra mim!

Isabelle se superou. Fiz minha cunhada ficar com o maxilar e a garganta doendo de tanto boquete e gozei dentro da sua boca fazendo Isabelle beber a porra que tinha saído naquele momento.

Transamos pelo resto do dia em todos os cômodos da casa e na maior parte do tempo na cama de sua irmã, Carol minha esposa. Uma hora antes da minha mulher chegar começamos a nos recompor da exaustão que nos encontrávamos e quando Carol chegou tudo estava de acordo com o normal. Continuei comendo minha esposa todos os dias pra Isabelle ver.

Continua.

Obrigado por ler meu conto!

Curiosidades: 21967381027





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