"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fui seduzido por uma ninfeta e


autor: publicitario45
publicado em: 17/08/15
categoria: aventura
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Após a loucura que eu fiz ao transar com uma ninfeta de 17 anos quando ia para Teixeira de Freitas, comecei e evitar Ana Clara por dois motivos: um ela ainda era menor de idade, tinha apenas 17 aninhos. Dois, ela é cunhada do meu cliente Robson, irmã da sua esposa Ana Lúcia. Apenas estes dois motivos eram suficientes para eu a evitasse e assim eu estava fazendo. Agora, que a nossa transa dentro do meu carro era impossível de esquecer, isso era.

Por outro lado, Ana Clara continuava me mandando mensagens. Dizia que tinha gozado como nunca, que o namorado não lhe dava prazer daquela forma e que se ela soubesse que transar com um cara de 45 anos era bem melhor ela já tinha feito isso há tempos.

Eu, exercitando o poder da mente, resistia bravamente as mensagens provocativas de Ana Clara que todos os dias me mandava uma mensagem com uma foto dela apenas de calcinha. Era um festival de lingeries capaz de colocar qualquer out let no bolso.

Até ai tudo bem porque Ana Clara me provocava mas estava na Bahia e eu em Vila Velha, esta margem de 550 km de segurança me tranquilizava e me mantinha longe da tentação. Por outro lado, eu falava quase que diariamente com o Robson sobre serviço e como ele nunca falava sobre a Ana Clara fui ficando cada vez mais tranquilo. O mês passou e chegou o dia de ir para Teixeira de Freitas de novo. Junto com a proximidade veio a preocupação.

Aquela menina desajuizada poderia me causa problemas, tentar alguma coisa, contar para alguém isso se ela já não tivesse cometido esta loucura.
Peguei a estrada e me mandei para Teixeira de Freitas mas ao contrário das vezes passada, fui direto para o hotel, assim eu descansava um pouco mais e evitava me encontrar com Ana Clara. No dia seguinte, sábado, fizemos nossa reunião como de costume e mais uma vez Robson me chamou para almoçar na sua casa. Recusei, dei uma desculpa qualquer mas ele não levou muita fé e continuou insistindo:

Ele: cara, somos amigos. Qual o motivo do seu afastamento? Você está estranho.
Eu: apenas cansaço amigo. A semana foi bem puxada e eu quero dar uma boa descansada.
Ele: seu cansaço se chama Ana Clara?
Eu: porque a pergunta? (Já muito mais preocupado do que antes).
Ele: Ana Clara contou para a minha esposa o que rolou na estrada. Disse que a culpa não foi sua, ela insistiu e você não teve como resistir. Ela também disse que tinha omitido a idade dela. Então relaxa.
Eu: relaxar como? Como é que eu vou olhar para a cara da sua esposa?
Ele: calma, todo mundo sabe que Ana é o bicho quando cisma. Ela falou que você é bom de trepar (rindo da minha cara).
Eu: cara, não sei. Estou muito sem graça. Acho melhor ficar no hotel.
Ele: que nada. Estou indo e te espero lá. Vai no hotel, toma um banho e vamos beber umas.

Realmente fui para o hotel, tomei um banho, uma dose de uísque e dei uma relaxada, mas mesmo assim, não estava me sentindo bem com a situação. Eu comi a irmã da esposa do meu amigo, que só tem 17 aninhos.

O tempo foi passando e eu ali, olhando pro teto até que o silencio do quarto foi cortado pelo toque do meu celular. Atendi era Ana Lúcia, a esposa do Robson:

Ela: estamos te esperando (Com voz rouca e calma).
Eu: Ana, estou sem graça, já falei com o Robson sobre isso.
Ela: calma. Não vai acontecer nada demais. Já avisamos a Ana Clara para se comportar. Ela é minha irmã mais nova e tem que me respeitar.
Eu: ok. Mas se eu ficar pouco a vontade eu vou embora, ok?
Ela: combinado. Vou colocar sua cerveja preferida para gelar. Você é amigo do meu marido e nós gostamos muito da sua presença.

Após esta conversa fiquei mais tranquilo e fui para a casa do Robson. Cheguei lá fui recebido pela Ana Lúcia e uma garrafa de Stella Artois gelada. Dei dois beijos na sua face e entrei.

Ana Lúcia e Ana Clara, as irmãs estavam lindas no churrasco. Ambas de vestidos, cabelos cacheados e soltos, salto e um perfume avassalador. Mas, para minha sorte, tudo correu bem e eu já me preparando para ir embora quando Robson me chamou e perguntou que dia eu iria embora. Respondi que na terça como sempre e ele me lembrou que seria feriado na cidade e ele não iria trabalhar. Então eu estava liberado para ir na segunda e como nada é de graça nesta vida, pediu que eu levasse Ana Clara e Ana Lúcia para Vila Velha, pois elas estavam com saudade dos pais e o namorado problema da Ana Clara estava internado numa clínica para dependentes químicos nos Estados Unidos.

Concordei e na segunda viemos para Vila Velha e desta vez na estrada nada aconteceu. Ana Clara veio no banco de trás e sempre que nossos olhos se cruzavam no retrovisor ela fazia uma gracinha. Mas além disso, só mesmo a boa conversa entre a gente.
Quando passamos em frente ao posto, Ana Clara soltou uma indireta sobre o que aconteceu, Ana Lúcia deu um sorriso, fez algumas perguntas indiscretas e seguimos a viagem.

Após deixar as meninas na casa do pai, segui para meu apartamento e fui bombardeado de mensagens da Ana Clara. Por fim, ela disse que a irmã, estava fazendo perguntas demais sobre a nossa transa e isso estava incomodando. Até ai tudo bem, pois Ana Lúcia não tinha me dito nada.

Chegou o fim de semana, fui tentar retribuir as inúmeras gentilezas que eles me proporcionam na cidade deles e convidei Ana Lucia para jantar comigo. Ela aceitou prontamente e marcamos para o mesmo dia. Passei na casa dos pais da Ana Lucia as 21h e ela desceu toda linda, vestido azul bem escuro quase preto, um salto meio champanhe, cabelos cacheados aquele perfume perturbador de sempre. Nos cumprimentamos e seguimos para o restaurante. Bebemos algumas garrafas de vinho e Ana, meio alta, perguntou se a transa com a irmã dela tinha sido boa. Fiquei constrangido mas sob o efeito do álcool acabei dizendo que foi uma das mais inusitadas da minha vida e que se ela não fosse de menor iria repetir a dose inúmeras vezes. Foi ai que Ana Lúcia me surpreendeu:

Ela: quer repetir a dose hoje, agora?
Eu: como assim? Você quer que eu transe com a sua irmã, que é menor, de novo?
Ela: não, quero que você transe com ela e comigo. Mas tem que ser hoje.
Eu: onde?
Ela: na sua casa. Ana Clara é de menor e motel seria arriscado. Vamos pra lá, eu ligo pra ela e nos encontramos no seu apartamento.

Saímos rapidamente do restaurante, pegamos um taxi e seguimos para a minha casa. Já dentro do carro eu e Ana Lúcia já começamos a nos beijar, ela passava a mão no meu pau e foi assim durante todo o trajeto. Quando chegamos na minha casa, Ana Clara, a ninfetinha já nos esperava na recepção do prédio. Subimos nos agarrando dentro do elevador, passamos pelo corredor e entramos em casa já nos despindo. Ana Lúcia já desabotoou a minha calça enquanto Ana Clara abria a minha camisa. Me jogaram no sofá e caíram de boca no meu pau, as duas, de uma vez só. Aquelas bocas exploraram cada pedaço do meu corpo.

Beijaram meu pau, meu saco, minha barriga, morderam minha orelha, lamberam meu cu, chupavam cada centímetro possível.

Eu já estava rendido. Apenas puxei Ana Lúcia, a casada, pro meu lado e fizemos um 69 enquanto as duas me chupavam. Ana Lúcia não demorou e gozou na minha cara soltando uma grande quantidade de suco na minha boca. Ana Clara tirou seu vestido e sentou no meu pau, cavalgou enquanto eu continuava a chupar a buceta da sua irmã mais velha. As duas gozaram de novo e começou um revezamento de buceta na minha pica. Agora era Ana Lucia quem cavalgava em mim. Sua irmã mais nova esfregava a buceta na minha cara fazendo movimentos circulares. De onde eu estava ouvi os lábios das duas se tocando e isso me deixava cada vez mais teso.

Ana Lúcia mandou a sua irmã mais nova deitar de pernas abertas no sofá e caiu de boca no grelo da ninfeta. Me posicionei atrás da esposa do meu amigo e meti por trás com força. Ana Lúcia pedia para ser currada, queria ser tratada como puta e assim foi feito. Botei a cabeça do meu pau na porta do seu rabo e fui entrando aos poucos. Ela apenas rebolava e falava palavras sem sentido. Ana Clara se virou e ficou fazendo um 69 alucinante com a irmã, onde a sua língua sempre tocava no meu saco. Aquela sensação era indescritível, acelerei as estocadas e gozei forte no cuzinho da Ana Lúcia.

Caímos no sofá e ficamos ali, nos beijando, nos acariciando. Ana Lúcia foi ao banheiro tomar uma ducha e mais uma vez eu trepei com a ninfetinha enchendo seu cuzinho de porra. Passamos a noite toda trepando e no dia seguinte elas pegaram um taxi e foram para casa.

Em breve irei a Teixeira de Freitas de novo. E agora vou ter que encarar meu amigo com dois pesos na consciência. Mas a trepada foi sensacional.




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