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No banheiro do trabalho


autor: babyblue
publicado em: 07/03/17
categoria: hetero
leituras: 4510
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Precisava me concentrar, tinha um monte de trabalho a fazer, mas lá estava eu, inquieta. Sentia cada célula de meu corpo responder àquele olhar. Não precisava levantar os olhos para saber a forma que ele me encarava. Respirava fundo e tentava mudar os pensamentos. Não adiantava, a brisa que passava me fazia arrepiar.

Quando menos esperava me via pensando onde poderíamos realizar meus desejos ali mesmo, no trabalho. Cruzava as pernas bem apertadas, como se isso fosse diminuir minha excitação. Só sonhava em ser dele!

Me levantei para tomar água, precisava sair dali. Tomei o primeiro copo de uma vez só, como se aquilo fosse apagar meu fogo. O segundo já bebi devagar, tentando me acalmar a cada gole. Meu coração disparou inesperadamente, não sei como meu corpo sabia que ele estava se aproximando, se foi seu cheiro, sua energia ou essa sintonia louca que temos.

Antes que eu pensasse em virar, já senti sua mão em minha cintura e ouvi sua voz ao meu ouvido. Ah, aquela voz... o que ela poderia me pedir que eu não faria? Acho que na primeira sílaba pronunciada eu já estava com as pernas trêmulas.

- Achou que podia fugir de mim?

- Só vim beber água, ué. Não posso?

- Por que não me olha nos olhos?

- Estou trabalhando, você deveria fazer o mesmo...

- Tem certeza que é isso que você quer que eu vá fazer?

Ao dizer isso em meu ouvido, ele me puxa pela cintura e me faz sentir seu pau duro em minha bunda. Se eu não estava conseguindo resistir a olhares que eu nem retribuía, quanto mais a isso?

- Diga, é isso que você quer? Quer que volte para a mesa e te deixe quieta?

- Não.

- E o que você quer?

- Você sabe.

- Quero ouvir você dizer...

- Quero ser sua.

Ele beijou meu pescoço e orelhas, sentindo seu rosto roçando em minha nuca. Suas mãos agarraram meus seios e ficamos ainda mais colados. Meu corpo já arqueava em cima do seu, minha respiração já estava ofegante e meus lábios já sofriam com as mordidas que eu mesma dava.

Uma pessoa poderia entrar ali a qualquer momento, mas parecia que o mundo tinha parado, ou melhor, como se não houvesse mais nada nem ninguém no mundo além de nós, naquela copa apertada.

Recupero a razão por segundos e saio disparada daquele cubículo antes que alguém aparecesse. Sei que ele andava atrás de mim no corredor, mas não podia virar. Passamos em frente aos banheiros e de repente sinto meu cabelo sendo puxado. Foi algo tão inesperado que quase perdi o equilíbrio!

- Entra aí.

- Você é louco?

- Entre!

Entramos no banheiro de visitantes que é pouco movimentado. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me empurra para dentro de uma das cabines. Seus braços me enlaçaram a cintura com força e nos demos um beijo desesperado. Tudo que eu mais queria era estar com ele e lá estava eu, entregue.

Tirei sua calça durante aquele beijo feroz e agoniado. Nem a sua camisa tirei, apenas enfiei meus braços por baixo dela e desci minhas unhas por suas costas, enquanto abaixava meu corpo. Precisava senti-lo em minha boca... ainda por baixo da cueca box eu o acariciava e esfregava meu rosto. Peguei aquela pica dura e fiquei punhetando devagarinho olhando para ele. Sabia que me ver de joelhos no chão do banheiro prestes a chupa-lo o deixava louco e assim o fiz.

Como adoro provoca-lo, fiquei passando a língua por toda extensão, bem devagar... Sabia que ele queria era me ver abocanha-lo todo, mas não assim tão fácil. Chupava a cabeça daquele pau grosso com toda dedicação, passava minha língua e apertava meus lábios, fazendo-o lembrar que muito em breve estaria em outro lugar molhadinho e apertado.

Senti seus dedos em minha nuca, agarrando meu cabelo. Dava para perceber o desespero que ele passava esperando eu engolir ele todo e eu só queria ver até onde ele aguentava. Continuei a tortura-lo até que ele começa a empurrar minha cabeça contra seu corpo. Ele havia jogado a toalha primeiro, tudo que eu queria.

Tirei da boca e segurei por segundos enquanto o olhava nos olhos. Precisava ver a sua expressão! Respirei fundo e engoli aquela pica. Parecia que ela queria descer minha garganta abaixo... Acelerei e engolia cada vez mais, e quando ache que.... Sinto meu corpo sendo erguido pelos cabelos.

- Não está gostando?

- Adoro gozar nessa tua boca, mas não agora.

Ele me virou de costas e abaixa as alças do meu vestido, deixando meus seios à mostra e os agarrou com força. Sua língua gostosa em meu pescoço e eu já gemia baixinho...

Suas mãos levantam meu vestido e não sei como ele não rasgou minha calcinha, do modo que ele a tirou. Arqueei meu corpo para frente e juntei minhas pernas bem fechadinhas. Molhada do jeito que eu estava, aquela pica entraria fácil.

Fiquei ali empinada esperando ele enfiar em mim e o safado ficou pincelando minha boceta.

- Mete vai.

- Peça!

- Enfia toda vai, por favor!

Mal termine de pronunciar e ele já estava todo dentro de mim. Não aguentei e gemi alto e imediatamente ele tapa minha boca. Ainda assim continuou metendo, cada vez mais forte e fundo. Apesar de enlouquecida, eu me contraia sentindo ele me penetrar mais apertadinha.

Ele se puxava meu cabelo e me xingava baixinho enquanto eu me contorcia de prazer e me segurava para não gritar. Ele metia com toda força possível, de modo que certamente ouvia-se do corredor o barulho do choque de nossos corpos. Com toda essa vontade, não demoramos a gozar. Foi tão intenso que ficamos alguns segundos inertes nos recuperando do que tinha passado ali, enquanto aquela porra quente escorria por minhas pernas.

Nos recompomos e depois de um abraço gostoso voltamos a nossos postos de trabalho. Até consegui trabalhar, mas me vi pensando em quando estaria com ele novamente por inúmeras vezes naquela tarde.



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